{"id":53208,"date":"2011-10-04T12:49:34","date_gmt":"2011-10-04T12:49:34","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2011\/10\/04\/ordenacao-episcopal-de-d-jose-cordeiro-palavra-conclusiva-e-bulla\/"},"modified":"2011-10-04T12:49:34","modified_gmt":"2011-10-04T12:49:34","slug":"ordenacao-episcopal-de-d-jose-cordeiro-palavra-conclusiva-e-bulla","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/ordenacao-episcopal-de-d-jose-cordeiro-palavra-conclusiva-e-bulla\/","title":{"rendered":"Ordena\u00e7\u00e3o Episcopal de D. Jos\u00e9 Cordeiro: Palavra conclusiva e Bulla"},"content":{"rendered":"<p>Canto e rezo em Deus o dom inestim&aacute;vel do Amor. E &laquo;para o amor o imposs&iacute;vel n&atilde;o lhe parece dif&iacute;cil&raquo;, como gostava de dizer Santa Teresinha. Hoje, tamb&eacute;m eu sou renovado na beleza suprema do amor e encorajado para o servi&ccedil;o do Evangelho da Esperan&ccedil;a. &Eacute; uma entrega total e nupcial, com a Igreja esposa de Cristo, da qual Ele &eacute; cabe&ccedil;a, pastor, esposo e servo.<\/p>\n<p>Ao Senhor N&uacute;ncio Apost&oacute;lico agrade&ccedil;o a simpatia da sua presen&ccedil;a e pe&ccedil;o que transmita ao Santo Padre a total fidelidade e comunh&atilde;o na solicitude por todas as Igrejas e, ainda, as sauda&ccedil;&otilde;es mais sinceras de proximidade do bom povo do Nordeste transmontano, unido na invoca&ccedil;&atilde;o do mesmo padroeiro do Papa e da Europa.<\/p>\n<p>&nbsp;A Sua Emin&ecirc;ncia, o Senhor Cardeal-Patriarca de Lisboa e Presidente da Confer&ecirc;ncia Episcopal Portuguesa, manifesto uma profunda e viva gratid&atilde;o pela celebra&ccedil;&atilde;o sacramental da ordena&ccedil;&atilde;o episcopal. Ao mesmo tempo, louvo a Deus pelo dom do seu minist&eacute;rio pastoral nestes 50 anos de sacerd&oacute;cio.<\/p>\n<p>Ao Senhor Arcebispo Secret&aacute;rio da Congrega&ccedil;&atilde;o para os Bispos agrade&ccedil;o e sa&uacute;do cordialmente.<\/p>\n<p>Aos Senhores Bispos Em&eacute;ritos de Bragan&ccedil;a-Miranda, obrigado pelo testemunho e pela dedica&ccedil;&atilde;o do vosso episcopado a esta nossa amada Diocese. O valor simb&oacute;lico da coordena&ccedil;&atilde;o manifesta visivelmente a continuidade na renova&ccedil;&atilde;o do <em>munus docendi, do munus sanctificandi e do munus pascendi<\/em> nesta Igreja local.<\/p>\n<p>Ao Senhor Arcebispo Primaz de Braga e Metropolita da Prov&iacute;ncia eclesi&aacute;stica, aos Senhores Arcebispos e Bispos renovo igualmente a minha disponibilidade, significada pela imposi&ccedil;&atilde;o das m&atilde;os, para uma colegialidade efectiva e afectiva. Sa&uacute;do, com vivo reconhecimento, os Bispos de Zamora e Tuy-Vigo, o Bispo delegado da Confer&ecirc;ncia Episcopal de Angola e S&atilde;o Tom&eacute;, os delegados da Confer&ecirc;ncia Episcopal de Mo&ccedil;ambique e do Bispo de Baucau em Timor Leste.<\/p>\n<p>&Agrave;s Excelent&iacute;ssimas autoridades aut&aacute;rquicas, civis, acad&eacute;micas, for&ccedil;as de seguran&ccedil;a, muito obrigado pela vossa participa&ccedil;&atilde;o. Seja-me permitida uma men&ccedil;&atilde;o especial ao Senhor Secret&aacute;rio de Estado da Cultura e aos Senhores Presidentes das C&acirc;maras Municipais de Bragan&ccedil;a, &nbsp;de Miranda do Douro, de Vinhais e de Alf&acirc;ndega da F&eacute;. Desejo que a nossa colabora&ccedil;&atilde;o rec&iacute;proca promova o desenvolvimento na verdade e na caridade e que na nossa terra &laquo;os montes tragam a paz ao povo, e as colinas, a justi&ccedil;a&raquo;<a href=\"..\/..\/scripts\/tiny_mce3\/plugins\/paste\/pasteword.htm#_ftn1\">[1]<\/a>.<\/p>\n<p>A todos os Presb&iacute;teros e Di&aacute;conos, religiosos e religiosas, fam&iacute;lias, jovens e anci&atilde;os, seminaristas, institui&ccedil;&otilde;es, movimentos, grupos e amigos, que quisestes estar aqui e agora, obrigado pela amizade e pela unidade na f&eacute;. Permiti que mencione: os membros do Col&eacute;gio dos Consultores; os c&oacute;negos do Cabido desta <em>Domus Cathedralis, <\/em>a cujo presidente agrade&ccedil;o as palavras de sauda&ccedil;&atilde;o; os Superiores Gerais e Provinciais dos Jesu&iacute;tas, dos Salesianos, do Verbum Dei, da Opus Dei, das Servas Franciscanas Reparadoras de Jesus Sacramentado, das Irm&atilde;s Franciscanas de Nossa Senhora das Vit&oacute;rias, das Servas do Apostolado; o Reitor do Pontif&iacute;cio Col&eacute;gio Portugu&ecirc;s, que me acompanhou para a ordena&ccedil;&atilde;o juntamente com o meu primeiro Reitor no Semin&aacute;rio Maiore De&atilde;o do Cabido; o Reitor do Instituto de Santo Ant&oacute;nio dos portugueses em Roma; o Secret&aacute;rio da Confer&ecirc;ncia Episcopal Portuguesa; o Reitor do Semin&aacute;rio Diocesano e os Reitores dos Semin&aacute;rios, das Faculdades e Institutos de Teologia; o Reitor do Pontif&iacute;cio Ateneu de Santo Anselmo e os professores da Faculdade de Sagrada Liturgia e da Pontif&iacute;cia Universidade de S.Tom&aacute;s de Aquino; os grupos corais e instrumentistas; todos (e sois tantos! Deus sabe, v&oacute;s sabeis e eu tamb&eacute;m, especialmente os que no sil&ecirc;ncio e na ora&ccedil;&atilde;o e at&eacute; na doen&ccedil;a, testemunham a amizade e a f&eacute;) os que colaboraram directamente na nobre simplicidade desta Liturgia, no Protocolo, na arte e na oferta do bras&atilde;o, das ins&iacute;gnias episcopais, dos paramentos e em tudo o que envolve este dia grande de festa. At&eacute; as novas linguagens da internet e suas redes sociais quiseram preparar este dia.<\/p>\n<p>&Agrave; comunica&ccedil;&atilde;o social agrade&ccedil;o o trabalho realizado para o bem comum do povo desta realidade hist&oacute;rica e cultural nordestina.<\/p>\n<p>A todas as par&oacute;quias da Diocese, em especial a par&oacute;quia de S. Tiago de Parada-Alf&acirc;ndega da F&eacute; e as par&oacute;quias que servi: Salsas com Freixeda, Moredo e Vale de Nogueira; a Par&oacute;quia Escolar com a capelania do Instituto Polit&eacute;cnico; Cova de Lua; Grij&oacute; de Parada com Freixedelo e Caro&ccedil;edo; Sortes e M&oacute;s com Viduedo e Lan&ccedil;&atilde;o e aquelas de adop&ccedil;&atilde;o nos &uacute;ltimos doze anos: Rebordelo, Vila Flor e as do Arciprestado de Alf&acirc;ndega da F&eacute;.<\/p>\n<p>&Agrave; minha m&atilde;e aqui presente e ao meu pai na liturgia celeste, aos meus irm&atilde;os, cunhados e afilhados, tios e primos e a toda a fam&iacute;lia, eternamente grato por tudo.<\/p>\n<p>Car&iacute;ssimos Presb&iacute;teros de Bragan&ccedil;a-Miranda, deixai que vos diga de cora&ccedil;&atilde;o aberto: eu n&atilde;o sou pens&aacute;vel sem v&oacute;s; sois os primeiros e indispens&aacute;veis colaboradores. Quero continuar vosso irm&atilde;o e vosso amigo; ajudai-me a ser pai e pastor. A nossa Igreja Diocesana &eacute; uma realidade desafiante. E, como escreveu F. Pessoa &laquo;a espantosa realidade das coisas &eacute; a minha descoberta de todos os dias&raquo;<a href=\"..\/..\/scripts\/tiny_mce3\/plugins\/paste\/pasteword.htm#_ftn2\">[2]<\/a>. A nossa realidade pastoral exige a coragem, a confian&ccedil;a e a paci&ecirc;ncia para ir ao encontro dos homens e das mulheres do nosso tempo, testemunhando que tamb&eacute;m hoje &eacute; poss&iacute;vel, belo, bom e justo viver a exist&ecirc;ncia humana &agrave; luz do Evangelho.<\/p>\n<p>N&atilde;o tenhamos medo, &laquo;ningu&eacute;m o viu ainda, mas &eacute; belo. &Eacute; o futuro&hellip;&raquo;<a href=\"..\/..\/scripts\/tiny_mce3\/plugins\/paste\/pasteword.htm#_ftn3\">[3]<\/a>, evidenciou-o bem M. Torga. Somos chamados a uma convers&atilde;o pastoral para abra&ccedil;ar este desafio do futuro, da cultura e da f&eacute;. Por isso, convoco-vos para a Miss&atilde;o do Essencial ao servi&ccedil;o de todo o povo de Deus a n&oacute;s confiado. No dia 17 de Outubro gostaria de estar com todo o Presbit&eacute;rio e os Di&aacute;conos, numa Assembleia do Clero a realizar no &ldquo;cora&ccedil;&atilde;o da Diocese&rdquo;, o nosso Semin&aacute;rio de S. Jos&eacute;. E, logo que seja poss&iacute;vel, gostaria tamb&eacute;m de me encontrar com os movimentos e organismos eclesiais, com as diferentes autoridades, meios de comunica&ccedil;&atilde;o social e institui&ccedil;&otilde;es de solidariedade.<\/p>\n<p>Da liturgia &agrave; caridade, da catequese ao testemunho de vida, tudo na Igreja deve tornar vis&iacute;vel e reconhec&iacute;vel o rosto de Cristo, a centralidade do mist&eacute;rio integral de Cristo. <em>Ad docendum Christi Mysteria &ndash; Para mostrar os mist&eacute;rios de Cristo, <\/em>&eacute; uma express&atilde;o de um antigo livro lit&uacute;rgico, o <em>Liber Ordinum Episcopal<\/em> de Silos, usada na ordena&ccedil;&atilde;o sacerdotal<a href=\"..\/..\/scripts\/tiny_mce3\/plugins\/paste\/pasteword.htm#_ftn4\">[4]<\/a>. O minist&eacute;rio &eacute;, com efeito, para revelar a &laquo;economia do mist&eacute;rio&raquo;<a href=\"..\/..\/scripts\/tiny_mce3\/plugins\/paste\/pasteword.htm#_ftn5\">[5]<\/a> e &laquo;anunciar com ousadia o mist&eacute;rio do evangelho&raquo;<a href=\"..\/..\/scripts\/tiny_mce3\/plugins\/paste\/pasteword.htm#_ftn6\">[6]<\/a>. O mesmo e &uacute;nico mist&eacute;rio de Cristo<em>, <\/em>anunciado, celebrado e vivido na alegria do <em>hodie<\/em> &ndash; o eterno hoje da salva&ccedil;&atilde;o de Deus &ndash; que abra&ccedil;a todo o tempo, passado, presente e futuro e se torna presen&ccedil;a perene na Igreja atrav&eacute;s da liturgia. S&oacute; o mist&eacute;rio revela o mist&eacute;rio.<\/p>\n<p>O gr&atilde;o de amendoeira &eacute; s&iacute;mbolo deste admir&aacute;vel mist&eacute;rio: na primeira casca verde amarga; na segunda casca dura resguarda-se e fortalece-se; no interior &eacute; de bom e belo sabor. Da sua madeira rija &eacute; a vara do b&aacute;culo pastoral, encimado pelo gr&atilde;o. A cruz peitoral prov&eacute;m do mesmo lenho e &eacute; florida pela sua flor e folhas. A amendoeira descreve, desde a flor at&eacute; ao gr&atilde;o, a epifania de um tempo novo. O tempo de Deus.<\/p>\n<p>Pergunto-me muitas vezes qual o principal dever que me &eacute; pedido como Bispo. N&atilde;o tenho alguma d&uacute;vida em pensar que &eacute; o servi&ccedil;o da ora&ccedil;&atilde;o e da evangeliza&ccedil;&atilde;o: devo rezar por todo o povo a mim confiado e irradiar, o mais poss&iacute;vel, atrav&eacute;s da palavra e das obras, o amor gratuito do Bom Pastor. A ora&ccedil;&atilde;o lit&uacute;rgica &eacute; a voz da esposa ao Esposo e &eacute; a gram&aacute;tica da ora&ccedil;&atilde;o e a epifania do mist&eacute;rio. Pe&ccedil;o a Deus um cora&ccedil;&atilde;o que escute os sinais dos tempos e os desafios que neles se manifestam, para ser um humilde servidor da Beleza, da Verdade, do Amor e da Alegria para v&oacute;s e convosco, recordando as palavras de S. Bento: &laquo;escuta, filho, os preceitos do mestre, e inclina o ouvido do teu cora&ccedil;&atilde;o&raquo;<a href=\"..\/..\/scripts\/tiny_mce3\/plugins\/paste\/pasteword.htm#_ftn7\">[7]<\/a>.<\/p>\n<p>Esta semana, a Diocese celebra o d&eacute;cimo anivers&aacute;rio da dedica&ccedil;&atilde;o da Catedral. Aqui nesta casa &laquo;situada no tempo para habita&ccedil;&atilde;o da eternidade, aqui procuramos pensar reconhecer sem m&aacute;scara ilus&atilde;o ou disfarce e procuramos manter nosso esp&iacute;rito atento liso como a p&aacute;gina em branco, aqui para al&eacute;m da morte da lacuna da perca e do desastre celebramos a P&aacute;scoa, aqui celebramos a claridade, porque Deus nos criou para a alegria&raquo;<a href=\"..\/..\/scripts\/tiny_mce3\/plugins\/paste\/pasteword.htm#_ftn8\">[8]<\/a>, como escreveu Sophia de Mello. Este dia favore&ccedil;a e aumente a consci&ecirc;ncia de que a Igreja existe para evangelizar e deve reconhecer-se em estado permanente de miss&atilde;o. Maria, a Mulher admir&aacute;vel da Esperan&ccedil;a e estrela da nova evangeliza&ccedil;&atilde;o, nos mostre o Mist&eacute;rio.<\/p>\n<p>De todo o cora&ccedil;&atilde;o, bem-hajam! Muito obrigado!&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p><em>D.&nbsp;Jos&eacute; Manuel Garcia Cordeiro<br \/>Bispo de Bragan&ccedil;a-Miranda<\/em><\/p>\n<hr size=\"1\" \/>\n<p><a href=\"..\/..\/scripts\/tiny_mce3\/plugins\/paste\/pasteword.htm#_ftnref1\">[1]<\/a> Sl 72, 3.<\/p>\n<p><a href=\"..\/..\/scripts\/tiny_mce3\/plugins\/paste\/pasteword.htm#_ftnref2\">[2]<\/a> A. CAEEIRO, Poemas.<\/p>\n<p><a href=\"..\/..\/scripts\/tiny_mce3\/plugins\/paste\/pasteword.htm#_ftnref3\">[3]<\/a> M. TORGA, <em>Hossana<\/em>, in IDEM, <em>Poesia completa<\/em>, vol. I, Dom Quixote, Lisboa 2007, 410.<\/p>\n<p><a href=\"..\/..\/scripts\/tiny_mce3\/plugins\/paste\/pasteword.htm#_ftnref4\">[4]<\/a> J. JANINI (ed.), Liber Ordinum Episcopal (Cod. Silos, Arch. Mon&aacute;stico, 4), Abad&iacute;a de Silos 1991, 99,96.<\/p>\n<p><a href=\"..\/..\/scripts\/tiny_mce3\/plugins\/paste\/pasteword.htm#_ftnref5\">[5]<\/a> Ef 3,9.<\/p>\n<p><a href=\"..\/..\/scripts\/tiny_mce3\/plugins\/paste\/pasteword.htm#_ftnref6\">[6]<\/a> Ef 36,19.<\/p>\n<p><a href=\"..\/..\/scripts\/tiny_mce3\/plugins\/paste\/pasteword.htm#_ftnref7\">[7]<\/a> Pr&oacute;logo da regra de S. Bento.<\/p>\n<p><a href=\"..\/..\/scripts\/tiny_mce3\/plugins\/paste\/pasteword.htm#_ftnref8\">[8]<\/a> S. DE MELLO ANDRESEN, <em>A casa de Deus<\/em>, P&aacute;scoa 1990.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Canto e rezo em Deus o dom inestim&aacute;vel do Amor. E &laquo;para o amor o imposs&iacute;vel n&atilde;o lhe parece dif&iacute;cil&raquo;, como gostava de dizer Santa Teresinha. 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