{"id":57149,"date":"2012-06-26T15:36:50","date_gmt":"2012-06-26T15:36:50","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2012\/06\/26\/algarve-padre-responsavel-pela-pastoral-do-turismo-sublinha-contrastes-culturais-e-religiosos-da-regiao\/"},"modified":"2012-06-26T15:36:50","modified_gmt":"2012-06-26T15:36:50","slug":"algarve-padre-responsavel-pela-pastoral-do-turismo-sublinha-contrastes-culturais-e-religiosos-da-regiao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/algarve-padre-responsavel-pela-pastoral-do-turismo-sublinha-contrastes-culturais-e-religiosos-da-regiao\/","title":{"rendered":"Algarve: Padre respons\u00e1vel pela Pastoral do Turismo sublinha contrastes culturais e religiosos da regi\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>Junto \u00e0 praia \u00abacorda-se tarde, porque as noites s\u00e3o grandes\u00bb, enquanto que na serra \u00abacorda-se cedo, porque \u00e9 pela fresca que se trabalha no campo\u00bb <!--more--> <\/p>\n<p>Faro, 26 jun 2012 (Ecclesia) &ndash; O padre que coordena a Pastoral do Turismo da Diocese do Algarve elogia os contrastes culturais de uma regi&atilde;o que vive a dois tempos, entre a agita&ccedil;&atilde;o do litoral e o sil&ecirc;ncio do interior.<\/p>\n<p>Junto &agrave; praia &ldquo;acorda-se tarde, porque as noites s&atilde;o grandes e divertidas&rdquo;, enquanto que na serra &ldquo;acorda-se cedo, porque &eacute; pela fresca que se trabalha no campo, na tiragem da corti&ccedil;a, na apanha da am&ecirc;ndoa, do figo ou da m&iacute;tica alfarroba&rdquo;, escreve o padre Miguel Neto na edi&ccedil;&atilde;o de hoje do Seman&aacute;rio Ag&ecirc;ncia ECCLESIA.<\/p>\n<p>O sacerdote, que tamb&eacute;m dirige o setor das comunica&ccedil;&otilde;es sociais da diocese, lembra a atividade dos pescadores, &ldquo;que passam noites inteiras &lsquo;ao de cima d&rsquo;&aacute;gua&rsquo;, longe das suas fam&iacute;lias, mas sempre com elas no pensamento&rdquo;.<\/p>\n<p>A faina &ldquo;&eacute; o trabalho mais ingrato que existe&rdquo;: &ldquo;Poucos imaginam o que custa &lsquo;andar embarcado&rsquo;, passando noites sem dormir, sentindo que o fruto do seu trabalho &eacute; frequentemente desvalorizado, apesar de chegar ao mercado, aos restaurantes e &agrave;s nossas casas a altos pre&ccedil;os&rdquo;, sublinha.<\/p>\n<p>As &ldquo;festas religiosas, populares e comunit&aacute;rias&rdquo; marcam os habitantes das serranias e daqueles &ldquo;que sobem do litoral &agrave; terra m&atilde;e&rdquo; para reviver a identidade do lugar onde nasceram&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;Quem &eacute; da serra e vive a serra f&aacute;-lo por gosto, porque &eacute; ali que est&atilde;o as suas ra&iacute;zes e, em muitos casos, &eacute; para ali que pensa regressar quando tiver acabado o per&iacute;odo de ex&iacute;lio l&aacute; em baixo, no Algarve dos turistas&rdquo;, assinala.<\/p>\n<p>A dimens&atilde;o religiosa est&aacute; tamb&eacute;m presente nos pescadores: &ldquo;Para muitos &ndash; aqueles que a sentem e a vivem e viveram por dentro &ndash;, essa f&eacute; &eacute; a certeza da prote&ccedil;&atilde;o divina, indiferente &agrave;s m&uacute;ltiplas conce&ccedil;&otilde;es teol&oacute;gicas, que muitas vezes nos separam de Deus e da simplicidade do Seu Amor&rdquo;.<\/p>\n<p>O artigo publicado no dossier do Seman&aacute;rio, dedicado &agrave; Diocese do Algarve, nota igualmente as diferen&ccedil;as nos festejos entre o litoral e o interior, com a celebra&ccedil;&atilde;o na serra a ser, segundo o padre Miguel Neto, &ldquo;algo exclusivamente comunit&aacute;rio e involuntariamente intimista&rdquo;.<\/p>\n<p>As festas dos pescadores, por seu lado, est&atilde;o a ganhar &ldquo;um car&aacute;ter globalizante no que toca aos festejos mais profanos, com gente de todo o lado a apreciar aquilo que &eacute; pr&oacute;prio da gastronomia e dos divertimentos mar&iacute;timos, como os tradicionais jogos de mar&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;Ainda assim, na maioria dos casos, a parte da festa mais dedicada &agrave; viv&ecirc;ncia crist&atilde; da vida mar&iacute;tima continua a ter um car&aacute;ter mais local e comunit&aacute;rio, embora com gente de todo o lado a olhar de fora, por exemplo, as tradicionais prociss&otilde;es junto do mar&rdquo;, acrescenta.<\/p>\n<p>O respons&aacute;vel conclui o <a href=\"noticia.pl?&amp;id=91511\" target=\"_blank\">artigo<\/a> referindo-se ao Algarve como uma regi&atilde;o de &ldquo;contrastes&rdquo; que oferece &ldquo;a amabilidade das suas gentes, a riqueza da sua terra e do seu mar, o calor do seu sol, a tranquilidade e o descanso, que a serra e o mar proporcionam em medidas distintas&rdquo;.<\/p>\n<p><em>RJM<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Junto \u00e0 praia \u00abacorda-se tarde, porque as noites s\u00e3o grandes\u00bb, enquanto que na serra \u00abacorda-se cedo, porque \u00e9 pela fresca que se trabalha no campo\u00bb<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[185,320],"class_list":["post-57149","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-diocese-do-algarve","tag-turismo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/57149","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=57149"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/57149\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=57149"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=57149"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=57149"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}