{"id":56750,"date":"2012-05-29T11:08:07","date_gmt":"2012-05-29T11:08:07","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2012\/05\/29\/acores-precisam-de-um-sinodo\/"},"modified":"2012-05-29T11:08:07","modified_gmt":"2012-05-29T11:08:07","slug":"acores-precisam-de-um-sinodo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/acores-precisam-de-um-sinodo\/","title":{"rendered":"A\u00e7ores precisam de um S\u00ednodo"},"content":{"rendered":"<p>D. Ant\u00f3nio de Sousa Braga tem 71 anos e \u00e9 bispo de Angra h\u00e1 dezasseis. Em entrevista \u00e0 Ag\u00eancia ECCLESIA diz que sacerdotes dos A\u00e7ores podem vir a trabalhar no continente e que gostaria de ter realizado na diocese um s\u00ednodo que dinamizasse as lideran\u00e7as em cada \u201cUnidade Pastoral Ilha\u201d. <!--more--> <\/p>\n<p><em>Ag&ecirc;ncia Ecclesia &#8211; Ap&oacute;s dezasseis anos como bispo residencial, &eacute; poss&iacute;vel coordenar com mais seguran&ccedil;a o trabalho de uma diocese dispersa?<\/em><\/p>\n<p><em>D. Ant&oacute;nio de Sousa Braga &#8211;<\/em> Estou h&aacute; dezasseis anos como bispo residencial dos A&ccedil;ores e conhe&ccedil;o bastante a sua realidade, que ignorava por ter feito a minha vida religiosa e sacerdotal fora do arquip&eacute;lago. Fui educado na religiosidade, na cultura a&ccedil;oriana e na &ldquo;a&ccedil;oraneidade&rdquo;. Isso d&aacute;-me a possibilidade de compreender melhor o nosso povo e de procurar caminhos de respostas &agrave;s express&otilde;es da vida religiosa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>AE &#8211; Que balan&ccedil;o faz?<\/em><\/p>\n<p><em>ASB &#8211;<\/em> Depois destes anos, quando praticamente j&aacute; estou no final do meu servi&ccedil;o episcopal &ndash; daqui a quatro ou cinco anos espero que haja um bispo novo &ndash; o balan&ccedil;o que posso fazer &eacute; de que n&atilde;o conseguimos neste arco de tempo dar as respostas que consideramos necess&aacute;rias para os tempos que correm.<\/p>\n<p>Vivemos numa mudan&ccedil;a de &eacute;poca, num per&iacute;odo de transi&ccedil;&atilde;o: sa&iacute;mos de um esquema muito bem estabelecido e ainda n&atilde;o sabemos como ser&aacute;, n&atilde;o temos receitas!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>AE &#8211; O que &eacute; que gostava de ter feito?<\/em><\/p>\n<p><em>ASB &#8211;<\/em> Gostava que tiv&eacute;ssemos conseguido realizar um s&iacute;nodo.<\/p>\n<p>A diocese existe desde 1534 e ao longo da sua hist&oacute;ria s&oacute; realizou um. Os desafios pastorais s&atilde;o t&atilde;o grandes que acho que &eacute; necess&aacute;rio prever a realiza&ccedil;&atilde;o de um s&iacute;nodo para tomarmos consci&ecirc;ncia da realidade no mundo de hoje: as ilhas j&aacute; n&atilde;o est&atilde;o isoladas e vivemos num territ&oacute;rio geogr&aacute;fico descont&iacute;nuo, n&atilde;o podendo por isso seguir esquemas de outras dioceses do continente.<\/p>\n<p>Eu teria desejado que n&oacute;s cheg&aacute;ssemos a realizar um s&iacute;nodo mas n&atilde;o foi poss&iacute;vel. O que at&eacute; n&atilde;o ser&aacute; negativo porque decorre na Igreja universal, e em Portugal, um caminho de renova&ccedil;&atilde;o, nomeadamente com o S&iacute;nodo dos Bispos para a Nova Evangeliza&ccedil;&atilde;o [de 7 a 28 de outubro de 2012, no Vaticano], de onde sair&atilde;o orienta&ccedil;&otilde;es que ajudar&atilde;o as Igrejas particulares a encontrar o seu caminho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>AE &ndash; A realiza&ccedil;&atilde;o de um s&iacute;nodo ser&aacute; a melhor metodologia para dar unidade &agrave; coordena&ccedil;&atilde;o pastoral num territ&oacute;rio que &eacute; uma diocese, mas com nove ilhas?<\/em><\/p>\n<p><em>ASB &ndash;<\/em> Pela minha experi&ecirc;ncia nestes dezasseis anos temos de fazer uma grande aposta na Unidade Pastoral Ilha. Cada Ilha tem de ter uma coordena&ccedil;&atilde;o e orienta&ccedil;&atilde;o pastoral. Claro que tem de haver linhas gerais, mas a serem concretizadas em cada uma.<\/p>\n<p>N&oacute;s formamos uma unidade, tendo a diocese contribu&iacute;do para essa ideia de unidade dos A&ccedil;ores; mas cada Ilha, mesmo do ponto de vista religioso, tem tradi&ccedil;&otilde;es pr&oacute;prias e &eacute; diferente. Tem, por isso, de formar uma unidade pastoral.<\/p>\n<p>O grande problema &eacute; encontrar, em cada ilha, l&iacute;deres que sejam capazes de orientar e aplicar &agrave; pr&oacute;pria realidade as orienta&ccedil;&otilde;es da diocese.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>AE &ndash; Seria preciso um bispo para cada ilha?<\/em><\/p>\n<p><em>ASB &ndash;<\/em> N&atilde;o&#8230; N&oacute;s j&aacute; temos em cada ilha a Ouvidoria, correspondente ao arciprestado. Em S&atilde;o Miguel, por exemplo, h&aacute; oito.<\/p>\n<p>O Ouvidor &eacute; uma figura que, em comunh&atilde;o com o bispo, orienta a pastoral, porque esta joga-se na Unidade Pastoral Ilha.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>AE &ndash; Brevemente vai ordenar seis sacerdotes diocesanos e um franciscano&hellip;<\/em><\/p>\n<p><em>ASB &ndash;<\/em> Nestes dezasseis anos j&aacute; ordenei cerca de 40 sacerdotes (n&atilde;o &eacute; m&eacute;rito meu, pois colho o que outros semearam). Ordenei uma m&eacute;dia de tr&ecirc;s por ano.<\/p>\n<p>&Eacute; um grupo significativo, que corresponde &agrave;s necessidades da Igreja. E eu procuro fazer ver &agrave; diocese que temos de estar abertos &agrave;s necessidades da Igreja universal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>AE &ndash; A diocese poderia enviar sacerdotes em miss&atilde;o, por exemplo para o continente?<\/em><\/p>\n<p><em>ASB &ndash;<\/em> Sim, mas depois de reorganizar a pastoral. N&oacute;s ainda estamos muito ligados &agrave; pastoral paroquial, onde as pessoas est&atilde;o habituadas a ter o seu p&aacute;roco. Em propor&ccedil;&atilde;o populacional temos bastantes padres. Por isso temos obriga&ccedil;&atilde;o de ajudar a Igreja universal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>AE &ndash; De que forma prepara as lideran&ccedil;as de que sente falta?<\/em><\/p>\n<p><em>ASB &ndash;<\/em> Sensibilizamos e motivamos os padres em cada Ouvidoria. Mas &eacute; muito dif&iacute;cil a um sacerdote ser o l&iacute;der e orientador dos colegas. E creio que &eacute; necess&aacute;rio procurar novas gera&ccedil;&otilde;es, no Semin&aacute;rio, para uma maior lideran&ccedil;a.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>AE &ndash; Com tempos de forma&ccedil;&atilde;o no exterior tamb&eacute;m?<\/em><\/p>\n<p><em>ASB &ndash;<\/em> Como temos o Semin&aacute;rio com aulas internas e um quadro de professores pr&oacute;prio, temos por tradi&ccedil;&atilde;o mandar formar v&aacute;rios padres nas universidades romanas, depois de alguns anos de experi&ecirc;ncia pastoral.<\/p>\n<p>Neste momento temos de resolver o problema da filia&ccedil;&atilde;o do Semin&aacute;rio &agrave; Faculdade de Teologia da Universidade Cat&oacute;lica Portuguesa, para garantir o t&iacute;tulo acad&eacute;mico aos alunos que frequentam o curso no Semin&aacute;rio, o que ainda n&atilde;o temos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>AE &ndash; Quer isso dizer que o curso n&atilde;o &eacute; reconhecido academicamente?<\/em><\/p>\n<p><em>ASB &ndash; <\/em>N&atilde;o. At&eacute; h&aacute; uns anos o curso era equiparado a bacharelato mas agora esse t&iacute;tulo n&atilde;o existe. Estamos em conversa&ccedil;&otilde;es com a Faculdade de Teologia para assegurar uma liga&ccedil;&atilde;o que garanta aos sacerdotes que, quando terminam o seu curso, tenham o t&iacute;tulo acad&eacute;mico.<\/p>\n<p>Espero ter esta quest&atilde;o resolvida antes de sair da diocese.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Ilhas cada vez mais pequenas<\/strong><\/p>\n<p><em>AE&nbsp;&ndash; Em tempos de crise, a pobreza e o desemprego est&atilde;o a afetar particularmente a diocese?<\/em><\/p>\n<p><em>ASB&nbsp;&ndash;<\/em> Nalgumas Ilhas sim, nomeadamente em S&atilde;o Miguel, onde a constru&ccedil;&atilde;o parou.<\/p>\n<p>Penso que h&aacute; situa&ccedil;&otilde;es novas: a pobreza envergonhada, gente que estava mais ou menos bem e agora est&aacute; no desemprego.<\/p>\n<p>Os A&ccedil;ores s&atilde;o uma regi&atilde;o pobre e muito dependente do exterior. Se faltar o apoio do exterior os A&ccedil;ores v&atilde;o encontrar algumas dificuldades.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>AE &ndash; A emigra&ccedil;&atilde;o est&aacute; a aumentar?<\/em><\/p>\n<p><em>ASB &#8211;<\/em> N&atilde;o tenho estat&iacute;sticas. Fala-se, nalgumas Ilhas, que os jovens n&atilde;o est&atilde;o a voltar. O que j&aacute; acontecia: jovens que acabam os cursos e n&atilde;o regressam para as suas ilhas por n&atilde;o existirem postos de trabalho para os cursos que realizaram. Por isso as ilhas pequenas est&atilde;o a ficar sem jovens, que v&atilde;o para as maiores, ficam no continente ou v&atilde;o para a Europa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>AE &ndash; A n&atilde;o ado&ccedil;&atilde;o de medidas de austeridade t&atilde;o fortes na Regi&atilde;o como noutros pontos do pa&iacute;s pode ter ajudado a n&atilde;o serem t&atilde;o vis&iacute;veis as consequ&ecirc;ncias da atual situa&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mico-financeira?<\/em><\/p>\n<p><em>ASB &ndash;<\/em> O desemprego ter&aacute; aumentado nos &uacute;ltimos meses&hellip;<\/p>\n<p>H&aacute; um esfor&ccedil;o da parte do Governo e das empresas, que est&atilde;o a ser apoiadas pelo Executivo, para n&atilde;o eliminarem postos de trabalho.<\/p>\n<p>H&aacute; a consci&ecirc;ncia de que &eacute; necess&aacute;rio garantir &agrave; Regi&atilde;o postos de trabalho. Costumo at&eacute; dizer, quando falo &agrave;s IPSS, Santas Casas e Centros Sociais Paroquiais, que as Obras de Miseric&oacute;rdia j&aacute; n&atilde;o s&atilde;o 14, mas 15. E a 15&ordf; &eacute; criar postos de trabalho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>AE &ndash; Ainda n&atilde;o se ter&aacute; sentido muito a austeridade nos A&ccedil;ores?<\/em><\/p>\n<p><em>ASB &ndash;<\/em> A impress&atilde;o que tenho &ndash; e viajo bastante de ilha para ilha &ndash; &eacute; que as medidas de austeridade que t&ecirc;m um impacto mais duro se sentem nos A&ccedil;ores como no continente. N&atilde;o quero trair os meus conterr&acirc;neos dizendo que n&atilde;o h&aacute; dificuldades. Elas existem. N&oacute;s somos uma regi&atilde;o pobre e aguentamos mais algumas dificuldades! Mas tudo tem os seus limites. Precisamos que Portugal n&atilde;o nos deixe. Somos uma Regi&atilde;o Aut&oacute;noma mas fazemos parte de Portugal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>AE &ndash; O que &eacute; que espera das pr&oacute;ximas elei&ccedil;&otilde;es regionais?<\/em><\/p>\n<p><em>ASB &ndash; <\/em>Espero que o povo v&aacute; votar. N&atilde;o gosto nada que a absten&ccedil;&atilde;o cres&ccedil;a.<\/p>\n<p>A maioria do povo a&ccedil;oriano &eacute; cat&oacute;lica e a f&eacute; crist&atilde; deve formar cidad&atilde;os intervenientes e ativos, sendo a primeira obriga&ccedil;&atilde;o participar no ato eleitoral. Espero que participem e que diminua a absten&ccedil;&atilde;o, bastante elevada h&aacute; quatro anos, e que as pessoas ven&ccedil;am a desconfian&ccedil;a na pol&iacute;tica e votem em quem acham que pode conduzir os A&ccedil;ores nestes pr&oacute;ximos anos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>AE &ndash; Nestas elei&ccedil;&otilde;es regionais poder&aacute; acontecer uma mudan&ccedil;a de ciclo pol&iacute;tico nos A&ccedil;ores?<\/em><\/p>\n<p><em>ASB &ndash;<\/em> N&atilde;o sei. O povo &eacute; quem mais ordena&hellip;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Valorizar a Religiosidade popular<\/strong><\/p>\n<p><em>AE &ndash; A religiosidade popular dos a&ccedil;orianos contribui para a dinamiza&ccedil;&atilde;o pastoral na diocese?<\/em><\/p>\n<p><em>ASB &ndash;<\/em> Sim. &Eacute; um &oacute;timo ponto de partida para uma verdadeira evangeliza&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Podemos dizer que, al&eacute;m da programa&ccedil;&atilde;o pastoral que a diocese promove, h&aacute; j&aacute; um programa feito ao ritmo da religiosidade popular, que temos de valorizar e evangelizar.<\/p>\n<p>Estou convencido que a nova evangeliza&ccedil;&atilde;o tem muitas oportunidades no reconhecimento dos valores reais da f&eacute; crist&atilde; que existem nas manifesta&ccedil;&otilde;es de religiosidade popular.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>AE &ndash; Com a visita &agrave; diocese de D. Rino Passigato, n&uacute;ncio apost&oacute;lico, aconteceu essa valoriza&ccedil;&atilde;o da religiosidade popular?<\/em><\/p>\n<p><em>ASB &ndash;<\/em> Sim. O facto de o senhor n&uacute;ncio apost&oacute;lico ter sido convidado a presidir &agrave;s festas do Senhor Santo Cristo, em Ponta Delgada, exprime o apre&ccedil;o que a Igreja tem pela religiosidade popular e o esfor&ccedil;o que tem de fazer por a orientar. D. Rino Passigato, nas oportunidades de prega&ccedil;&atilde;o, procurou precisamente dar orienta&ccedil;&otilde;es nesse sentido.<\/p>\n<p>Aproveit&aacute;mos a ida do n&uacute;ncio apost&oacute;lico a Ponta Delgada para realizar a visita oficial &agrave; diocese. Esteve nas Ilhas da Terceira, Pico e Faial, onde teve oportunidade de testemunhar o nosso compromisso de viver cada vez mais e melhor a nossa liga&ccedil;&atilde;o ao Papa (o n&uacute;ncio veio enquanto representante do Papa).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>AE &ndash; Que balan&ccedil;o faz da visita?<\/em><\/p>\n<p><em>ASB &ndash; <\/em>Positivo porque o senhor n&uacute;ncio p&ocirc;de ver um pouco a nossa realidade: esteve em quatro ilhas, em oito dias, e experimentou a instabilidade no nosso clima. Por outro lado foi uma boa ocasi&atilde;o porque na semana anterior ao Senhor Santo Cristo decorreu o Conselho Presbiteral anual e, na semana seguinte, a reuni&atilde;o dos Ouvidores das diversas ilhas. Eram reuni&otilde;es previstas que contaram com a presen&ccedil;a do senhor n&uacute;ncio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>AE &ndash; O inqu&eacute;rito sobre Identidades Religiosas em Portugal n&atilde;o se realizou na Diocese de Angra, como na do Funchal. Acha que os resultados estar&atilde;o em sintonia com os do Continente ou ter&iacute;amos surpresas?<\/em><\/p>\n<p><em>ASB &ndash;<\/em> A realidade dos A&ccedil;ores deve ser semelhante &agrave; do Norte de Portugal. N&atilde;o tem compara&ccedil;&atilde;o com Lisboa e Vale do Tejo.<\/p>\n<p>At&eacute; agora n&atilde;o se realizou&hellip;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>AE &ndash; J&aacute; tem indica&ccedil;&otilde;es de quando se realizar&aacute;?<\/em><\/p>\n<p><em>ASB &ndash;<\/em> O mais breve poss&iacute;vel, para que n&atilde;o haja muito desfasamento em rela&ccedil;&atilde;o ao continente.<\/p>\n<p>Pelo que sei a amostra est&aacute; bem constitu&iacute;da. O estudo vai ser feito em tr&ecirc;s ilhas; cada uma representa a diocese no que respeita &agrave; pr&aacute;tica religiosa: S&atilde;o Miguel est&aacute; acima da m&eacute;dia, o Faial, e a que est&aacute; abaixo da m&eacute;dia, a Terceira.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>AE &ndash; A valoriza&ccedil;&atilde;o da religiosidade popular poder&aacute; evidenciar-se neste inqu&eacute;rito?<\/em><\/p>\n<p><em>ASB &ndash;<\/em> Creio que sim porque inclui perguntas muito interessantes sobre as representa&ccedil;&otilde;es religiosas e a sensibilidade pessoal.<\/p>\n<p>Veremos, por isso, que mesmo que as pessoas n&atilde;o sejam praticantes regulares t&ecirc;m uma sensibilidade e uma representa&ccedil;&atilde;o crist&atilde;s.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>D. Ant\u00f3nio de Sousa Braga tem 71 anos e \u00e9 bispo de Angra h\u00e1 dezasseis. 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