{"id":56006,"date":"2012-04-05T12:53:48","date_gmt":"2012-04-05T12:53:48","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2012\/04\/05\/homilia-do-bispo-do-porto-na-missa-crismal-5\/"},"modified":"2012-04-05T12:53:48","modified_gmt":"2012-04-05T12:53:48","slug":"homilia-do-bispo-do-porto-na-missa-crismal-5","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-do-bispo-do-porto-na-missa-crismal-5\/","title":{"rendered":"Homilia do bispo do Porto na Missa Crismal"},"content":{"rendered":"<p><strong>Prossigamos pois e confiemos sempre!<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>&ldquo;Entregaram-lhe o livro do profeta Isa&iacute;as e, ao abrir o livro, encontrou a passagem em que estava escrito: &lsquo;O Esp&iacute;rito do Senhor est&aacute; sobre mim, porque Ele me ungiu para anunciar a boa nova aos pobres&hellip;&rdquo;<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Car&iacute;ssimos irm&atilde;os, que t&atilde;o vivamente preencheis as naves desta S&eacute;, na Missa Crismal de 2012: Tudo &eacute; importante e decisivo agora e aqui. &Eacute;-o, antes de mais, a Palavra escutada e nunca por demais recebida e apreendida.<\/p>\n<p>Sa&uacute;do-vos a todos e a cada um, com especial refer&ecirc;ncia aos presb&iacute;teros, que nesta Missa renovar&atilde;o as promessas sacerdotais; tamb&eacute;m aos car&iacute;ssimos di&aacute;conos, aos membros dos institutos religiosos e seculares, aos seminaristas e ao laicado. A todos, em nome pessoal e dos Senhores Bispos, desejo desde j&aacute; a viv&ecirc;ncia plena e a consequ&ecirc;ncia perfeita do Tr&iacute;duo Sagrado que logo come&ccedil;a em toda a Igreja.<\/p>\n<p>Naquele dia, como ouvimos, o Senhor Jesus leu em plena sinagoga de Nazar&eacute; um antigo texto, h&aacute; muito por cumprir. Da sua boca, as palavras de Isa&iacute;as sa&iacute;ram ent&atilde;o com a for&ccedil;a &uacute;nica que s&oacute; Ele lhes podia dar: &ldquo;O Esp&iacute;rito do Senhor est&aacute; sobre mim, porque Ele me ungiu para anunciar a boa nova aos pobres&hellip;&rdquo;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Car&iacute;ssimos irm&atilde;os sacerdotes, a quem hoje particularmente me dirijo: Pelo sacramento da Ordem, no grau sacerdotal que recebestes, estais habilitados e mandatados para prolongar no tempo o realismo daquele s&aacute;bado em Nazar&eacute;; para que tamb&eacute;m se cumpra &ldquo;hoje mesmo&rdquo; o que em Jesus come&ccedil;ou por fim.<\/p>\n<p>&#8211; E com que urg&ecirc;ncia o deve ser, de facto! Pobres de tantas pobrezas, antigas e novas pobrezas, rodeiam-nos, interpelam-nos, instam-nos constantemente, direta ou indiretamente o fazem&hellip; A presente &ldquo;crise&rdquo; atinge dum modo ou doutro a todos; e, quanto &agrave; resposta, assim dever&aacute; ser, pois a todos incumbe, especialmente aos mais capazes de a dar.<\/p>\n<p>Da nossa parte, mesmo quando n&atilde;o temos grandes meios materiais para o fazer. Temos o que Pedro tinha, quando respondeu ao mendigo da Porta Formosa: &ldquo;N&atilde;o tenho ouro nem prata, mas o que tenho, isto te dou: Em nome de Jesus Cristo nazareno, levanta-te e anda&rdquo;. Acrescentando os Atos dos Ap&oacute;stolos: &ldquo;E, segurando-o pela m&atilde;o direita, ergueu-o&rdquo; (Ac 3, 6-7). Tudo essencial, tudo importante, neste trecho e hoje.<\/p>\n<p>Disto mesmo n&atilde;o nos podemos dispensar, pois antes de mais o recebemos. Recebemos Cristo como resposta de Deus ao mundo; e, quanto mais O recebermos como for&ccedil;a, subst&acirc;ncia e verdade de cada um dos nossos dias crist&atilde;os e sacerdotais, tanto mais O transmitiremos aos outros, quer como resposta a necessidades urgentes, quer como significado das circunst&acirc;ncias todas, ainda as mais perplexas.<\/p>\n<p>Mas deixai-me repetir, car&iacute;ssimos irm&atilde;os sacerdotes: Tal acontecer&aacute; assim, e tanto mais assim, quanto mais suceder connosco mesmos, mendigos perp&eacute;tuos da miseric&oacute;rdia divina e buscadores constantes do rosto de Cristo, que em n&oacute;s se reflita para o bem de todos.<\/p>\n<p>Sabemos de facto que assim &eacute; e ser&aacute;, como sempre o foi. Onde fixarmos o cora&ccedil;&atilde;o e o olhar interior, da&iacute; mesmo iremos ao encontro dos outros. Da montanha de Deus trouxe Mois&eacute;s tanta luz, que nem o len&ccedil;o lhe ofuscava o rosto; do monte Tabor desceram os disc&iacute;pulos, mal calando quanto tinham visto e ouvido. Eternamente fixado no Pai, o rosto de Cristo irradiava Deus: &ldquo;Quem me v&ecirc;, v&ecirc; o Pai&rdquo;, disse Ele a Filipe (Jo 14, 9).<\/p>\n<p>Quem diz &ldquo;Pai&rdquo; refere tamb&eacute;m a origem, a fonte e a raiz; e a presente &ldquo;crise&rdquo;, nascida de tanto despiste de olhares e desejos, s&oacute; pode resolver-se voltando &agrave; origem, &agrave; fonte e &agrave; raiz &#8211; e bem &ldquo;radicalmente&rdquo;.<\/p>\n<p>Come&ccedil;ando em n&oacute;s, car&iacute;ssimos sacerdotes. Da citada passagem dos Atos dos Ap&oacute;stolos, com Pedro a oferecer o que realmente tinha &ndash; o nome seguro dum Jesus bem vivo! -, &agrave;s mil e uma a&ccedil;&otilde;es caritativas que hoje nos impendem, repetem-se as incans&aacute;veis demonstra&ccedil;&otilde;es de que, a partir da nossa priorit&aacute;ria liga&ccedil;&atilde;o a Cristo, &eacute; poss&iacute;vel responder a muitas pobrezas, mesmo quando n&atilde;o haja &ldquo;ouro nem prata&rdquo;. No nosso minist&eacute;rio sacerdotal e pastoral, &eacute; esse o princ&iacute;pio, o tesouro e o sacramento &ndash; carisma tornado minist&eacute;rio, para que os gestos de Cristo se reproduzam agora.<\/p>\n<p>Tudo, car&iacute;ssimos sacerdotes, tudo o que pudermos fazer para aviventar entre n&oacute;s a gra&ccedil;a incontida por que o mundo espera; tudo o que pudermos incrementar de encontros sacerdotais de ora&ccedil;&atilde;o e vida; tudo o que nos ajudar a manter o cora&ccedil;&atilde;o em Cristo, na labareda viva duma voca&ccedil;&atilde;o constante: tudo isto &eacute; importante e priorit&aacute;rio, para podermos responder &agrave;s dificuldades acrescidas de quantos nos procuram.<\/p>\n<p>&ndash; Como se tornam evidentes e incisivas nestes tempos as palavras de Cristo, h&aacute; tanto recolhidas! Estas mesmas, de primeir&iacute;ssima aplica&ccedil;&atilde;o sacerdotal e pastoral: &ldquo;Quem permanece em mim e Eu nele, esse d&aacute; muito fruto, pois sem mim nada podeis fazer&rdquo;. Para prosseguir, positivamente: &ldquo;Se permanecerdes em mim e as minhas palavras permanecerem em v&oacute;s, pedi o que quiserdes, e assim vos acontecer&aacute;. Nisto se manifesta a gl&oacute;ria do meu Pai: em que deis muito fruto e vos comporteis como meus disc&iacute;pulos&rdquo; (Jo 15, 5 ss).&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp; Car&iacute;ssimos irm&atilde;os: nas atuais circunst&acirc;ncias &ndash; como sempre, ali&aacute;s -, s&oacute; n&atilde;o responderemos ao que n&atilde;o permitirmos que Cristo responda atrav&eacute;s de n&oacute;s. Por isso mesmo, a prioridade sacerdotal e pastoral das nossas vidas est&aacute; na rela&ccedil;&atilde;o viva com Cristo vivo, que nos proporcionar&aacute; sempre o que recebe do Pai, na for&ccedil;a do Esp&iacute;rito. S&oacute; por n&oacute;s, mesmo com a alegada &ldquo;boa vontade&rdquo;, conseguir&iacute;amos porventura alguma coisa que adiasse, mas nada que definitivamente resolvesse. Com Cristo, conseguiremos tudo, do &ldquo;tudo&rdquo; de Deus, que a n&oacute;s pr&oacute;prios surpreender&aacute; tamb&eacute;m. Como esclareceu S&atilde;o Paulo: &ldquo;Tal confian&ccedil;a, por&eacute;m, n&oacute;s a temos diante de Deus, por meio de Cristo. N&atilde;o &eacute; que sejamos capazes de conceber alguma coisa como de n&oacute;s mesmos: &eacute; de Deus que prov&eacute;m a nossa capacidade. &Eacute; Ele que nos torna aptos para sermos ministros de uma nova alian&ccedil;a, n&atilde;o da letra, mas do Esp&iacute;rito&rdquo; (2 Cor 3, 4-6).<\/p>\n<p>Confiemos pois, especialmente n&oacute;s, os sacerdotes, que nem a promessa nem os tempos que vivemos s&atilde;o para menos. Sobretudo, que n&atilde;o seja por falta de convic&ccedil;&atilde;o nossa que diminua a esperan&ccedil;a das comunidades ou dos que nos procuram. E repitamos a certeza de Cristo, nossa tamb&eacute;m pelo sacramento: &ldquo;O Esp&iacute;rito do Senhor est&aacute; sobre mim, porque Ele me ungiu para anunciar a boa nova aos pobres&rdquo;.<\/p>\n<p>Repetir esta certeza vale infinitamente mais do que demorar em velhas d&uacute;vidas ou hesita&ccedil;&otilde;es escusadas. E nem queiramos saber imediatamente como se resolver&atilde;o as coisas; demos oportunidade a Deus para as resolver em n&oacute;s e atrav&eacute;s de n&oacute;s, do modo que Ele pr&oacute;prio escolher. N&atilde;o h&aacute; outra atitude crist&atilde;, nem h&aacute; outra qualifica&ccedil;&atilde;o pastoral.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na programa&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica do corrente ano da Diocese, incidimos particularmente na problem&aacute;tica da fam&iacute;lia e da juventude. &ldquo;Problem&aacute;tica&rdquo;, disse, uma vez que realidades que podiam ser normais e correntes enfrentam agora desafios de monta. As fam&iacute;lias deparam, ou podem vir a deparar, com obst&aacute;culos grandes e de v&aacute;rio tipo: alguns s&atilde;o materiais e sociais, referentes ao que lhes devia ser proporcionado e de facto n&atilde;o &eacute;, como indubitavelmente merecia, para o bem comum de todos; outros s&atilde;o de ordem moral e cultural, por deficiente prepara&ccedil;&atilde;o humana e relacional, que tantas vezes impede os futuros ou atuais c&ocirc;njuges de entenderem o que deveriam ser enquanto tais; tamb&eacute;m de ordem institucional, por falta de contempla&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica e legal da realidade familiar, como base e escola da sociabilidade humana &ndash; pela complementaridade e conjuga&ccedil;&atilde;o homem &#8211; mulher, pela vincula&ccedil;&atilde;o afetiva, solid&aacute;ria e intergeracional dos seus membros, pela vida naturalmente concebida e processada, num ventre realmente materno&#8230; Em muito se denota a redu&ccedil;&atilde;o individualista da sensibilidade corrente, em que o &eacute;tico e o moral pouco ultrapassam o que a cada um pare&ccedil;a ou apete&ccedil;a, bastando que haja meios t&eacute;cnicos para o obter e n&atilde;o devendo a lei sen&atilde;o corresponder-lhe&#8230;<\/p>\n<p>No lema diocesano que adot&aacute;mos, a prop&oacute;sito da fam&iacute;lia e da juventude, enunciamos &ldquo;viver em comunh&atilde;o, formar para a comunh&atilde;o&rdquo;. E disso mesmo se trata, porque n&atilde;o se refere a jun&ccedil;&otilde;es eventuais de indiv&iacute;duos, mas &agrave; conjuga&ccedil;&atilde;o fundamental de pessoas, seres em rela&ccedil;&atilde;o que assim mesmo se definem e realizam.<\/p>\n<p>&#8211; Pois bem, car&iacute;ssimos irm&atilde;os e irm&atilde;s &ndash; e agora n&oacute;s todos, cl&eacute;rigos, consagrados ou leigos -, que prioridade damos a tal verdade, para que o seja concretamente nas vidas vividas e convividas? Sejam as nossas comunidades eclesiais centros ativos e assim mesmo exemplares de coexist&ecirc;ncia solid&aacute;ria, considerando bem o envolvimento familiar de cada um dos seus membros; atenda-se sempre mais e melhor ao crescimento global &ndash; &ldquo;em sabedoria, estatura e gra&ccedil;a, diante de Deus e dos homens&rdquo; (Lc 2, 52) &ndash; de cada crian&ccedil;a, adolescente ou jovem -, formando e apoiando os pais, os educadores e os catequistas, para que tal possa realmente acontecer. E nisto mesmo imitando a Jesus Cristo, nosso primeiro educador, que com tanta autenticidade e persist&ecirc;ncia formou os seus disc&iacute;pulos &ndash; esses mesmos que depois enviou para constitu&iacute;rem a imensa fam&iacute;lia dos filhos de Deus.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Car&iacute;ssimos irm&atilde;os no sacerd&oacute;cio, no diaconado, ou no comum batismo que faz de n&oacute;s a Igreja de Cristo, para Deus e para o mundo: N&atilde;o &eacute; esta a altura de ir mais longe em considera&ccedil;&otilde;es, numa celebra&ccedil;&atilde;o ali&aacute;s repleta de momentos significativos, como os que se seguem, com a renova&ccedil;&atilde;o das promessas sacerdotais e a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o dos santos &oacute;leos. Referi-me especialmente aos sacerdotes, como noutras ocasi&otilde;es o tenho feito aos di&aacute;conos ou ao laicado militante. A todos dirijo uma sauda&ccedil;&atilde;o amiga e fraterna, como tamb&eacute;m aos consagrados, que t&atilde;o carismaticamente integram a nossa Igreja local. A todos agrade&ccedil;o e por todos dou gra&ccedil;as.<\/p>\n<p>Prossigamos ent&atilde;o. E consideremo-nos a partir de Deus e da omnipot&ecirc;ncia do seu amor, que tudo far&aacute; atrav&eacute;s de quem realmente acolha e generosamente veicule o Esp&iacute;rito recriador de todas as coisas em Cristo. &#8211; Prossigamos pois e confiemos sempre!&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>S&eacute; do Porto, 5 de abril de 2012<\/p>\n<p><em>D. Manuel Clemente, bispo do Porto<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Prossigamos pois e confiemos sempre! &nbsp; &ldquo;Entregaram-lhe o livro do profeta Isa&iacute;as e, ao abrir o livro, encontrou a passagem em que estava escrito: &lsquo;O Esp&iacute;rito do Senhor est&aacute; sobre mim, porque Ele me ungiu para anunciar a boa nova aos pobres&hellip;&rdquo; &nbsp; Car&iacute;ssimos irm&atilde;os, que t&atilde;o vivamente preencheis as naves desta S&eacute;, na Missa [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[187],"class_list":["post-56006","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-diocese-do-porto"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56006","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=56006"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56006\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=56006"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=56006"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=56006"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}