{"id":55,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/d-manuel-rocha-felicio\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"d-manuel-rocha-felicio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/d-manuel-rocha-felicio\/","title":{"rendered":"D. Manuel Rocha Fel\u00edcio"},"content":{"rendered":"<p>Rocha Fel\u00edcio &#8211; Perfil Nos finais da long\u00ednqua d\u00e9cada de cinquenta deram entrada no Semin\u00e1rio de Fornos de Algodres mais de 50 rapazes oriundos das redondezas. No meio do grupo estava um, o \u00fanico que receberia o Sacramento da Ordem: D. Manuel da Rocha Fel\u00edcio, bispo auxiliar de Lisboa. Em tempos de despedidas da diocese que o viu nascer, Viseu, os amigos organizaram-se e t\u00eam realizado momentos de conv\u00edvio, porque a entrada na diocese de Lisboa est\u00e1 pr\u00f3xima, 22 de Janeiro de 2003. Num desses encontros, cerca de 20 colegas que entraram com ele para o Semin\u00e1rio de Fornos de Algodres jantaram com ele e recordaram alguns epis\u00f3dios. Na opini\u00e3o de Augusto Marques, colega de entrada e agora advogado, D. Manuel Fel\u00edcio \u201cera traquina como os outros, algo pr\u00f3prio da idade, mas j\u00e1 se destacava\u201d. E adianta: \u201cEu fui o \u00faltimo a sair, dos cinquenta e tr\u00eas que entr\u00e1mos naquele ano, por isso tenho uma rela\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima dele. Acima de tudo \u00e9 um homem laborioso e dedicado aos projectos. Um verdadeiro pastoralista\u201d. Declara\u00e7\u00f5es que Sebasti\u00e3o Formosinho Sanches, Presidente do Centro Regional das Beiras da UCP, corrobora: \u201cAo longo dos \u00faltimos anos temos trabalhado em m\u00faltiplos projectos e notei sempre nele um grande empenho\u201d. E avan\u00e7a: \u201cperdi um verdadeiro bra\u00e7o direito mas a diocese de Lisboa ganhou um bom bispo\u201d. Os seus amigos de inf\u00e2ncia, nos quais est\u00e1 inclu\u00eddo o seu irm\u00e3o Fernando da Rocha Fel\u00edcio, recordam-lhe \u201ca sua alegria de viver e as qualidades humanas\u201d. Um \u201camigo que todos gostariam de ter\u201d \u2013 referiu Delfim Cardoso, m\u00e9dico e amigo de inf\u00e2ncia do novo bispo auxiliar de Lisboa.  D. Manuel Fel\u00edcio recordou \u00e0 Ag\u00eancia ECCLESIA alguns momentos importantes do seu trabalho pastoral. N\u00e3o destacou nenhum em especial, mas salientou \u201co trabalho feito em Mangualde, no Semin\u00e1rio de Viseu, no Centro Pastoral e na Universidade Cat\u00f3lica\u201d. Trabalhos Pastorais \u201cpara o qual fui incumbido e tentei fazer e dar o melhor de mim mesmo\u201d.  D. Manuel Fel\u00edcio tamb\u00e9m est\u00e1 ligado \u00e0s quest\u00f5es ecum\u00e9nicas. Um trabalho que ele qualifica \u201ccomo o verdadeiro caminho da Igreja\u201d. Perante a pergunta: \u201cSe o Ecumenismo era uma realidade ou uma utopia?\u201d A sua resposta foi perempt\u00f3ria: \u201cO Ecumenismo \u00e9 um caminho&#8230; Um trajecto com algumas curvas mas com uma meta\u201d. O optimismo e empenho do Secret\u00e1rio da Comiss\u00e3o Episcopal da Doutrina da F\u00e9, que D. Fernando da Luz Soares, Bispo da Igreja Lusitana, qualifica como um homem \u201cque demonstrou caminhar na rela\u00e7\u00e3o ecum\u00e9nica\u201d. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rocha Fel\u00edcio &#8211; Perfil Nos finais da long\u00ednqua d\u00e9cada de cinquenta deram entrada no Semin\u00e1rio de Fornos de Algodres mais de 50 rapazes oriundos das redondezas. No meio do grupo estava um, o \u00fanico que receberia o Sacramento da Ordem: D. Manuel da Rocha Fel\u00edcio, bispo auxiliar de Lisboa. 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