{"id":6037,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/sem-filhos-nao-ha-futuro-2\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"sem-filhos-nao-ha-futuro-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/sem-filhos-nao-ha-futuro-2\/","title":{"rendered":"&#8220;Sem filhos n\u00e3o h\u00e1 futuro&#8221;"},"content":{"rendered":"<p>Reflex\u00f5es para cada dia da Semana da Vida <!--more--> De 16 a 23 de Maio deste ano celebra-se a Semana da Vida. Com o objectivo de viver melhor estes dias,  a Comiss\u00e3o Episcopal da Fam\u00edlia prop\u00f5e reflex\u00f5es para cada dia: 16 de Maio &#8211; A vida \u00e9 um dom de Deus; 17 de Maio &#8211; Homem e Mulher cocriadores; 18 de Maio &#8211; Paternidade e Maternidade Ao Servi\u00e7o Da Dignidade Humana; 19 de Maio &#8211; Respeitar a vida em todas as etapas; 20 de Maio &#8211; Vida promovida Vida amea\u00e7ada;  21 de Maio &#8211; A vida como 1\u00ba fundamento da \u00e9tica; 22 de Maio &#8211; Somos um povo pela vida;  e 23 de Maio &#8211; Sem filhos, que vida? Que futuro?   Domingo, 16 de Maio de 2004 A vida \u00e9 um dom de Deus  \u201cToda a vida \u00e9 uma participa\u00e7\u00e3o da vida divina. N\u00f3s vivemos porque um sopro divino nos tornou vivos. Esta convic\u00e7\u00e3o atravessa a B\u00edblia do primeiro ao \u00faltimo livro (Gn 2, 7; Ap 11, 11). A vida \u00e9, pois, o primeiro dom de Deus, e a sua manifesta\u00e7\u00e3o mais nobre \u00e9 louvar o Senhor que nos faz viver. Cultiv\u00e1-la e respeit\u00e1-la \u00e9 manifesta\u00e7\u00e3o da nossa fidelidade ao Deus que nos faz viver. O respeito pela vida ganha dimens\u00e3o religiosa, e constitui um mensagem gravada no cora\u00e7\u00e3o de cada homem, tornando-se lei natural e universal. Mas quem reconhece Deus como fonte da vida, sabe que qualquer agress\u00e3o contra ela magoa o cora\u00e7\u00e3o de Deus. O respeito pela vida faz, assim, parte da lei fundamental dada por Deus ao seu Povo: \u201cN\u00e3o matar\u00e1s!\u201d (Ex 20, 13)\u201d (CEP, Medita\u00e7\u00e3o sobre a vida, Mar\u00e7o de 2004, n.2, \u00a7 2). Do facto de Deus ser a plenitude da vida e de toda a vida ser uma participa\u00e7\u00e3o da vida divina, segue-se uma nova concep\u00e7\u00e3o da exist\u00eancia humana como dom, como tarefa, como responsabilidade perante aquilo que se recebe e do qual se participa, pelo sopro vital que Deus insuflou em n\u00f3s, em todo o ser humano. Como identificar manifesta\u00e7\u00f5es desta vida que se recebe, ao n\u00edvel pessoal, familiar e social alargado? Como defender esta vida e como promov\u00ea-la ao longo da hist\u00f3ria pessoal e familiar? Como conciliar a vida como participa\u00e7\u00e3o com os sinais de menos vida e com a actual cultura que tantas vezes privilegia a n\u00e3o vida e at\u00e9 a morte?  O modo menos digno com que muitos ainda vivem \u00e9 j\u00e1 para n\u00f3s, crentes no Deus da Vida, uma preocupa\u00e7\u00e3o e um empenhamento pela mais vida?   Segunda, 17 de Maio de 2004 Homem e Mulher cocriadores (Ler Medita\u00e7\u00e3o sobre a Vida, CEP, 2004, n.5) O ser humano necessita, para a sua realiza\u00e7\u00e3o plena, de uma rela\u00e7\u00e3o criadora em toda a sua extens\u00e3o f\u00e9rtil, consigo e com os outros, atrav\u00e9s da din\u00e2mica cultural e com a natureza, expressa nessa palavra madre que \u00e9 a terra, terra a que nos pertencemos na mais profunda intimidade mas que tamb\u00e9m nos pertence por des\u00edgnio divino. Assim, criar e ser f\u00e9rtil, n\u00e3o se esgota na materialidade intr\u00ednseca do ser humano; criar e ser f\u00e9rtil encontra a sua plenitude no dom que Deus nos deu e que nos torna, por isso, co-criadores. Como pode a fam\u00edlia ser f\u00e9rtil na sociedade de hoje? Como pode o casal dar a vida a novas vidas e a vidas sem vida? De que modo pode a cultura de auto-satisfa\u00e7\u00e3o ser bloqueio deste des\u00edgnio de co-cria\u00e7\u00e3o a que \u00e9 chamada a fam\u00edlia crist\u00e3?   Ter\u00e7a feira, 18 de Maio de 2004 Paternidade E Maternidade Ao Servi\u00e7o Da Dignidade Humana (Ler Medita\u00e7\u00e3o sobre a Vida , CEP, 2004, n.5,) A dignidade transcendente da vida humana, recebida e criada no seio do lar crist\u00e3o atrav\u00e9s do amor, \u00e9 fundamento de vida.  N\u00e3o \u00e9 apenas o facto de transmitir a vida biol\u00f3gica, que coloca os casais crist\u00e3os ao servi\u00e7o do Criador. A paternidade e maternidade ao serem transmissores da vida e da dignidade da vida, dever\u00e3o manter viva a consci\u00eancia dessa mesma dignidade. A uni\u00e3o do casal, a sua complementaridade de homem e mulher, os valores transmitidos pela educa\u00e7\u00e3o e pelo exemplo concretizam nos filhos a consci\u00eancia de filia\u00e7\u00e3o divina tendendo por isso para o objectivo da sua exist\u00eancia. A ora\u00e7\u00e3o em fam\u00edlia e vida sacramental s\u00e3o para n\u00f3s crist\u00e3os a verdadeira din\u00e2mica espiritual, sem a qual dificilmente conseguiremos dar os frutos a que somos naturalmente chamados como filhos de Deus.  Como aceitamos o desafio de transmitir a vida e os valores Crist\u00e3os? Somos verdadeiramente colaboradores do Criador na comunica\u00e7\u00e3o da vida e da dignidade humana? A educa\u00e7\u00e3o que damos aos nossos filhos centra-se realmente no essencial, ou perde-se no imediatismo do quotidiano? Que pap\u00e9is dever\u00e3o assumir pai e m\u00e3e na forma\u00e7\u00e3o da identidade da pessoa e qual a sua import\u00e2ncia na revela\u00e7\u00e3o da dignidade humana? De que modo poderemos, como pai e m\u00e3e, educar para a afirma\u00e7\u00e3o da dignidade no confronto com os valores da sociedade actual da exalta\u00e7\u00e3o do sucesso e da competi\u00e7\u00e3o?     Quarta, 19 de Maio de 2004 Respeitar a vida em todas as etapas  (Ler Medita\u00e7\u00e3o sobre a Vida, CEP, Mar\u00e7o 2004, n\u00ba3) A vida como processo de desenvolvimento cont\u00ednuo, como um cumprir de etapas subsequentes, deve ser respeitada em todos os momentos, pois todos s\u00e3o fundamentais para que cada ser humano possa caminhar para a plenitude. N\u00e3o \u00e9 l\u00edcito bloquear, perturbar ou mesmo castrar uma etapa que nos possa parecer prim\u00e1ria ou absurda. Todas as etapas t\u00eam de ser percorridas para que se forme um ser livre, respons\u00e1vel e feliz. S\u00f3 como ser completo, que p\u00f5e a render os seus talentos, pode o ser humano dar a justa medida do que \u00e9 aos outros, permitindo que ao obter o melhor de si pr\u00f3prio tamb\u00e9m eles o fa\u00e7am e o atinjam. Que papel pode ter cada pessoa no seio de uma fam\u00edlia: o beb\u00e9, a crian\u00e7a, o adolescente, o adulto, o idoso, todos t\u00eam um papel?  O que podemos fazer para que todos tenham a plenitude em cada etapa da sua vida? Certamente conhecemos fam\u00edlias que, apesar das dificuldades, consentiram em apoiar a diferen\u00e7a e assim ser um referencial de vida. Como \u00e9 que a nossa sociedade apoia, aceita e valoriza a fragilidade, a velhice e a defici\u00eancia?   Quinta, 20 de Maio de 2004 Vida promovida Vida amea\u00e7ada  (Ler Medita\u00e7\u00e3o sobre a Vida, n.9, CEP 2004) O homem \u00e9 chamado a uma plenitude de vida que consiste na participa\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria vida de Deus. Todos recebemos a vida de Gra\u00e7a ou por Gra\u00e7a. Actualmente \u00e9 frequente ouvir-se que n\u00e3o faz sentido ganhar a vida de Gra\u00e7a para passar a vida a ganha-la.  Ganhar e perder s\u00e3o dois verbos utilizados pelo pr\u00f3prio Cristo em aparente contra-sentido: \u201cQuem quiser ganhar a vida h\u00e1-de perd\u00ea-la; Quem a perder h\u00e1-de ganh\u00e1-la\u201d. A confus\u00e3o da actualidade decorre da frequente identifica\u00e7\u00e3o do ganho com o benef\u00edcio, chegamos mesmo a designar uma por\u00e7\u00e3o de mat\u00e9ria pela palavra \u201cbem\u201d. Este erro decorre de uma op\u00e7\u00e3o v\u00e1lida: Se chamarmos \u201cganhar a Vida\u201d ao \u201calcan\u00e7ar do Bem\u201d no seu sentido supremo e transcendente tudo parece fazer sentido; mas o mais frequente \u00e9 reduzir a express\u00e3o \u201cganhar a vida\u201d ao sustento quotidiano ou mesmo \u00e0 mat\u00e9ria do sup\u00e9rfluo, do excedent\u00e1rio, ao qual equivocamente chamamos \u201cbens\u201d.  Promover a Vida \u00e9 algo misterioso que surge com maior riqueza quando usamos aquela que nos foi dada em benef\u00edcio da sua pr\u00f3pria continua\u00e7\u00e3o.  Promover significa colocar em movimento; assumindo-se que todo o movimento tem um in\u00edcio, a promo\u00e7\u00e3o da vida est\u00e1, antes de mais, na ac\u00e7\u00e3o original que transcende as op\u00e7\u00f5es humanas. Ao Homem e \u00e0 Mulher \u00e9 consentido colaborar na promo\u00e7\u00e3o da vida. Contudo n\u00e3o lhes \u00e9 poss\u00edvel determinar. Mesmo quando promovida, a vida \u00e9, na sua componente biol\u00f3gica, de uma fragilidade reconhecida e de uma limita\u00e7\u00e3o temporal anunciada. A vida biol\u00f3gica \u00e9 por natureza vida amea\u00e7ada.  Mas a maior amea\u00e7a \u00e9 a que decorre da assun\u00e7\u00e3o de uma derrota: \u201cGanhar a Vida \u00e9 dif\u00edcil, mais f\u00e1cil \u00e9 aceitar perd\u00ea-la!\u201d. E assim a Vida (ou a meta &#8211; vida) \u00e9 rejeitada numa atitude de acomoda\u00e7\u00e3o ao lado conhecido da exist\u00eancia numa rejei\u00e7\u00e3o do acto criador. Sendo a morte a contradi\u00e7\u00e3o fundamental da Vida n\u00e3o resta \u00e0 vida e \u00e0 morte uma terceira alternativa. Da\u00ed que toda a amea\u00e7a \u00e0 Vida alheia \u00e9 um pren\u00fancio de morte que, se volunt\u00e1rio, se confundir\u00e1 com o homic\u00eddio. Apesar de ser segura a limita\u00e7\u00e3o temporal da vida terrena ser\u00e1 leg\u00edtima a sua amputa\u00e7\u00e3o? Ser\u00e1 razo\u00e1vel admitir que os est\u00e1dios da vida biol\u00f3gica mais fortes sejam tamb\u00e9m os mais v\u00e1lidos? Ser\u00e1 que os estados de maior debilidade como a gesta\u00e7\u00e3o ou a velhice podem permitir a terceiros, respons\u00e1veis familiar ou socialmente, a op\u00e7\u00e3o pela morte?    Sexta, 21 de Maio de 2004 A vida como 1\u00ba fundamento da \u00e9tica  (Ler Medita\u00e7\u00e3o sobre a vida,  CEP, Mar\u00e7o 2004, n.6) Como primeiro fundamento da \u00e9tica, a vida \u00e9 a limitadora de leis, pensamentos, opini\u00f5es e at\u00e9 vontades individuais. Vida \u00e9 Vida. Qualific\u00e1-la conforme exist\u00eancia intra ou extra uterina, como vegetativa, deficiente, n\u00e3o \u00e9 mais do que isso mesmo: qualifica\u00e7\u00f5es. Todas elas se encerram numa mesma e \u00fanica verdade, a verdade de que a vida \u00e9 um dom, seja qual for o seu est\u00e1dio e, como tal, \u00e9 como dom que deve ser vista antes de a reduzirmos \u00e0 nossa compreens\u00e3o e catalog\u00e1-la. Se fundamentarmos a \u00e9tica na aceita\u00e7\u00e3o desta verdade, decorre com simplicidade que \u00e9 um valor absoluto, e facilmente deixam de existir quest\u00f5es que hoje em dia se debatem com tanta celeuma, como a legitima\u00e7\u00e3o do aborto, entre outras. Aborto, eutan\u00e1sia, fecunda\u00e7\u00e3o artificial, manipula\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica, onde cabem na palavra vida? Como cabem na exist\u00eancia? Onde cabem na plenitude a que cada ser humano \u00e9 chamado?   S\u00e1bado, 22 de Maio de 2004 Somos um povo pela vida (Ler Medita\u00e7\u00e3o sobre a Vida, CEP, 2004, n.4,) Interiormente renovados pela gra\u00e7a do Esp\u00edrito, \u00abSenhor que d\u00e1 a vida\u00bb, torn\u00e1mo-nos um povo pela vida e como tal somos chamados a comportar-nos[1]. A Igreja \u00e9 um povo pela vida; o empenho da Igreja como comunidade no esfor\u00e7o de defender e promover, venerar e amar a vida implica-a em respostas sociais concretas de apoio \u00e0 vida e \u00e0 fam\u00edlia. A tomada de consci\u00eancia das novas emerg\u00eancias e a sensibilidade \u00e0s fragilidades e car\u00eancias exige a organiza\u00e7\u00e3o da comunidade crist\u00e3 em ac\u00e7\u00e3o concertada e generosa.  Como nos organizamos como comunidade pela vida? Ser\u00e1 que temos consci\u00eancia das dificuldades que outros t\u00eam em viver e transmitir a vida? O que poderemos ainda fazer para ajudar os membros da nossa comunidade a compatibilizar trabalho e fam\u00edlia e valorizar a fam\u00edlia? [1] Jo\u00e3o Paulo II, Carta Enc\u00edclica Evangelium Vitae, n.79.   Domingo, 23 de Maio de 2004 Sem filhos, que vida? Que futuro?  \u201cA paternidade e a maternidade s\u00e3o a primeira express\u00e3o deste servi\u00e7o da vida. Ao homem e \u00e0 mulher foi dado por Deus esse dom maravilhoso de serem colaboradores do Deus criador na comunica\u00e7\u00e3o da vida. O acto de procriar \u00e9 um servi\u00e7o \u00e0 vida, que origina uma exig\u00eancia de servi\u00e7o \u00e0 vida, enquanto pais e filhos coexistirem neste mundo. Como s\u00e3o maravilhosos os testemunhos de tantas mulheres m\u00e3es, que se sujeitam a todos os sacrif\u00edcios para salvarem a vida dos seus pr\u00f3prios filhos, em maternidades de risco; e da generosidade abnegada dos pais que sofrem e lutam para que os seus filhos vivam e cres\u00e7am na vida\u201d (CEP, Medita\u00e7\u00e3o sobre a vida, n.5, \u00a7 1). O desafio do \u201ccrescei e multiplicai-vos\u201d, \u00e9 hoje confrontado, nos pa\u00edses ocidentais, e no nosso pr\u00f3prio Pais, com uma tremenda baixa de natalidade. Dizem os dados estat\u00edsticos do INE que em 2003 nasceram em Portugal 111.954 beb\u00e9s, o que corresponde a uma diminui\u00e7\u00e3o de 2,1 por cento em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, contrastando com um aumento de 2,2 por cento do n\u00famero de mortes entre a popula\u00e7\u00e3o residente. E ainda: em 2050, poderemos ver diminu\u00edda a nossa popula\u00e7\u00e3o para menos 5.000.000. As quest\u00f5es da demografia e da natalidade, s\u00e3o quest\u00f5es da vida e do futuro que n\u00e3o podem ficar esquecidas pelos crentes e por todos os homens e mulheres de boa vontade. Como identificar as causas desta baixa de natalidade sobretudo no nosso Pa\u00eds? Se os pais e as m\u00e3es, se as fam\u00edlias do nosso Pa\u00eds n\u00e3o contribu\u00edrem para inverter esta situa\u00e7\u00e3o, que consequ\u00eancias poder\u00e3o da\u00ed advir? Sem filhos, com muito poucos filhos, que vida poder\u00e1 esperar a sociedade ocidental? Que futuro poderemos esperar enquanto as fam\u00edlias se n\u00e3o abrirem a uma maior generosidade que v\u00e1 para al\u00e9m do filho \u00fanico, ou de planeamentos familiares demasiado calculados, sem espa\u00e7o para criar, com o Senhor da vida, este mundo populoso e belo onde todos possam nascer, viver e crescer em harmonia, segundo o plano da fecundidade e da transmiss\u00e3o da vida que se recebeu como dom e como tarefa?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Reflex\u00f5es para cada dia da Semana da Vida<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[93,154,193,206,237,267,306],"class_list":["post-6037","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-aborto","tag-crianca","tag-educacao","tag-familia","tag-joao-paulo-ii","tag-natal","tag-semana-da-vida"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6037","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6037"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6037\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6037"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6037"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6037"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}