{"id":6024,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/festival-de-musica-em-porto-de-mos\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"festival-de-musica-em-porto-de-mos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/festival-de-musica-em-porto-de-mos\/","title":{"rendered":"Festival de M\u00fasica em Porto de M\u00f3s"},"content":{"rendered":"<p>Concerto evocativo da presen\u00e7a dos Agostinhos <!--more--> No pr\u00f3ximo dia 27 de Maio, pelas 21h30, a igreja de S\u00e3o Pedro de Porto de M\u00f3s acolhe um dos concertos do Festival M\u00fasica em Leiria.  O concerto, a executar pela Orquestra de Sopros da Escola de M\u00fasica do Orfe\u00e3o de Leiria, integra uma obra original do seu Maestro, Alberto Roque, intitulada Servus Tuus Humilis, dedicada a Santo Agostinho. Deste modo, por proposta do Ano Agostiniano e bom acolhimento da organiza\u00e7\u00e3o do Festival, na pessoa do presidente da direc\u00e7\u00e3o do Orfe\u00e3o de Leiria, se evocar\u00e1 a presen\u00e7a da Congrega\u00e7\u00e3o dos Agostinhos Descal\u00e7os Portugueses em Porto de M\u00f3s, no \u00e2mbito das celebra\u00e7\u00f5es dos 1650 anos do nascimento do Padroeiro da Diocese. A todos os intervenientes \u2013 Compositor e Maestro, Orquestra e Orfe\u00e3o, C\u00e2mara e Par\u00f3quia \u2013 expressamos a nossa gratid\u00e3o.  Nota hist\u00f3rica Em Portugal, os Agostinhos podem agrupar-se sob as designa\u00e7\u00f5es de C\u00f3negos Regrantes de Santo Agostinho, Eremitas  de Santo Agostinho e Agostinhos Descal\u00e7os. Houve, em cada um destes ramos, conventos masculinos e femininos. Ao territ\u00f3rio da diocese de Leiria chegaram os tr\u00eas ramos masculinos: os C\u00f3negos Regrantes de Santo Agostinho (em Leiria, desde meados do s\u00e9culo XII at\u00e9 \u00e0 cria\u00e7\u00e3o da Diocese), os Eremitas  de Santo Agostinho (em Leiria, desde 1576), e os Agostinhos Descal\u00e7os (em Porto de M\u00f3s, desde 1676). \u00c9 sobre este \u00faltimo ramo que deixamos algumas notas. A Congrega\u00e7\u00e3o dos Agostinhos Descal\u00e7os foi criada em 1664 pelo padre Manuel da Concei\u00e7\u00e3o, com o apoio da rainha D. Lu\u00edsa de Gusm\u00e3o.  O Convento do Bom Jesus dos Agostinhos Descal\u00e7os de Porto de M\u00f3s, situado na actual igreja de S\u00e3o Pedro, foi fundado em 1676 na ermida com a invoca\u00e7\u00e3o de Bom Jesus que, nas origens, ter\u00e1 sido uma leprosaria dedicada a Santo Andr\u00e9. A sua cria\u00e7\u00e3o inseriu-se num conjunto assinal\u00e1vel de funda\u00e7\u00f5es de conventos, col\u00e9gios e hosp\u00edcios em Portugal e no Ultramar, entre 1665 a 1756. Dada a sua exiguidade, o convento logo come\u00e7ou a ser acrescentado. A nova igreja, iniciada em 1691, terminou a sua constru\u00e7\u00e3o em 1694. Em  virtude da lei geral que aboliu as ordens religiosas, o convento foi extinto em 1834. Contudo, a extin\u00e7\u00e3o daquela institui\u00e7\u00e3o mon\u00e1stica n\u00e3o determinou a fim da sua influ\u00eancia na regi\u00e3o.   Com a velha igreja matriz de S\u00e3o Pedro, dela nos chegam not\u00edcias do s\u00e9culo XIII, a amea\u00e7ar ru\u00edna \u2013 estava situada junto \u00e0 actual pra\u00e7a da Rep\u00fablica, foi demolida em 1875 \u2013 e a devolu\u00e7\u00e3o da igreja do convento do Bom Jesus, a sede da par\u00f3quia de S\u00e3o Pedro passou ent\u00e3o para a igreja do antigo convento. Este, no entanto, haveria ainda de ser destru\u00edda por um inc\u00eandio. Das chamas apenas escapou a igreja e uma pequena parte do edif\u00edcio. Em 1976, foram feitas grandes obras na igreja, sob a direc\u00e7\u00e3o do arquitecto Camilo Korrodi.   Leiria, 15 de Maio de 2004   Pelo Centro de Forma\u00e7\u00e3o e Cultura  Pe. Manuel Armindo Pereira Janeiro <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Concerto evocativo da presen\u00e7a dos Agostinhos<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[187],"class_list":["post-6024","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-diocese-do-porto"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6024","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6024"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6024\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6024"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6024"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6024"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}