{"id":61879,"date":"2013-07-19T12:17:13","date_gmt":"2013-07-19T12:17:13","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2013\/07\/19\/trabalhadores-cristaos-mostram-esperanca\/"},"modified":"2013-07-19T12:17:13","modified_gmt":"2013-07-19T12:17:13","slug":"trabalhadores-cristaos-mostram-esperanca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/trabalhadores-cristaos-mostram-esperanca\/","title":{"rendered":"Trabalhadores crist\u00e3os mostram esperan\u00e7a"},"content":{"rendered":"<p>20 grupos da regi\u00e3o de Braga responderam ao estudo promovido pela equipa diocesana LOC\/MTC sobre oportunidades em tempo de crise <!--more--> <\/p>\n<p>Braga, 19 jul (ECCLESIA) &#8211; A Liga Oper&aacute;ria Cat&oacute;lica\/Movimento de Trabalhadores Crist&atilde;os (LOC\/MTC) de Braga promoveu um inqu&eacute;rito na diocese sobre as consequ&ecirc;ncias da crise e o comportamento das popula&ccedil;&otilde;es e concluiu que &ldquo;as pessoas continuam a reagir com luta e esperan&ccedil;a&rdquo;.<\/p>\n<p>Num comunicado enviado hoje &agrave; ag&ecirc;ncia ECCLESIA, a LOC\/MTC afirma que as iniciativas e as solu&ccedil;&otilde;es apresentadas por 20 grupos da regi&atilde;o mostram que, apesar das &ldquo;muitas dificuldades&rdquo;, est&atilde;o surgir &ldquo;sinais de luta e de a&ccedil;&atilde;o&rdquo; por parte dos trabalhadores.<\/p>\n<p>As conclus&otilde;es enviadas &agrave; equipa diocesana do movimento de trabalhadores crist&atilde;os mostra que existem sinais de &ldquo;esperan&ccedil;a amadurecida na vida dos militantes da LOC\/MTC&rdquo;, diferente quando comparada com a generalidade dos trabalhadores onde &ldquo;a crise tenta abafar os sinais de esperan&ccedil;a que resistem&rdquo;.<\/p>\n<p>A LOC\/MTC de Braga promoveu, na &uacute;ltima semana de junho e na primeira de julho, um estudo dedicada &agrave; &ldquo;crise como tempo de esperan&ccedil;a e oportunidade&rdquo;, a que responderam 20 grupos com o envio do resultado das reflex&otilde;es &agrave; equipa diocesana.<\/p>\n<p>&ldquo;As situa&ccedil;&otilde;es reais apresentadas provam que a popula&ccedil;&atilde;o n&atilde;o est&aacute; parada e que desenvolve uma luta constante pela sobreviv&ecirc;ncia, por encontrar alternativas de emprego, passando, nalguns casos, pela cria&ccedil;&atilde;o do seu pr&oacute;prio posto de trabalho e pela resist&ecirc;ncia em n&atilde;o aceitar &lsquo;ofertas indecorosas de indemniza&ccedil;&otilde;es fraudulentas&rsquo; para abandonar o posto de trabalho, sofrendo v&aacute;rias repres&aacute;lias por parte de algumas entidades patronais&rdquo;, refere o comunicado da equipa diocesana da LOC\/MTC.<\/p>\n<p>Os dirigentes da diocese de Braga do movimento de trabalhadores crist&atilde;os afirma que a an&aacute;lise dos grupos de base mostra que &ldquo;a situa&ccedil;&atilde;o est&aacute; a mudar o comportamento das pessoas&rdquo; levando-as &ldquo;a aceitar e a valorizar a dignidade de qualquer tipo de trabalho, desde o varredor de rua at&eacute; ao m&eacute;dico&rdquo; porque &ldquo;a dignidade do trabalho vai al&eacute;m da profiss&atilde;o&rdquo;.<\/p>\n<p>O estudo realizado mostra que, diante do desemprego, procuram-se alternativas no &ldquo;recurso &agrave; emigra&ccedil;&atilde;o&rdquo;, na op&ccedil;&atilde;o pelas &ldquo;hortas sociais ou urbanas&rdquo; que introduziram &ldquo;um novo conceito de sobreviv&ecirc;ncia e partilha entre fam&iacute;lias&rdquo; e tamb&eacute;m na procura de solu&ccedil;&otilde;es atrav&eacute;s de &ldquo;encontros informais de alguns habitantes nos locais de resid&ecirc;ncia&rdquo;.<\/p>\n<p>Os trabalhadores crist&atilde;os de Braga afirmam a necessidade de n&atilde;o divulgar apenas &ldquo;realidades negativas&rdquo;, mas tamb&eacute;m &ldquo;boas a&ccedil;&otilde;es&rdquo; para que sejam capazes de &ldquo;atrair outros trabalhadores para o m&eacute;todo utilizado pela LOC\/MTC que ajuda adquirir uma nova dimens&atilde;o da vida a partir do &lsquo;Ver, Julgar e Agir&rsquo;&rdquo;.<\/p>\n<p>A LOC\/MTC &eacute; um Movimento Nacional, que teve a sua origem nos primeiros C&iacute;rculos Cat&oacute;licos de Oper&aacute;rios, a partir de 1912.<\/p>\n<p>Em 1936, com a cria&ccedil;&atilde;o da A&ccedil;&atilde;o Cat&oacute;lica Portuguesa, aquela estrutura transforma-se na Liga Oper&aacute;ria Cat&oacute;lica, em representa&ccedil;&atilde;o do setor oper&aacute;rio adulto do meio trabalhador.<\/p>\n<p>A LOC\/MTC nasce da fus&atilde;o de dois Movimentos, a LOC Feminina, fundada em Portugal em 5 de maio de 1936, e da LOC Masculina, fundada a 12 de dezembro do mesmo ano e, para al&eacute;m de uma coordena&ccedil;&atilde;onacional, tem equipas coordenadoras em todas as dioceses de Portugal.<\/p>\n<p><em>&nbsp;PR<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>20 grupos da regi\u00e3o de Braga responderam ao estudo promovido pela equipa diocesana LOC\/MTC sobre oportunidades em tempo de 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