{"id":55834,"date":"2012-03-27T11:20:55","date_gmt":"2012-03-27T11:20:55","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2012\/03\/27\/dar-sangue-dar-vida\/"},"modified":"2012-03-27T11:20:55","modified_gmt":"2012-03-27T11:20:55","slug":"dar-sangue-dar-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/dar-sangue-dar-vida\/","title":{"rendered":"Dar Sangue, dar Vida"},"content":{"rendered":"<p>Mons. V\u00edtor Feytor Pinto, coordenador nacional da Comiss\u00e3o Nacional da Pastoral da Sa\u00fade <!--more--> <\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">Em janeiro passado, foi feito um apelo &agrave; d&aacute;diva de sangue, dado o perigo eminente das reservas de sangue entrarem em rutura nos hospitais. Este grito de alerta foi aceite, com a solidariedade de que os portugueses t&ecirc;m dado tantas provas. Bastaram dois fins de semana para repor os stocks essenciais e garantir a assist&ecirc;ncia aos doentes, que precisavam de transfus&otilde;es sangu&iacute;neas. Foi um sinal da grande generosidade das pessoas que, nos casos mais dif&iacute;ceis, se prop&otilde;em servir o &ldquo;bem comum&rdquo;.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">1. O sangue, no exerc&iacute;cio da medicina de hoje, &eacute; da maior import&acirc;ncia. Sabemos que a arte m&eacute;dica est&aacute; sempre ao servi&ccedil;o da vida e que o recurso ao sangue, com transfus&otilde;es programadas e executadas no tempo pr&oacute;prio, permite salvar in&uacute;meras vidas em risco. H&aacute; muitas doen&ccedil;as que exigem a transfus&atilde;o de sangue. Por vezes, em cirurgias mais dif&iacute;ceis, a transfus&atilde;o torna-se processo cl&iacute;nico indispens&aacute;vel durante a interven&ccedil;&atilde;o. Em situa&ccedil;&otilde;es de anemia grave, a utiliza&ccedil;&atilde;o do sangue, com todas as suas componentes, &eacute; insubstitu&iacute;vel para a estabiliza&ccedil;&atilde;o do doente. &Eacute; ent&atilde;o indiscut&iacute;vel a import&acirc;ncia do sangue no exerc&iacute;cio da medicina, sobretudo nos casos mais dif&iacute;ceis.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">2. A colheita de sangue tem sido uma express&atilde;o extraordin&aacute;ria de solidariedade e de interven&ccedil;&atilde;o social, sobretudo tendo em conta que &eacute; absolutamente gratuita. A gratuidade &eacute; mesmo o sinal maior desta solidariedade social. No entanto, por raz&otilde;es v&aacute;rias, tem vindo a escassear o sangue, nas unidades de sa&uacute;de. A raz&atilde;o &eacute; f&aacute;cil de encontrar. H&aacute; muitos dadores que atingem os 65 anos e n&atilde;o podem continuar a dar sangue. Nalgumas zonas do pa&iacute;s, tem-se notado o cansa&ccedil;o de alguns dadores, uma vez que &eacute; a estes que se recorre mais vezes, sobretudo em casos de emerg&ecirc;ncia. Tamb&eacute;m aumentou o n&uacute;mero de casos cl&iacute;nicos que requerem a transfus&atilde;o, para maior efic&aacute;cia. Acontece ainda que uns tantos dadores esperavam tirar alguma vantagem pelo facto de se disporem a dar. &Eacute; o caso de quem desejaria ter acesso mais f&aacute;cil a cuidados de sa&uacute;de, ou a isen&ccedil;&atilde;o maior nas taxas moderadoras. Nestes contrariar-se-ia a gratuidade da d&aacute;diva. H&aacute; ainda as situa&ccedil;&otilde;es em que &eacute; dif&iacute;cil encontrar dadores, com tipos de sangue mais raros, para especiais grupos de doentes. Uma &uacute;ltima causa da n&atilde;o d&aacute;diva pode ser a menor informa&ccedil;&atilde;o sobre as caracter&iacute;sticas de alguns componentes do sangue, como o plasma, n&atilde;o se compreendendo a sua perda. Todas estas s&atilde;o raz&otilde;es pelas quais as unidades de sangue podem escassear nos hospitais. Acresce ainda a dificuldade em encontrar novos dadores.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">3. Porque o sangue &eacute; essencial &agrave; vida de muitos doentes, com situa&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas dif&iacute;ceis, a Pastoral da Sa&uacute;de n&atilde;o pode estar indiferente perante a import&acirc;ncia da d&aacute;diva de sangue. Dar sangue tem tamb&eacute;m valor espiritual, express&atilde;o da caridade ao servi&ccedil;o da vida. Da&iacute; ser de grande significado que as comunidades crist&atilde;s se organizem na colheita de sangue, para a salva&ccedil;&atilde;o dos doentes.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">Esta preocupa&ccedil;&atilde;o motivou a nota da Confer&ecirc;ncia Episcopal Portuguesa que diz: &ldquo;Tendo em conta a falta de sangue que se tem verificado nos hospitais, os Bispos de Portugal exortam a que os potenciais doadores exercitem este grande ato de generosidade, recorrendo a um centro de sangue do hospital da sua zona. De algum modo, dar sangue &eacute; oferecer a pr&oacute;pria vida, um magn&iacute;fico gesto de altru&iacute;smo e fraternidade solid&aacute;ria.&rdquo;<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">4. Para responder a este extraordin&aacute;rio desafio, h&aacute; v&aacute;rios caminhos. A Pastoral da Sa&uacute;de quer propor e apoiar quatro:<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">A d&aacute;diva espont&acirc;nea: qualquer pessoa pode dirigir-se ao hospital da sua zona para, ali, lhe ser feita a colheita de sangue. Pode faz&ecirc;-lo por raz&otilde;es de solidariedade, mas tamb&eacute;m como express&atilde;o de f&eacute;, de reconcilia&ccedil;&atilde;o, de partilha de vida.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">A d&aacute;diva em situa&ccedil;&otilde;es de emerg&ecirc;ncia: poderiam assinalar-se algumas comunidades crist&atilde;s a que os servi&ccedil;os de sa&uacute;de poderiam recorrer em casos de excecional perigo de rutura.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">A d&aacute;diva em per&iacute;odos do ano em que &eacute; mais frequente a falta de unidades de sangue: em janeiro e fevereiro, pico do inverno, e no per&iacute;odo do ver&atilde;o, julho e agosto. Para estas duas &eacute;pocas poderiam reservar-se zonas do pa&iacute;s onde as unidades de sangue s&atilde;o mais necess&aacute;rias. &Eacute; o curto prazo.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">A d&aacute;diva ao longo do ano: conseguir programar, a partir da Pastoral da Sa&uacute;de nas regi&otilde;es, a forma de haver dadores dispon&iacute;veis e a oferta de sangue para os servi&ccedil;os de sa&uacute;de &eacute; o desafio constante a longo prazo.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">Toda esta atividade organizada dever&aacute; ser feita em colabora&ccedil;&atilde;o com o Instituto Portugu&ecirc;s do Sangue que coordena esta atividade de sa&uacute;de. Toda a sociedade pode ser envolvida neste maravilhoso servi&ccedil;o &agrave; vida, como ali&aacute;s disse Jesus Cristo &ldquo;n&atilde;o h&aacute; maior prova de amor do que dar a vida pelos que se amam&rdquo; (Jo. 15,13). As comunidades crist&atilde;s podem dar testemunho deste amor fraterno.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">A concluir:&nbsp;<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">Os apelos para a d&aacute;diva de sangue s&atilde;o da maior justi&ccedil;a, as comunidades crist&atilde;s podem contribuir para o bem comum, colaborando na d&aacute;diva com a generosidade que as caracteriza. Se as pessoas t&ecirc;m direito &agrave; assist&ecirc;ncia em sa&uacute;de (cf. Art. 25&ordm;. D.H.), as comunidades crist&atilde;s s&atilde;o servidoras da vida e solid&aacute;rias com os que precisam.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">Mons. V&iacute;tor Feytor Pinto,<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">coordenador nacional da Comiss&atilde;o&nbsp;<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;\">Nacional da Pastoral da Sa&uacute;de<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em janeiro passado, foi feito um apelo &agrave; d&aacute;diva de sangue, dado o perigo eminente das reservas de sangue entrarem em rutura nos hospitais. Este grito de alerta foi aceite, com a solidariedade de que os portugueses t&ecirc;m dado tantas provas. Bastaram dois fins de semana para repor os stocks essenciais e garantir a assist&ecirc;ncia aos doentes, que precisavam de transfus&otilde;es sangu&iacute;neas. Foi um sinal da grande generosidade das pessoas que, nos casos mais dif&iacute;ceis, se prop&otilde;em servir o &ldquo;bem comum&rdquo;.<\/p>\n<p>1. O sangue, no exerc&iacute;cio da medicina de hoje, &eacute; da maior import&acirc;ncia. Sabemos que a arte m&eacute;dica est&aacute; sempre ao servi&ccedil;o da vida e que o recurso ao sangue, com transfus&otilde;es programadas e executadas no tempo pr&oacute;prio, permite salvar in&uacute;meras vidas em risco. H&aacute; muitas doen&ccedil;as que exigem a transfus&atilde;o de sangue. Por vezes, em cirurgias mais dif&iacute;ceis, a transfus&atilde;o torna-se processo cl&iacute;nico indispens&aacute;vel durante a interven&ccedil;&atilde;o. Em situa&ccedil;&otilde;es de anemia grave, a utiliza&ccedil;&atilde;o do sangue, com todas as suas componentes, &eacute; insubstitu&iacute;vel para a estabiliza&ccedil;&atilde;o do doente. &Eacute; ent&atilde;o indiscut&iacute;vel a import&acirc;ncia do sangue no exerc&iacute;cio da medicina, sobretudo nos casos mais dif&iacute;ceis.<\/p>\n<p>2. A colheita de sangue tem sido uma express&atilde;o extraordin&aacute;ria de solidariedade e de interven&ccedil;&atilde;o social, sobretudo tendo em conta que &eacute; absolutamente gratuita. A gratuidade &eacute; mesmo o sinal maior desta solidariedade social. No entanto, por raz&otilde;es v&aacute;rias, tem vindo a escassear o sangue, nas unidades de sa&uacute;de. A raz&atilde;o &eacute; f&aacute;cil de encontrar. H&aacute; muitos dadores que atingem os 65 anos e n&atilde;o podem continuar a dar sangue. Nalgumas zonas do pa&iacute;s, tem-se notado o cansa&ccedil;o de alguns dadores, uma vez que &eacute; a estes que se recorre mais vezes, sobretudo em casos de emerg&ecirc;ncia. Tamb&eacute;m aumentou o n&uacute;mero de casos cl&iacute;nicos que requerem a transfus&atilde;o, para maior efic&aacute;cia. Acontece ainda que uns tantos dadores esperavam tirar alguma vantagem pelo facto de se disporem a dar. &Eacute; o caso de quem desejaria ter acesso mais f&aacute;cil a cuidados de sa&uacute;de, ou a isen&ccedil;&atilde;o maior nas taxas moderadoras. Nestes contrariar-se-ia a gratuidade da d&aacute;diva. H&aacute; ainda as situa&ccedil;&otilde;es em que &eacute; dif&iacute;cil encontrar dadores, com tipos de sangue mais raros, para especiais grupos de doentes. Uma &uacute;ltima causa da n&atilde;o d&aacute;diva pode ser a menor informa&ccedil;&atilde;o sobre as caracter&iacute;sticas de alguns componentes do sangue, como o plasma, n&atilde;o se compreendendo a sua perda. Todas estas s&atilde;o raz&otilde;es pelas quais as unidades de sangue podem escassear nos hospitais. Acresce ainda a dificuldade em encontrar novos dadores.<\/p>\n<p>3. Porque o sangue &eacute; essencial &agrave; vida de muitos doentes, com situa&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas dif&iacute;ceis, a Pastoral da Sa&uacute;de n&atilde;o pode estar indiferente perante a import&acirc;ncia da d&aacute;diva de sangue. Dar sangue tem tamb&eacute;m valor espiritual, express&atilde;o da caridade ao servi&ccedil;o da vida. Da&iacute; ser de grande significado que as comunidades crist&atilde;s se organizem na colheita de sangue, para a salva&ccedil;&atilde;o dos doentes.<\/p>\n<p>Esta preocupa&ccedil;&atilde;o motivou a nota da Confer&ecirc;ncia Episcopal Portuguesa que diz: &ldquo;Tendo em conta a falta de sangue que se tem verificado nos hospitais, os Bispos de Portugal exortam a que os potenciais doadores exercitem este grande ato de generosidade, recorrendo a um centro de sangue do hospital da sua zona. De algum modo, dar sangue &eacute; oferecer a pr&oacute;pria vida, um magn&iacute;fico gesto de altru&iacute;smo e fraternidade solid&aacute;ria.&rdquo;<\/p>\n<p>4. Para responder a este extraordin&aacute;rio desafio, h&aacute; v&aacute;rios caminhos. A Pastoral da Sa&uacute;de quer propor e apoiar quatro:<\/p>\n<p>A d&aacute;diva espont&acirc;nea: qualquer pessoa pode dirigir-se ao hospital da sua zona para, ali, lhe ser feita a colheita de sangue. Pode faz&ecirc;-lo por raz&otilde;es de solidariedade, mas tamb&eacute;m como express&atilde;o de f&eacute;, de reconcilia&ccedil;&atilde;o, de partilha de vida.<\/p>\n<p>A d&aacute;diva em situa&ccedil;&otilde;es de emerg&ecirc;ncia: poderiam assinalar-se algumas comunidades crist&atilde;s a que os servi&ccedil;os de sa&uacute;de poderiam recorrer em casos de excecional perigo de rutura.<\/p>\n<p>A d&aacute;diva em per&iacute;odos do ano em que &eacute; mais frequente a falta de unidades de sangue: em janeiro e fevereiro, pico do inverno, e no per&iacute;odo do ver&atilde;o, julho e agosto. Para estas duas &eacute;pocas poderiam reservar-se zonas do pa&iacute;s onde as unidades de sangue s&atilde;o mais necess&aacute;rias. &Eacute; o curto prazo.<\/p>\n<p>A d&aacute;diva ao longo do ano: conseguir programar, a partir da Pastoral da Sa&uacute;de nas regi&otilde;es, a forma de haver dadores dispon&iacute;veis e a oferta de sangue para os servi&ccedil;os de sa&uacute;de &eacute; o desafio constante a longo prazo.<\/p>\n<p>Toda esta atividade organizada dever&aacute; ser feita em colabora&ccedil;&atilde;o com o Instituto Portugu&ecirc;s do Sangue que coordena esta atividade de sa&uacute;de. Toda a sociedade pode ser envolvida neste maravilhoso servi&ccedil;o &agrave; vida, como ali&aacute;s disse Jesus Cristo &ldquo;n&atilde;o h&aacute; maior prova de amor do que dar a vida pelos que se amam&rdquo; (Jo. 15,13). As comunidades crist&atilde;s podem dar testemunho deste amor fraterno.<\/p>\n<p>A concluir:&nbsp;<\/p>\n<p>Os apelos para a d&aacute;diva de sangue s&atilde;o da maior justi&ccedil;a, as comunidades crist&atilde;s podem contribuir para o bem comum, colaborando na d&aacute;diva com a generosidade que as caracteriza. Se as pessoas t&ecirc;m direito &agrave; assist&ecirc;ncia em sa&uacute;de (cf. Art. 25&ordm;. D.H.), as comunidades crist&atilde;s s&atilde;o servidoras da vida e solid&aacute;rias com os que precisam.<\/p>\n<p><em>Mons. V&iacute;tor Feytor Pinto,&nbsp;<br \/>Coordenador da Comiss&atilde;o&nbsp;Nacional da Pastoral da Sa&uacute;de<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mons. 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