{"id":57267,"date":"2012-07-04T14:47:48","date_gmt":"2012-07-04T14:47:48","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2012\/07\/04\/coimbra-igreja-evocou-rainha-santa-isabel\/"},"modified":"2012-07-04T14:47:48","modified_gmt":"2012-07-04T14:47:48","slug":"coimbra-igreja-evocou-rainha-santa-isabel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/coimbra-igreja-evocou-rainha-santa-isabel\/","title":{"rendered":"Coimbra: Igreja evocou Rainha Santa Isabel"},"content":{"rendered":"<p>D. Virg\u00edlio Antunes presidiu pela primeira vez \u00e0 missa que celebra festa lit\u00fargica da padroeira da cidade <!--more--> <\/p>\n<p>Coimbra, 04 jul 2012 (Ecclesia) &ndash; O bispo de Coimbra presidiu hoje, pela primeira vez, &agrave; missa que evoca a padroeira da cidade, a Rainha Santa Isabel de Portugal, de quem recordou a a&ccedil;&atilde;o em favor dos pobres.<\/p>\n<p>A monarca (c. 1271-1336) &ldquo;n&atilde;o fugiu a nada do que ocupa e preocupa a sociedade: da economia &agrave; pol&iacute;tica, das rela&ccedil;&otilde;es familiares &agrave;s rela&ccedil;&otilde;es entre os povos, da guerra &agrave; paz&rdquo;, declarou D. Virg&iacute;lio Antunes na celebra&ccedil;&atilde;o realizada no Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, onde Santa Isabel est&aacute; sepultada.<\/p>\n<p>No dia que a Igreja Cat&oacute;lica dedica &agrave; mem&oacute;ria lit&uacute;rgica de Santa Isabel e em que Coimbra assinala o seu feriado municipal, o prelado afirmou na homilia, enviada &agrave; Ag&ecirc;ncia ECCLESIA, que a rainha foi exemplo da interven&ccedil;&atilde;o dos crist&atilde;os &ldquo;nas realidades seculares, onde se joga o desenvolvimento, o progresso e a paz&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;H&aacute; quem continue a pensar&rdquo; que o cristianismo &eacute; uma religi&atilde;o centrada &ldquo;na salva&ccedil;&atilde;o da alma depois da morte&rdquo;, apontou, para a seguir acentuar que &ldquo;n&atilde;o h&aacute; uma dicotomia perniciosa entre o amor a Deus e o amor ao pr&oacute;ximo, como se fossem concorrentes um do outro&rdquo;.&nbsp;<\/p>\n<p>Depois de sublinhar que Santa Isabel &eacute; &ldquo;um grande emblema de Coimbra e de Portugal&rdquo;, o bispo frisou que a vida da rainha enquanto &#8220;mulher, esposa e m&atilde;e de fam&iacute;lia&rdquo; constitui &ldquo;um acontecimento &iacute;mpar que importa celebrar, porque &eacute; a consagra&ccedil;&atilde;o da pessoa humana repleta dos maiores e mais belos sentimentos&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;Faltam-nos &iacute;cones de amor e esta falta constitui o grande problema da humanidade, do qual nascem todos os outros problemas que, com raz&atilde;o, afligem o nosso mundo e o deixam sem alegria nem esperan&ccedil;a&rdquo;, salientou o respons&aacute;vel da Igreja Cat&oacute;lica em Portugal pelo setor das voca&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>D. Virg&iacute;lio Antunes vincou que &ldquo;&eacute; urgente contrariar um esp&iacute;rito de ego&iacute;smo&rdquo; instalado na fam&iacute;lia e na sociedade, onde &ldquo;se foge dos outros, em nome da preserva&ccedil;&atilde;o de uma privacidade, que se torna um doentio individualismo&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;Falta a fibra dos santos, cheios de humanidade e cheios de Deus, mas bem imersos no mundo, porventura com as m&atilde;os sujas nas causas mais prementes ou com o nome posto em causa nas colunas do politicamente correto&#8221;, <a href=\"noticia.pl?id=91639\" target=\"_blank\">disse<\/a>.<\/p>\n<p>A &#8220;Rainha Santa&#8221; era filha dos reis de Arag&atilde;o, atual Espanha, tendo casado com D. Dinis, rei de Portugal.<\/p>\n<p>A sua fama de santidade, alicer&ccedil;ada na aten&ccedil;&atilde;o aos pobres, nasceu logo ap&oacute;s a sua morte em Estremoz, no ano de 1336, quando mediava o acordo de paz entre o filho e o genro.<\/p>\n<p>A descri&ccedil;&atilde;o do milagre mais conhecido de Santa Isabel come&ccedil;a por referir que foi surpreendida pelo marido a levar alimento aos pobres, costume que D. Dinis lhe tinha proibido.<\/p>\n<p>De acordo com a narrativa inspirada em feitos atribu&iacute;dos &agrave; sua tia-av&oacute;, Santa Isabel da Hungria, o monarca obrigou a &#8220;Rainha Santa&#8221; a destapar a cesta onde, em segredo, tinha guardado p&atilde;es, mas ao verificar o seu conte&uacute;do apenas encontrou rosas.<\/p>\n<p>Depois da beatifica&ccedil;&atilde;o, em 1516, o seu culto colheu a devo&ccedil;&atilde;o de reis e pr&iacute;ncipes, e no ano de 1625 foi declarada santa (canonizada).<\/p>\n<p><em>RJM\/OC<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>D. 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