{"id":61304,"date":"2013-05-31T12:55:12","date_gmt":"2013-05-31T12:55:12","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2013\/05\/31\/multimedia-menos-jovens-no-facebook\/"},"modified":"2013-05-31T12:55:12","modified_gmt":"2013-05-31T12:55:12","slug":"multimedia-menos-jovens-no-facebook","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/multimedia-menos-jovens-no-facebook\/","title":{"rendered":"Multim\u00e9dia: Menos Jovens no Facebook?"},"content":{"rendered":"<p>Recentemente veio a p&uacute;blico um estudo elaborado pelo Pew Research Center e por investigadores da Universidade de Harvard, onde as conclus&otilde;es indicam que &ldquo;embora o facebook ainda esteja profundamente integrado na vida quotidiana dos adolescentes, &eacute; &agrave;s vezes visto como algo utilit&aacute;rio e como uma obriga&ccedil;&atilde;o, em vez de uma plataforma nova e entusiasmante&rdquo;.<\/p>\n<p>Mas nos espa&ccedil;os p&uacute;blicos de lazer mais conhecidos tais como caf&eacute;s, pra&ccedil;as, bares, etc. n&atilde;o acontece a mesma coisa? onde est&atilde;o os adultos, normalmente n&atilde;o est&atilde;o os jovens!&#8230;<\/p>\n<p>Como defendem alguns especialistas, a internet n&atilde;o &eacute; mais do que uma extens&atilde;o natural do nosso quotidiano, portanto o fen&oacute;meno das redes sociais, n&atilde;o &eacute; novidade na medida em que as pessoas j&aacute; se reuniam para falar, partilhar e refletir nos mais diversos ambientes f&iacute;sicos. Agora simplesmente, essa abordagem passou para um ambiente virtual.<\/p>\n<p>Assim, temos que entender este fen&oacute;meno como sendo um processo normal onde basicamente existe uma recusa de partilha de ambientes entre diferentes gera&ccedil;&otilde;es. O que nos permite afirmar que:<\/p>\n<p>1 &#8211; N&atilde;o &eacute; verdade que haja menos pessoas nesta rede. A an&aacute;lise aos dados do n&uacute;mero de pessoas presentes no facebook indicam-nos que os n&uacute;meros continuam a crescer a um n&iacute;vel n&atilde;o t&atilde;o forte como anteriormente, mas nos mercados ditos emergentes, do ponto de vista desta rede social, isso n&atilde;o acontece. Isto &eacute;, onde h&aacute; mais potencial de evolu&ccedil;&atilde;o &eacute; nos pa&iacute;ses onde esta rede ainda n&atilde;o se afirmou, o que rebate esta ideia de decr&eacute;scimo de utilizadores.<\/p>\n<p>2- Rede social d&eacute;mod&eacute;. O facebook atualmente para os jovens pode ser visto como uma rede &ldquo;old-fashion&rdquo;, visto que os seus pais, av&oacute;s, tios, professores, claramente mais velhos do que eles, j&aacute; possuem uma presen&ccedil;a nesta rede social. O que a torna num espa&ccedil;o de partilha nada &ldquo;cool&rdquo; e muito menos apetec&iacute;vel para os seus posts!<\/p>\n<p>3- Mas realmente os jovens abandonaram o facebook? Ao olharmos para os dados publicados, percebemos que esse abandono n&atilde;o &eacute; efetivo. Os jovens continuam a estar nesta rede mas utilizam-na j&aacute; com algum sentido cr&iacute;tico. Isto &eacute;, as camadas mais novas utilizam cada vez mais o twitter, o flickr e o instagram, partilhando para o facebook apenas o que querem que seja visto, mantendo o que realmente partilham com os seus colegas dentro das outras redes. Afastando assim da sua vida os olhares da &ldquo;malta mais velha&rdquo;!<\/p>\n<p>Podemos concluir que o facebook n&atilde;o est&aacute; em decl&iacute;nio, apenas est&aacute; a ser utilizado cada vez mais como uma plataforma abrangente, quer ao n&iacute;vel do alargamento das faixas et&aacute;rias dos seus utilizadores, bem como, do tipo de aplica&ccedil;&otilde;es que vai suportando (outras redes sociais). Tornando-se numa ferramenta mainstream que consegue agregar apenas numa plataforma o maior reposit&oacute;rio de conte&uacute;dos pessoais (fotos, v&iacute;deos, textos, partilhas, etc.), respondendo &agrave;s diferentes redes sociais (instagram, twitter, scoop.it, vine, pinrest, etc.).<\/p>\n<p>A pergunta que se imp&otilde;e &eacute;: at&eacute; quando o facebook vai conseguir ser o &ldquo;Google&rdquo; das redes sociais?<\/p>\n<p><em>Fernando Cassola Marques<\/em><\/p>\n<p><em><br \/><\/em><\/p>\n<p><em>Fontes utilizadas:<\/em><\/p>\n<p><em>http:\/\/www.internetworldstats.com\/facebook.htm<\/em><\/p>\n<p><em>https:\/\/www.facebook.com\/harvardtrends<\/em><\/p>\n<p><em>http:\/\/www.pewinternet.org\/Reports\/2013\/Teens-Social-Media-And-Privacy\/Summary-of-Findings\/Teens-Social-Media-and-Privacy.aspx<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Recentemente veio a p&uacute;blico um estudo elaborado pelo Pew Research Center e por investigadores da Universidade de Harvard, onde as conclus&otilde;es indicam que &ldquo;embora o facebook ainda esteja profundamente integrado na vida quotidiana dos adolescentes, &eacute; &agrave;s vezes visto como algo utilit&aacute;rio e como uma obriga&ccedil;&atilde;o, em vez de uma plataforma nova e entusiasmante&rdquo;. Mas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-61304","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-multimedia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61304","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=61304"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61304\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=61304"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=61304"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=61304"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}