{"id":53942,"date":"2011-11-21T10:39:03","date_gmt":"2011-11-21T10:39:03","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2011\/11\/21\/homilia-de-d-jacinto-botelho-no-dia-da-igreja-diocesana-de-lamego\/"},"modified":"2011-11-21T10:39:03","modified_gmt":"2011-11-21T10:39:03","slug":"homilia-de-d-jacinto-botelho-no-dia-da-igreja-diocesana-de-lamego","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-de-d-jacinto-botelho-no-dia-da-igreja-diocesana-de-lamego\/","title":{"rendered":"Homilia de D. Jacinto Botelho no Dia da Igreja Diocesana de Lamego"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\">&Eacute; a primeira vez que na qualidade de Administrador Apost&oacute;lico da Diocese presido &agrave; Eucaristia, neste dia 20 de novembro, em que celebramos o 235&ordm; anivers&aacute;rio da Dedica&ccedil;&atilde;o da Catedral, e por isso, desde h&aacute; algumas d&eacute;cadas, o assumimos como Dia da Igreja Diocesana.<\/p>\n<p>Sa&uacute;do com muita amizade e especial afeto o Senhor o Senhor D. Ant&oacute;nio Jos&eacute; da Rocha Couto que Sua Santidade Bento XVI nomeou para Bispo de Lamego, por quem desde j&aacute; prometemos rezar. Expressei em breve mensagem os sentimentos que irrompem em mim e que reitero. Na bela mensagem de sauda&ccedil;&atilde;o que o Senhor D. Ant&oacute;nio nos dirigiu manifestou a disposi&ccedil;&atilde;o de estar espiritualmente connosco neste Dia da Igreja Diocesana. Permiti que recorde as suas palavras: &ldquo;Estarei amanh&atilde; [domingo], Dia da Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo, em comunh&atilde;o com todos v&oacute;s na celebra&ccedil;&atilde;o do Dia da Igreja Diocesana, e sentirei convosco &laquo;A Fam&iacute;lia e a Igreja nos caminhos da Nova Evangeliza&ccedil;&atilde;o&raquo;. Que o Senhor a quem servimos e que nos mandou servir os nossos irm&atilde;os mais pequeninos encha das suas gra&ccedil;as o jovem Ricardo Jorge Ribeiro Barroco, que amanh&atilde; receber&aacute; a Ordena&ccedil;&atilde;o Diaconal. Para todos invoco a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o de Cristo Rei, e a prote&ccedil;&atilde;o de S. Sebasti&atilde;o, Padroeiro da nossa Diocese de Lamego, e de Maria, M&atilde;e de Deus e nossa M&atilde;e, que particularmente invocamos como Nossa Senhora dos Rem&eacute;dios.&rdquo; Penhora-nos esta disposi&ccedil;&atilde;o de presen&ccedil;a que sentimos e que tamb&eacute;m nos compromete. Agrade&ccedil;amos ao Senhor a Gra&ccedil;a da nomea&ccedil;&atilde;o do Senhor D. Ant&oacute;nio Couto para nosso Bispo, certeza de que se consolidar&aacute; a nossa comunh&atilde;o e se estimular&aacute; a forma&ccedil;&atilde;o e o dinamismo apost&oacute;lico de que precisamos.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;A celebra&ccedil;&atilde;o desta solenidade do anivers&aacute;rio da Dedica&ccedil;&atilde;o a Catedral, Dia da Igreja Diocesana, deve levar-nos a refletir sobre a nossa identidade de crist&atilde;os conscientemente comprometidos na Igreja de Lamego a que pertencemos. O imponente edif&iacute;cio onde nos encontramos &eacute; s&iacute;mbolo da Igreja formada por pedras vivas que somos n&oacute;s. O Dia da Igreja Diocesana deve sensibilizar-nos para a corresponsabilidade que cabe a cada um e a consci&ecirc;ncia desta corresponsabilidade consolida a comunh&atilde;o e dinamiza o testemunho de batizados.<\/p>\n<p>Foi o que ouvimos na palavra de S. Paulo na Carta aos Cor&iacute;ntios, proclamada h&aacute; momentos: <em>V&oacute;s sois edif&iacute;cio de Deus. <\/em>[&hellip;] <em>Veja cada um como constr&oacute;i: ningu&eacute;m pode colocar outro alicerce al&eacute;m do que est&aacute; posto, que &eacute; Jesus Cristo.<\/em> O Senhor Jesus que a solenidade de Cristo Rei, toda a Igreja hoje celebra, &eacute; o<strong> Caminho, <\/strong>a<strong> Verdade <\/strong>e a<strong> Vida<\/strong>, a dire&ccedil;&atilde;o obrigat&oacute;ria, a pedra fundamental, o centro para onde deve convergir o nosso olhar, e fora do Qual n&atilde;o h&aacute; constru&ccedil;&atilde;o com seriedade. O Dia que vivemos h&aacute; de inserir-nos mais convictamente n&rsquo;Ele, no qual fomos batizados, para, em consequ&ecirc;ncia, vivermos a proximidade uns dos outros, porque com Ele formamos um &uacute;nico corpo. Por outro lado, como afirmou Sua Santidade Bento XVI aos jovens na mensagem que lhes dirigiu nos Quatro Ventos, nas Jornadas Mundiais da Juventude, mas que &eacute; oportuna para todos os crist&atilde;os: &ldquo;Para o crescimento da vossa amizade com Cristo &eacute; fundamental reconhecer a import&acirc;ncia da vossa feliz inser&ccedil;&atilde;o nas par&oacute;quias, comunidades e movimentos&rdquo;, para lembrar imediatamente a seguir, a necessidade da participa&ccedil;&atilde;o na Eucaristia de cada domingo, a rece&ccedil;&atilde;o frequente do sacramento do perd&atilde;o e o cultivo da ora&ccedil;&atilde;o e a medita&ccedil;&atilde;o da Palavra de Deus. S&atilde;o os meios de sempre que nenhum caminho de espiritualidade pode substituir ou modificar. A celebra&ccedil;&atilde;o do Dia da igreja Diocesana tem de refor&ccedil;ar a nossa viv&ecirc;ncia crist&atilde;.<\/p>\n<p>Com esta disposi&ccedil;&atilde;o e esta consci&ecirc;ncia empenhar-nos-emos em corresponder ao programa pastoral que nos &eacute; proposto, <strong>Fam&iacute;lia e Igreja nos novos Caminhos da Evangeliza&ccedil;&atilde;o<\/strong>, sobre o qual muitos dos que estais aqui refletistes esta manh&atilde; e no princ&iacute;pio da tarde no Semin&aacute;rio.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>O testemunho a todos pedido, concretiza-se na pr&aacute;tica do mandamento do amor que a linguagem prof&eacute;tica de Isa&iacute;as explicita em alguns pormenores da rela&ccedil;&atilde;o com os outros para destacar que por a&iacute; passa o verdadeiro culto que inunda de alegria os que o vivem e credibiliza a nossa ora&ccedil;&atilde;o. Mais que nunca se torna urgente este comportamento que o Evangelho de hoje ilumina de modo extraordin&aacute;rio. A crise que enfrentamos reclama uma proximidade e solidariedade a que ningu&eacute;m pode ficar indiferente. Vivem ao nosso lado, muito mais perto do que imaginamos, os que merecem a nossa particular aten&ccedil;&atilde;o que s&atilde;o todos afinal. O Beato Jo&atilde;o Paulo II diz expressamente na Carta Apost&oacute;lica program&aacute;tica do novo mil&eacute;nio, <em>Novo Millennio Ineunte<\/em> : &ldquo;Partindo da comunh&atilde;o dentro da Igreja, a caridade abre-se, por sua natureza, ao servi&ccedil;o universal, frutificando <em>no compromisso dum amor ativo e concreto por cada ser humano. <\/em>Este &acirc;mbito qualifica de modo igualmente decisivo a vida crist&atilde;, o estilo eclesial e a programa&ccedil;&atilde;o pastoral.&rdquo; E Sua Santidade recorda a seguir a p&aacute;gina o Evangelho h&aacute; momentos proclamada afirmando: &ldquo;Se verdadeiramente partimos da contempla&ccedil;&atilde;o de Cristo, devemos v&ecirc;-Lo sobretudo no rosto daqueles que Ele mesmo quis identificar: &laquo;Porque tive fome e destes-Me de comer, tive sede e destes-Me de beber; era peregrino e recolhestes-Me; estava nu e destes-Me de vestir; adoeci e visitastes-Me; estava na pris&atilde;o e fostes ter Comigo&raquo;, para afirmar categoricamente a seguir: &ldquo;Esta p&aacute;gina do Evangelho n&atilde;o &eacute; um mero convite &agrave; caridade, mas uma p&aacute;gina de cristologia que projeta um feixe de luz sobre o mist&eacute;rio de Cristo. Nesta p&aacute;gina, n&atilde;o menos do que o faz com a vertente da ortodoxia, a Igreja mede a sua fidelidade de Esposa de Cristo.&rdquo;&nbsp;<\/p>\n<p>A realidade descrita pelo Beato Jo&atilde;o Paulo II na Carta que acabo de referir ganha particular objetividade e acuidade no contexto socioecon&oacute;mico que vivemos, passada que &eacute; quase uma d&uacute;zia de anos ap&oacute;s a sua publica&ccedil;&atilde;o. Ou&ccedil;amos Sua Santidade: &ldquo;No nosso tempo s&atilde;o muitas as necessidades que interpelam a sensibilidade crist&atilde;. O nosso tempo come&ccedil;a o novo mil&eacute;nio, carregado com um crescimento econ&oacute;mico, cultural e tecnol&oacute;gico que oferece a poucos afortunados grandes possibilidades e deixa milh&otilde;es e milh&otilde;es de pessoas n&atilde;o s&oacute; &agrave; margem do progresso, mas a bra&ccedil;os com condi&ccedil;&otilde;es de vida muito inferiores ao m&iacute;nimo que &eacute; devido &agrave; dignidade humana.&rdquo; A Carta a que me reporto oferece-nos a conclus&atilde;o que se nos imp&otilde;e: &ldquo;Devemos procurar que os pobres se sintam, em cada comunidade crist&atilde;, como &laquo;em sua casa&raquo;. N&atilde;o seria este estilo a maior e mais eficaz apresenta&ccedil;&atilde;o da Boa Nova do Reino? Sem esta forma de evangeliza&ccedil;&atilde;o, realizada atrav&eacute;s da caridade e do testemunho da pobreza crist&atilde;, o an&uacute;ncio do Evangelho &ndash; e este an&uacute;ncio &eacute; a primeira caridade &ndash; corre o risco de n&atilde;o ser compreendido ou de afogar-se naquele mar de palavras que a atual sociedade de comunica&ccedil;&atilde;o diariamente nos apresenta. A caridade das <em>obras<\/em> garante uma for&ccedil;a inequ&iacute;voca &agrave; caridade das <em>palavras<\/em>.&rdquo; Que a excelente reflex&atilde;o do Beato Jo&atilde;o Paulo II ilumine e dinamize o trabalho pastoral do novo ano.<\/p>\n<p>Mas neste Ano Jubilar do Semin&aacute;rio Maior, <strong><em>casa e escola sacerdotal<\/em><\/strong>, somos enriquecidos com a Gra&ccedil;a da ordena&ccedil;&atilde;o de um novo di&aacute;cono, o Ricardo Jorge Ribeiro Barroco, de Magueija. Comungo a alegria do Ricardo, dos seus pais e familiares, dos nossos Semin&aacute;rios, da sua par&oacute;quia e das par&oacute;quias onde tem estagiado. Car&iacute;ssimo Ricardo, caminhas para o sacerd&oacute;cio e vais comprometer-te e viver, a partir de hoje, como di&aacute;cono. Permite que te recorde o conselho que h&aacute; quinze dias, no dia de S. Carlos Borromeu, Sua Santidade Bento XVI deu aos que nas universidades pontif&iacute;cias de Roma, percorrem o mesmo itiner&aacute;rio que tu para a vida sacerdotal. O Santo Padre ressaltava tr&ecirc;s condi&ccedil;&otilde;es para que a vida tenha uma conson&acirc;ncia crescente com Cristo: &ldquo;A<em> aspira&ccedil;&atilde;o a colaborar com Jesus<\/em> na propaga&ccedil;&atilde;o do Reino de Deus, a<em> gratuidade <\/em>do compromisso pastoral e a atitude de <em>servi&ccedil;o&rdquo;.<\/em> E Bento XVI explicita, relativamente &agrave; primeira condi&ccedil;&atilde;o: &ldquo;Antes de tudo, na chamada ao minist&eacute;rio sacerdotal h&aacute; o encontro com Jesus e o facto de nos sentirmos fascinados, impressionados palas Suas palavras, pelos Seus gestos e pela Sua pessoa. &Eacute; o facto de distinguirmos, no meio de muitas vozes, a Sua voz, respondendo como Pedro: &laquo;Tu tens palavras de vida eterna&raquo;.&rdquo; Quanto &agrave; gratuidade do servi&ccedil;o pastoral, afirma o Santo Padre: &ldquo;A chamada do Senhor ao minist&eacute;rio n&atilde;o &eacute; fruto de m&eacute;ritos particulares, mas sim d&aacute;diva a acolher e a ser correspondida, dedicando-nos n&atilde;o tanto a um programa pessoal, mas ao des&iacute;gnio de Deus, de modo generoso e abnegado, a fim de que Ele disponha de n&oacute;s em conformidade com a Sua vontade, mesmo que ela n&atilde;o corresponda &agrave;s nossas aspira&ccedil;&otilde;es de autorrealiza&ccedil;&atilde;o. [&hellip;] A &uacute;nica ascens&atilde;o leg&iacute;tima rumo ao minist&eacute;rio de Pastor n&atilde;o &eacute; a do sucesso, mas a da Cruz.&rdquo; E o Santo Padre explica a atitude de servi&ccedil;o com estas palavras: &ldquo;(Responder ao chamamento) quer dizer ser servo, tamb&eacute;m com a exemplaridade da pr&oacute;pria vida. [&hellip;] Uma vida profundamente marcada pelo servi&ccedil;o: pelo cuidado atento do rebanho, pela celebra&ccedil;&atilde;o fiel da liturgia e pala solicitude imediata por todos os irm&atilde;os, especialmente pelos mais pobres e necessitados.&rdquo; Car&iacute;ssimo Ricardo, toma como programa de vida ao longo da tua exist&ecirc;ncia esta s&aacute;bia orienta&ccedil;&atilde;o de Bento XVI.<\/p>\n<p>Que a M&atilde;e do C&eacute;u, Senhora da Assun&ccedil;&atilde;o, titular desta Catedral, comunique a cada um a Sua B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o, e nos fa&ccedil;a sentir nas nossas comunidades, como enviados, a anunciar pela vida a Boa Nova de Jesus.<\/p>\n<p>S&eacute; de Lamego, 20 de novembro de 2011<\/p>\n<p><em>D. Jacinto Botelho, administrador apost&oacute;lico da diocese<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&Eacute; a primeira vez que na qualidade de Administrador Apost&oacute;lico da Diocese presido &agrave; Eucaristia, neste dia 20 de novembro, em que celebramos o 235&ordm; anivers&aacute;rio da Dedica&ccedil;&atilde;o da Catedral, e por isso, desde h&aacute; algumas d&eacute;cadas, o assumimos como Dia da Igreja Diocesana. 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