{"id":60384,"date":"2013-03-14T15:49:18","date_gmt":"2013-03-14T15:49:18","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2013\/03\/14\/homilia-de-d-manuel-pelino-na-celebracao-do-jubileu-episcopal\/"},"modified":"2013-03-14T15:49:18","modified_gmt":"2013-03-14T15:49:18","slug":"homilia-de-d-manuel-pelino-na-celebracao-do-jubileu-episcopal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-de-d-manuel-pelino-na-celebracao-do-jubileu-episcopal\/","title":{"rendered":"Homilia de D. Manuel Pelino na celebra\u00e7\u00e3o do jubileu episcopal"},"content":{"rendered":"<p><strong>1.&ldquo;Todas as minhas recorda&ccedil;&otilde;es s&atilde;o a&ccedil;&atilde;o de gra&ccedil;as&rdquo;,<\/strong> dizia Santo Agostinho. Ao celebrar os vinte e cinco anos de minist&eacute;rio episcopal invadem-me tamb&eacute;m sentimentos de louvor e a&ccedil;&atilde;o de gra&ccedil;as. A voca&ccedil;&atilde;o ao episcopado &eacute; um dom de Deus antes de mais para quem &eacute; chamado e, atrav&eacute;s do seu minist&eacute;rio, para todo o Seu povo. Quando Deus chama, atrav&eacute;s da igreja, n&atilde;o podemos deixar de responder como como tantos vocacionados: <em>&ldquo;Eis o servo do Senhor fa&ccedil;a-se em mim segundo a vossa vontade&rdquo;.<\/em><\/p>\n<p>Na verdade, a f&eacute; d&aacute;-nos a certeza de que Deus quando nos envia tamb&eacute;m nos assiste com a for&ccedil;a do Esp&iacute;rito Santo e nos rodeia de cooperadores zelosos. &Eacute; Deus quem abre a porta da f&eacute;, afirma o livro dos Atos e ouvimos tamb&eacute;m na primeira leitura: &ldquo;<em>Aquele que tem compaix&atilde;o deles tamb&eacute;m os guiar&aacute; e conduzir&aacute; &agrave;s nascentes da &aacute;gua&rdquo;.<\/em> N&oacute;s bispos, somos apenas mediadores da gra&ccedil;a, apoiados pela ora&ccedil;&atilde;o do povo de Deus que nos est&aacute; confiado e pelos carismas que o Esp&iacute;rito Santo concede a todos os fi&eacute;is e os capacita para a participa&ccedil;&atilde;o ativa na mesma miss&atilde;o, na diversidade e complementaridade de voca&ccedil;&otilde;es e responsabilidades. Por isso, &eacute; em comunh&atilde;o com todo o povo de Deus e em atitude de humildade e de reconhecimento que celebro as bodas de prata episcopais como vinte e cinco anos da gra&ccedil;a do Senhor. <em>&ldquo;Bendito seja Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que do alto dos c&eacute;us nos aben&ccedil;oou com toda a esp&eacute;cie de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os espirituais em Cristo&rdquo; Ef 1, 3). <\/em><\/p>\n<p>Dou tamb&eacute;m gra&ccedil;as a Deus pela presen&ccedil;a fraterna de tantos amigos e irm&atilde;os na f&eacute; e a todos sa&uacute;do cordialmente. Ao Senhor N&uacute;ncio Apost&oacute;lico a quem manifesto sentimentos de comunh&atilde;o com o novo Papa que Deus mesmo agora nos enviou, o Papa Francisco, a continuar o admir&aacute;vel Pontificado de Bento XVI; aos senhores arcebispos e bispos, irm&atilde;os do mesmo col&eacute;gio episcopal onde sempre encontrei compreens&atilde;o, paci&ecirc;ncia e fraternidade. Aos presb&iacute;teros pelo zelo e colabora&ccedil;&atilde;o na mesma miss&atilde;o apost&oacute;lica, pela estima e amizade. Aos di&aacute;conos; aos religiosos (as); aos seminaristas; aos leigos; a tantos colaboradores em quem tenho encontrado e admirado a entrega generosa e confiante ao servi&ccedil;o do evangelho. Como um corpo unido e bem articulado crescemos com a participa&ccedil;&atilde;o ativa de todos os membros, aprendemos uns com os outros, apoiamo-nos na f&eacute;, na esperan&ccedil;a e na caridade. Dou gra&ccedil;as ao Senhor por tantos dons e pe&ccedil;o perd&atilde;o pelos impedimentos que posso ter colocado &agrave; Sua vontade. Recordo tamb&eacute;m nesta celebra&ccedil;&atilde;o de louvor e a&ccedil;&atilde;o de gra&ccedil;as todos os que contribu&iacute;ram para o meu crescimento como pessoa, como filho de Deus e como ministro ordenado para servi&ccedil;o do Senhor: Os familiares presentes e aqueles que j&aacute; est&atilde;o na m&atilde;o de Deus; os mestres que encontrei ao longo da vida e de quem muito recebi; o povo de Deus que tenho servido e que tanto me tem enriquecido com o testemunho de f&eacute;, de esperan&ccedil;a e de servi&ccedil;o; a alegria e a ora&ccedil;&atilde;o dos cat&oacute;licos da diocese a prop&oacute;sito desta data; e a dedica&ccedil;&atilde;o entusiasta dos organizadores e colaboradores desta festa.<\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>2. &ldquo;O Senhor enviou-me a anunciar a Boa Nova aos pobres&rdquo;.<\/strong> &Agrave; luz da experi&ecirc;ncia vivida adquire um significado ainda mais luminoso o lema que escolhi h&aacute; vinte e cinco anos: &ldquo; <em>O Esp&iacute;rito do Senhor est&aacute; sobre mim. Porque me ungiu para anunciar a Boa-Nova aos pobres; enviou-me a proclamar a liberta&ccedil;&atilde;o aos cativos e, aos cegos, a recupera&ccedil;&atilde;o da vista; a mandar em liberdade os oprimidos, a proclamar um ano favor&aacute;vel da parte do Senhor&rdquo; (Lc 4, 18-19). <\/em>Estes vinte e cinco de minist&eacute;rio episcopal aprofundaram esta convic&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><em>&ldquo;Evangelizar &eacute; levar a boa nova a toda a humanidade e, pelo seu influxo, transform&aacute;-la a partir de dentro e tornar nova a humanidade&rdquo; (EN 18).<\/em> Anunciar o evangelho por palavras, por obras e por sinais, &eacute; iluminar quem vive nas trevas, libertar quem est&aacute; oprimido, curar os feridos e proclamar o poder do amor de Deus que salva os que n&rsquo;Ele creem (cf Rm 1,16). &ldquo;<em>Eu te designei para dizer aos prisioneiros: &ldquo;Sa&iacute; para fora&rdquo; e &agrave;queles que vivem nas trevas: &ldquo;Vinde para a luz&rdquo;<\/em> dizia a 1&ordf; leitura que ouvimos. A evangeliza&ccedil;&atilde;o tem, verdadeiramente, uma for&ccedil;a libertadora e regeneradora das pessoas e das sociedades. N&atilde;o &eacute; apenas religiosa mas tamb&eacute;m humana e social. Por isso, continuar a miss&atilde;o dos ap&oacute;stolos, n&atilde;o &eacute; s&oacute; guardar e repetir o tesouro da f&eacute;, n&atilde;o &eacute; apenas decretar normas, governar e administrar o patrim&oacute;nio espiritual, cultural e humano. Mas, em tudo e como perspetiva permanente, apresentar a mensagem crist&atilde; como uma boa nova atual que ilumina as quest&otilde;es profundas do ser humano, transforma a vida dos crentes e leva &agrave; miss&atilde;o de construir um mundo melhor de justi&ccedil;a, paz, liberdade e fraternidade. N&atilde;o &eacute; s&oacute; atender quem nos procura mas percorrer os caminhos do mundo para ir ao encontro de todas as pessoas, chamar os afastados e tornar-se pr&oacute;ximo dos ca&iacute;dos &agrave; beira do caminho. &Eacute; adotar a atitude do bom samaritano como Paulo VI resumiu o estilo da igreja do Conc&iacute;lio.<\/p>\n<p><strong>&ldquo; O Esp&iacute;rito do Senhor est&aacute; sobre mim. Ele me ungiu&rdquo;.<\/strong> A efic&aacute;cia da evangeliza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o depende principalmente das nossas for&ccedil;as e capacidades mas da un&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito Santo que nos comunica a for&ccedil;a espiritual, a alegria e a consola&ccedil;&atilde;o que revigora e embeleza o an&uacute;ncio do evangelho. <em>&ldquo;O arranque da evangeliza&ccedil;&atilde;o, <\/em>lembra a Evangelii Nuntiandi,<em> sucedeu na manh&atilde; do Pentecostes sob a inspira&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito Santo. &Eacute; o Esp&iacute;rito Santo quem impele para anunciar o evangelho como &eacute; ele que, no mais &iacute;ntimo dos cora&ccedil;&otilde;es, leva a aceitar a Palavra de salva&ccedil;&atilde;o&rdquo; (EN 75).<\/em> O Esp&iacute;rito age em n&oacute;s e atrav&eacute;s de n&oacute;s. Serve-se da nossa media&ccedil;&atilde;o como seus instrumentos se, primeiramente, agir em n&oacute;s. O evangelizador &eacute;, antes de mais, um disc&iacute;pulo que se abre-se &agrave; a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito e se deixa conduzir por Ele para poder guiar pelo caminho que ele pr&oacute;prio segue. A vida espiritual, a experi&ecirc;ncia pessoal de encontro com Cristo, &eacute; a verdadeira fonte do dinamismo evangelizador. Por isso, os ap&oacute;stolos consideram como a prioridade do seu minist&eacute;rio a entrega ass&iacute;dua &agrave; ora&ccedil;&atilde;o e o servi&ccedil;o da Palavra (Cf Act 6,4). A procura de caminhos novos de evangeliza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o avan&ccedil;a sem a abertura revitalizadora &agrave; a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito e &agrave; configura&ccedil;&atilde;o com Cristo.<\/p>\n<p><strong>3.&rdquo;A cada um &eacute; dada a manifesta&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito para proveito comum (1 Cor 12, 7<\/strong>). Para o crescimento e renova&ccedil;&atilde;o da igreja e para a evangeliza&ccedil;&atilde;o do mundo, o Esp&iacute;rito Santo distribui diversos dons pelos fi&eacute;is de todas as condi&ccedil;&otilde;es. N&atilde;o &eacute; apenas o minist&eacute;rio ordenado que constr&oacute;i e renova a igreja e transmite a f&eacute; mas a comunidade crist&atilde; na riqueza variada dos carimas de todos os fi&eacute;is.<\/p>\n<p>Encontramos j&aacute; uma base de partida. Na verdade, nas nossas comunidades existe sempre um n&uacute;cleo de fi&eacute;is dedicados ao servi&ccedil;o volunt&aacute;rio da igreja de forma generosa e zelosa. Mas &eacute; necess&aacute;rio alargar o &acirc;mbito da sua participa&ccedil;&atilde;o a outras atividades pastorais n&atilde;o sacramentais que tradicionalmente est&atilde;o restritas ao clero. A diminui&ccedil;&atilde;o de presb&iacute;teros &eacute; um sinal dos tempos a urgir ainda mais a passagem da igreja clerical &agrave; igreja povo de Deus. Os cinquenta anos do Conc&iacute;lio constituem outro apelo para p&ocirc;r em dia a comunh&atilde;o e a participa&ccedil;&atilde;o de todos os fi&eacute;is na miss&atilde;o da igreja. Formar leigos qualificados, atribuir-lhes responsabilidades e reconhecer o seu estatuto &eacute; um caminho para a nova evangeliza&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o s&atilde;o pessoas singulares que salvam o mundo mas Jesus Cristo presente na Sua igreja, barca da salva&ccedil;&atilde;o onde todos navegamos.<\/p>\n<p>4. &ldquo;<strong>Queira Deus consumar o bem que em ti come&ccedil;ou&rdquo; <\/strong>(Pontifical da ordena&ccedil;&atilde;o).<strong> <\/strong>O exerc&iacute;cio do minist&eacute;rio ordenado, especialmente do episcopal, &eacute; um percurso que progride, com esfor&ccedil;o e luta, ao longo de toda a vida, para a plenitude<strong>. <\/strong>&Eacute; um caminho &ldquo;sempre novo e vivo&rdquo;, em que o Esp&iacute;rito Santo nos guia e Cristo caminha connosco. Por isso, recome&ccedil;amos todos os dias com entusiasmo, sem direito a cansar-nos de semear apesar da escassez de frutos, dos contratempos, das incompreens&otilde;es, das desilus&otilde;es. &Eacute; como o caminho dos crentes, narrado na carta aos Hebreus (Heb 11, 10. 14-16) que se orienta para a cidade constru&iacute;da sobre alicerces s&oacute;lidos cujo arquiteto &eacute; Deus. Para a plenitude da eternidade saboreada j&aacute; aqui na exist&ecirc;ncia iluminada pela f&eacute;, que gera a alegria de dar e de se dar e abre a porta da salva&ccedil;&atilde;o a todos os que procuram a luz de Deus. &Eacute; a alegria cantada por Nossa Senhora e Padroeira no Magnificat: a alegria de confiar em Deus e se entregar ao Seu servi&ccedil;o. &ldquo;In te Domine speravi non confundar in aeternum&rdquo; (Em V&oacute;s espero Senhor n&atilde;o serei confundido eternamente).<\/p>\n<p>Santar&eacute;m, 13 de mar&ccedil;o de 2013<\/p>\n<p><em>D. Manuel Pelino Domingues, bispo de Santar&eacute;m<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1.&ldquo;Todas as minhas recorda&ccedil;&otilde;es s&atilde;o a&ccedil;&atilde;o de gra&ccedil;as&rdquo;, dizia Santo Agostinho. Ao celebrar os vinte e cinco anos de minist&eacute;rio episcopal invadem-me tamb&eacute;m sentimentos de louvor e a&ccedil;&atilde;o de gra&ccedil;as. A voca&ccedil;&atilde;o ao episcopado &eacute; um dom de Deus antes de mais para quem &eacute; chamado e, atrav&eacute;s do seu minist&eacute;rio, para todo o Seu [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[120,168,274],"class_list":["post-60384","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-bento-xvi","tag-diocese-da-guarda","tag-papa-francisco"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60384","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=60384"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60384\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=60384"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=60384"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=60384"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}