{"id":54549,"date":"2012-01-02T12:14:02","date_gmt":"2012-01-02T12:14:02","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2012\/01\/02\/homilia-do-bispo-de-braganca-miranda-na-solenidade-de-santa-maria-mae-de-deus\/"},"modified":"2012-01-02T12:14:02","modified_gmt":"2012-01-02T12:14:02","slug":"homilia-do-bispo-de-braganca-miranda-na-solenidade-de-santa-maria-mae-de-deus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-do-bispo-de-braganca-miranda-na-solenidade-de-santa-maria-mae-de-deus\/","title":{"rendered":"Homilia do bispo de Bragan\u00e7a-Miranda na solenidade de Santa Maria M\u00e3e de Deus"},"content":{"rendered":"<p>Caros Presb&iacute;teros, P&aacute;rocos da Cidade<\/p>\n<p>Car&iacute;ssimos Jovens<\/p>\n<p>Irm&atilde;os e Irm&atilde;s<\/p>\n<p>Na oitava da solenidade do Natal que celebramos com nobre simplicidade nesta igreja catedral, a Liturgia de hoje apresenta-nos o Deus menino &laquo;nascido de uma mulher, nascido sob a lei (2&ordf; leitura), a quem foi dado o nome de Jesus, oito dias depois do nascimento (evangelho), como realiza&ccedil;&atilde;o plena da b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o de Deus &agrave; humanidade (1&ordf; leitura). B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o= dizer bem. Deus diz bem de n&oacute;s &ndash; n&oacute;s somos chamados a dizer bem de Deus.<\/p>\n<p>A Igreja dedica o primeiro dia do ano civil a Maria, celebrando o seu privil&eacute;gio &uacute;nico e o seu t&iacute;tulo essencial de M&atilde;e de Deus (<em>Theot&oacute;kos<\/em>). O tempo do Natal constitui uma prolongada mem&oacute;ria da maternidade divina. Por tal, a solenidade de Santa Maria, M&atilde;e de Deus, se celebra hoje, 1 de janeiro, dia da oitava do Natal. A liturgia canta-o com admira&ccedil;&atilde;o: &laquo;<em>oh admir&aacute;vel mist&eacute;rio! Com&eacute;rcio admir&aacute;vel que o amor descobriu&raquo;.<\/em><\/p>\n<p>Hoje contemplamos a possibilidade do imposs&iacute;vel: Maria, Virgem e M&atilde;e. A protagonista do texto do evangelho &eacute; Maria (com Jos&eacute; e Jesus). Aparecem tamb&eacute;m os pastores que contam o que lhes aconteceu e o que os anjos lhes anunciaram, e veem o sinal: &ldquo;o menino deitado na manjedoura&rdquo;. Maria, da sua parte, &ldquo;fixava todas estas palavras e pensava nelas no &iacute;ntimo do seu cora&ccedil;&atilde;o&rdquo;. A atitude de Maria &eacute; de prudente sabedoria e o convite a ver bem com o cora&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Quando a Igreja fala da maternidade de Maria n&atilde;o proclama s&oacute; um mist&eacute;rio, mas evidencia tamb&eacute;m uma rela&ccedil;&atilde;o de fam&iacute;lia: &ldquo;os pastores encontraram Maria e Jos&eacute; e o menino&rdquo;. O sil&ecirc;ncio &eacute; o segredo de Maria. Do sil&ecirc;ncio-escuta passa ao acolhimento-disponibilidade. Esta &eacute; a mem&oacute;ria do cora&ccedil;&atilde;o. Maria &eacute; modelo da escuta da Palavra e presen&ccedil;a orante na Igreja nascente e na Igreja de todos os tempos.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>O pr&oacute;prio nome dado &ndash; Jesus, que significa &ldquo;o Senhor salva&rdquo; &ndash; indica a vontade da salva&ccedil;&atilde;o de Deus. &laquo;A Sua vinda testemunha o que n&atilde;o sab&iacute;amos ainda: a nossa fr&aacute;gil humanidade &eacute; narra&ccedil;&atilde;o da autobiografia de Deus&raquo; (Tolentino Mendon&ccedil;a). Jesus &eacute; o grande sorriso de Deus &agrave;s pessoas de todos os tempos. Cada um de n&oacute;s &eacute; chamado pelo nome pr&oacute;prio desde o nosso Batismo.<\/p>\n<p>Hoje trocamos os melhores votos de paz, porque este dia foi tamb&eacute;m escolhido h&aacute; 45 anos como o dia mundial da paz. A paz &eacute; o grande desejo do cora&ccedil;&atilde;o de cada um. Jesus Cristo &eacute; a nossa verdadeira paz. &laquo;Educar os jovens para justi&ccedil;a e a paz&raquo; &ndash; tema do dia. Porque estamos convencidos &laquo;de que eles podem, com o seu entusiasmo e idealismo, oferecer uma nova esperan&ccedil;a ao mundo&raquo; e convida-nos &laquo;prestar aten&ccedil;&atilde;o ao mundo juvenil, saber escut&aacute;-lo e valoriz&aacute;-lo para a constru&ccedil;&atilde;o dum futuro de justi&ccedil;a e de paz n&atilde;o &eacute; s&oacute; uma oportunidade mas um dever prim&aacute;rio de toda a sociedade&raquo;.<\/p>\n<p>A Igreja acredita que a educa&ccedil;&atilde;o &eacute; uma aventura fascinante e confia muito nos jovens. &laquo;Queridos jovens, v&oacute;s sois um dom precioso para a sociedade. Diante das dificuldades, n&atilde;o vos deixeis invadir pelo des&acirc;nimo nem vos abandoneis a falsas solu&ccedil;&otilde;es, que frequentemente se apresentam como o caminho mais f&aacute;cil para superar os problemas. N&atilde;o tenhais medo de vos empenhar, de enfrentar a fadiga e o sacrif&iacute;cio, de optar por caminhos que requerem fidelidade e const&acirc;ncia, humildade e dedica&ccedil;&atilde;o&raquo;.<\/p>\n<p>Uma sauda&ccedil;&atilde;o amiga aos jovens, em especial aos seminaristas que buscam, na alegria e na esperan&ccedil;a dos v&aacute;rios caminhos, a Cristo, Caminho, Verdade e Vida. Tal como o gr&atilde;o de amendoeira, v&oacute;s jovens estais a amadurecer a vossa vida, por isso, n&atilde;o tenhais medo dos desafios destes tempos. Quero ser colaborador da vossa alegria. A primeira experi&ecirc;ncia que juntos fizemos de escuta da Esperan&ccedil;a na <em>lectio divina<\/em> aqui na cripta da Catedral leva-nos a uma sempre maior paz do cora&ccedil;&atilde;o para poderdes sempre dizer <em>Senhor,<\/em> e<em>is-me aqui, podeis enviar-me<\/em>.<\/p>\n<p>A f&eacute; traz consigo o risco da confian&ccedil;a. N&atilde;o somos crist&atilde;os porque decidimos por uma &eacute;tica ou alguma ideia, mas por causa de um encontro com a Pessoa de Jesus Cristo que d&aacute; um novo horizonte &agrave; vida.<\/p>\n<p>Cristo, a nossa Paz, nos renove na confian&ccedil;a realista do Evangelho!<\/p>\n<p>No limiar do Ano 2012 e h&aacute; 3 meses da ordena&ccedil;&atilde;o e in&iacute;cio do minist&eacute;rio episcopal na nossa amada Diocese de Bragan&ccedil;a-Miranda, estou consciente que ser bispo significa servir. Vivemos um tempo e um mundo que encaro com esperan&ccedil;a no futuro. Disponho-me, como servo, a uma escuta da Palavra sacramental entran&ccedil;ada com a vida quotidiana. Continuo a pedir a Deus um cora&ccedil;&atilde;o que escuta para ser um servidor da Esperan&ccedil;a nesta Igreja que peregrina em Bragan&ccedil;a-Miranda e que se quer repensar e reorganizar ao longo deste ano. O Senhor ilumine e acompanhe a prepara&ccedil;&atilde;o do plano pastoral diocesano para 5 anos at&eacute; 2017 &ndash; o ano do centen&aacute;rio das apari&ccedil;&otilde;es em F&aacute;tima.<\/p>\n<p>O Ano da F&eacute; proclamado pelo Papa Bento XVI a iniciar a 11 de outubro, dia em que se comemoram os 50 anos da abertura do grande acontecimento do Conc&iacute;lio Vaticano II, a reorganiza&ccedil;&atilde;o da pastoral nas suas estruturas diocesanas e paroquias, a forma&ccedil;&atilde;o inicial e permanente do Clero, o Instituto Diocesano do Clero, a Casa sacerdotal, a forma&ccedil;&atilde;o permanente dos Leigos, a recria&ccedil;&atilde;o do Instituto Diocesanos de Estudos Pastorais &ndash; s&atilde;o alguns dos grandes desafios destes tempos novos.<\/p>\n<p>Jesus Cristo tem de ser o centro e estar no centro &laquo;Jesus Cristo &eacute; o mesmo ontem, hoje e sempre&raquo; (Hb 13,8). Temos sempre de fixar os olhos em Jesus (cf. Lc 4,20). Este Ano &eacute; a oportunidade de confessar a f&eacute; no Senhor Ressuscitado na nossa catedral e nas igrejas da Diocese, nas nossas casas e no meio das nossas fam&iacute;lias, para que cada um sinta fortemente a exig&ecirc;ncia de conhecer melhor e de transmitir &agrave;s gera&ccedil;&otilde;es futuras a f&eacute; de sempre. O Santo Padre apela a que: &laquo;tanto as comunidades religiosas como as comunidades paroquiais e todas as realidades eclesiais, antigas e novas, encontrar&atilde;o forma de fazer publicamente profiss&atilde;o do <em>Credo&raquo;<\/em>.<\/p>\n<p>Bragan&ccedil;a tem montes de Esperan&ccedil;a e muitas possibilidades e oportunidades!<\/p>\n<p>De todo o cora&ccedil;&atilde;o quero saudar todos os meus irm&atilde;os e amigos Presb&iacute;teros. Em Cristo Cabe&ccedil;a, Pastor, Esposo e Servo da Igreja, o presbit&eacute;rio &eacute; lugar de comunh&atilde;o e crescimento, o qual tem &laquo;origem sacramental e se reflete e se prolonga no &acirc;mbito do exerc&iacute;cio do minist&eacute;rio presbiteral do <em>mist&eacute;rio <\/em>ao <em>minist&eacute;rio<\/em>&raquo;. A feliz realiza&ccedil;&atilde;o da nossa Assembleia do Clero renovou em n&oacute;s o dinamismo da forma&ccedil;&atilde;o permanente e da convers&atilde;o pastoral.<\/p>\n<p>Aos Di&aacute;conos encorajo no servi&ccedil;o da caridade, da Palavra e da Liturgia. At&eacute; junho de 2012 esperamos a apresenta&ccedil;&atilde;o dos candidatos ao Diaconado permanente e faremos a respetiva sele&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Aos Religiosos e &agrave;s Religiosas e aos membros dos Institutos seculares, expresso a minha estima e gratid&atilde;o pelo dom do testemunho do primado absoluto de Deus na Igreja e no mundo. Maria, a Mulher da Esperan&ccedil;a ajude a confirmar os desafios que assembleia dos Religiosos aceitou para a Nova Evangeliza&ccedil;&atilde;o na nossa Diocese.<\/p>\n<p>A todos os crist&atilde;os leigos, &agrave;s fam&iacute;lias, &agrave;s par&oacute;quias, aos Movimentos e &agrave;s novas comunidades eclesiais, &agrave;s Vigararias, aos Secretariados, &agrave;s Comiss&otilde;es diocesanas, &agrave;s Institui&ccedil;&otilde;es de solidariedade social, &agrave;s Miseric&oacute;rdias, &agrave;s Confrarias e &agrave;s Irmandades continuo a garantir a minha disponibilidade e ora&ccedil;&atilde;o, contando com a vossa colabora&ccedil;&atilde;o e corresponsabilidade na constru&ccedil;&atilde;o da civiliza&ccedil;&atilde;o do amor e de comunidades eclesiais amadurecidas.<\/p>\n<p>Com as Autoridades aut&aacute;rquicas, civis, acad&eacute;micas, for&ccedil;as de seguran&ccedil;a e &oacute;rg&atilde;os de comunica&ccedil;&atilde;o social espero continuar uma colabora&ccedil;&atilde;o rec&iacute;proca em ordem ao bem comum no nosso Distrito e Diocese.<\/p>\n<p>Sa&uacute;do ainda todas as pessoas de boa vontade que buscam a verdade na sua vida. Desejo, sinceramente que se promova o desenvolvimento na verdade e na caridade e que na nossa terra &laquo;os montes tragam a paz ao povo, e as colinas, a justi&ccedil;a&raquo; (Sl 72).<\/p>\n<p>S. Bento, o padroeiro da Diocese, continua a desafiar na sua Regra: &laquo;n&atilde;o prefiram absolutamente nada a Cristo&raquo;. Convido-vos, por isso, a ousar a coragem da Esperan&ccedil;a, para podermos mostrar hoje os mist&eacute;rios de Cristo, porque a beleza e a alegria do Evangelho t&ecirc;m um enorme fasc&iacute;nio.<\/p>\n<p>A nossa realidade pastoral exige a coragem, a confian&ccedil;a e a paci&ecirc;ncia para ir ao encontro dos homens e das mulheres do nosso tempo, testemunhando que tamb&eacute;m hoje &eacute; poss&iacute;vel, belo, bom e justo viver a exist&ecirc;ncia humana &agrave; luz do Evangelho.<\/p>\n<p>Quero ser Bispo para v&oacute;s e continuar a ser crist&atilde;o convosco numa s&oacute; Igreja, que tem como sinal vis&iacute;vel da comunh&atilde;o esta igreja Catedral, qual casa de Deus na cidade dos homens e das mulheres de hoje.<\/p>\n<p>Igreja catedral de Bragan&ccedil;a, 1 de janeiro 2012<\/p>\n<p><em>D. Jos&eacute; Cordeiro<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Caros Presb&iacute;teros, P&aacute;rocos da Cidade Car&iacute;ssimos Jovens Irm&atilde;os e Irm&atilde;s Na oitava da solenidade do Natal que celebramos com nobre simplicidade nesta igreja catedral, a Liturgia de hoje apresenta-nos o Deus menino &laquo;nascido de uma mulher, nascido sob a lei (2&ordf; leitura), a quem foi dado o nome de Jesus, oito dias depois do nascimento [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[120,165,173,246,267,314],"class_list":["post-54549","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-bento-xvi","tag-dia-mundial-da-paz","tag-diocese-de-braganca-miranda","tag-liturgia","tag-natal","tag-solidariedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54549","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=54549"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54549\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=54549"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=54549"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=54549"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}