{"id":60562,"date":"2013-03-28T11:33:54","date_gmt":"2013-03-28T11:33:54","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2013\/03\/28\/missa-crismal-homilia-do-cardeal-patriarca-de-lisboa\/"},"modified":"2013-03-28T11:33:54","modified_gmt":"2013-03-28T11:33:54","slug":"missa-crismal-homilia-do-cardeal-patriarca-de-lisboa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/missa-crismal-homilia-do-cardeal-patriarca-de-lisboa\/","title":{"rendered":"Missa crismal: Homilia do cardeal-patriarca de Lisboa"},"content":{"rendered":"<p><strong>&ldquo;O sacerd&oacute;cio apost&oacute;lico e os desafios do momento presente&rdquo;<\/strong><em>&nbsp;<\/em><\/p>\n<p>1. Nesta celebra&ccedil;&atilde;o, que precede imediatamente o Tr&iacute;duo Pascal, a liturgia sublinha a rela&ccedil;&atilde;o que h&aacute; entre a P&aacute;scoa e a normalidade da vida da Igreja como lugar da gra&ccedil;a e caminho de salva&ccedil;&atilde;o. E desta fecundidade da P&aacute;scoa em toda a peregrina&ccedil;&atilde;o do Povo de Deus no tempo, o sacerd&oacute;cio de Jesus Cristo, exercido por aqueles que o Senhor consagrou, &eacute; o sinal e a garantia.&nbsp;<\/p>\n<p>Por isso nos reunimos hoje, em express&atilde;o vis&iacute;vel da nossa comunh&atilde;o com Cristo e com todo o Povo sacerdotal. E na viv&ecirc;ncia deste mist&eacute;rio da nossa vida, pode ajudar-nos a gra&ccedil;a pr&oacute;pria do tempo presente, deste momento concreto da vida da Igreja.&nbsp;<\/p>\n<p>Elegemos um novo Bispo de Roma de cuja miss&atilde;o faz parte o minist&eacute;rio de Pedro, de ser o instrumento vis&iacute;vel da Igreja como comunh&atilde;o de amor, que a leva a aprofundar a unidade na caridade e na verdade.&nbsp;<\/p>\n<p>A escolha do Esp&iacute;rito Santo recaiu sobre um sacerdote, que na sua viv&ecirc;ncia pastoral e na autenticidade evang&eacute;lica realiza bem a promessa feita pelo Profeta Isa&iacute;as: &ldquo;O Senhor me ungiu e me enviou a anunciar a boa nova aos infelizes, a curar os cora&ccedil;&otilde;es atribulados, a proclamar a reden&ccedil;&atilde;o aos cativos e a liberdade aos prisioneiros, a proclamar o ano da gra&ccedil;a do Senhor&rdquo; (Is. 61,1-2).&nbsp;<\/p>\n<p>Jesus j&aacute; tinha declarado que esta profecia se cumpria n&rsquo;Ele (cf. Lc. 4,21). E porque se cumpriu n&rsquo;Ele &eacute; desejo seu que se realize em cada tempo e em todos os tempos naqueles que fazem um com Ele na viv&ecirc;ncia do seu sacerd&oacute;cio para bem de toda a Igreja e para salva&ccedil;&atilde;o do mundo.&nbsp;<\/p>\n<p>Estamos tamb&eacute;m a celebrar os cinquenta anos da Abertura do Conc&iacute;lio Ecum&eacute;nico Vaticano II. O Papa Francisco j&aacute; nos deu sinais de que a sua elei&ccedil;&atilde;o &eacute; uma afirma&ccedil;&atilde;o forte da atualidade do Conc&iacute;lio, daquela renova&ccedil;&atilde;o da Igreja, na autenticidade evang&eacute;lica, desejada por Jo&atilde;o XXIII.&nbsp;<\/p>\n<p>Respondamos com f&eacute; e confian&ccedil;a &agrave;s exig&ecirc;ncias deste momento da vida da Igreja.&nbsp;<\/p>\n<p>2. Penso n&atilde;o surpreender nenhum de v&oacute;s se vos disser que o problema dos sacerdotes foi tema forte nas reuni&otilde;es que antecederam a elei&ccedil;&atilde;o. A Igreja foi ferida pelos pecados de tantos sacerdotes, que escandalizaram o mundo.&nbsp;<\/p>\n<p>Mas tamb&eacute;m foi dito que &eacute; preciso partir, com confian&ccedil;a, do testemunho de santidade e de vida entregue a Cristo e &agrave; Igreja, da maior parte dos sacerdotes que procuram viver a sua vida na fidelidade a Cristo e aos irm&atilde;os e que a Igreja ser&aacute; sempre o lugar da miseric&oacute;rdia e da convers&atilde;o.&nbsp;<\/p>\n<p>Este tem de ser um momento de entusiasmo pela santidade, exigida pelo nosso minist&eacute;rio, de busca da convers&atilde;o e de confian&ccedil;a na miseric&oacute;rdia. O Papa Francisco j&aacute; deu sinais de querer conduzir a Igreja para esse tempo de esperan&ccedil;a, de autenticidade e simplicidade evang&eacute;lica, que leve n&atilde;o apenas a sanar os pecados, mas a evit&aacute;-los, na consci&ecirc;ncia clara de que o nosso sacerd&oacute;cio &eacute; uma exig&ecirc;ncia de santidade.&nbsp;<\/p>\n<p>3. Exercendo &ldquo;in persona Christi&rdquo; o seu pr&oacute;prio sacerd&oacute;cio, a nossa vida &eacute; chamada a identifica-se com Cristo, a sermos santos como Ele &eacute; Santo.&nbsp;<\/p>\n<p>No documento sobre os Presb&iacute;teros, o Conc&iacute;lio afirma: &ldquo;os presb&iacute;teros s&atilde;o consagrados por Deus, por meio do minist&eacute;rio dos Bispos, para que, feitos de modo especial participantes do sacerd&oacute;cio de Cristo, sejam na celebra&ccedil;&atilde;o sagrada ministros d&rsquo;Aquele que na liturgia exerce perenemente o seu of&iacute;cio sacerdotal a nosso favor.&nbsp;<\/p>\n<p>Na verdade, introduzem os homens no Povo de Deus pelo Batismo; pelo sacramento da Penit&ecirc;ncia reconciliam os pecadores com Deus e com a Igreja; com o &oacute;leo dos enfermos, aliviam os doentes; sobretudo com a celebra&ccedil;&atilde;o da Missa, oferecem sacramentalmente o sacrif&iacute;cio de Cristo&rdquo;.<\/p>\n<p>&Eacute; sobretudo da Eucaristia que brota esta exig&ecirc;ncia de santidade.&nbsp;<\/p>\n<p>Continua o texto conciliar: &ldquo;Os restantes sacramentos, por&eacute;m, assim como todos os minist&eacute;rios eclesi&aacute;sticos e obras de apostolado, est&atilde;o vinculados com a sagrada Eucaristia e a ela se ordenam.&nbsp;<\/p>\n<p>Com efeito, na Sant&iacute;ssima Eucaristia est&aacute; contido todo o tesouro espiritual da Igreja, isto &eacute;, o pr&oacute;prio Cristo, a nossa P&aacute;scoa e o p&atilde;o vivo que d&aacute; aos homens a vida mediante a sua carne vivificada e vivificadora pelo Esp&iacute;rito Santo; assim s&atilde;o eles convidados e levados a oferecer, juntamente com Ele, a si mesmos, os seus trabalhos e todas as coisas criadas.&nbsp;<\/p>\n<p>Por isso, a Eucaristia aparece como fonte e coroa de toda a evangeliza&ccedil;&atilde;o&rdquo;&nbsp;<\/p>\n<p>Trata-se de uma exig&ecirc;ncia simples e profunda: que a nossa vida seja sempre digna da Eucaristia que celebramos e acolher, em cada Eucaristia, as exig&ecirc;ncias de convers&atilde;o.&nbsp;<\/p>\n<p>4. Queridos Padres, o momento que passa constitui interpela&ccedil;&atilde;o forte &agrave; nossa fidelidade. Neste Ano da F&eacute;, aceitemos com firmeza que o sacerd&oacute;cio &eacute; a principal concretiza&ccedil;&atilde;o da nossa f&eacute;, n&atilde;o apenas da nossa mas de toda a Igreja, porque o sacerd&oacute;cio de Cristo continuamente em a&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s do nosso minist&eacute;rio, &eacute; o alicerce seguro da Igreja como sacramento de salva&ccedil;&atilde;o, isto &eacute;, o lugar da atualidade da salva&ccedil;&atilde;o continuamente a acontecer.&nbsp;<\/p>\n<p>N&oacute;s somos, em nome de Cristo, os agentes da salva&ccedil;&atilde;o. Devemos dar prioridade &agrave; caridade pastoral, isto &eacute;, encarnarmos na nossa a&ccedil;&atilde;o junto dos homens o amor infinito de Jesus Cristo, nosso Redentor e Bom Pastor.&nbsp;<\/p>\n<p>A nossa vida &eacute; chamada a ser, toda ela, uma express&atilde;o desse amor salv&iacute;fico, dando um lugar privilegiado, no nosso cora&ccedil;&atilde;o, aos pobres, aos doentes, aos que sofrem. O Papa Francisco desafia-nos para essa prioridade. Declarou que quer uma Igreja pobre, ao servi&ccedil;o dos pobres.<\/p>\n<p>Na nossa sociedade, hoje, h&aacute; mais pobres, pessoas que inesperadamente sentiram bater &agrave; porta a pobreza. Essa circunst&acirc;ncia s&oacute; pode renovar a nossa solicitude e caridade fraterna.&nbsp;<\/p>\n<p>Este amor renovado e despojado quer encontrar na comunh&atilde;o de amor, do nosso presbit&eacute;rio e de toda a Igreja diocesana a sua realiza&ccedil;&atilde;o imediata.&nbsp;<\/p>\n<p>Vivamos em comunh&atilde;o, como se cada um fosse respons&aacute;vel por todos os outros. Estejamos atentos aos problemas dos nossos irm&atilde;os padres, estendendo-lhe a m&atilde;o e abrindo-lhe o cora&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<\/p>\n<p>5. Este amor pastoral &eacute; a raz&atilde;o de ser da nossa consagra&ccedil;&atilde;o virginal a Cristo. Diz o documento conciliar sobre os presb&iacute;teros: &ldquo;A contin&ecirc;ncia perfeita e perp&eacute;tua por amor do reino dos c&eacute;us, recomendada por Cristo Senhor, generosamente aceite e louvavelmente observada atrav&eacute;s dos s&eacute;culos e mesmo em nossos dias por n&atilde;o poucos fi&eacute;is, foi sempre tida em grande estima pela Igreja, especialmente na vida sacerdotal.<\/p>\n<p>&Eacute; na verdade sinal e est&iacute;mulo da caridade pastoral e fonte singular de fecundidade espiritual no mundo&rdquo;. As infidelidades a esta consagra&ccedil;&atilde;o virginal, no celibato, estiveram no centro dos recentes esc&acirc;ndalos do clero.&nbsp;<\/p>\n<p>O celibato dificilmente se aguenta concebido apenas como priva&ccedil;&atilde;o. Ele &eacute; uma nova maneira de amar, participando da maneira de Cristo amar, leva-nos a dar uma qualidade e densidade nova ao amor com que amamos as pessoas, desafiando aqueles e aquelas que nos amam, a n&atilde;o o fazerem segundo a carne e o sangue, mas partilhando do Esp&iacute;rito do amor divino.&nbsp;<\/p>\n<p>Este amor &eacute; algo de novo que o mundo n&atilde;o conhece, mas que &eacute; fonte de felicidade e alegria. O Conc&iacute;lio ensina-nos que celibato e exerc&iacute;cio do sacerd&oacute;cio n&atilde;o est&atilde;o necessariamente ligados, mas o amor virginal &eacute; uma express&atilde;o privilegiada do nosso amor sacerdotal.&nbsp;<\/p>\n<p>Ou&ccedil;amos de novo a <strong>Presbyterorum Ordinis<\/strong>: &ldquo;Pela virgindade ou pelo celibato observado por amor do reino dos c&eacute;us, os presb&iacute;teros consagram-se por um novo e excelente t&iacute;tulo a Cristo, aderem a Ele mais facilmente com um cora&ccedil;&atilde;o indiviso, n&#8217;Ele e por Ele mais livremente se dedicam ao servi&ccedil;o de Deus e dos homens, com mais facilidade servem o seu reino e a obra da regenera&ccedil;&atilde;o sobrenatural, e tornam-se mais aptos para receberem, de forma mais ampla, a paternidade em Cristo.<\/p>\n<p>Deste modo, manifestam ainda aos homens que desejam dedicar-se indivisamente ao m&uacute;nus que lhes foi confiado, isto &eacute;, de desposar os fi&eacute;is com um s&oacute; esposo e apresent&aacute;-los como virgem casta a Cristo, evocando assim aquela misteriosa uni&atilde;o fundada por Deus e que se h&aacute;-de manifestar plenamente no futuro, em que a Igreja ter&aacute; um &uacute;nico esposo, Cristo.&nbsp;<\/p>\n<p>Al&eacute;m disso, tornam-se sinal vivo do mundo futuro, j&aacute; presente pela f&eacute; e pela caridade, em que os filhos da ressurrei&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se casam nem se d&atilde;o em casamento&rdquo;. Cultivemos este amor virginal que n&atilde;o exclui ningu&eacute;m, que n&atilde;o &eacute; a exclus&atilde;o do corpo e das suas rela&ccedil;&otilde;es humanas, mas a busca do seu sentido &uacute;ltimo no Corpo de Cristo morto e ressuscitado; vivamo-lo na confian&ccedil;a e na humildade de quem sabe que s&oacute; com o amor de Cristo aprenderemos essa maneira nova de amar.&nbsp;<\/p>\n<p>Que ao sentirem-se amadas por n&oacute;s, as pessoas sintam, no seu cora&ccedil;&atilde;o, o desejo de um amor novo, a dar mais sentido &agrave; sua vida concreta.&nbsp;<\/p>\n<p>Tenhamos consci&ecirc;ncia que a mentira na nossa maneira de amar, pode significar a mentira de toda a nossa vida. O nosso sacerd&oacute;cio n&atilde;o &eacute; s&oacute; fun&ccedil;&atilde;o, &eacute; an&uacute;ncio desse amor definitivo que Cristo mereceu para n&oacute;s, no seu sacrif&iacute;cio pascal.&nbsp;<\/p>\n<p>&dagger; JOS&Eacute;, Cardeal-Patriarca<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&ldquo;O sacerd&oacute;cio apost&oacute;lico e os desafios do momento presente&rdquo;&nbsp; 1. Nesta celebra&ccedil;&atilde;o, que precede imediatamente o Tr&iacute;duo Pascal, a liturgia sublinha a rela&ccedil;&atilde;o que h&aacute; entre a P&aacute;scoa e a normalidade da vida da Igreja como lugar da gra&ccedil;a e caminho de salva&ccedil;&atilde;o. 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