{"id":53933,"date":"2011-11-19T17:26:54","date_gmt":"2011-11-19T17:26:54","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2011\/11\/19\/apresentacao-da-exortacao-apostolica-pos-sinodal-africae-munus\/"},"modified":"2011-11-19T17:26:54","modified_gmt":"2011-11-19T17:26:54","slug":"apresentacao-da-exortacao-apostolica-pos-sinodal-africae-munus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/apresentacao-da-exortacao-apostolica-pos-sinodal-africae-munus\/","title":{"rendered":"Apresenta\u00e7\u00e3o da exorta\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica p\u00f3s-sinodal \u00abAfricae Munus\u00bb"},"content":{"rendered":"<p>Sala de imprensa da Santa S\u00e9 <!--more--> <\/p>\n<p>A Exorta&ccedil;&atilde;o Apost&oacute;lica p&oacute;s-sinodal Africae Munus &eacute; o documento redigido por Bento XVI a partir das 57 Proposi&ccedil;&otilde;es finais do II S&iacute;nodo especial para a &Aacute;frica, realizado em outubro de 2009 e dedicado ao tema da reconcilia&ccedil;&atilde;o, justi&ccedil;a e paz. O documento pontif&iacute;cio consta de duas partes: na primeira, examina as estruturas fundamentais da miss&atilde;o eclesial no continente, que tem como objetivo chegar &agrave; reconcilia&ccedil;&atilde;o, &agrave; justi&ccedil;a e &agrave; paz, sobretudo atrav&eacute;s da evangeliza&ccedil;&atilde;o; na segunda, s&atilde;o indicados os campos de apostolado da Igreja, em particular nos setores da educa&ccedil;&atilde;o, da sa&uacute;de e dos meios de comunica&ccedil;&atilde;o social. Sobre tudo, predomina a esperan&ccedil;a, consciente do patrim&oacute;nio intelectual, cultural e religioso do continente, mas tamb&eacute;m dos atuais desafios que a &Aacute;frica deve enfrentar. O Papa encoraja o continente a acolher cada vez mais Cristo, emancipando-se daquilo que paralisa e encontrando em si mesma as for&ccedil;as para relan&ccedil;ar a pr&oacute;pria vida e a pr&oacute;pria hist&oacute;ria.<\/p>\n<p>Esta Exorta&ccedil;&atilde;o Apost&oacute;lica enquadra-se em rela&ccedil;&atilde;o com:<\/p>\n<p>&#8211; a Exorta&ccedil;&atilde;o Apost&oacute;lica p&oacute;s-sinodal Ecclesia in &Aacute;frica, publicada em 1995, na sequ&ecirc;ncia do I S&iacute;nodo especial para a &Aacute;frica. Dela retoma sobretudo a ideia de Igreja, fam&iacute;lia de Deus;<\/p>\n<p>&#8211; a Exorta&ccedil;&atilde;o Apost&oacute;lica p&oacute;s-sinodal Verbum Domini, publicada em 2010, na sequ&ecirc;ncia do S&iacute;nodo geral sobre a Palavra de Deus. Dela retoma a import&acirc;ncia do apostolado b&iacute;blico;<\/p>\n<p>&#8211; os Lineamenta para o S&iacute;nodo geral sobre a Nova Evangeliza&ccedil;&atilde;o que ter&aacute; lugar em 2012, refor&ccedil;ando o dinamismo eclesial da Igreja africana, indicando-lhe tamb&eacute;m o programa de atividade pastoral para as pr&oacute;ximas d&eacute;cadas da evangeliza&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Primeira parte: Estruturas fundamentais da miss&atilde;o eclesial em &Aacute;frica<\/strong><\/p>\n<p>Partindo do pressuposto de que &ldquo;a &Aacute;frica tem necessidade de ouvir a voz de Cristo, que proclama o amor pelo outro, at&eacute; mesmo o inimigo (AM 13), a Exorta&ccedil;&atilde;o Apost&oacute;lica convida &agrave; reconcilia&ccedil;&atilde;o com Deus e com o pr&oacute;ximo, via necess&aacute;ria para a paz. &Eacute; importante, pois, a purifica&ccedil;&atilde;o interior do homem, a oferta e o acolhimento do perd&atilde;o, que permitem reencontrar a harmonia entre as fam&iacute;lias. O que n&atilde;o invalida, por&eacute;m, a necessidade de identificar os respons&aacute;veis, para serem responsabilizados, evitando a repeti&ccedil;&atilde;o dos seus delitos.<\/p>\n<p>O Papa sublinha que, embora a constru&ccedil;&atilde;o de uma ordem social justa seja da compet&ecirc;ncia da esfera pol&iacute;tica, a Igreja tem por&eacute;m o dever de formar as consci&ecirc;ncias dos homens e das mulheres, educando-os na justi&ccedil;a divina: fundamentada no amor, esta chega at&eacute; ao dom de si pelos irm&atilde;os e vai para al&eacute;m daquele m&iacute;nimo que a justi&ccedil;a humana exige. Viver a justi&ccedil;a de Cristo, significa, ent&atilde;o, empenhar-se em p&ocirc;r termo &agrave; confisca&ccedil;&atilde;o dos bens em detrimento de inteiras popula&ccedil;&otilde;es &#8211; facto definido como inaceit&aacute;vel e imoral (AM 24), visar a subsidiariedade, a solidariedade e a caridade, na l&oacute;gica das Bem-aventuran&ccedil;as. &Eacute; por isso que &ldquo;h&aacute; que reservar uma aten&ccedil;&atilde;o preferencial ao pobre, ao faminto, ao doente, ao prisioneiro, ao migrante, ao refugiado ou ao desalojado&rdquo; (AM 27). A Igreja contribui para formar uma nova &Aacute;frica, fazendo-se eco &ldquo;do silencioso grito dos inocentes perseguidos ou dos povos cujos governos hipotecam o presente e o futuro, em nome de interesses pessoais&rdquo; (AM 30).<\/p>\n<p>Mas quais os campos de a&ccedil;&atilde;o para concretizar tudo isto? Antes de mais, a Exorta&ccedil;&atilde;o Apost&oacute;lica indica a catequese, n&atilde;o s&oacute; estudada, mas tamb&eacute;m vivida na vida pessoal, familiar e social; o discernimento aprofundado dos ritos tradicionais locais, sobretudo os que se prendem com a reconcilia&ccedil;&atilde;o, sublinhando os aspetos que favorecem ou dificultam a incultura&ccedil;&atilde;o do Evangelho; por fim, a promo&ccedil;&atilde;o de uma nova fraternidade contraposta ao tribalismo, ao racismo e ao etnocentrismo.<\/p>\n<p>O Papa invoca uma especial defesa e prote&ccedil;&atilde;o para:<\/p>\n<p>&#8211; a fam&iacute;lia, para que &ndash; perante as amea&ccedil;as, como a distor&ccedil;&atilde;o da no&ccedil;&atilde;o de matrim&oacute;nio, a desvaloriza&ccedil;&atilde;o da maternidade, a banaliza&ccedil;&atilde;o do aborto, a facilita&ccedil;&atilde;o do div&oacute;rcio e o relativismo de uma &ldquo;nova &eacute;tica&rdquo; &ndash; se torne &ldquo;Igreja dom&eacute;stica&rdquo;, capaz de criar paz e harmonia na sociedade; ali&aacute;s, a venera&ccedil;&atilde;o e o respeito que a &Aacute;frica reserva &agrave;s pessoas idosas pode inspirar o Ocidente como exemplo de estabilidade e ordem social;<\/p>\n<p>&#8211; as mulheres, que t&ecirc;m uma tarefa insubstitu&iacute;vel na sociedade e na Igreja; todos os crist&atilde;os h&atilde;o de combater, denunciar e condenar os atos de viol&ecirc;ncia contra as mulheres;<\/p>\n<p>&#8211; as crian&ccedil;as, dom de Deus, fonte de esperan&ccedil;a e de renova&ccedil;&atilde;o, muitas vezes ao centro de casos intoler&aacute;veis e deplor&aacute;veis como os meninos &ndash; soldado, os prisioneiros constrangidos a trabalhar, os deficientes maltratados, os que exercem atos de bruxaria, os discriminados porque albinos, as pessoas sujeitas a escravatura sexual;<\/p>\n<p>&#8211; a vida: a Igreja op&otilde;e-se ao aborto, &agrave; droga, ao alcoolismo, e est&aacute; na primeira linha no combate &agrave;s pandemias da mal&aacute;ria, da tuberculose, da sida; esta requer uma resposta m&eacute;dica, farmac&ecirc;utica, mas sobretudo &eacute;tica, ou seja, uma preven&ccedil;&atilde;o eficaz baseada na abstin&ecirc;ncia sexual, na rejei&ccedil;&atilde;o da promiscuidade sexual e na fidelidade conjugal, em nome de uma antropologia assente no direito natural e na Palavra de Deus; &eacute; tamb&eacute;m fundamental debelar o analfabetismo &#8211; flagelo equivalente &agrave; morte social, e eliminar a pena capital.<\/p>\n<p>A Exorta&ccedil;&atilde;o Apost&oacute;lica sublinha, al&eacute;m disso, que a &Aacute;frica tem necessidade do bom governo dos Estados, que se exprime no respeito das Constitui&ccedil;&otilde;es, das elei&ccedil;&otilde;es livres, de sistemas judiciais independentes, de administra&ccedil;&otilde;es transparente e que n&atilde;o cedam &agrave; corrup&ccedil;&atilde;o. &Eacute; tamb&eacute;m fundamental: a explora&ccedil;&atilde;o das mat&eacute;rias primas tendo em conta o bem comum; o respeito dos bens essenciais como a &aacute;gua e a terra; a aten&ccedil;&atilde;o, mesmo a n&iacute;vel internacional, do fen&oacute;meno das migra&ccedil;&otilde;es; a globaliza&ccedil;&atilde;o da solidariedade que inclui &ldquo;o princ&iacute;pio da gratuidade e a l&oacute;gica do dom, como express&atilde;o da fraternidade&rdquo; (AM 86).<\/p>\n<p>Central a aten&ccedil;&atilde;o que o Papa reserva ao tema do di&aacute;logo, que deve ser:<\/p>\n<p>&#8211; ecum&eacute;nico, porque um cristianismo dividido provoca esc&acirc;ndalo; daqui o convite fundar novas associa&ccedil;&otilde;es ecum&eacute;nicas que empreendam obras de caridade e protejam o patrim&oacute;nio religioso, perante a expans&atilde;o das Igrejas aut&oacute;ctones africanas, dos movimentos sincretistas e das seitas que muitas vezes seduzem tanto os respons&aacute;veis pol&iacute;ticos como os fi&eacute;is das par&oacute;quias;<\/p>\n<p>&#8211; inter-religioso: por um lado, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s religi&otilde;es tradicionais africanas &ndash; para distinguir o que nelas est&aacute; conforme com o Evangelho daquilo que, pelo contr&aacute;rio, est&aacute; ligado &agrave; bruxaria; por outro lado, com o Isl&atilde;o &ndash; embora em alguns pa&iacute;ses africanos este se possa manifestar com agressividade, contudo o Papa reafirma a import&acirc;ncia de perseverar numa atitude de estima para com os mu&ccedil;ulmanos, tamb&eacute;m eles monote&iacute;stas, como os crist&atilde;os; recordada a disponibilidade ao di&aacute;logo, no respeito pela liberdade religiosa e de consci&ecirc;ncia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Segunda parte: Os campos de apostolado da Igreja<\/strong><\/p>\n<p>O Papa dirige-se diretamente aos:<\/p>\n<p>&#8211; bispos: convidados &agrave; santidade de vida, &agrave; unidade com o Sucessor de Pedro, &agrave; comunh&atilde;o com os presb&iacute;teros. Devem resistir &agrave; tenta&ccedil;&atilde;o do nacionalismo e devem empenhar-se na educa&ccedil;&atilde;o dos leigos; as dioceses devem ser &ldquo;modelos quanto ao comportamento das pessoas, &agrave; transpar&ecirc;ncia e &agrave; boa gest&atilde;o financeira (AM 104).<\/p>\n<p>&#8211; padres: devem viver uma vida exemplar no celibato e no desapego em rela&ccedil;&atilde;o aos bens materiais, superando as fronteiras tribais e raciais e sem cair na tenta&ccedil;&atilde;o de se tornarem l&iacute;deres pol&iacute;ticos ou agentes sociais;<\/p>\n<p>&#8211; seminaristas: est&atilde;o chamados a prepararem-se para o sacerd&oacute;cio do ponto de vista teol&oacute;gico e espiritual, em ambientes prop&iacute;cios tamb&eacute;m ao seu crescimento psicol&oacute;gico e humano, fazendo-se ap&oacute;stolos dos jovens;<\/p>\n<p>&#8211; leigos: devem viver a santidade no mundo, demonstrando que o trabalho, antes de ser um meio de lucro, &eacute; o lugar da realiza&ccedil;&atilde;o pessoa e do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo; al&eacute;m disso, para quem trabalha no campo pol&iacute;tico, econ&oacute;mico, cultural e social, &eacute; fundamental o conhecimento da Doutrina social da Igreja;<\/p>\n<p>&#8211; di&aacute;conos, pessoas consagradas e catequistas: o Papa insiste na sua forma&ccedil;&atilde;o permanente, no facto de deverem ser modelos de vida crist&atilde; e no seu testemunho de vida confiada a Deus e dedicada ao pr&oacute;ximo;<\/p>\n<p>&#8211; escolas, universidades e institui&ccedil;&otilde;es cat&oacute;licas: devem tecer, na sociedade, elos de paz e harmonia; procurar a Verdade que transcende a medida humana; contribuir para desenvolver a teologia africana, mantendo a sua identidade cat&oacute;lica, promovendo a sua incultura&ccedil;&atilde;o;<\/p>\n<p>&#8211; institui&ccedil;&otilde;es sanit&aacute;rias cat&oacute;licas: em cada doente, a Igreja v&ecirc; um membro sofredor do Corpo de Cristo. O seu empenho contra as doen&ccedil;as ser&aacute; portanto fiel ao ensinamento &eacute;tico e &agrave; defesa da vida; os fundos devem ser geridos de modo transparente e devem servir sobretudo ao bem dos doentes; h&aacute; que multiplicar os pequenos dispens&aacute;rios, que asseguram tratamentos de primeiros socorros;<\/p>\n<p>&#8211; meios de comunica&ccedil;&atilde;o: a Igreja deve estar presente nos m&eacute;dia, de modo mais numeroso e mais coordenado, sem esquecer as novas tecnologias, pois s&atilde;o instrumentos de evangeliza&ccedil;&atilde;o e de forma&ccedil;&atilde;o dos africanos para a reconcilia&ccedil;&atilde;o, a justi&ccedil;a e a paz.<\/p>\n<p>A Exorta&ccedil;&atilde;o Apost&oacute;lica det&eacute;m-se pois sobre a import&acirc;ncia da evangeliza&ccedil;&atilde;o, entendida como missio ad gentes, ou seja, como levar a Boa Nova &agrave;s pessoas que ainda n&atilde;o a conhecem, tanto como nova evangeliza&ccedil;&atilde;o, isto &eacute;, em rela&ccedil;&atilde;o aqueles que j&aacute; n&atilde;o seguem a pr&aacute;tica crist&atilde;, mesmo fora dos confins africanos, nos pa&iacute;ses mais secularizados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Propostas concretas:<\/strong><\/p>\n<p>Retomando algumas Proposi&ccedil;&otilde;es finais do S&iacute;nodo, a Exorta&ccedil;&atilde;o Apost&oacute;lica indica algumas propostas concretas para favorecer a reconcilia&ccedil;&atilde;o, a justi&ccedil;a e a paz no continente:<\/p>\n<p>&#8211; incrementar a Lectio divina e o apostolado b&iacute;blico, pois a Palavra de Deus regenera a comunh&atilde;o fraterna;<\/p>\n<p>&#8211; celebrar um Congresso eucar&iacute;stico continental, pois a Eucaristia estabelece uma nova fraternidade que supera l&iacute;nguas, culturas, etnias, tribalismo, racismo e etnocentrismo.<\/p>\n<p>&#8211; as Igrejas particulares africanas proponham novos candidatos &agrave; canoniza&ccedil;&atilde;o, porque os Santos s&atilde;o fautores exemplares da justi&ccedil;a e ap&oacute;stolos da paz;<\/p>\n<p>&#8211; os bispos apoiem o SECAM (Simp&oacute;sio das Confer&ecirc;ncias episcopais da &Aacute;frica e do Madag&aacute;scar), estrutura de solidariedade e de comunh&atilde;o eclesial a n&iacute;vel continental;<\/p>\n<p>&#8211; os pa&iacute;ses africanos sejam encorajados a celebrar todos os anos um dia ou uma semana de reconcilia&ccedil;&atilde;o, particularmente durante o Advento ou a Quaresma.<\/p>\n<p>&#8211; de acordo com a Santa S&eacute;, o SECAM poder&aacute; contribuir para a realiza&ccedil;&atilde;o de um &ldquo;Ano da reconcilia&ccedil;&atilde;o&rdquo; de todo o continente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conclus&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p>A Exorta&ccedil;&atilde;o Apost&oacute;lica conclui com uma forte nota de esperan&ccedil;a: o Papa confia &agrave; intercess&atilde;o da Bem-aventurada Virgem Maria o caminho da evangeliza&ccedil;&atilde;o do continente para que &ldquo;cada um se torne cada vez mais ap&oacute;stolo da reconcilia&ccedil;&atilde;o, da justi&ccedil;a e da paz&rdquo; e para que a Igreja em &Aacute;frica possa ser &ldquo;um dos pulm&otilde;es espirituais da humanidade&rdquo;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sala de imprensa da Santa 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