{"id":58282,"date":"2012-10-02T10:28:32","date_gmt":"2012-10-02T10:28:32","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2012\/10\/02\/adjetivo-nova-pode-trair-a-evangelizacao\/"},"modified":"2012-10-02T10:28:32","modified_gmt":"2012-10-02T10:28:32","slug":"adjetivo-nova-pode-trair-a-evangelizacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/adjetivo-nova-pode-trair-a-evangelizacao\/","title":{"rendered":"Adjetivo \u00abnova\u00bb pode trair a evangeliza\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>D. Ant\u00f3nio Couto vai participar, neste m\u00eas de outubro, no S\u00ednodo dos Bispos <!--more--> <\/p>\n<p>D. Ant&oacute;nio Couto vai participar, durante este m&ecirc;s de outubro, no S&iacute;nodo sobre a nova evangeliza&ccedil;&atilde;o. &Agrave; Ecclesia, o presidente da Comiss&atilde;o Episcopal da Miss&atilde;o e Nova Evangeliza&ccedil;&atilde;o revela o que conta dizer aos bispos de todo o mundo, reunidos em Roma: a fidelidade a Jesus Cristo &eacute; a chave para o sucesso e a Igreja deve viver sempre em s&iacute;nodo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Ecclesia &ndash; O que significa a express&atilde;o &ldquo;nova evangeliza&ccedil;&atilde;o&rdquo;?<\/em><\/p>\n<p>D. Ant&oacute;nio Couto &ndash; Se o soub&eacute;ssemos j&aacute; n&atilde;o seria necess&aacute;rio fazer o S&iacute;nodo. Penso que &eacute; mesmo por n&atilde;o sabermos o que &eacute; e sobretudo como fazer a nova evangeliza&ccedil;&atilde;o que o Papa convocou este S&iacute;nodo!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>E &ndash; A express&atilde;o est&aacute; em debate agora. Foi lan&ccedil;ada por Jo&atilde;o Paulo II em 1979. Da&iacute; para c&aacute; o que aconteceu?<\/em><\/p>\n<p>DAC &ndash; A express&atilde;o j&aacute; existia nas igrejas da Am&eacute;rica Latina da d&eacute;cada de 70, tendo sido consagrada por Puebla. Mas foi, de facto, o Papa Jo&atilde;o Paulo II em 1979, na Pol&oacute;nia, que lan&ccedil;ou pela primeira vez essa express&atilde;o, sem ainda lhe dar conte&uacute;do. Depois, em 1983, em Porto Pr&iacute;ncipe, no Haiti, na abertura da V Confer&ecirc;ncia do Episcopado Latino-americano, o Papa explicou um pouco, falando de &ldquo;novas express&otilde;es, novos m&eacute;todos, novo ardor&rdquo;.&nbsp; Ficou mais clarificado que era necess&aacute;ria uma nova forma de estar no mundo, mais en&eacute;rgica, com novas metodologias. Creio que ele n&atilde;o quis dizer que era necess&aacute;rio inventar coisas novas, nem em termos de m&eacute;todos nem de express&otilde;es, porque essas est&atilde;o mais do que consagradas no Evangelho. O Evangelho de Jesus, como Ele o diz e o faz acontecer, &eacute; a metodologia mais revolucion&aacute;ria que conhe&ccedil;o!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>E &ndash; Em que consiste?<\/em><\/p>\n<p>DAC &ndash; &Eacute; a metodologia direta, de um verdadeiro l&iacute;der! Ele n&atilde;o diz: &ldquo;este &eacute; o caminho, sigam&hellip;&rdquo;. Ele faz o caminho, vai &agrave; frente, as pessoas seguem-n&rsquo;O e aprendem com Ele. &Eacute;, ao mesmo tempo, uma escola, um trabalho, uma miss&atilde;o, uma voca&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Esta metodologia sup&otilde;e uma Igreja com bons l&iacute;deres, do clero e dos leigos, que levem outras pessoas com eles, que n&atilde;o indiquem caminhos abstratos &agrave;s pessoas, mas que caminhem com elas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>E &ndash; A&iacute; estar&aacute; a verdadeira transforma&ccedil;&atilde;o a fazer?<\/em><\/p>\n<p>DAC &ndash; A verdadeira transforma&ccedil;&atilde;o tem de come&ccedil;ar pelo sujeito da evangeliza&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o tanto pelo destinat&aacute;rio.<\/p>\n<p>Quem faz a evangeliza&ccedil;&atilde;o &ndash; os bispos, os sacerdotes, os leigos e todos os que est&atilde;o empenhados no Evangelho &ndash; tem de come&ccedil;ar por uma grand&iacute;ssima reforma de vida, uma grand&iacute;ssima convers&atilde;o ao estilo de Jesus. Jesus era um homem feliz, pobre, despojado, ousado, pr&oacute;ximo e dedicado. Esse tem de ser o estilo do evangelizador. Se n&oacute;s tivermos evangelizadores assim, audazes, testemunhas verdadeiras, pura transpar&ecirc;ncia de Jesus Cristo, n&atilde;o tenho d&uacute;vidas que a mensagem passar&aacute;. Se formos desfigurados e nosso rosto n&atilde;o for o de testemunhas verdadeiras, se n&atilde;o for claro que seguimos a mensagem que Ele nos deixou, o Evangelho n&atilde;o passa e continuar&aacute; a n&atilde;o passar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>E &ndash; &Eacute; isso que tem feito com que muitos projetos de nova evangeliza&ccedil;&atilde;o tenham falhado, ao longo dos &uacute;ltimos anos, e faz com que o &ldquo;Instrumento de trabalho&rdquo; deste S&iacute;nodo pe&ccedil;a que se percebam as raz&otilde;es que levaram muitas iniciativas o n&atilde;o produzirem o &ldquo;&ecirc;xito esperado&rdquo;? <\/em><\/p>\n<p>DAC &ndash; Creio que sim. N&oacute;s temos de perguntar porque &eacute; que Jesus teve o sucesso que teve, porque &eacute; que S. Paulo teve o sucesso que teve e n&oacute;s n&atilde;o! N&oacute;s temos mesmo de olhar para isso!<\/p>\n<p>Paulo era uma pessoa completamente vinculada a Jesus Cristo. E Jesus Cristo completamente vinculado ao Pai. A autoridade e a novidade de Jesus n&atilde;o era tanto fazer o que fazia porque tinha grande capacidade, mas porque s&oacute; dizia o que ouviu dizer ao Pai e s&oacute; fazia o que viu fazer o Pai. Aqui est&aacute; a autoridade e a novidade de Jesus e de S. Paulo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>E &ndash; Anunciando como S. Paulo nas primeiras comunidades crist&atilde;s&hellip;<\/em><\/p>\n<p>DAC &ndash; Como S. Paulo e como Jesus. Tamb&eacute;m arriscando a vida! N&atilde;o pode ser um jogo virtual ou &agrave; defesa, de quem avan&ccedil;a um passo mas recuando dois. Tem de ser de quem avan&ccedil;a perfeitamente vinculado a Jesus, sabendo que o que vai fazer o faz em nome de Jesus. N&atilde;o vale a pena fazer em meu nome, porque se o quiser fazer em meu nome terei o sucesso que habitualmente tenho, que n&atilde;o &eacute; grande coisa.<\/p>\n<p>&Agrave;s vezes aquele &ldquo;novo&rdquo; da nova evangeliza&ccedil;&atilde;o, o adjetivo novo (os novos m&eacute;todos, novo ardor, novas express&otilde;es), o &ldquo;novo&rdquo; &agrave;s vezes trai-nos.&nbsp; N&atilde;o precisamos de ser novos noutra dimens&atilde;o. Temos de ser novos com Jesus. Diria mesmo: novos como Jesus foi, completamente novo no seu tempo.<\/p>\n<p>O nome novo da novidade chama-se &ldquo;fidelidade&rdquo;. Sermos completamente fi&eacute;is a Jesus Cristo, ao modelo, &agrave; sua vida. &Eacute; por a&iacute; que passar&aacute; uma nova maneira de presen&ccedil;a crist&atilde; no mundo.<\/p>\n<p>Eu gosto de dizer e costumo dizer que o anunciador &eacute; aquele que est&aacute; completamente vinculado a quem o envia. E &eacute; em nome de quem o envia que ele vai, para dizer exatamente aquilo que quem o envia o manda dizer e ao jeito de quem o envia.<\/p>\n<p>&Eacute; assim que Jesus faz, ao jeito do Pai e em nome do Pai; e &eacute; assim que n&oacute;s devemos fazer, ao jeito de Jesus e em nome de Jesus.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>E &ndash; Ser&aacute; por isso que muitas iniciativas n&atilde;o tiveram o &ldquo;&ecirc;xito esperado&rdquo;, nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas?<\/em><\/p>\n<p>DAC- Creio que sim. O problema n&atilde;o estar&aacute; tanto do lado das pessoas que n&atilde;o querem ouvir, mas no nosso lado, que anunciamos em nome pr&oacute;prio, juntamos as nossas opini&otilde;es, damos uns retoques de &uacute;ltima novidade.<\/p>\n<p>Como anunciadores, podemos estar sempre ocupados com as &uacute;ltimas novidades, com as &uacute;ltimas f&oacute;rmulas. E preocuparmo-nos demasiadamente com isso e pouco com o fundamento que &eacute; Jesus Cristo. E esse fundamento n&atilde;o muda!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>E &ndash; Poder&aacute; induzir em erros, assim, a express&atilde;o &ldquo;nova evangeliza&ccedil;&atilde;o&rdquo;?<\/em><\/p>\n<p>DAC &ndash; Se acentuarmos demasiadamente o novo, sim.<\/p>\n<p>Mas pode querer significar &ndash; e creio que foi com essa inten&ccedil;&atilde;o que o Papa Jo&atilde;o Paulo II a lan&ccedil;ou e Bento XVI a relan&ccedil;a &ndash; que n&oacute;s tomemos consci&ecirc;ncia, que a Igreja tome consci&ecirc;ncia, que os crist&atilde;os tomem consci&ecirc;ncia, que n&atilde;o podemos continuar com um estilo &ldquo;tu c&aacute; tu l&aacute;&rdquo;, &ldquo;assim e assim&rdquo;, mas temos de nos agarrar completamente a Jesus Cristo.<\/p>\n<p>Por outro lado, quando se diz nova evangeliza&ccedil;&atilde;o &eacute; com a ideia de olhar sobretudo para o Ocidente descristianizado, ass&eacute;tico, indiferente, anestesiado, que anda por a&iacute; adormecido e &eacute; preciso acord&aacute;-lo tamb&eacute;m para o Evangelho de Jesus. Por isso &eacute; preciso nova for&ccedil;a, nova din&acirc;mica, nova capacidade de nos colarmos mais a Jesus Cristo para sermos capazes de levar a Sua mensagem &agrave;s pessoas de hoje, quer &agrave;s crentes que precisam de ser confirmadas e formadas na sua f&eacute;, quer &agrave;quelas que n&atilde;o acreditam ou que nunca foram despertadas para isso e que n&oacute;s tamb&eacute;m temos de abordar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Em Igreja<\/strong><\/p>\n<p><em>E &ndash; Anunciar desse jeito, desenvolver assim projetos de nova evangeliza&ccedil;&atilde;o, implica uma autocompreens&atilde;o diferente do que &eacute; a Igreja, nos dias de hoje?<\/em><\/p>\n<p>DAC &#8211; Pode ter implica&ccedil;&otilde;es. Tem de ser uma Igreja muito mais pr&oacute;xima, muito mais dedicada &agrave;s pessoas, muito mais no meio das pessoas.<\/p>\n<p>No &ldquo;Instrumentum Laboris&rdquo; do S&iacute;nodo diz-se que a par&oacute;quia &eacute; o elemento central da nova evangeliza&ccedil;&atilde;o. Quando muita gente diz que a par&oacute;quia est&aacute; a mais, que temos de rever o tecido paroquial, esta express&atilde;o quer dizer (ao jeito de Jo&atilde;o Paulo II que dizia que a par&oacute;quia &eacute; a casa de Deus no meio dos seus filhos e das suas filhas) que a par&oacute;quia &eacute; aquela rede de proximidade que nos pode ajudar e quase obrigar a colocar os p&eacute;s no ch&atilde;o.<\/p>\n<p>Muitas vezes n&atilde;o pisamos o mesmo ch&atilde;o lamacento que as pessoas pisam e n&atilde;o vamos ao encontro das pessoas. &Eacute; isto que quer dizer esta forte express&atilde;o: a Igreja n&atilde;o pode ser a&eacute;rea e et&eacute;rea, mas tem de estar plantada no meio das pessoas, conhec&ecirc;-las, saber que rostos t&ecirc;m, que sonhos t&ecirc;m, que problemas t&ecirc;m&hellip; Era o que Jesus fazia, passando pelo meio das pessoas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>E &ndash; E isso &eacute; poss&iacute;vel concretizar-se na l&oacute;gica que existe nos dias de hoje, numa rede paroquial sempre na depend&ecirc;ncia de uma pessoa, o p&aacute;roco?<\/em><\/p>\n<p>DAC &ndash; &Eacute; &oacute;bvio que teremos de mexer nisso. N&atilde;o pode ser o p&aacute;roco, que n&atilde;o est&aacute; sempre presente por ter demasiadas par&oacute;quias, mas tem de haver uma rede no terreno que assuma esse trabalho.<\/p>\n<p>Depois dessa express&atilde;o, que a par&oacute;quia &eacute; o elemento central da nova evangeliza&ccedil;&atilde;o, o Instrumento de trabalho do S&iacute;nodo diz que os catequistas (poder&iacute;amos falar de outros agentes de evangeliza&ccedil;&atilde;o) s&atilde;o a &ldquo;for&ccedil;a basilar das comunidades crist&atilde;s&rdquo;.<\/p>\n<p>Ao dizer que s&atilde;o a &ldquo;for&ccedil;a basilar&rdquo;, est&aacute; a dizer que j&aacute; n&atilde;o &eacute; um p&aacute;roco, mas s&atilde;o os leigos que assumem verdadeiramente a forma&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as e n&atilde;o s&oacute; (porque o catequista &eacute; visto como aquela testemunha que com a sua vida j&aacute; ensina, mesmo sem precisar de falar, crian&ccedil;as, jovens, jovens casais e idosos).<\/p>\n<p>&Eacute; essencial que a nova evangeliza&ccedil;&atilde;o, que uma maneira nova de pensarmos as coisas empenhe verdadeiramente os leigos naquilo que est&atilde;o a fazer, cheios de alegria, entusiasmo e vida nova.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>E &ndash; Participa no S&iacute;nodo que decorre no m&ecirc;s de outubro em Roma. Que contributo espera que o S&iacute;nodo ofere&ccedil;a a este projeto de nova evangeliza&ccedil;&atilde;o?<\/em><\/p>\n<p>DAC &ndash; Espero que o S&iacute;nodo, pegando em toda a vastid&atilde;o de ideias e problemas existentes e que est&atilde;o reformulados no Instrumentum Laboris, seja capaz de encontrar um fio condutor com o qual possa fazer uma rede. Chamar-lhe-ia um tecido reticular, composto por fio um capaz de fazer uma rede. Esse fio tem de vir da gra&ccedil;a de Deus, atrav&eacute;s de Jesus Cristo, o grande mission&aacute;rio, com o Seu rosto bem claro e bem definido em cada comunidade crist&atilde;. E que esse fio una pessoas, fam&iacute;lias e comunidades uma a uma e n&oacute;s percebamos que desvinculados desse fio, desligados desse fio n&atilde;o podemos fazer nada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>E &ndash; Ter&aacute; oportunidade de intervir no S&iacute;nodo. O que pensa dizer diante de bispos de todo o mundo?<\/em><\/p>\n<p>DAC- Conto expressar tr&ecirc;s ideias: viver em Igreja &eacute; viver em s&iacute;nodo, no caminho, na casa, reunidos, em conjunto; a Igreja &eacute; uma Igreja que anuncia, da anuncia&ccedil;&atilde;o, que anuncia completamente vinculada a Jesus, porque o anunciador n&atilde;o diz tanto a sua mensagem ou a sua opini&atilde;o, mas diz a mensagem de quem os envia, no nosso caso a Jesus; a Igreja &eacute; uma Igreja da fidelidade, n&atilde;o tanto da novidade, mas indicar que a novidade &eacute; a fidelidade a Jesus.<\/p>\n<p><em>PR<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>D. 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