{"id":54142,"date":"2011-12-03T12:07:40","date_gmt":"2011-12-03T12:07:40","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2011\/12\/03\/crise-mais-abandonados-devem-ter-primado-no-orcamento-diz-bispo-das-forcas-armadas-e-de-seguranca\/"},"modified":"2011-12-03T12:07:40","modified_gmt":"2011-12-03T12:07:40","slug":"crise-mais-abandonados-devem-ter-primado-no-orcamento-diz-bispo-das-forcas-armadas-e-de-seguranca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/crise-mais-abandonados-devem-ter-primado-no-orcamento-diz-bispo-das-forcas-armadas-e-de-seguranca\/","title":{"rendered":"Crise: \u00abMais abandonados\u00bb devem ter \u00abprimado\u00bb no Or\u00e7amento, diz bispo das For\u00e7as Armadas e de Seguran\u00e7a"},"content":{"rendered":"<p>\u00abH\u00e1 um mundo de portugueses\u00bb que nunca viveram \u00abacima das possibilidades\u00bb, sublinha D. Janu\u00e1rio Torgal Ferreira <!--more--> <\/p>\n<p>Lisboa, 03 dez 2011 (Ecclesia) &ndash; O argumento que Portugal gasta mais do que os seus recursos deve ser usado com pudor porque parte da popula&ccedil;&atilde;o viveu sempre na pobreza, considera o bispo das For&ccedil;as Armadas e de Seguran&ccedil;a, D. Janu&aacute;rio Torgal.<\/p>\n<p>&ldquo;Tenha-se recato em aludir ao viver acima das possibilidades. H&aacute; um mundo de portuguesas e portugueses que nunca as tiveram!&rdquo;, escreve o prelado na mensagem de Natal enviada &agrave; Ag&ecirc;ncia ECCLESIA.<\/p>\n<p>Depois de salientar que &ldquo;a fraude da cidade burguesa consistiu em n&atilde;o mostrar os pobres&rdquo;, pretens&atilde;o que subsiste &ldquo;aqui e acol&aacute;&rdquo;, o prelado cat&oacute;lico reclama o &ldquo;exerc&iacute;cio de comportamentos limpos, sem conveni&ecirc;ncias nem interesses&rdquo; para defender os &ldquo;princ&iacute;pios que regem a dignidade da pessoa&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;A sociedade ser&aacute; sempre julgada pelos valores da justi&ccedil;a e da solidariedade, ao conferir aos mais abandonados o primado dos cuidados e do or&ccedil;amento, construindo um desenvolvimento de cariz humano&rdquo;, acentua.<\/p>\n<p>Por isso, acrescenta, &ldquo;a op&ccedil;&atilde;o preferencial pelos mais vulner&aacute;veis nunca se poder&aacute; compadecer com apoios meramente circunstanciais, ao recusar limites &agrave; imagina&ccedil;&atilde;o fraterna e ao exerc&iacute;cio da interajuda&rdquo;.<\/p>\n<p>O respons&aacute;vel est&aacute; convencido que a a&ccedil;&atilde;o &ldquo;inovadora&rdquo; e a &ldquo;compet&ecirc;ncia&rdquo; tornam &ldquo;efetivo o improv&aacute;vel&rdquo; e fazem com que a &ldquo;esperan&ccedil;a&rdquo; nunca seja vivida &ldquo;como uma ilus&atilde;o&rdquo;, mas com &ldquo;a certeza&rdquo; de que &ldquo;cada um tem jus ao trabalho, &agrave; estabilidade da fam&iacute;lia, &agrave; qualifica&ccedil;&atilde;o de um servi&ccedil;o profissional, ao respeito e &agrave; paz&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;Na linha do pensamento social da Igreja, os frutos do trabalho comum devem ser divididos com equidade e justi&ccedil;a social&rdquo;, aponta o texto, alertando que &ldquo;nunca se respirar&aacute; a tranquilidade enquanto n&atilde;o se experimentar que se &eacute; sujeito e n&atilde;o objeto da vida econ&oacute;mica, social e pol&iacute;tica&rdquo;.<\/p>\n<p>O prelado apela ao reconhecimento &ldquo;do que tem sido efetivado de positivo e s&eacute;rio&rdquo; nas For&ccedil;as Armadas e de Seguran&ccedil;a, mas real&ccedil;a que &ldquo;quem defende o progresso e os crit&eacute;rios da promo&ccedil;&atilde;o humana tem a miss&atilde;o de atender muito mais &agrave; inquieta&ccedil;&atilde;o do vazio do que ao encantamento do conseguido&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;Neste dom&iacute;nio, a compet&ecirc;ncia do pensar e do proceder, se aponta obst&aacute;culos, &eacute; porque est&aacute; certa de que os erros s&atilde;o para corrigir e as expectativas verdadeiras para realizar&rdquo;, assinala.<\/p>\n<p>Referindo-se ao Natal, a <a href=\"noticia.pl?id=88497\">mensagem<\/a> declara que o &ldquo;ar festivo&rdquo; da quadra &eacute; &ldquo;sinal de convic&ccedil;&otilde;es crist&atilde;s e dos motivos de quem partilha&rdquo;, com os fi&eacute;is, &ldquo;as causas da Humanidade&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;Um Menino pobre nasceu e apareceu no mundo. Uma cara de crian&ccedil;a era a de um Deus connosco, propondo-nos o fasc&iacute;nio de sermos humanos, sem fronteiras. Ele nos ensinou a nunca ser natural a exist&ecirc;ncia e fatal o crescimento, em n&uacute;mero, dos exclu&iacute;dos&rdquo;, frisa D. Janu&aacute;rio Torgal, que deixa votos de &ldquo;um Natal de verdade&rdquo;.<\/p>\n<p><em>RJM<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00abH\u00e1 um mundo de portugueses\u00bb que nunca viveram \u00abacima das possibilidades\u00bb, sublinha D. 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