{"id":59889,"date":"2013-02-05T15:23:09","date_gmt":"2013-02-05T15:23:09","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2013\/02\/05\/mensagem-de-d-antonio-francisco-santos-a-diocese-de-aveiro\/"},"modified":"2013-02-05T15:23:09","modified_gmt":"2013-02-05T15:23:09","slug":"mensagem-de-d-antonio-francisco-santos-a-diocese-de-aveiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/mensagem-de-d-antonio-francisco-santos-a-diocese-de-aveiro\/","title":{"rendered":"Mensagem de D. Ant\u00f3nio Francisco Santos \u00e0 diocese de Aveiro"},"content":{"rendered":"<p><strong>Mensagem &agrave; Diocese<br \/>Ap&oacute;stolos da for&ccedil;a e da beleza da f&eacute;<\/strong><\/p>\n<p>Iniciamos este m&ecirc;s sob o signo da vida consagrada. O dia 2 de Fevereiro, dia lit&uacute;rgico da Apresenta&ccedil;&atilde;o do Senhor foi, desde h&aacute; muito, escolhido por Jo&atilde;o Paulo II como o Dia da Vida Consagrada.<\/p>\n<p>Reunimo-nos, nesse dia, na S&eacute; de Aveiro com os consagrados e consagradas da Diocese para darmos gra&ccedil;as a Deus por este dom concedido &agrave; Igreja e pela sua presen&ccedil;a, carismas, testemunho e ac&ccedil;&atilde;o em todos os nossos Arciprestados. Celebremos, assim, ao longo de todo este m&ecirc;s, de forma jubilar, a alegria da generosidade e o testemunho da fidelidade com todos os consagrados e consagradas da nossa Diocese.<\/p>\n<p>H&aacute; vinte e cinco anos, nesse mesmo dia, faziam a sua consagra&ccedil;&atilde;o, como Leigas de Nossa Senhora do Sim, o primeiro grupo diocesano de oito mulheres decididas a confiarem a Deus, nesta Igreja de Aveiro, a sua vida entregue para servir o mundo. Uma j&aacute; partiu ao encontro do Pai e outras vieram posteriormente juntar-se ao grupo inicial. Damos gra&ccedil;as a Deus pelo dom da sua voca&ccedil;&atilde;o e pelo testemunho da sua fidelidade.<\/p>\n<p>Ao procurarem viver a radicalidade dos conselhos evang&eacute;licos, os consagrados e consagradas s&atilde;o ap&oacute;stolos incans&aacute;veis da for&ccedil;a e da beleza da f&eacute;. S&atilde;o verdadeiros &laquo;catecismos abertos&raquo;, onde tanta gente tem encontrado os &laquo;conte&uacute;dos da f&eacute; professada, celebrada, vivida e rezada&raquo; (Bento XVI, A Porta da F&eacute;, 9).<\/p>\n<p>Impelidos pelo amor de Cristo, como verdadeiros peregrinos da f&eacute;, os consagrados est&atilde;o na primeira linha da frente do servi&ccedil;o &agrave; causa do an&uacute;ncio do evangelho das bem-aventuran&ccedil;as.<\/p>\n<p>Que esta seja, tamb&eacute;m, a hora de ver surgir na nossa Diocese novas voca&ccedil;&otilde;es para o minist&eacute;rio ordenado e para a vida religiosa e consagrada no meio do mundo, pela diversidade de tantos carismas e pela beleza do mesmo testemunho de amor a Deus e servi&ccedil;o aos irm&atilde;os. &ldquo;Vive esta hora!&rdquo;<\/p>\n<p><strong>Um dia vou visitar-te<\/strong><br \/>Coincide a nossa Miss&atilde;o 11 de Fevereiro e o Dia da Visita com o Dia Mundial do Doente, que Jo&atilde;o Paulo II escolheu, por refer&ecirc;ncia ao dia lit&uacute;rgico de Nossa Senhora de Lurdes.<\/p>\n<p>Por entre a agita&ccedil;&atilde;o do trabalho, a preocupa&ccedil;&atilde;o do (des)emprego, o ritmo fren&eacute;tico da vida falta-nos tempo e lugar para olharmos, ouvirmos e estarmos pr&oacute;ximos dos nossos irm&atilde;os, que est&atilde;o doentes ou vivem s&oacute;s e se encontram esquecidos e abandonados.<\/p>\n<p>Esses irm&atilde;os nossos t&ecirc;m nome e rosto. S&atilde;o muitas vezes nossos pais e av&oacute;s, nossos irm&atilde;os e vizinhos e nossos companheiros de vida. E s&atilde;o todos nossos contempor&acirc;neos!<\/p>\n<p>S&atilde;o irm&atilde;os nossos: abrigam-se sob o mesmo c&eacute;u, mesmo quando n&atilde;o t&ecirc;m abrigo; percorrem os mesmos caminhos, mesmo quando o ch&atilde;o da vida lhes foge e os seus p&eacute;s se sentem magoados pelas asperezas de tanto caminhar; falam a mesma l&iacute;ngua, mesmo que ningu&eacute;m os ou&ccedil;a ou j&aacute; ningu&eacute;m os entenda; calam as mesmas dores e gritam sofridas revoltas, mesmo que n&atilde;o haja leis para os defender; aguardam miseric&oacute;rdia e esperam compaix&atilde;o, mesmo quando marcados pelo estigma da pena ou da discrimina&ccedil;&atilde;o merc&ecirc; do mal feito.<\/p>\n<p>Somos convidados a visitar algu&eacute;m para que n&atilde;o haja ningu&eacute;m que n&atilde;o tenha neste dia quem o visite. Que essa visita n&atilde;o seja um instante fugidio mas sim uma presen&ccedil;a que d&ecirc; tempo &agrave; escuta, que ofere&ccedil;a voz &agrave; proximidade, que se fa&ccedil;a companhia ao jeito do bom samaritano, como quem ama, cuida e d&aacute; vida.<\/p>\n<p>Vamos como mensageiros do Senhor. Somos presen&ccedil;a de Deus. Levamos na alma, no cora&ccedil;&atilde;o, no olhar e na f&eacute; a certeza de que ser feliz &eacute; fazer feliz os outros: &ldquo;Um dia vou visitar-te&hellip;hoje &eacute; o Dia!&rdquo;<\/p>\n<p><strong>Catequeses<br \/><\/strong>Inicia-se no pr&oacute;ximo dia 13 a Quaresma. A mensagem do Santo Padre Bento XVI para esta Quaresma parte da bela afirma&ccedil;&atilde;o de S. Jo&atilde;o na sua primeira Carta: &ldquo;N&oacute;s conhecemos o amor que Deus nos tem, pois cremos nele&rdquo; ( 1 Jo 4, 16).<\/p>\n<p>Ao longo deste tempo e com este mesmo esp&iacute;rito de disc&iacute;pulos de Cristo que conhecem o amor de Deus e cr&ecirc;em nele vamos desenvolver, nas tr&ecirc;s primeiras sextas-feiras da Quaresma, em simult&acirc;neo nas 101 par&oacute;quias da Diocese, cada uma das tr&ecirc;s Catequeses da Miss&atilde;o Jubilar.<\/p>\n<p>Descobriremos, assim, o encanto de sermos Comunidade crist&atilde;, onde encontramos na diversidade de carismas, de dons e de minist&eacute;rios membros da comunidade dispon&iacute;veis e preparados para viverem este dom da miss&atilde;o que &eacute; ensinar. Vamos todos aprofundar e fortalecer as raz&otilde;es firmes da nossa f&eacute;, esperan&ccedil;a e caridade para que sejamos verdadeiros disc&iacute;pulos de Cristo, mensageiros das bem-aventuran&ccedil;as do Reino e construtores desta Igreja de Jesus Cristo em Terras de Aveiro.<\/p>\n<p>A Miss&atilde;o Jubilar n&atilde;o &eacute; apenas mem&oacute;ria de uma data hist&oacute;rica. &Eacute;, antes de mais, o aproveitar de uma data importante para ajudar a crescer a consci&ecirc;ncia evang&eacute;lica e eclesial em cada diocesano e em cada par&oacute;quia, em cada comunidade e em cada grupo.<\/p>\n<p>Nos temas propostos, as refer&ecirc;ncias ao II S&iacute;nodo Diocesano s&atilde;o essenciais, dado que a&iacute; devemos voltar em perman&ecirc;ncia para colhermos os frutos de um longo trabalho de sementeira realizada ao longo do tempo da nossa hist&oacute;ria como Diocese restaurada. Celebramos esta Miss&atilde;o Jubilar cinquenta anos depois do in&iacute;cio do Conc&iacute;lio que constitui para todos n&oacute;s um marco incontorn&aacute;vel da renova&ccedil;&atilde;o da Igreja e de incentivo ao &acirc;nimo evangelizador e ao di&aacute;logo com o mundo.<\/p>\n<p>Quero, neste horizonte j&aacute; pr&oacute;ximo das Catequeses, deixar uma palavra de muita gratid&atilde;o e renovado incentivo aos mission&aacute;rios a quem incumbe a orienta&ccedil;&atilde;o das Catequeses da Miss&atilde;o Jubilar. Reconhe&ccedil;o que n&atilde;o &eacute; tarefa f&aacute;cil, mas sei igualmente que &eacute; miss&atilde;o imprescind&iacute;vel para o an&uacute;ncio do evangelho. Vejo a vossa miss&atilde;o como um servi&ccedil;o necess&aacute;rio de an&uacute;ncio da f&eacute;, de forma&ccedil;&atilde;o crist&atilde;, de consolida&ccedil;&atilde;o do nosso viver em comunidade e do nosso amor aos nossos contempor&acirc;neos.<\/p>\n<p>Esta &eacute; uma bela experi&ecirc;ncia de f&eacute; e de vida eclesial pela disponibilidade generosa encontrada em tantas centenas de mission&aacute;rios, chamados das suas terras e comunidades, para irem ao encontro de novas terras e diferentes comunidades e para testemunharem pela palavra e pela vida a f&eacute;, cuja beleza querem ajudar a descobrir, a professar, a viver, a anunciar e a celebrar.<\/p>\n<p>Os mission&aacute;rios v&atilde;o cruzar os caminhos da Diocese como livro aberto onde as crian&ccedil;as, jovens e fam&iacute;lias por inteiro podem aprofundar a f&eacute; e descobrir que pela forma&ccedil;&atilde;o crist&atilde; passa a necess&aacute;ria renova&ccedil;&atilde;o da Igreja.<\/p>\n<p>Estou certo de que as Catequeses assim preparadas, vividas e realizadas oferecem a toda a Diocese na sua intencionalidade, conte&uacute;do e valor um momento fundamental da nossa Miss&atilde;o Jubilar.<\/p>\n<p>Incentivemos todas as pessoas e comunidades da nossa Diocese a participar e a sentir que deste modo se realiza a palavra de Jesus dita na sua terra ao ler na Sinagoga de Nazar&eacute; a profecia de Isa&iacute;as (Is 61, 1-2):<\/p>\n<p>&ldquo;O Esp&iacute;rito do Senhor me escolheu, me ungiu e me enviou a anunciar a boa nova. &laquo;Cumpriu-se hoje a palavra que ouvis&raquo;.<\/p>\n<p>Todos davam testemunho de Jesus e se admiravam com as suas palavras repletas de gra&ccedil;a e de sabedoria&rdquo; (Luc. 4, 21-22 ).<\/p>\n<p><em>Aveiro, 4 de Fevereiro, Mem&oacute;ria lit&uacute;rgica de S. Jo&atilde;o de Brito, de 2013<br \/><\/em><em>Ant&oacute;nio Francisco dos Santos, bispo de Aveiro<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mensagem &agrave; DioceseAp&oacute;stolos da for&ccedil;a e da beleza da f&eacute; Iniciamos este m&ecirc;s sob o signo da vida consagrada. O dia 2 de Fevereiro, dia lit&uacute;rgico da Apresenta&ccedil;&atilde;o do Senhor foi, desde h&aacute; muito, escolhido por Jo&atilde;o Paulo II como o Dia da Vida Consagrada. 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