{"id":58559,"date":"2012-10-22T17:08:26","date_gmt":"2012-10-22T17:08:26","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2012\/10\/22\/homilia-no-inicio-da-missao-jubilar-e-do-ano-da-fe-em-aveiro\/"},"modified":"2012-10-22T17:08:26","modified_gmt":"2012-10-22T17:08:26","slug":"homilia-no-inicio-da-missao-jubilar-e-do-ano-da-fe-em-aveiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-no-inicio-da-missao-jubilar-e-do-ano-da-fe-em-aveiro\/","title":{"rendered":"Homilia no in\u00edcio da Miss\u00e3o Jubilar e do Ano da F\u00e9 em Aveiro"},"content":{"rendered":"<p>Car&iacute;ssimos Diocesanos, Irm&atilde;os e Irm&atilde;s<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>1.<\/em><\/strong>O evangelho, agora proclamado, diz-nos que Jesus escolheu a sua terra para ler a palavra de Isa&iacute;as, para anunciar a Boa Nova do Reino e para iniciar o Ano de gra&ccedil;a do Senhor.<\/p>\n<p>Aquele momento, vivido na Sinagoga de Nazar&eacute;, foi para Jesus o dia sonhado pelo Pai, a hora pensada pelo Espirito que O ungiu e o tempo por Ele desejado para ser tempo novo e &uacute;nico, tempo de vida e de salva&ccedil;&atilde;o da humanidade. <em>&ldquo;Cumpriu-se, hoje, esta passagem da Escritura que acabais de ouvir&rdquo;, <\/em>disse Jesus <em>(Lc 4, 21).<\/em><em><\/em><\/p>\n<p>&Eacute; &agrave; voz de Jesus que este texto do profeta, hoje, se proclama, a Boa Nova do evangelho aqui se anuncia e o Ano Jubilar come&ccedil;a na nossa terra.<\/p>\n<p>Em Dia Mundial das Miss&otilde;es, abrem-se, de para em par, as portas da nossa Catedral, para que, em comunh&atilde;o com o Santo Padre Bento XVI, entremos pela porta da F&eacute;, no limiar do Ano da F&eacute;, e celebremos cinquenta anos do in&iacute;cio do Concilio.<\/p>\n<p>Esta &eacute;, a partir da igreja-m&atilde;e da Diocese, casa e escola da f&eacute; e da comunh&atilde;o do Povo de Deus em Aveiro, verdadeira hora jubilar.<\/p>\n<p>Aqui se ouve a palavra de Isa&iacute;as, proclamada na primeira leitura: &laquo;<em>Levanta-te e resplandece Jerusal&eacute;m, porque chegou a tua luz e brilha sobre ti a gl&oacute;ria do teu Senhor&raquo; (<\/em><em>Isa&iacute;as 60, 1).<\/em><\/p>\n<p>Daqui v&atilde;o partir como mensageiros da profecia de Isa&iacute;as, testemunhas das bem-aventuran&ccedil;as, disc&iacute;pulos de Jesus e mission&aacute;rios em Seu nome, <em>&laquo;os p&eacute;s dos que anunciam o evangelho&raquo;,<\/em> como nos lembra Paulo, na segunda leitura (Rom. 10, 14-20). &ldquo;<em>Compete a cada crist&atilde;o fazer com que o evangelho de Jesus Cristo se possa tornar lugar de encontro, feito de fasc&iacute;nio e de encanto com o mist&eacute;rio da pessoa e da obra de Cristo, vivo e ressuscitado&raquo; <\/em><em>(Cf. Carta pastoral dos Bispos de Portugal. Como eu fiz, fazei v&oacute;s, tamb&eacute;m, n.&ordm; 10).<\/em><em><\/em><\/p>\n<p><strong><em>2.<\/em><\/strong> Do tempo vivido como Diocese, desde 1938, guardamos a mem&oacute;ria aben&ccedil;oada, hoje feita profecia e miss&atilde;o, recebida de todos os que constru&iacute;ram a Igreja que somos, tornaram belo e mission&aacute;rio o seu rosto e nos ensinaram a <strong><em>&laquo;amar a Deus e servir&raquo;<\/em><\/strong>.<\/p>\n<p>A intui&ccedil;&atilde;o sentida e a decis&atilde;o firmada de convocar uma Miss&atilde;o Jubilar, por ocasi&atilde;o dos setenta e cinco anos da restaura&ccedil;&atilde;o da nossa Diocese, inspiram-se na certeza de que &eacute; o Espirito de Deus que convoca, acompanha e guia a Igreja, no decurso do tempo, e nos oferece horas com oportunidades &uacute;nicas para olharmos com ousadia evang&eacute;lica, com renovado entusiasmo e com a for&ccedil;a da f&eacute; para novos m&eacute;todos de evangeliza&ccedil;&atilde;o e diferentes horizontes de miss&atilde;o.<\/p>\n<p>Guardei esta hora, desde o in&iacute;cio do meu minist&eacute;rio em Aveiro, no sil&ecirc;ncio do meu cora&ccedil;&atilde;o, para que ela chegasse, sem pressa nem precipita&ccedil;&atilde;o, no momento e da forma por Deus escolhidos, com o ardor das boas not&iacute;cias de Deus, com o vigor das gra&ccedil;as que a Deus pedimos e com o entusiasmo da f&eacute;, semeado e cultivado no cora&ccedil;&atilde;o de todos os sacerdotes, di&aacute;conos, seminaristas, consagrados e leigos da nossa Diocese. &ldquo;<em>Ao homem pertencem os projetos do cora&ccedil;&atilde;o, mas s&oacute; de Deus vem a resposta&rdquo; <\/em>diz-nos o Livro dos Prov&eacute;rbios ( <em>Prov. 16, 1).<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;Coloquei, desde logo, a Miss&atilde;o no cora&ccedil;&atilde;o de Deus para que seja Ele a moldar o cora&ccedil;&atilde;o humano, a mobilizar por dentro a vontade dos crist&atilde;os, a fazer crescer a consci&ecirc;ncia eclesial e a dar sentido novo &agrave; hist&oacute;ria da nossa Diocese. Levei esta hora aos p&eacute;s de Maria, a M&atilde;e de Jesus e nossa M&atilde;e, e do brilho do seu olhar, senti que nunca faltar&aacute; &agrave; Miss&atilde;o Jubilar a ternura do seu cora&ccedil;&atilde;o e o dom do seu amor pela Igreja de Aveiro. Esta &eacute; a sua hora tamb&eacute;m. Hora da M&atilde;e de Jesus e da M&atilde;e da Igreja.<\/p>\n<p>Anunciei aos sacerdotes, em carta escrita, em 2008, no dia da nossa Padroeira, esta decis&atilde;o, para que Santa Joana Princesa d&ecirc; &agrave; nossa paix&atilde;o pela Miss&atilde;o o mesmo amor que tem por Aveiro e pelo seu Povo.<\/p>\n<p>E a partir da&iacute; foram muitos e belos os passos dados e os caminhos andados, por toda a Diocese, para que aqui estejamos, hoje, em t&atilde;o elevado n&uacute;mero e com tanta alegria.<\/p>\n<p>&nbsp;A Miss&atilde;o Jubilar &eacute; dom de Deus traduzido para todos n&oacute;s em tesouro de f&eacute; a dar sentido e luz &agrave; vida de tantas pessoas. &Eacute; farol de esperan&ccedil;a para quantos procuram raz&otilde;es de viver e &acirc;ncora de caridade a dar firmeza aos p&eacute;s vacilantes dos que mais sofrem, neste momento dif&iacute;cil de crise e de prova&ccedil;&atilde;o para tantas fam&iacute;lias. A sociedade precisa de pessoas livres e felizes trabalhados pelas bem-aventuran&ccedil;as do evangelho.<\/p>\n<p><strong><em>3.&rdquo;Vive esta hora&rdquo;, <\/em><\/strong>irm&atilde;o e irm&atilde;, com sabor a tempo novo e a novo ardor, na terra que Deus nos deu para habitar e para transformar e no campo aberto e livre do cora&ccedil;&atilde;o humano e das novas realidades do mundo.<\/p>\n<p><strong><em>&nbsp;<\/em><\/strong>Hora de levantar as amarras deste Barco que &eacute; a Igreja, que queremos renovada na caridade, educadora da f&eacute;, Igreja orante, fam&iacute;lia de fam&iacute;lias, rosto de esperan&ccedil;a para o mundo, para que saibamos colocar Deus nos novos mares da fam&iacute;lia, da escola, da profiss&atilde;o, da vida p&uacute;blica e da cultura e em tantos espa&ccedil;os humanos desertos, sem vida, sem f&eacute;, sem esperan&ccedil;a e sem amor.<\/p>\n<p>Hora para erguer e alargar a tenda de Deus, nas areias das nossas praias, nas plan&iacute;cies dos nossos campos, nas colinas das montanhas da nossa terra, nesta nova geografia da miss&atilde;o e neste tempo &uacute;nico da evangeliza&ccedil;&atilde;o, uma tenda onde Deus envolva a nossa humanidade e aconchegue as feridas de tantas dores e as &acirc;nsias causadas por todos os medos.<\/p>\n<p>Hora de mensagem levada &agrave;s crian&ccedil;as e aos jovens, que lhes fale, em linguagem, por eles entendida, e em exemplos de vida, de que est&atilde;o &aacute;vidos, da alegria de acreditar e do testemunho feliz da voca&ccedil;&atilde;o que se refletem na beleza do nosso minist&eacute;rio, na diversidade dos carismas da vida consagrada e no amor das fam&iacute;lias.<\/p>\n<p>Hora de ora&ccedil;&atilde;o, de celebra&ccedil;&atilde;o e de forma&ccedil;&atilde;o da f&eacute;, de viv&ecirc;ncia em comunidade crist&atilde; e em movimentos apost&oacute;licos, de abertura a novas compreens&otilde;es do mundo e de di&aacute;logo com os n&atilde;o crentes, neste territ&oacute;rio comum de procura de sentido, onde a f&eacute; se fa&ccedil;a companheira da vida e do futuro da humanidade.<\/p>\n<p>Esta &eacute; a hora para edificar um santu&aacute;rio de gratid&atilde;o aos sacerdotes, ali bem perto do Semin&aacute;rio, cora&ccedil;&atilde;o da Diocese, para que &agrave; esperan&ccedil;a acrescida de novas voca&ccedil;&otilde;es, que j&aacute; vemos surgir, se alie o testemunho aben&ccedil;oado de tantas vidas dadas a Deus nesta Igreja de Aveiro.<\/p>\n<p><strong>4.<\/strong>Vamos levar a cada fam&iacute;lia e deixar em cada casa, m&ecirc;s a m&ecirc;s, o eco da Palavra de Deus e da voz da Igreja, que abre a porta da f&eacute; e do cora&ccedil;&atilde;o e nos ensina o caminho da confian&ccedil;a, da proximidade, da rela&ccedil;&atilde;o fraterna e da ajuda solid&aacute;ria. A rua vai ser nossa casa comum, percorrida pelos <em>&laquo;p&eacute;s dos que anunciam o evangelho&raquo;<\/em>. Vamos escutar, nos novos &aacute;trios da evangeliza&ccedil;&atilde;o, sil&ecirc;ncios e repartir palavras, aprendendo novas linguagens para falar de Deus e acolher os anseios do cora&ccedil;&atilde;o humano.<\/p>\n<p>Vamos aprender de Jesus a revestirmo-nos desta identidade feliz que nos vem do batismo e a vestirmos a alma desta pureza de vida que investe e faz a diferen&ccedil;a, sempre que proclama e vive as bem-aventuran&ccedil;as.<\/p>\n<p>Vamos fazer tudo para que, pela f&eacute; e pelas obras dos crist&atilde;os, brilhe, na nossa terra, <em>&laquo;a alegria e o encanto do nosso encontro com Cristo&raquo;,<\/em> <em>(Bento XVI)<\/em>.<\/p>\n<p><strong><em>5.<\/em><\/strong>Estamos em Miss&atilde;o, Irm&atilde;os e Irm&atilde;s. Trabalhemos, como se tudo dependesse do nosso &acirc;nimo, do nosso entusiasmo e da nossa entrega. Rezemos, porque a Deus devemos a inspira&ccedil;&atilde;o, d&rsquo;Ele esperamos a for&ccedil;a e n&rsquo;Ele reside a efic&aacute;cia da Miss&atilde;o Jubilar, para que aqui nas&ccedil;a um imenso patrim&oacute;nio de esperan&ccedil;a e daqui se anteveja e antecipe este viver renovado da Igreja do futuro:<\/p>\n<p><em>&ldquo;Senhor, nosso Deus, n&oacute;s te confiamos a Igreja de Aveiro e a nossa Miss&atilde;o Jubilar.<\/em><\/p>\n<p><em>De Ti, Senhor, recebemos o convite e partimos para anunciar o evangelho das bem-aventuran&ccedil;as e ser Teu rosto vivo junto de cada pessoa.<\/em><\/p>\n<p><em>Que a Miss&atilde;o Jubilar seja momento de renova&ccedil;&atilde;o para a Igreja, aurora de alento para o Mundo e certeza de P&aacute;scoa perene para a Humanidade.<\/em><\/p>\n<p><em>A Maria, nossa M&atilde;e, pedimos a for&ccedil;a da f&eacute; e a alegria da confian&ccedil;a para amar a Deus e servir os nossos irm&atilde;os.<\/em><\/p>\n<p><em>Que Santa Joana, nossa Padroeira, nos proteja e ajude a &laquo;viver esta hora&raquo; de Miss&atilde;o Jubilar. &Aacute;men. <\/em><\/p>\n<p>Se de Aveiro, 21 de outubro de 2012<\/p>\n<p><em>D. Ant&oacute;nio Francisco dos Santos, bispo de Aveiro<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Car&iacute;ssimos Diocesanos, Irm&atilde;os e Irm&atilde;s &nbsp; 1.O evangelho, agora proclamado, diz-nos que Jesus escolheu a sua terra para ler a palavra de Isa&iacute;as, para anunciar a Boa Nova do Reino e para iniciar o Ano de gra&ccedil;a do Senhor. 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