{"id":58006,"date":"2012-09-11T09:50:23","date_gmt":"2012-09-11T09:50:23","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2012\/09\/11\/religiao-catolicos-sos-e-de-espiritualidade-pouco-fundamentada-sao-mais-vulneraveis-as-seitas-dizem-bispos\/"},"modified":"2012-09-11T09:50:23","modified_gmt":"2012-09-11T09:50:23","slug":"religiao-catolicos-sos-e-de-espiritualidade-pouco-fundamentada-sao-mais-vulneraveis-as-seitas-dizem-bispos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/religiao-catolicos-sos-e-de-espiritualidade-pouco-fundamentada-sao-mais-vulneraveis-as-seitas-dizem-bispos\/","title":{"rendered":"Religi\u00e3o: Cat\u00f3licos s\u00f3s e de espiritualidade pouco fundamentada s\u00e3o mais vulner\u00e1veis \u00e0s seitas, dizem bispos"},"content":{"rendered":"<p>Comunidades devem desenvolver \u00abrela\u00e7\u00f5es pr\u00f3ximas de fraternidade\u00bb, consideram bispos lus\u00f3fonos reunidos em Timor <!--more--> <\/p>\n<p>D&iacute;li, 10 set 2012 (Ecclesia) &ndash; Os cat&oacute;licos s&oacute;s e de espiritualidade pouco fundamentada s&atilde;o mais vulner&aacute;veis &agrave;s seitas, consideram os bispos que participaram no 10.&ordm; encontro das Confer&ecirc;ncias Episcopais de pa&iacute;ses de l&iacute;ngua oficial portuguesa, que terminou esta segunda-feira em D&iacute;li.<\/p>\n<p>A incid&ecirc;ncia dos novos movimentos religiosos &ldquo;recai mais entre cat&oacute;licos cuja f&eacute; n&atilde;o assenta sobre um encontro pessoal com Cristo e o seu corpo eclesial, nem se traduziu numa verdadeira inicia&ccedil;&atilde;o &agrave; vida em Cristo&rdquo;, refere o comunicado final da reuni&atilde;o, enviado &agrave; Ag&ecirc;ncia ECCLESIA.<\/p>\n<p>Os prelados presentes no encontro dedicado ao tema &lsquo;O desafio das seitas, no horizonte da nova evangeliza&ccedil;&atilde;o&rsquo; frisam que &ldquo;os cat&oacute;licos mais sens&iacute;veis &agrave;s novas propostas religiosas s&atilde;o os que se sentem mais s&oacute;s e indefesos perante os problemas que a vida lhes levanta&rdquo;.<\/p>\n<p>A Igreja &eacute; chamada a apresentar a f&eacute; e a moral com &ldquo;mais clareza&rdquo;, ao mesmo tempo que deve insistir na inicia&ccedil;&atilde;o crist&atilde;, assinala o documento, que tamb&eacute;m vinca a necessidade de &ldquo;promover iniciativas de forma&ccedil;&atilde;o aos diversos n&iacute;veis&rdquo;, dado que &ldquo;a ignor&acirc;ncia &eacute; porta para todos os erros&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;Requerem-se tamb&eacute;m comunidades mais convivenciais, com rela&ccedil;&otilde;es pr&oacute;ximas de fraternidade, atentas a cada um dos seus membros, sobretudo aos que, de algum modo, mais sofrem&rdquo;, acrescentam os respons&aacute;veis, entre os quais o bispo do Porto e vice-presidente da Confer&ecirc;ncia Episcopal Portuguesa, D. Manuel Clemente.<\/p>\n<p>Os participantes foram recebidos pelo presidente da Rep&uacute;blica, Taur Matan Ruak, que sublinhou as &ldquo;&lsquo;&oacute;timas rela&ccedil;&otilde;es&rsquo; existentes entre o Estado timorense e a Igreja&rdquo;, assim como a &ldquo;relevante import&acirc;ncia&rdquo; dos cat&oacute;licos &ldquo;para a paz e o progresso&rdquo; do pa&iacute;s, indica o comunicado.<\/p>\n<p>O primeiro-ministro, Xanana Gusm&atilde;o, tamb&eacute;m reuniu com as delega&ccedil;&otilde;es para apresentar as prioridades do Governo para os pr&oacute;ximos anos.<\/p>\n<p>D. Manuel Clemente presidiu no domingo &agrave; missa na Catedral de D&iacute;li, celebra&ccedil;&atilde;o &ldquo;particularmente significativa&rdquo; que assinalou 450 anos de evangeliza&ccedil;&atilde;o de Timor.<\/p>\n<p>&ldquo;Fomos testemunhas da f&eacute; de um povo, que passou por tempos duros de guerra e persegui&ccedil;&atilde;o, mas que se tem mantido fiel a Jesus Cristo, contribuindo eficazmente para a identidade cultural de uma na&ccedil;&atilde;o livre, que este ano celebra o 10.&ordm; anivers&aacute;rio da sua independ&ecirc;ncia&rdquo;, acentuam os prelados.<\/p>\n<p>O <a href=\"noticia.pl?id=92392\" target=\"_blank\">texto<\/a> destaca igualmente que &ldquo;as altas autoridades da Na&ccedil;&atilde;o assumem o testemunho p&uacute;blico da sua f&eacute;&rdquo;.<\/p>\n<p>Os padres Manuel Moruj&atilde;o, porta-voz do episcopado, e Jos&eacute; Maia, presidente da Funda&ccedil;&atilde;o F&eacute; e Coopera&ccedil;&atilde;o (FEC), organiza&ccedil;&atilde;o respons&aacute;vel pela prepara&ccedil;&atilde;o e acompanhamento dos encontros dos episcopados lus&oacute;fonos, completaram a delega&ccedil;&atilde;o portuguesa.<\/p>\n<p>A iniciativa que come&ccedil;ou a 6 de setembro contou com a participa&ccedil;&atilde;o de representantes de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guin&eacute;-Bissau, Mo&ccedil;ambique, S&atilde;o Tom&eacute; e Pr&iacute;ncipe e Timor-Leste.<\/p>\n<p>A assembleia decidiu que os encontros de bispos lus&oacute;fonos ser&atilde;o organizados rotatitavemente a cada dois anos, realizando-se o pr&oacute;ximo em Angola, no segundo semestre de 2013, anuncia o padre Jos&eacute; Maia em nota enviada hoje &agrave; Ag&ecirc;ncia ECCLESIA.<\/p>\n<p>Os participantes pediram &agrave; FEC que enviasse &agrave; Secretaria de Estado da Coopera&ccedil;&atilde;o do Governo portugu&ecirc;s &#8220;uma mensagem de reconhecimento e apre&ccedil;o pelos apoios concedidos a v&aacute;rios projetos de desenvolvimento que decorrem em pa&iacute;ses lus&oacute;fonos, em parceria com as Igrejas Locais&#8221;.<\/p>\n<p>O documento &#8220;ressalva que uma descontinuidade neste apoio poder&aacute; comprometer todo o trabalho realizado ao longo de v&aacute;rios anos&#8221;.<\/p>\n<p><em>RJM<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Comunidades devem desenvolver \u00abrela\u00e7\u00f5es pr\u00f3ximas de fraternidade\u00bb, consideram bispos lus\u00f3fonos reunidos em 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