{"id":54976,"date":"2012-01-30T11:47:58","date_gmt":"2012-01-30T11:47:58","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2012\/01\/30\/conclusoes-do-viii-encontro-nacional-de-pastoral-penitenciaria\/"},"modified":"2012-01-30T11:47:58","modified_gmt":"2012-01-30T11:47:58","slug":"conclusoes-do-viii-encontro-nacional-de-pastoral-penitenciaria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/conclusoes-do-viii-encontro-nacional-de-pastoral-penitenciaria\/","title":{"rendered":"Conclus\u00f5es do VIII Encontro Nacional de Pastoral Penitenci\u00e1ria"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\"><strong><span style=\"font-weight: normal;\"><strong>I &ndash; Encontro Nacional<\/strong><\/span><\/strong><\/p>\n<p>Nos dias 27 e 28 de janeiro de 2012, sob a Presid&ecirc;ncia de D. Joaquim Mendes, Bispo Auxiliar do Patriarcado de Lisboa, e Membro da Comiss&atilde;o Episcopal da Pastoral Social e da Mobilidade Humana, que aqui representa, reuniu em F&aacute;tima um grupo de cerca de 120 pessoas, provenientes das Dioceses de Angra do Hero&iacute;smo, Aveiro, Beja, Bragan&ccedil;a, Coimbra, Guarda, Leiria, Lisboa, Porto, Set&uacute;bal, Vila-Real e Viseu, para participar no VIII ENCONTRO NACIONAL DA PASTORAL PENITENCI&Aacute;RIA, organizado pela Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional da Pastoral Penitenci&aacute;ria.<\/p>\n<p>Estiveram presentes o Senhor Sub-Diretor Geral dos Servi&ccedil;os Prisionais, Dr. Alfredo Albuquerque, bem como outras pessoas da mesma Dire&ccedil;&atilde;o Geral,&nbsp; manifestando assim o seu interesse, como servidores do Estado para as Pris&otilde;es, sobre quest&otilde;es relacionadas com a Pastoral Penitenci&aacute;ria.<\/p>\n<p>D. Ant&oacute;nio Francisco dos Santos, Bispo de Aveiro, com a sua palavra de conforto e incentivo, estimulou o desenvolvimento e estrutura&ccedil;&atilde;o dos Departamentos Diocesanos de Pastoral Penitenci&aacute;ria.<\/p>\n<p>Padres, Religiosos, Religiosas e Leigos, ligados &agrave; Pastoral Penitenci&aacute;ria ou por ela interessados, refletiram tem&aacute;ticas que andaram &agrave; volta do TEMA GERAL escolhido para este VIII ENCONTRO: &ldquo;UMA CHAVE PARA A PRIS&Atilde;O&rdquo;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>II &#8211; AO PARTIR, AFIRMAMOS:<\/strong><\/p>\n<p>1 &ndash; O Tema escolhido &ndash; UMA CHAVE PARA A PRIS&Atilde;O &ndash; foi altamente mobilizador para as pessoas presentes, j&aacute; que a Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional pretendia que todos tomassem consci&ecirc;ncia que a Igreja, nas Pris&otilde;es, funciona como uma verdadeira CHAVE DE ESPERAN&Ccedil;A, n&atilde;o s&oacute; para o tempo de reclus&atilde;o, mas tamb&eacute;m para o da sa&iacute;da, no p&oacute;s-pris&atilde;o.&nbsp;<\/p>\n<p>2 &ndash; Foram apresentados temas sobre a INTERVEN&Ccedil;&Atilde;O DO CRIST&Atilde;O EM MEIO PRISIONAL, na vertente do Assistente Religioso, do Colaborador e do Volunt&aacute;rio, num esfor&ccedil;o de aplicar com justeza o que a eles diz respeito no Decreto-Lei n.&ordm; 252\/2009 de 23 de setembro sobre a Assist&ecirc;ncia Espiritual e Religiosa nos Estabelecimentos Prisionais e na Lei n.&ordm; 115\/2009 de 12 outubro que aprovou o C&oacute;digo de Execu&ccedil;&atilde;o de Penas e Medidas Privativas de Liberdade.<\/p>\n<p>3 &ndash; Esclarecidas as quest&otilde;es e d&uacute;vidas que distinguem o &ldquo;Volunt&aacute;rio&rdquo; do &ldquo;Colaborador&rdquo;, em meio Prisional, foi decidido aceitar dar forma legal aos Volunt&aacute;rios e Colaboradores, mediante a formaliza&ccedil;&atilde;o da inscri&ccedil;&atilde;o, dos que assim o entendam, no Secretariado Nacional para a Promo&ccedil;&atilde;o do Voluntariado, sob a media&ccedil;&atilde;o da Caritas Portuguesa.<\/p>\n<p>4 &ndash; A passagem pelo nosso Pa&iacute;s de Monsenhor Fabio Fabbri, do Conselho Pontif&iacute;cio para a Fam&iacute;lia, proporcionou aos presentes um testemunho pessoal sobre a sua vasta experi&ecirc;ncia sobre o &ldquo;DIREITO DOS PRESOS E DIREITO &Agrave; FAM&Iacute;LIA: UMA PERSPETIVA CRIST&Atilde;&rdquo;.<\/p>\n<p>5 &ndash; O estudo de &ldquo;A LIBERDADE DE CONSCI&Ecirc;NCIA, DE RELIGI&Atilde;O E DE CULTO DO RECLUSO &Eacute; CHAVE PARA A LIBERDADE&rdquo;, trazido pelo Advogado e Antigo Baston&aacute;rio da Ordem dos Advogados, Dr. Rog&eacute;rio Alves, permitiu uma forte tomada de consci&ecirc;ncia relativamente aos Direitos Fundamentais que assistem, mesmo &agrave;s Pessoas privadas de liberdade, no campo t&atilde;o importante, como &eacute; o da Liberdade Religiosa.<\/p>\n<p>6 &ndash; Como tema fundante da presen&ccedil;a da Igreja nas Pris&otilde;es, D. Joaquim Mendes fez connosco uma profunda reflex&atilde;o, fazendo-nos confirmar que &ldquo;O EVANGELHO &Eacute; CHAVE PARA A LIBERDADE&rdquo;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>III &#8211; CONSCIENTES DE QUE A IGREJA, COM OS DIVERSOS AGENTES DA PASTORAL PENITENCI&Aacute;RIA &ndash; PADRES, RELIGIOSOS E LEIGOS &ndash; SE AFIRMA COMO &ldquo;UMA CHAVE PARA A PRIS&Atilde;O&rdquo;,<\/strong><\/p>\n<p>1&ordm; &#8211; Queremos refor&ccedil;ar em n&oacute;s a preocupa&ccedil;&atilde;o de que, em cada Diocese do nosso Pa&iacute;s, sejam mais refor&ccedil;adas e animadas as Comiss&otilde;es ou Secretariados de Pastoral Penitenci&aacute;ria.<\/p>\n<p>2&ordm; &#8211; Entendemos que &eacute; urgente e importante a indispens&aacute;vel forma&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua de Assistentes, Colaboradores e Volunt&aacute;rios.<\/p>\n<p>3&ordm; &#8211; Reconhecemos que, para uma boa e eficaz atua&ccedil;&atilde;o apost&oacute;lica da Igreja nas Pris&otilde;es, &eacute; indispens&aacute;vel que a atua&ccedil;&atilde;o dos Cat&oacute;licos se fa&ccedil;a, sempre, em uni&atilde;o, coordena&ccedil;&atilde;o, programa&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o com o Assistente Religioso, nomeado pelo Bispo Diocesano.<\/p>\n<p>4&ordm; &#8211; O Voluntariado Cat&oacute;lico, nas suas diversas express&otilde;es, deve ser sempre realizado em comunh&atilde;o com o Assistente Religioso, e o seu &ldquo;Plano de A&ccedil;&atilde;o&rdquo; deve integrar os objetivos da presen&ccedil;a da Igreja no respetivo Estabelecimento Prisional, n&atilde;o s&oacute; tendo em vista os melhores resultados pastorais, mas para que seja manifesta a unidade da &uacute;nica Igreja de Cristo.<\/p>\n<p>5&ordm; &#8211; Tudo aceitamos fazer para que a liberdade de consci&ecirc;ncia, de religi&atilde;o e de culto, de todos as Pessoas privadas de liberdade, seja garantida, respeitada e, a cada um, seja proporcionada a concretiza&ccedil;&atilde;o desses Direitos Fundamentais.<\/p>\n<p>6&ordm;- A Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional da Pastoral Penitenci&aacute;ria agradece, louva e estima o envolvimento da Caritas Portuguesa, pela aceita&ccedil;&atilde;o na prestimosa colabora&ccedil;&atilde;o no campo do Voluntariado Cat&oacute;lico, nas Pris&otilde;es do nosso Pa&iacute;s.<\/p>\n<p>7&ordm; &#8211; E assim, com a ajuda de Deus, nosso Redentor e Salvador em Jesus Cristo, e na for&ccedil;a do Esp&iacute;rito Santo, acreditamos, e tudo faremos, para que o EVANGELHO, vivido e levado aos Irm&atilde;os Reclusos, por cada um de n&oacute;s, &ldquo;SEJA UMA CHAVE PARA A PRIS&Atilde;O&rdquo;.<\/p>\n<p>F&aacute;tima, 28 de janeiro de 2012<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>I &ndash; Encontro Nacional Nos dias 27 e 28 de janeiro de 2012, sob a Presid&ecirc;ncia de D. 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