{"id":58607,"date":"2012-10-25T15:54:57","date_gmt":"2012-10-25T15:54:57","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2012\/10\/25\/atencao-ao-proximo-como-marca-da-fe-crista\/"},"modified":"2012-10-25T15:54:57","modified_gmt":"2012-10-25T15:54:57","slug":"atencao-ao-proximo-como-marca-da-fe-crista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/atencao-ao-proximo-como-marca-da-fe-crista\/","title":{"rendered":"Aten\u00e7\u00e3o ao \u00abpr\u00f3ximo\u00bb como marca da f\u00e9 crist\u00e3"},"content":{"rendered":"<p>D. Jos\u00e9 Policarpo escreve carta pastoral ao Patriarcado de Lisboa, convidando a superar o que \u00e9 ef\u00e9mero <!--more--> <\/p>\n<p align=\"left\">Lisboa, 25 out 2012 (Ecclesia) &ndash; O cardeal-patriarca de Lisboa afirmou que a aten&ccedil;&atilde;o ao &ldquo;pr&oacute;ximo&rdquo; &eacute; uma marca da f&eacute; crist&atilde; e convidou os cat&oacute;licos a responderem a essa exig&ecirc;ncia com determina&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p align=\"left\">&ldquo;A caridade fraterna, nas circunst&acirc;ncias concretas da nossa sociedade, &eacute; um chamamento exigente na nossa peregrina&ccedil;&atilde;o da f&eacute;&rdquo;, escreve D. Jos&eacute; Policarpo numa carta pastoral enviada hoje &agrave; Ag&ecirc;ncia ECCLESIA, no dia em que a Igreja de Lisboa assinala a abertura do Ano da F&eacute;.<\/p>\n<p align=\"left\">O documento apresenta o &ldquo;amor do pr&oacute;ximo&rdquo; como caminho para &ldquo;o amor de Deus&rdquo; e frisa que esta convic&ccedil;&atilde;o &eacute; determinante na apresenta&ccedil;&atilde;o da mensagem da Igreja.<\/p>\n<p align=\"left\">&ldquo;A vida das outras pessoas que convivem connosco pode depender da ousadia do nosso testemunho&rdquo;, refere o tamb&eacute;m presidente da Confer&ecirc;ncia Episcopal Portuguesa.<\/p>\n<p align=\"left\">D. Jos&eacute; Policarpo convida os fi&eacute;is a tomarem &ldquo;a s&eacute;rio os mandamentos&rdquo; e a terem &ldquo;coragem&rdquo; para os praticar, sublinhando que estes s&atilde;o &ldquo;o caminho da caridade e n&atilde;o h&aacute; f&eacute; viva sem caridade&rdquo;.<\/p>\n<p align=\"left\">&ldquo;Vivemos num tempo em que facilmente se relativizam os mandamentos, contrapondo a nossa liberdade &agrave; Palavra de Deus, que encontra eco atualizado na palavra da Igreja&rdquo;, adverte.<\/p>\n<p align=\"left\">A carta pastoral destaca que muitos crist&atilde;os &ldquo;est&atilde;o demasiadamente centrados na vida deste mundo&rdquo; e aceitam uma vida depois da morte como &ldquo;solu&ccedil;&atilde;o para o irremedi&aacute;vel&rdquo;.<\/p>\n<p align=\"left\">&ldquo;Estamos demasiadamente marcados e motivados pela vida neste mundo, sem aceitar que ela &eacute; ef&eacute;mera e passageira, que o Senhor nos criou para a vida eterna&rdquo;, assinala o patriarca de Lisboa.<\/p>\n<p align=\"left\">Segundo D. Jos&eacute; Policarpo, h&aacute; uma &ldquo;felicidade eterna&rdquo; que Deus oferece aos seres humanos, mas esta tem de ser &ldquo;querida e escolhida&rdquo; com liberdade.<\/p>\n<p align=\"left\">&ldquo;Foi exatamente no exerc&iacute;cio dessa liberdade que o homem se afastou de Deus, e isso alterou profundamente a qualidade e o sentido da sua vida&rdquo;, indica.<\/p>\n<p align=\"left\">O documento fala numa &ldquo;transforma&ccedil;&atilde;o da vida&rdquo; que implica uma &ldquo;luta de todos os dias&rdquo;.<\/p>\n<p align=\"left\">&ldquo;N&atilde;o se vai para o C&eacute;u s&oacute; porque Deus &eacute; bom e esquece os nossos pecados; temos de aceitar a convers&atilde;o da nossa vida, a purifica&ccedil;&atilde;o da nossa liberdade, que Deus vai fazendo em n&oacute;s na caminhada da f&eacute;&rdquo;, aponta o cardeal-patriarca.<\/p>\n<p align=\"left\">O Ano da F&eacute;, convocado por Bento XVI, iniciou-se a 11 de outubro, data em que passaram 50 anos da abertura do Conc&iacute;lio Vaticano II (1962-1965), terminando a 24 de novembro de 2013, &uacute;ltimo domingo do ano lit&uacute;rgico.<\/p>\n<p align=\"left\">D. Jos&eacute; Policarpo observa, a este respeito, que o Conc&iacute;lio &ldquo;foi uma resposta de f&eacute; &agrave;s exig&ecirc;ncias da miss&atilde;o da Igreja de anunciar o Evangelho no mundo contempor&acirc;neo em acelerada transforma&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<\/p>\n<p align=\"left\">&ldquo;Viver um Ano da F&eacute; sup&otilde;e, necessariamente, aceitar a atualidade do Conc&iacute;lio como express&atilde;o da f&eacute; da Igreja&rdquo;, sustenta.<\/p>\n<p align=\"left\">Dirigindo-se aos fi&eacute;is da diocese, o cardeal-patriarca pede que &ldquo;a Palavra seja proclamada com o ardor com que os Ap&oacute;stolos o fizeram&rdquo;.<\/p>\n<p align=\"left\">&ldquo;Quando o homem escuta essa Palavra, fica comovido, acredita, reacende a esperan&ccedil;a. A f&eacute; d&aacute;-lhe seguran&ccedil;a&rdquo;, prossegue.<\/p>\n<p align=\"left\">O texto alude &agrave; import&acirc;ncia da ora&ccedil;&atilde;o e ao amor familiar, alertando para a &ldquo;busca ego&iacute;sta do prazer&rdquo; e destacando que &ldquo;a sexualidade &eacute; um dinamismo de dom e de procura do bem dos outros&rdquo;.<\/p>\n<p align=\"left\">A carta que tem como t&iacute;tulo &#8216;A Peregrina&ccedil;&atilde;o da F&eacute;&#8217;, dividida em 13 pontos, vai ser distribu&iacute;da hoje na S&eacute;, &agrave;s 21h00, durante a celebra&ccedil;&atilde;o diocesana de abertura do Ano da F&eacute; e ficar&aacute; dispon&iacute;vel nas par&oacute;quias e na livraria do Patriarcado de Lisboa.<\/p>\n<p align=\"left\"><em>OC<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>D. 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