{"id":58145,"date":"2012-09-19T13:21:11","date_gmt":"2012-09-19T13:21:11","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2012\/09\/19\/carta-do-bispo-de-viseu-padres-da-diocese-no-ano-da-fe\/"},"modified":"2012-09-19T13:21:11","modified_gmt":"2012-09-19T13:21:11","slug":"carta-do-bispo-de-viseu-padres-da-diocese-no-ano-da-fe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/carta-do-bispo-de-viseu-padres-da-diocese-no-ano-da-fe\/","title":{"rendered":"Carta do bispo de Viseu padres da diocese no Ano da F\u00e9"},"content":{"rendered":"<p>Car&iacute;ssimos sacerdotes da Igreja Particular de Viseu, o Ano Pastoral que agora iniciamos &eacute; um belo presente de Deus que quero viver e vos convido a acolher, em a&ccedil;&atilde;o de gra&ccedil;as, vivendo-o com alegria e entusiasmo e ajudando todos os crist&atilde;os da nossa Igreja a descobrir as riquezas que lhes s&atilde;o dadas a conhecer, a amar e a viver. Vivendo-o com esta abertura alegre, agradecida e cooperante, seremos crist&atilde;os mission&aacute;rios, testemunhando Jesus Cristo Ressuscitado, presente entre n&oacute;s na Palavra, na Eucaristia e nos irm&atilde;os que, connosco, partilham as alegrias, as tristezas, as esperan&ccedil;as e as ang&uacute;stias do nosso tempo.<\/p>\n<p><strong>2012-2013 &eacute; o Ano da F&eacute;.<\/strong> Num mundo secularizado e onde tudo nos parece querer mostrar a aus&ecirc;ncia de Deus e o Seu sil&ecirc;ncio, a F&eacute; &eacute; gram&aacute;tica que nos ensina a ver a Sua Presen&ccedil;a e a escutar a Sua Palavra, uma e outra sentidas, vistas e escutadas nas op&ccedil;&otilde;es de todos os que se chamam crist&atilde;os. Os 50 anos do in&iacute;cio do Conc&iacute;lio Vaticano II e os 20 anos da publica&ccedil;&atilde;o do Catecismo da Igreja Cat&oacute;lica s&atilde;o 2 Acontecimentos importantes e atuais, na Igreja que celebra e vive a hist&oacute;ria da salva&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>&nbsp;Esta mesma Igreja celebra, em Viseu, o 3&ordm; ano de um Projeto de renova&ccedil;&atilde;o e de reestrutura&ccedil;&atilde;o, procurando encontrar e percorrer caminhos evang&eacute;licos de fraternidade e de corresponsabilidade, de m&atilde;os dadas com todas as pessoas de boa vontade, vivendo &ldquo;em comunh&atilde;o para a miss&atilde;o&rdquo;, aberta aos novos desafios dos tempos presentes e futuros. Este ano &eacute; uma bela oportunidade de darmos um lugar nobre &agrave; F&eacute; que se torna Gra&ccedil;a para ser Vida nova na Igreja que nos cabe tornar comunh&atilde;o vis&iacute;vel para a miss&atilde;o, aberta &agrave; presen&ccedil;a do Reino, predispondo-a &agrave; escatologia.<\/p>\n<p>&nbsp;Neste Ano da F&eacute; 2012-2013, celebrando os 50 anos do Vaticano II e os 20 anos do Catecismo e continuando a celebrar, a viver e a fazer o S&iacute;nodo Diocesano, vamos celebrar o Domingo como o convite semanal a estarmos &ldquo;Juntos na F&Eacute;sta&rdquo;. Depois de tomarmos consci&ecirc;ncia de que muitos batizados da nossa Igreja Particular de Viseu deixaram de celebrar o Domingo, queremos revalorizar este dia da p&aacute;scoa semanal, convidando todos, em fam&iacute;lia, a viver o Domingo como o Dia da Festa que se torna Sacramento de salva&ccedil;&atilde;o na Assembleia Lit&uacute;rgica.<\/p>\n<p>&nbsp;&Eacute;, assim, a todos v&oacute;s, car&iacute;ssimos Sacerdotes da nossa Igreja de Viseu &ndash; a todo o nosso Presbit&eacute;rio &ndash; que eu quero dirigir esta Carta. <strong>Desenvolvo o seu conte&uacute;do em 3 pontos fundamentais, tendo em conta os temas que integrei neste Ano Pastoral 2012-2013: Ano da F&eacute; (Conc&iacute;lio e Catecismo), S&iacute;nodo Diocesano e Plano Pastoral.<\/strong> &Eacute; uma divis&atilde;o meramente pedag&oacute;gica e para abordar estes diversos itens, pois o Plano Pastoral quer e procura fazer esta unidade e s&iacute;ntese e quer motivar-nos na concretiza&ccedil;&atilde;o de todos eles. <strong>Em cada ponto, tocarei a nossa identidade e voca&ccedil;&atilde;o, como Sacerdotes e como Presbit&eacute;rio e tocarei a nossa miss&atilde;o, como pastores e agentes especiais na vida da Igreja chamada a revelar, a celebrar e a testemunhar Jesus Cristo <\/strong>&ndash; principal Fonte e Centro da F&Eacute;sta dos crist&atilde;os, convidados a anunciar esta F&Eacute;sta a todas as pessoas de todas as na&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>1. Ano da F&eacute; &ndash; Conc&iacute;lio e Catecismo<\/strong><\/p>\n<p><strong>1.1. <\/strong><strong>A nossa forma&ccedil;&atilde;o de Pastores <\/strong><\/p>\n<p><strong>Somos Padres do Conc&iacute;lio. A nossa Igreja &eacute; a do Conc&iacute;lio.<\/strong> As intui&ccedil;&otilde;es e as linhas fundamentais descobertas, refletidas, votadas e aprovadas no Vaticano II s&atilde;o os sinais orientadores no caminho da Igreja que, sem cortes e sem saltos, quer estar com e para as pessoas de cada tempo e ser, para todas, proposta de salva&ccedil;&atilde;o. <strong>As 4 Constitui&ccedil;&otilde;es fundamentais, todos os Documentos do Conc&iacute;lio e todos os Documentos posteriores do Magist&eacute;rio da Igreja s&atilde;o fontes de forma&ccedil;&atilde;o na e para a nossa a&ccedil;&atilde;o pastoral.<\/strong> Um destes Documentos posteriores &eacute; o Catecismo da Igreja Cat&oacute;lica, publicado h&aacute; 20 anos e que apresenta uma s&iacute;ntese, sistem&aacute;tica mas din&acirc;mica, da F&eacute; da Igreja &ndash; a Igreja de Jesus Cristo. <strong>Na nossa Igreja de Viseu, o estudo das grandes Constitui&ccedil;&otilde;es (Lumen Gentium, Dei Verbum, Gaudium et Spes e Sacrosanctum Concilium) tem sido programa obrigat&oacute;rio.<\/strong><\/p>\n<p>Aproveitar as <strong>reuni&otilde;es arciprestais<\/strong> para completar o estudo pessoal e para tornar este estudo capaz de aplica&ccedil;&atilde;o na a&ccedil;&atilde;o pastoral &eacute; objetivo e m&eacute;todo fundamental para valorizar, pastoralmente, estas reuni&otilde;es e para, em comunh&atilde;o e na mesma miss&atilde;o eclesial, sermos agentes dinamizadores e construtores do projeto sinodal.<\/p>\n<p><strong>Neste ano 2012-2013, temos as propostas feitas para este estudo pastoral em grupos de sacerdotes, de acordo com os Arciprestados atuais ou os arciprestados em estudo (a aprofundar e a decidir no S&iacute;nodo). Estas propostas passam pela Constitui&ccedil;&atilde;o Lit&uacute;rgica Sacrosanctum Concilium, juntamente com outros subs&iacute;dios sobre a liturgia (Cartas Apost&oacute;licas sobre o Domingo e sobre a Eucaristia, de Jo&atilde;o Paulo II) e pelo Catecismo da Igreja Cat&oacute;lica. O apoio dos Secretariados Diocesanos da Pastoral Lit&uacute;rgica e da Educa&ccedil;&atilde;o Crist&atilde; e do Secretariado do S&iacute;nodo ser&atilde;o muito importantes para a organiza&ccedil;&atilde;o e acompanhamento deste estudo<\/strong>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>1.2. <\/strong><strong>A nossa miss&atilde;o de Pastores<\/strong><\/p>\n<p>Se, com os leigos, somos batizados e seguidores de Jesus Cristo &ndash; o Bom Pastor &ndash; para eles somos pastores que Jesus chama e que a Igreja pede que o sejamos segundo o Cora&ccedil;&atilde;o de Deus. Est&aacute; na miss&atilde;o dos pastores a indica&ccedil;&atilde;o do caminho a seguir e a forma&ccedil;&atilde;o para o seu percurso, de modo a que todos se sintam iluminados pela luz que vem de Jesus e do Seu Evangelho. <strong>Devemos considerar 3 n&iacute;veis de forma&ccedil;&atilde;o dos leigos<\/strong>, tendo em conta a sua vida crist&atilde; e a sua atividade de agentes na a&ccedil;&atilde;o pastoral.<\/p>\n<p><strong>O primeiro n&iacute;vel &eacute; a par&oacute;quia, o conjunto de par&oacute;quias (vizinhas e com o mesmo p&aacute;roco) ou a Unidade Pastoral<\/strong> (a estudar e a decidir no S&iacute;nodo). Neste n&iacute;vel, acolhem-se, escutam-se e orientam-se todos aqueles (batizados ou n&atilde;o) que, por qualquer motivo, procuram a Igreja. Ningu&eacute;m deve partir sem a consci&ecirc;ncia de que a Igreja tem uma proposta acolhedora e feliz para ele, ainda que n&atilde;o seja a que procura, pede ou gosta. Igualmente, a mesma aten&ccedil;&atilde;o e zelo pastoral para com todos os batizados que pedem os Sacramentos e outros servi&ccedil;os da Igreja, preparando-se bem aqueles que assumem tarefas e minist&eacute;rios no servi&ccedil;o paroquial. <strong>Inicia&ccedil;&atilde;o Crist&atilde; e Inicia&ccedil;&atilde;o Eclesial devem ter aqui o seu lugar natural.<\/strong> A prepara&ccedil;&atilde;o e o acompanhamento de todos para momentos especiais das suas vidas (batismo, crisma, casamento) e para tarefas pr&oacute;prias de responsabilidade (educadores da f&eacute; &ndash; pais e padrinhos, catequistas, etc.), deve fazer-se neste &acirc;mbito de comunidades pr&oacute;ximas e vizinhas.<\/p>\n<p><strong>O segundo n&iacute;vel &eacute; o arciprestado.<\/strong> <strong>Aqui planeiam-se e programam-se os objetivos, as etapas e os meios da pastoral para todas as diferentes comunidades, tendo em conta o Plano Pastoral da Diocese e as realidades pr&oacute;prias das comunidades abrangidas.<\/strong> Formam-se os l&iacute;deres da a&ccedil;&atilde;o pastoral, nos diversos setores da vida eclesial (prof&eacute;tica, lit&uacute;rgica, social e administrativa), que ser&atilde;o os animadores e os agentes de forma&ccedil;&atilde;o nas comunidades a que pertencem. Todas estas a&ccedil;&otilde;es arciprestais devem incluir os sacerdotes, os di&aacute;conos permanentes e os leigos mais capacitados, segundo as &aacute;reas espec&iacute;ficas, bem como a colabora&ccedil;&atilde;o dos consagrados, onde os houver.<\/p>\n<p><strong>O terceiro n&iacute;vel &eacute; a diocese.<\/strong> Neste n&iacute;vel, devem existir escolas e meios de forma&ccedil;&atilde;o que capacitem todos aqueles que querem e podem desenvolver os seus conhecimentos ao servi&ccedil;o da F&eacute;, da forma&ccedil;&atilde;o integral e da a&ccedil;&atilde;o pastoral, com uma exig&ecirc;ncia superior e mais profunda e alargada. <strong>A organiza&ccedil;&atilde;o destas escolas e dos respetivos meios deve ser da responsabilidade dos Secretariados Diocesanos a trabalhar em comunh&atilde;o, com a colabora&ccedil;&atilde;o dos Movimentos, segundo a &aacute;rea ou o setor em que se incluam <\/strong>e de acordo com a incid&ecirc;ncia do Plano Pastoral, com as necessidades ocasionais ou com as urg&ecirc;ncias que se verifiquem.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Neste Ano da F&eacute;, prop&otilde;e-se o estudo da Constitui&ccedil;&atilde;o Sacrosanctum Concilium e outros subs&iacute;dios lit&uacute;rgicos durante o 1&ordm; trimestre<\/strong>, de acordo com a proposta do Secretariado do S&iacute;nodo. <strong>Depois do Natal, prop&otilde;e-se que se estude a 1&ordf; Parte do Catecismo da Igreja Cat&oacute;lica &ndash; &ldquo;A Profiss&atilde;o da F&eacute;&rdquo;<\/strong> &ndash; com metodologia proposta pela equipa arciprestal em cada um dos arciprestados, seguindo as sugest&otilde;es e propostas que forem apontadas pelo Secretariado-Geral do S&iacute;nodo. Neste Ano da F&eacute;, &eacute; de absoluta necessidade estudar a F&eacute; que est&aacute; contida no Credo Apost&oacute;lico e que, tantas vezes, os crist&atilde;os n&atilde;o sabem interpretar e, at&eacute; mesmo, dizem n&atilde;o professar.<\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>2. S&iacute;nodo Diocesano<\/strong><\/p>\n<p><strong>2.1. Os Pastores<\/strong><\/p>\n<p>O S&iacute;nodo Diocesano n&atilde;o &eacute; um interregno na hist&oacute;ria da nossa Diocese nem faz um compasso de espera no caminho que somos chamados a percorrer em uni&atilde;o com o Santo Padre e na comunh&atilde;o com todas as outras Igrejas irm&atilde;s. Entr&aacute;mos em S&iacute;nodo para sermos uma Igreja a viver esta comunh&atilde;o, neste lugar onde vivemos &ndash; Igreja Particular de Viseu &ndash; e sermos uma Igreja atenta aos desafios do nosso tempo e &agrave; solicitude que devemos ter para com as pessoas, nossas contempor&acirc;neas.<\/p>\n<p><strong>A partilha de informa&ccedil;&otilde;es e de experi&ecirc;ncias sobre o andamento do S&iacute;nodo nas par&oacute;quias do arciprestado deve ser uma constante na agenda de todas as reuni&otilde;es arciprestais. O planeamento de a&ccedil;&otilde;es locais, tendentes a motivar e a agilizar o trabalho dos grupos sinodais com mais dificuldades deve ser uma constante preocupa&ccedil;&atilde;o. <\/strong><\/p>\n<p>Para isto, <strong>preparar e organizar encontros peri&oacute;dicos com os Animadores e os Secret&aacute;rios dos grupos <\/strong>s&atilde;o formas de n&atilde;o permitir que alguns desanimem perante os problemas normais que v&atilde;o surgindo e de sentirem o acompanhamento pr&oacute;ximo e interessado dos seus pastores.<\/p>\n<p>Estas a&ccedil;&otilde;es sinodais, ainda que os grupos sejam paroquiais, devem conjugar-se no &acirc;mbito arciprestal. Servem para ilustrar a fun&ccedil;&atilde;o e miss&atilde;o do S&iacute;nodo &ndash; construir uma Igreja que vive a\/em comunh&atilde;o &ndash; e motivar os grupos num n&iacute;vel mais alargado que o da par&oacute;quia.<\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>2.2. Os Pastores na a&ccedil;&atilde;o pastoral<\/strong><\/p>\n<p>Neste ano 2012-2013 o S&iacute;nodo diocesano passar&aacute; da sua fase preparat&oacute;ria &ndash; pr&eacute;-sinodal &ndash; &agrave; fase sinodal, propriamente dita. Esta iniciar-se-&aacute; com a publica&ccedil;&atilde;o do Regulamento, com a Convocat&oacute;ria dos elementos sinodais e com o Inqu&eacute;rito a fazer a todas as pessoas que vivem na nossa Igreja Particular. Este in&iacute;cio da 2&ordf; fase acontecer&aacute; na pr&oacute;xima Quaresma.<\/p>\n<p>Como sempre foi dito, seria muito dif&iacute;cil aos p&aacute;rocos acompanharem todos os trabalhos de todos os grupos, ainda que alguns o procurem fazer. Parab&eacute;ns por este trabalho de presen&ccedil;a, de zelo e de solicitude que tantas consequ&ecirc;ncias positivas trar&aacute; para a a&ccedil;&atilde;o pastoral de cada comunidade. Por&eacute;m, ainda que n&atilde;o possam estar presentes em todas as reuni&otilde;es, <strong>&eacute; absolutamente necess&aacute;rio que os p&aacute;rocos reunam com os animadores e secret&aacute;rios dos grupos sinodais das suas par&oacute;quias e os ajudem, incentivem e motivem para o trabalho que lhes &eacute; pedido, sempre dispon&iacute;veis a darem raz&otilde;es para a esperan&ccedil;a.<\/strong><\/p>\n<p>Uma ajuda, necess&aacute;ria e at&eacute; decisiva para o bom &ecirc;xito do trabalho e o entusiasmo dos animadores, &eacute; o <strong>apoio na leitura e boa compreens&atilde;o dos textos em estudo. Concretamente o entendimento, claro e simplificado, das quest&otilde;es que surgem nos textos. Quando os animadores est&atilde;o por dentro do que lhes &eacute; pedido, fazem tudo com mais gosto e sentem-se mais reconhecidos pelos outros elementos do grupo.<\/strong><\/p>\n<p>Pela rela&ccedil;&atilde;o mais pr&oacute;xima desta Constitui&ccedil;&atilde;o Lit&uacute;rgica com a vida di&aacute;ria dos crist&atilde;os, pela sintonia que apresenta com o Ano da F&eacute; e pela necessidade de valorizarmos o Domingo e a sua pr&aacute;tica em fam&iacute;lia, <strong>pe&ccedil;o o maior e melhor empenhamento de todos os p&aacute;rocos para que tudo fa&ccedil;am em ordem a terem o maior n&uacute;mero poss&iacute;vel de grupos sinodais a trabalharem neste ano pastoral.<\/strong> Ainda que n&atilde;o tenham come&ccedil;ado j&aacute; e n&atilde;o tenham estudado os outros 3 Documentos, &eacute; hora para iniciar agora. Ser&aacute;, tamb&eacute;m, a melhor forma de preparar, proximamente, o lan&ccedil;amento do Inqu&eacute;rito Sinodal &ndash; in&iacute;cio do S&iacute;nodo propriamente dito.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>3. &Eacute; Domingo! Juntos na F&Eacute;sta<\/strong><\/p>\n<p><strong>3.1. O Domingo na vida dos Sacerdotes<\/strong><\/p>\n<p><strong>Viver o Domingo &eacute;, para o Sacerdote, assumir a sua identidade e raz&atilde;o de ser na configura&ccedil;&atilde;o com o Bom Pastor, enquanto agindo &ldquo;na pessoa de Cristo Cabe&ccedil;a&rdquo; para a santifica&ccedil;&atilde;o do Povo de Deus, reunido por e em Jesus Cristo. O Sacerdote &eacute; ordenado para a Eucaristia.<\/strong> Est&aacute; aqui a grande diferen&ccedil;a entre a gra&ccedil;a do Sacramento da Ordem dos Padres e dos Bispos (uns e outros ordenados para o sacerd&oacute;cio &ndash; com a presid&ecirc;ncia da Eucaristia) e o Sacramento da Ordem dos Di&aacute;conos (ordenados para o minist&eacute;rio, &ldquo;em nome de Cristo servo e di&aacute;cono&rdquo;).<\/p>\n<p>O sacerdote vive o Domingo presidindo &agrave; Eucaristia que faz a Igreja, congregando e santificando o Povo de Deus, &ldquo;na pessoa de Cristo Cabe&ccedil;a&rdquo;. N&atilde;o atua como &ldquo;funcion&aacute;rio&rdquo; de algu&eacute;m, mas &ldquo;na pessoa&rdquo; de algu&eacute;m. &ldquo;Na pessoa&rdquo; de Algu&eacute;m que est&aacute; presente e &ldquo;na pessoa&rdquo; de Quem o sacerdote acolhe, preside, orienta, forma, alimenta, revigora (&#8230;), configurando-se com Jesus Cristo &ndash; o Sacerdote, o Altar e a V&iacute;tima.<\/p>\n<p>O Domingo &eacute;, para o Sacerdote, o dia do seu sacerd&oacute;cio, no qual ele se consagra, se oferece, se d&aacute; e se reparte para o bem do Povo que lhe est&aacute; confiado. Porque o que d&aacute; e o que celebra n&atilde;o &eacute; ele pr&oacute;prio, o sacerdote precisa de viver de Jesus Cristo, alimentando-se da Palavra e do P&atilde;o que &eacute; chamado a consagrar para ser distribu&iacute;do &agrave; sua comunidade reunida e ser &ldquo;enviado&rdquo; a todos os que n&atilde;o vieram e precisam dele. <strong>Neste ano, importa revigorarmos a rela&ccedil;&atilde;o com os doentes, pela visita regular e pelo Sacramento da Reconcilia&ccedil;&atilde;o, ajudando a que os Ministros Extraordin&aacute;rios da Comunh&atilde;o e os Di&aacute;conos Permanentes fa&ccedil;am o resto &ndash; levando-lhes o Domingo (Palavra e Eucaristia) a casa.<\/strong><\/p>\n<p>Como quem celebra o Domingo para congregar a Comunidade, o sacerdote deve celebr&aacute;-lo como a Festa dos crist&atilde;os, a Festa da fam&iacute;lia, a Festa do amor de Deus Pai que Se entrega em Jesus Cristo para a salva&ccedil;&atilde;o de todos e que, pelo Seu Esp&iacute;rito, os santifica na verdade.<\/p>\n<p>Como pastor que aceita unir-se a Jesus Cristo &ndash; o Bom Pastor &ndash; o sacerdote deve poder dizer tamb&eacute;m: conhe&ccedil;o ainda muitos outros paroquianos que n&atilde;o est&atilde;o com Jesus Cristo. Importa que eu v&aacute;, lhes anuncie a Sua Palavra e os leve ao encontro do Seu amor para que possam ouvir a Sua voz e encontrar um sentido novo para a sua vida.<\/p>\n<p>A Eucaristia &eacute; a maior for&ccedil;a da comunh&atilde;o quando e se ela significa, concretiza e realiza a comunh&atilde;o dos diversos minist&eacute;rios e estes se tornam agentes de transforma&ccedil;&atilde;o da Igreja e de toda a a&ccedil;&atilde;o dos crist&atilde;os em for&ccedil;a de instaura&ccedil;&atilde;o do Reino de Deus. Quando isto acontece, <strong>celebrar a Eucaristia &eacute; viver, estar e partir &ldquo;em comunh&atilde;o para a miss&atilde;o&rdquo;, instaurando o Reino e apelando &agrave; &ldquo;nova Terra e novos C&eacute;us&rdquo;.<\/strong><\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>3.2. <\/strong><strong>O Domingo na Comunidade Crist&atilde;<\/strong><\/p>\n<p><strong>Festa da F&eacute;, Festa da Fam&iacute;lia, Eucaristia, Assembleia e Domingo &ndash; 5 express&otilde;es que transmitem o essencial da viv&ecirc;ncia festiva e comunit&aacute;ria dos crist&atilde;os.<\/strong> Se a estas express&otilde;es juntarmos a piedade pessoal e a religiosidade popular, vividas nas devo&ccedil;&otilde;es, peregrina&ccedil;&otilde;es e presen&ccedil;as nos santu&aacute;rios e nas romarias religiosas (tamb&eacute;m ao Domingo), temos um conjunto de valores que nos desafiam a formar, orientar e consciencializar os crist&atilde;os, promovendo e qualificando a sua participa&ccedil;&atilde;o ativa, consciente e festiva nas Assembleias Eucar&iacute;sticas dominicais e no exerc&iacute;cio dos diversos minist&eacute;rios lit&uacute;rgicos.<\/p>\n<p>Convido a que os sacerdotes e outros agentes da a&ccedil;&atilde;o lit&uacute;rgica tenham em muita conta o texto do <strong>Secretariado Diocesano da Pastoral Lit&uacute;rgica<\/strong>, publicado no Plano Pastoral 2012-2013 (pp. 7-16), bem como a reflex&atilde;o e propostas apresentadas pelo mesmo Secretariado (<em>ibidem<\/em>, pp. 20-23). <strong>Temos muito a fazer, todos n&oacute;s, para que os espa&ccedil;os lit&uacute;rgicos e as condi&ccedil;&otilde;es existentes melhorem a participa&ccedil;&atilde;o e permitam a beleza e a nobreza das celebra&ccedil;&otilde;es dominicais.<\/strong> Mesmo sabendo e atendendo aos limites de cada lugar, alguma coisa poderemos fazer para que, quem preside, o fa&ccedil;a bela e dignamente e quem participa o fa&ccedil;a ativa, atenta, consciente e comodamente.<\/p>\n<p>Para que este ano seja, na nossa Diocese, um aut&ecirc;ntico passo em frente na valoriza&ccedil;&atilde;o do Domingo e no traduzir, pr&aacute;tica e frutuosamente, o tema do nosso Plano (&Eacute; Domingo! Juntos na F&Eacute;sta), <strong>precisamos de ter uma aten&ccedil;&atilde;o especial &agrave; catequese da fam&iacute;lia. Atrevo-me a pedir mesmo &ndash; e sem receio &ndash; aten&ccedil;&atilde;o &agrave; catequese familiar, a come&ccedil;ar pelas creches, jardins de inf&acirc;ncia e prepara&ccedil;&atilde;o para a 1&ordf; comunh&atilde;o.<\/strong> Sobretudo nas institui&ccedil;&otilde;es da Igreja (IPSS), fa&ccedil;o apelo a que n&atilde;o deixemos de iniciar o uso destes meios important&iacute;ssimos &ndash; <strong>&ldquo;Despertar Religioso&rdquo; e &ldquo;Catequese Familiar&rdquo; <\/strong>&ndash; j&aacute; agora apoiados por manuais e outros subs&iacute;dios acess&iacute;veis. As atividades complementares entre catequese familiar, catequese paroquial, celebra&ccedil;&otilde;es dominicais e muitas outras atividades, criativa e pedagogicamente preparadas e criteriosamente sugeridas, ajudar&atilde;o a que a fam&iacute;lia esteja &ldquo;junta na F&Eacute;sta&rdquo; e a sentir-se correspons&aacute;vel &ndash; como primeira implicada &ndash; na forma&ccedil;&atilde;o dos seus membros.<\/p>\n<p>Pe&ccedil;o ao <strong>Secretariado Diocesano da Educa&ccedil;&atilde;o Crist&atilde; <\/strong>que envide todos os esfor&ccedil;os, pedindo ajuda aos diversos especialistas conhecidos e com trabalho j&aacute; realizado, divulgado e conhecido, que venham ensinar, motivar e apoiar este nosso desejo.<\/p>\n<p>Igualmente pe&ccedil;o ao <strong>Secretariado Diocesano da Pastoral Familiar<\/strong> para que tenha este objetivo &ndash; forma&ccedil;&atilde;o familiar &ndash; assente e centrado, sobretudo, no Catecismo da Igreja Cat&oacute;lica (1&ordf; Parte &ndash; A Profiss&atilde;o da F&eacute;). A F&eacute;, vivida em Jesus Cristo presente, como Mestre e Alimento na Eucaristia, ser&aacute; a raiz e a fonte da Festa e da Comunh&atilde;o, a viver e a testemunhar os valores do amor, da unidade, da entrega, da fidelidade, da estabilidade, da partilha, da gratuidade e da alegria.<\/p>\n<p>E que pedir, nestes tempos dif&iacute;ceis, ao <strong>Secretariado Diocesano da Pastoral Social <\/strong>e aos seus diversos Departamentos e Organismos? A F&eacute; sem obras &eacute; vazia; o Domingo &eacute; o dia da solidariedade e da comunh&atilde;o; a Eucaristia &eacute; a viv&ecirc;ncia da comunh&atilde;o numa Assembleia que parte e reparte o p&atilde;o para a vida do mundo; a semana do crist&atilde;o &eacute; o Domingo traduzido e vivido na pr&aacute;tica do amor fraterno. A redescoberta do sentido fraterno e solid&aacute;rio do Ofert&oacute;rio Eucar&iacute;stico &eacute; um desafio &agrave; nossa criatividade e um apelo &agrave; consci&ecirc;ncia solid&aacute;ria e justa dos nossos crist&atilde;os.<\/p>\n<p>Por&eacute;m, na comunh&atilde;o sinodal a que somos chamados e na celebra&ccedil;&atilde;o do Domingo que nos congrega, como crist&atilde;os convocados por Jesus e como Igreja chamada &agrave; miss&atilde;o, todos os Secretariados diocesanos s&atilde;o chamados a construir esta comunh&atilde;o. O <strong>Secretariado Diocesano da Anima&ccedil;&atilde;o Mission&aacute;ria <\/strong>lembra-nos a nossa miss&atilde;o como Igreja &ndash; a Evangeliza&ccedil;&atilde;o. Partimos da Eucaristia como enviados a viver o amor fraterno e a torn&aacute;-lo fonte de convers&atilde;o e de testemunho. A vida dos crist&atilde;os ou evangeliza ou aumenta o indiferentismo dos n&atilde;o praticantes e o n&uacute;mero dos n&atilde;o crentes. Uma coisa que o laicismo n&atilde;o vence nem sequer ataca &eacute; a for&ccedil;a do testemunho. E quanto bem pode fazer o <strong>Secretariado Diocesano da Comunica&ccedil;&atilde;o Social<\/strong>, criando uma rede de proximidade e transmitindo, com alegria, uma imagem real, positiva e aut&ecirc;ntica de uma Igreja que vive, sabendo as suas dificuldades mas acreditando no Seu Senhor que tem Palavras de vida eterna e &eacute; Caminho, Verdade e Vida.<\/p>\n<p>Temos, ainda, o <strong>Secretariado Diocesano das Voca&ccedil;&otilde;es, da Juventude e do Ensino Superior<\/strong> &ndash; o secretariado que caminha com aqueles que querem olhar o presente e abra&ccedil;&aacute;-lo, preparando o futuro. A fam&iacute;lia e o Domingo s&atilde;o refer&ecirc;ncias para aqueles a quem o Papa convida a criar rela&ccedil;&otilde;es que sejam elos de liga&ccedil;&atilde;o a Jesus Cristo, a Quem vale a pena escolher e seguir. &Eacute; na adultez e na maturidade desta op&ccedil;&atilde;o e deste seguimento que os membros da <strong>CIRP<\/strong> e os do <strong>Secretariado Diocesano do Clero <\/strong>s&atilde;o convidados a viver e a celebrar o Ano da F&eacute;, certos de que <strong>o seu testemunho &eacute; um &ldquo;vinde e vede&rdquo; que muitos outros precisam de ouvir e de experimentar para se encontrarem com o Senhor do Domingo.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CONCLUS&Atilde;O<\/strong><\/p>\n<p>Car&iacute;ssimos Padres da Igreja de Viseu e meus irm&atilde;os no mesmo Presbit&eacute;rio, &eacute; para o Domingo e para presidir &agrave; Assembleia Eucar&iacute;stica que, em primeiro lugar, fomos ordenados, tornando presente Jesus Cristo que age e salva pela Sua Palavra e pela Sua Gra&ccedil;a, atuadas no an&uacute;ncio da Boa Nova e nos Sacramentos confiados &agrave; Igreja. &Eacute; agindo &ldquo;na Pessoa de Cristo Cabe&ccedil;a&rdquo;, presidindo &agrave; Comunidade, que muitos nos procuram e que muitos nos pedem que lhes mostremos Jesus. &Eacute; configurados com o Sumo e Eterno Sacerdote e Bom Pastor que n&oacute;s revelamos, a todos, os mist&eacute;rios profundos que a F&eacute; nos permite ver e aceitar como os des&iacute;gnios do amor infinito do Pai, revelados em Jesus Cristo que Se torna Homem connosco e Salvador para todos n&oacute;s.<\/p>\n<p><strong>O Ano da F&eacute; &eacute; oportunidade maravilhosa para nos confrontarmos com a nossa voca&ccedil;&atilde;o e a nossa miss&atilde;o, vistas como dons e gra&ccedil;as da miseric&oacute;rdia e do amor de Deus em Jesus Cristo, vividas na Igreja e para a realiza&ccedil;&atilde;o da miss&atilde;o que Jesus trouxe do Pai e confiou &agrave; mesma Igreja.<\/strong> Somos chamados a aprofundar as verdades e os conte&uacute;dos da F&eacute; que nos faz sentir amados pela Sant&iacute;ssima Trindade e chamados a partilhar todas as Suas riquezas e belezas que nos s&atilde;o prometidas no Batismo, sacramento que nos introduz na eternidade, onde a Ressurrei&ccedil;&atilde;o nos insere para vivermos a plenitude da vida.<\/p>\n<p><strong>&nbsp;O S&iacute;nodo Diocesano que estamos a viver quer contar com a nossa disponibilidade de crist&atilde;os e de sacerdotes, membros de uma Igreja que, neste lugar, seja a express&atilde;o da comunh&atilde;o trinit&aacute;ria e da miss&atilde;o evangelizadora para viver e transmitir a todos, todas as promessas reveladas por Jesus Cristo e confiadas tamb&eacute;m a n&oacute;s, pela Igreja.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;Um Bom Ano, saboreando e vendo como o Senhor &eacute; bom, sentindo-nos, com alegria e gratid&atilde;o, Seus disc&iacute;pulos e Seus mission&aacute;rios, para gl&oacute;ria de Deus nosso Pai.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Post Scriptum<\/strong><\/p>\n<p><strong>Parab&eacute;ns aos jubilados<\/strong><\/p>\n<p>Neste pr&oacute;ximo ano, temos alguns Colegas e nossos irm&atilde;os no Presbit&eacute;rio que celebram o seu jubileu sacerdotal &ndash; 50 e 25 anos. Quero, desde j&aacute;, felicit&aacute;-los e prometer-lhes a minha ora&ccedil;&atilde;o e unidade, na amizade e na comunh&atilde;o com Jesus Cristo, Sumo e Eterno Sacerdote e Bom Pastor. Tamb&eacute;m pe&ccedil;o a todos os outros irm&atilde;os no sacerd&oacute;cio que os tenham presentes, na estima e na ora&ccedil;&atilde;o. Na pr&oacute;xima Quinta-feira Santa t&ecirc;-los-emos connosco, no dia do sacerd&oacute;cio, renovando o nosso SIM a Jesus Cristo e na Igreja.<\/p>\n<p>Celebram os 50 anos:<\/p>\n<p>&nbsp;&#8211; Pe. &Aacute;lvaro Dias Arede<\/p>\n<p>&nbsp;&#8211; Pe. Ant&oacute;nio Baptista Lopes<\/p>\n<p>&nbsp;&#8211; Pe. Ant&oacute;nio da Costa Ferreira de Carvalho<\/p>\n<p>&nbsp;&#8211; Pe. Ant&oacute;nio de Sousa Fernandes<\/p>\n<p>&nbsp;&#8211; Pe. Ant&oacute;nio Martins Correia<\/p>\n<p>&nbsp;&#8211; Pe. Jos&eacute; dos Santos Quinteiro Lopes<\/p>\n<p>&nbsp;&#8211; Pe. Manuel Cardoso J&uacute;nior<\/p>\n<p>Celebram os 25 anos:<\/p>\n<p>&nbsp;&#8211; Pe. Manuel Moreira de Matos<\/p>\n<p>&nbsp;&#8211; Pe. M&aacute;rio Lopes Dias<\/p>\n<p>&nbsp;&#8211; Pe. Raimundo Elias Filho<\/p>\n<p>Viseu, 1 de setembro do Ano da F&eacute; &ndash; 2012-2013<\/p>\n<p><em>Il&iacute;dio, convosco irm&atilde;o na F&eacute; e no Presbit&eacute;rio e bispo de Viseu&nbsp;<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Car&iacute;ssimos sacerdotes da Igreja Particular de Viseu, o Ano Pastoral que agora iniciamos &eacute; um belo presente de Deus que quero viver e vos convido a acolher, em a&ccedil;&atilde;o de gra&ccedil;as, vivendo-o com alegria e entusiasmo e ajudando todos os crist&atilde;os da nossa Igreja a descobrir as riquezas que lhes s&atilde;o dadas a conhecer, a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[109,127,184,246,267,282,91,292,294,314],"class_list":["post-58145","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-ano-da-fe","tag-catequese","tag-diocese-de-viseu","tag-liturgia","tag-natal","tag-pastoral-social","tag-quaresma","tag-religiosidade-popular","tag-sacramentos","tag-solidariedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58145","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=58145"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58145\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=58145"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=58145"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=58145"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}