{"id":56749,"date":"2012-05-29T10:54:43","date_gmt":"2012-05-29T10:54:43","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2012\/05\/29\/uma-diocese-em-nove-ilhas\/"},"modified":"2012-05-29T10:54:43","modified_gmt":"2012-05-29T10:54:43","slug":"uma-diocese-em-nove-ilhas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/uma-diocese-em-nove-ilhas\/","title":{"rendered":"Uma diocese em nove Ilhas"},"content":{"rendered":"<p>Padre Cipriano Pacheco, Membro do Conselho Episcopal da Diocese de Angra <!--more--> <\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">Pode dizer-se que a natureza arquipel&aacute;gica da diocese de Angra, nos A&ccedil;ores, constitui uma oportunidade de catolicidade, na medida em que permite conjugar dimens&otilde;es como identidade, unidade e diferen&ccedil;a ou diversidade.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">&Eacute; f&aacute;cil perceber a exist&ecirc;ncia de uma identidade a&ccedil;&oacute;rica que convive, naturalmente, com a diversidade ou diferen&ccedil;a de tradi&ccedil;&otilde;es, costumes ou formas de express&atilde;o religioso-culturais t&iacute;pica de cada ilha. S&atilde;o diferen&ccedil;as que enriquecem o conjunto dos A&ccedil;ores.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">Estamos perante uma diocese marcada pela presen&ccedil;a incontorn&aacute;vel do mar que une as ilhas, ao mesmo tempo que as separa e distancia umas das outras, estabelecendo dist&acirc;ncias consider&aacute;veis entre elas. No entanto, n&atilde;o deixa de ser o pr&oacute;prio mar um dos fatores promotores da especialidade de cada uma das ilhas. &Eacute; algo que faz dos A&ccedil;ores uma diocese &ldquo;sui generis&rdquo;, onde a intercomunica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi sempre f&aacute;cil, circunst&acirc;ncia que contribuiu para a referida especificidade pr&oacute;pria de cada ilha, conduzindo ao aparecimento de express&otilde;es culturais ou tradi&ccedil;&otilde;es algo diferentes e enriquecedoras de todo o conjunto a&ccedil;&oacute;rico.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">Outro fator fundamental da identidade a&ccedil;oriana teve a ver com o Catolicismo, enquanto pr&aacute;tica religiosa comum a todas as ilhas, mesmo se cada uma delas possa representar alguma diversidade no que toca &agrave;s formas de express&atilde;o da sua condi&ccedil;&atilde;o cat&oacute;lica. Talvez a&iacute; esteja o que permitiu aos A&ccedil;ores tornar-se um caso revelador de como &eacute; poss&iacute;vel, na sua diferen&ccedil;a islenha, manter uma identidade comum. Tudo isso sem esquecer a experi&ecirc;ncia de isolamento que atingiu a vida das pessoas nas diferentes ilhas, dando lugar, durante muito tempo, a uma muito reduzida intercomunica&ccedil;&atilde;o diocesana.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">Na atualidade, as circunst&acirc;ncias mudaram muito em mat&eacute;ria de comunica&ccedil;&otilde;es, permitindo uma maior proximidade e interliga&ccedil;&atilde;o na diocese, sem que isso represente uma anula&ccedil;&atilde;o da originalidade das respetivas ilhas, mantendo na sua diversidade, tra&ccedil;os comuns. Exemplo disso mesmo s&atilde;o as festividades do Imp&eacute;rio do Esp&iacute;rito Santo, neste momento em for&ccedil;a e muito vivas em todo o arquip&eacute;lago, ainda que a seu modo de celebra&ccedil;&atilde;o, organiza&ccedil;&atilde;o ou funcionamento possa ter particularidades locais.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">Separadas pelo mar, as nove ilhas n&atilde;o deixam de sentir-se membros de uma realidade &uacute;nica, formando uma &ldquo;Regi&atilde;o aut&oacute;noma&rdquo;, do ponto de vista civil, e uma diocese &uacute;nica, do ponto de vista eclesi&aacute;stico. &Eacute; assim que, no caso dos A&ccedil;ores, estamos perante uma diocese una e diversa.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">Dir-se-ia que a pr&oacute;pria diversidade a&ccedil;&oacute;rica revelou-se uma oportunidade de catolicidade, permitindo uma experi&ecirc;ncia de catolicidade inclusiva da diferen&ccedil;a ou diversidade que, n&atilde;o sendo de grande dimens&atilde;o, nem por isso foi e continua sendo menos enriquecedora.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">Sendo ainda a realidade diocesana um elemento muito significativo da unidade a&ccedil;oriana, parece, no entanto, que as novas circunst&acirc;ncias atuais v&atilde;o revelando que a unidade regional tende a n&atilde;o ser percebida como decorrendo diretamente de unidade diocesana, tornando a identidade entre diocese e regi&atilde;o menos evidente do que em &eacute;pocas anteriores. Pode ser algo relacionado com a evolu&ccedil;&atilde;o de mentalidades ou com as altera&ccedil;&otilde;es que passam pelo mundo cultural, social e at&eacute; religioso, tamb&eacute;m nos A&ccedil;ores.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">A verdade &eacute; que, se o calend&aacute;rio cat&oacute;lico rege e marca a vida dos a&ccedil;orianos, tamb&eacute;m &eacute; certo que o Catolicismo, nestas ilhas, tamb&eacute;m est&aacute; exposto &agrave;s mesmas influ&ecirc;ncias e altera&ccedil;&otilde;es que afetam o fen&oacute;meno religioso, como em quaisquer outros lugares. Tratando-se de uma popula&ccedil;&atilde;o maioritariamente cat&oacute;lica, tamb&eacute;m nos A&ccedil;ores, se assiste ao decr&eacute;scimo da pr&aacute;tica religiosa, &agrave; ocorr&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a e &agrave; ado&ccedil;&atilde;o de posicionamentos, modos de pensar e de viver em conson&acirc;ncia com as influ&ecirc;ncias do tempo presente. Nada que n&atilde;o possa ser encarado como o desafio a um esfor&ccedil;o de adequa&ccedil;&atilde;o da pastoral da Igreja nos A&ccedil;ores aos novos tempos e problemas, tornando-se sempre mais pr&oacute;xima das pessoas nas diferentes ilhas, com especial aten&ccedil;&atilde;o &agrave;s novas circunst&acirc;ncias dos tempos e, se necess&aacute;rio, ousando partir por caminhos novos &ldquo;conforme o Esp&iacute;rito lhe permita&rdquo; avan&ccedil;ar.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">Padre Cipriano Pacheco<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">Membro do Conselho Episcopal&nbsp;<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">da Diocese de Angra<\/div>\n<p><p>Pode dizer-se que a natureza arquipel&aacute;gica da diocese de Angra, nos A&ccedil;ores, constitui uma oportunidade de catolicidade, na medida em que permite conjugar dimens&otilde;es como identidade, unidade e diferen&ccedil;a ou diversidade.<\/p>\n<p>&Eacute; f&aacute;cil perceber a exist&ecirc;ncia de uma identidade a&ccedil;&oacute;rica que convive, naturalmente, com a diversidade ou diferen&ccedil;a de tradi&ccedil;&otilde;es, costumes ou formas de express&atilde;o religioso-culturais t&iacute;pica de cada ilha. S&atilde;o diferen&ccedil;as que enriquecem o conjunto dos A&ccedil;ores.<\/p>\n<p>Estamos perante uma diocese marcada pela presen&ccedil;a incontorn&aacute;vel do mar que une as ilhas, ao mesmo tempo que as separa e distancia umas das outras, estabelecendo dist&acirc;ncias consider&aacute;veis entre elas. No entanto, n&atilde;o deixa de ser o pr&oacute;prio mar um dos fatores promotores da especialidade de cada uma das ilhas. &Eacute; algo que faz dos A&ccedil;ores uma diocese &ldquo;sui generis&rdquo;, onde a intercomunica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi sempre f&aacute;cil, circunst&acirc;ncia que contribuiu para a referida especificidade pr&oacute;pria de cada ilha, conduzindo ao aparecimento de express&otilde;es culturais ou tradi&ccedil;&otilde;es algo diferentes e enriquecedoras de todo o conjunto a&ccedil;&oacute;rico.<\/p>\n<p>Outro fator fundamental da identidade a&ccedil;oriana teve a ver com o Catolicismo, enquanto pr&aacute;tica religiosa comum a todas as ilhas, mesmo se cada uma delas possa representar alguma diversidade no que toca &agrave;s formas de express&atilde;o da sua condi&ccedil;&atilde;o cat&oacute;lica. Talvez a&iacute; esteja o que permitiu aos A&ccedil;ores tornar-se um caso revelador de como &eacute; poss&iacute;vel, na sua diferen&ccedil;a islenha, manter uma identidade comum. Tudo isso sem esquecer a experi&ecirc;ncia de isolamento que atingiu a vida das pessoas nas diferentes ilhas, dando lugar, durante muito tempo, a uma muito reduzida intercomunica&ccedil;&atilde;o diocesana.<\/p>\n<p>Na atualidade, as circunst&acirc;ncias mudaram muito em mat&eacute;ria de comunica&ccedil;&otilde;es, permitindo uma maior proximidade e interliga&ccedil;&atilde;o na diocese, sem que isso represente uma anula&ccedil;&atilde;o da originalidade das respetivas ilhas, mantendo na sua diversidade, tra&ccedil;os comuns. Exemplo disso mesmo s&atilde;o as festividades do Imp&eacute;rio do Esp&iacute;rito Santo, neste momento em for&ccedil;a e muito vivas em todo o arquip&eacute;lago, ainda que a seu modo de celebra&ccedil;&atilde;o, organiza&ccedil;&atilde;o ou funcionamento possa ter particularidades locais.<\/p>\n<p>Separadas pelo mar, as nove ilhas n&atilde;o deixam de sentir-se membros de uma realidade &uacute;nica, formando uma &ldquo;Regi&atilde;o aut&oacute;noma&rdquo;, do ponto de vista civil, e uma diocese &uacute;nica, do ponto de vista eclesi&aacute;stico. &Eacute; assim que, no caso dos A&ccedil;ores, estamos perante uma diocese una e diversa.<\/p>\n<p>Dir-se-ia que a pr&oacute;pria diversidade a&ccedil;&oacute;rica revelou-se uma oportunidade de catolicidade, permitindo uma experi&ecirc;ncia de catolicidade inclusiva da diferen&ccedil;a ou diversidade que, n&atilde;o sendo de grande dimens&atilde;o, nem por isso foi e continua sendo menos enriquecedora.<\/p>\n<p>Sendo ainda a realidade diocesana um elemento muito significativo da unidade a&ccedil;oriana, parece, no entanto, que as novas circunst&acirc;ncias atuais v&atilde;o revelando que a unidade regional tende a n&atilde;o ser percebida como decorrendo diretamente de unidade diocesana, tornando a identidade entre diocese e regi&atilde;o menos evidente do que em &eacute;pocas anteriores. Pode ser algo relacionado com a evolu&ccedil;&atilde;o de mentalidades ou com as altera&ccedil;&otilde;es que passam pelo mundo cultural, social e at&eacute; religioso, tamb&eacute;m nos A&ccedil;ores.<\/p>\n<p>A verdade &eacute; que, se o calend&aacute;rio cat&oacute;lico rege e marca a vida dos a&ccedil;orianos, tamb&eacute;m &eacute; certo que o Catolicismo, nestas ilhas, tamb&eacute;m est&aacute; exposto &agrave;s mesmas influ&ecirc;ncias e altera&ccedil;&otilde;es que afetam o fen&oacute;meno religioso, como em quaisquer outros lugares. Tratando-se de uma popula&ccedil;&atilde;o maioritariamente cat&oacute;lica, tamb&eacute;m nos A&ccedil;ores, se assiste ao decr&eacute;scimo da pr&aacute;tica religiosa, &agrave; ocorr&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a e &agrave; ado&ccedil;&atilde;o de posicionamentos, modos de pensar e de viver em conson&acirc;ncia com as influ&ecirc;ncias do tempo presente. Nada que n&atilde;o possa ser encarado como o desafio a um esfor&ccedil;o de adequa&ccedil;&atilde;o da pastoral da Igreja nos A&ccedil;ores aos novos tempos e problemas, tornando-se sempre mais pr&oacute;xima das pessoas nas diferentes ilhas, com especial aten&ccedil;&atilde;o &agrave;s novas circunst&acirc;ncias dos tempos e, se necess&aacute;rio, ousando partir por caminhos novos &ldquo;conforme o Esp&iacute;rito lhe permita&rdquo; avan&ccedil;ar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Padre Cipriano Pacheco,&nbsp;Membro do Conselho Episcopal&nbsp;da Diocese de Angra<\/em><\/p>\n<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Padre Cipriano Pacheco, Membro do Conselho Episcopal da Diocese de Angra<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[169],"class_list":["post-56749","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-dossier","tag-diocese-de-angra"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56749","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=56749"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56749\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=56749"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=56749"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=56749"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}