{"id":59797,"date":"2013-01-29T15:45:05","date_gmt":"2013-01-29T15:45:05","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2013\/01\/29\/portalegre-ambiente-de-serenidade-marcou-funerais-das-vitimas-de-acidente-na-serta-diz-capelao-hospitalar\/"},"modified":"2013-01-29T15:45:05","modified_gmt":"2013-01-29T15:45:05","slug":"portalegre-ambiente-de-serenidade-marcou-funerais-das-vitimas-de-acidente-na-serta-diz-capelao-hospitalar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/portalegre-ambiente-de-serenidade-marcou-funerais-das-vitimas-de-acidente-na-serta-diz-capelao-hospitalar\/","title":{"rendered":"Portalegre: Ambiente de \u00abserenidade\u00bb marcou funerais das v\u00edtimas de acidente na Sert\u00e3, diz capel\u00e3o hospitalar"},"content":{"rendered":"<p>\u00abIndependentemente dos sentimentos que passavam pelos seus cora\u00e7\u00f5es, as pessoas conseguiram manter uma certa estabilidade emocional\u00bb <!--more--> <\/p>\n<p>Portalegre, 29 jan 2013 (Ecclesia) &ndash; O ambiente vivido esta manh&atilde; em Portalegre, durante os funerais de algumas das v&iacute;timas do acidente de autocarro ocorrido no domingo pr&oacute;ximo da Sert&atilde;, foi de &ldquo;consterna&ccedil;&atilde;o mas tamb&eacute;m de grande serenidade&rdquo;, relatou o capel&atilde;o do hospital local.<\/p>\n<p>&ldquo;Independentemente dos sentimentos que passavam pelos seus cora&ccedil;&otilde;es, as pessoas conseguiram manter uma certa estabilidade emocional&rdquo;, apesar &ldquo;da dimens&atilde;o da trag&eacute;dia&rdquo;, que causou 11 mortos, e da &ldquo;pequena dimens&atilde;o de Portalegre, cidade que est&aacute; de luto&rdquo;, afirmou &agrave; Ag&ecirc;ncia ECCLESIA o padre Jos&eacute; Louren&ccedil;o.<\/p>\n<p>O sacerdote de 45 anos, respons&aacute;vel por uma das duas par&oacute;quias de Portalegre, esteve segunda-feira no Hospital Dr. Jos&eacute; Maria Grande, na cidade, para acompanhar alguns dos feridos e familiares, tendo testemunhado um &ldquo;misto de sentimentos&rdquo;.<\/p>\n<p>O p&aacute;roco sentiu nos feridos a estupefa&ccedil;&atilde;o de se perguntarem &ldquo;como foi poss&iacute;vel o acidente&rdquo;, a par da &ldquo;revolta&rdquo;, da &ldquo;preocupa&ccedil;&atilde;o com familiares que tamb&eacute;m foram internados&rdquo; e da &ldquo;consterna&ccedil;&atilde;o pelas pessoas que faleceram&rdquo;<\/p>\n<p>&ldquo;Em regra geral est&atilde;o com alguma serenidade, depois do momento inicial, e aos poucos v&atilde;o digerindo o choque. N&atilde;o &eacute; que os acontecimentos n&atilde;o lhes custem nem doam profundamente, mas progressivamente v&atilde;o integrando o que se passou&rdquo;, assinalou.<\/p>\n<p>Referindo-se ao trabalho esperado nestas ocasi&otilde;es por parte de um capel&atilde;o hospitalar, o tamb&eacute;m diretor do Secretariado da Pastoral da Sa&uacute;de da Diocese de Portalegre-Castelo Branco sublinhou que a &ldquo;primeira atitude&rdquo; &eacute; &ldquo;estar com o doente e comungar a sua dor, experimentando a compaix&atilde;o e a empatia&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;Mas tamb&eacute;m temos de criar uma certa dist&acirc;ncia para podermos ser apoio e ajuda. Importa mostrar a nossa presen&ccedil;a, &agrave;s vezes nem tanto por palavras mas sobretudo pela disponibilidade e prontid&atilde;o, respeitando quer o que as pessoas dizem quer o seu sil&ecirc;ncio&rdquo;.<\/p>\n<p>A a&ccedil;&atilde;o do capel&atilde;o hospitalar estende-se a doentes e familiares, bem como aos profissionais de sa&uacute;de, &ldquo;que devem ter defesas e manter alguma dist&acirc;ncia, mas n&atilde;o t&ecirc;m nenhuma carapa&ccedil;a e tamb&eacute;m se deixam tocar pelos acontecimentos&rdquo;<\/p>\n<p>&ldquo;O primeiro impacto&rdquo; do acidente que o padre Jos&eacute; Louren&ccedil;o recebeu foi precisamente de uma psic&oacute;loga destacada para acompanhar as v&iacute;timas e familiares: &ldquo;Temos de nos apoiar uns aos outros. &Eacute; esta proximidade e esta rede de rela&ccedil;&otilde;es que nos ajuda a caminhar em frente&rdquo;.<\/p>\n<p>O autocarro sinistrado, de matr&iacute;cula espanhola, transportava um grupo com mais de 40 pessoas que se dirigia de Portalegre a S&atilde;o Paio de Oleiros, Santa Maria da Feira, para visitar o denominado &ldquo;maior pres&eacute;pio do mundo em movimento&rdquo;, tendo-se despistado e ca&iacute;do numa ravina, 200 km a nordeste de Lisboa.<\/p>\n<p>Dez das v&iacute;timas mortais moravam no Concelho de Portalegre e uma residia em Assumar, Concelho de Monforte.<\/p>\n<p><em>RJM<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00abIndependentemente dos sentimentos que passavam pelos seus cora\u00e7\u00f5es, as pessoas conseguiram manter uma certa estabilidade 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