{"id":52874,"date":"2011-09-10T15:48:26","date_gmt":"2011-09-10T15:48:26","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2011\/09\/10\/homilia-de-d-manuel-clemente-na-dedicacao-da-se-do-porto-e-inicio-do-ano-pastoral-2011-2012\/"},"modified":"2011-09-10T15:48:26","modified_gmt":"2011-09-10T15:48:26","slug":"homilia-de-d-manuel-clemente-na-dedicacao-da-se-do-porto-e-inicio-do-ano-pastoral-2011-2012","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-de-d-manuel-clemente-na-dedicacao-da-se-do-porto-e-inicio-do-ano-pastoral-2011-2012\/","title":{"rendered":"Homilia de D. Manuel Clemente na dedica\u00e7\u00e3o da S\u00e9 do Porto e in\u00edcio do Ano Pastoral 2011-2012"},"content":{"rendered":"<p><em>&#8211; Em Cristo e nos que vivem em Cristo est&aacute; a resposta, como sempre e esplendidamente esteve!<\/em><\/p>\n<p>Amados irm&atilde;os, especialmente v&oacute;s os que a v&aacute;rios t&iacute;tulos vos corresponsabilizais comigo e com os Senhores Bispos Auxiliares nos servi&ccedil;os centrais e &oacute;rg&atilde;os colegiais da Diocese do Porto, ou nas 22 Vigararias e na leciona&ccedil;&atilde;o de Moral e Religi&atilde;o Cat&oacute;lica, em pleno in&iacute;cio dum novo ano escolar:<\/p>\n<p><strong>1. Ano pastoral, contexto social e nova evangeliza&ccedil;&atilde;o a fazer<\/strong><\/p>\n<p>A Dedica&ccedil;&atilde;o da S&eacute; proporciona-nos anualmente a feliz ocasi&atilde;o de retomar a normalidade das atividades diocesanas naquilo a que se convencionou chamar um novo &ldquo;ano pastoral&rdquo;. &Eacute; j&aacute; uma designa&ccedil;&atilde;o corrente, mas nem por isso indistinta. Na verdade, s&oacute; se pode dizer assim se realmente participar &ndash; participarmos n&oacute;s todos, os que, na responsabilidade de cada um, nos dispomos a protagoniz&aacute;-lo &ndash; dos sentimentos e da atitude de Cristo, &ldquo;o Bom Pastor que d&aacute; a vida pelas suas ovelhas&rdquo; (Jo 10, 11).<\/p>\n<p>E &eacute; muito significativo que o discurso do Bom Pastor seja colocado pelo evangelista no contexto da festa da dedica&ccedil;&atilde;o do templo de Jerusal&eacute;m. Templo que Jesus j&aacute; purificara, num epis&oacute;dio anterior &ndash; o que acab&aacute;mos de escutar -, para responder surpreendentemente: &ldquo;Destru&iacute; este templo e em tr&ecirc;s dias o levantarei&rdquo;. E o evangelista esclarece: &ldquo;Jesus falava do templo do seu Corpo&rdquo; (cf. Jo 2, 13 ss). Anunciava, podemos diz&ecirc;-lo, uma nova dedica&ccedil;&atilde;o e um novo templo. Jesus dedica-se a si mesmo como o novo templo em que nos encontramos agora, na oferta ao Pai para a salva&ccedil;&atilde;o de todos.<\/p>\n<p>Esta &eacute; a verdade da Igreja e a sua opera&ccedil;&atilde;o no mundo: a P&aacute;scoa de Cristo, feita, tamb&eacute;m por n&oacute;s, P&aacute;scoa do mundo, com a verdade primeira e &uacute;ltima de que s&oacute; na entrega nos realizamos plenamente. &Eacute; o nosso &ldquo;segredo&rdquo;, que &#8211; aqui positivamente &#8211; ser&aacute; proclamado sobre os telhados (cf. Lc 12, 3). Com o &ldquo;novo ardor, novos m&eacute;todos e novas express&otilde;es&rdquo; que caracterizam a nova evangeliza&ccedil;&atilde;o, t&atilde;o inadi&aacute;vel e premente.<\/p>\n<p>O ano pastoral que inauguramos &ndash; 2011-2012 &ndash; acontece num preciso momento da sociedade e da Igreja que n&atilde;o podemos nem queremos ignorar. Muito pelo contr&aacute;rio, &eacute; este o cronos que o Esp&iacute;rito de Deus quer fazer kairos, por entre as alegrias, as esperan&ccedil;as, as tristezas e as ang&uacute;stias (cf. Gaudium et Spes, 1) que a todos geralmente respeitam.<\/p>\n<p>A sociedade portuguesa &ndash; como tantas outras da Europa e al&eacute;m desta &ndash; sofre uma &ldquo;crise&#8221; que verdadeiramente se pode chamar assim, tanto por sobressaltar o curso normal de muitas exist&ecirc;ncias, como por exigir um s&eacute;rio &ldquo;ju&iacute;zo&rdquo; sobre o que a originou e como sair dela.<\/p>\n<p>Na enc&iacute;clica Caritas in Veritate, Bento XVI j&aacute; fez tal ju&iacute;zo e apontou-nos as necess&aacute;rias mudan&ccedil;as a empreender, decerto na sociedade e na economia, mas prioritariamente nas consci&ecirc;ncias individuais e &ldquo;coletivas&rdquo;, se assim se pode dizer. Trata-se de levar muito mais a s&eacute;rio do que se tem feito e a todos os n&iacute;veis da sociedade civil e pol&iacute;tica aquele conjunto de princ&iacute;pios que a Doutrina Social da Igreja enuncia basicamente como: a dignidade da pessoa humana, o bem comum, a subsidiariedade e a solidariedade (cf. Comp&ecirc;ndio da Doutrina Social da Igreja, n&ordm; 160). No que nos diz diretamente respeito, como Igreja Portucalense, sugiro e quase requeiro que, neste ano pastoral, cada comunidade crist&atilde; e cada associa&ccedil;&atilde;o de crentes n&atilde;o deixe de reler esta parte do Comp&ecirc;ndio da D.S.I., para ajuizar do que faz e deve fazer, muito concretamente, a partir da&iacute;.<\/p>\n<p><strong>2. Jornadas Mundiais da Juventude: um sinal dos tempos<\/strong><\/p>\n<p>Quanto &agrave; Igreja em geral, temos de tirar conclus&otilde;es e consequ&ecirc;ncias do que de mais relevante aconteceu ultimamente. Seleciono em especial as Jornadas Mundiais da Juventude, que vivemos com o Santo Padre e mais de um milh&atilde;o de jovens em Madrid, h&aacute; menos de um m&ecirc;s.<\/p>\n<p>O que ali experiment&aacute;mos e agora continua no esp&iacute;rito de tantos jovens que nelas participaram &ndash; inclusive da nossa diocese &ndash; &eacute;, sem d&uacute;vida alguma, um &ldquo;sinal dos tempos&rdquo; de primeir&iacute;ssima ordem. Compete-nos agora &ndash; como o urgiu o Conc&iacute;lio h&aacute; quase meio s&eacute;culo &ndash; perscrutar e interpretar evangelicamente tal sinal (cf. Gaudium et Spes, 4) dando-lhe o melhor seguimento na vida eclesial. O que se passou nas Jornadas configura j&aacute; aquela performatividade da esperan&ccedil;a a que Bento XVI aludiu na sua segunda enc&iacute;clica (cf. Spe Salvi, 2): pela sua alegria e disponibilidade, pela sua procura e ades&atilde;o ao convite papal, aqueles jovens j&aacute; davam subst&acirc;ncia e atualidade &agrave; esperan&ccedil;a que inegavelmente constituem para a Igreja e para o mundo.<\/p>\n<p>Foi, de facto, um magn&iacute;fico sinal dos tempos, porque tantos jovens do catolicismo mundial se evidenciaram &aacute;vidos de comunh&atilde;o aut&ecirc;ntica, nas duas dimens&otilde;es que crist&atilde;mente a definem: a busca de Deus e a disponibilidade para os outros. Nas m&uacute;ltiplas manifesta&ccedil;&otilde;es que preencheram aqueles aben&ccedil;oados dias, este verdadeiro &ldquo;essencial crist&atilde;o&rdquo; demonstrou-se exuberantemente.<\/p>\n<p>E, bem assim, o sentido pascal da exist&ecirc;ncia. As Jornadas Mundiais da Juventude configuram propositadamente um &ldquo;tr&iacute;duo&rdquo;, que leva da medita&ccedil;&atilde;o da Paix&atilde;o, &agrave; grande vig&iacute;lia de s&aacute;bado e &agrave; Missa final do domingo. Isto mesmo, com o misto de cansa&ccedil;o e alegria, com as catequeses e o culto eucar&iacute;stico, com as oportunidades de conv&iacute;vio, reflex&atilde;o e celebra&ccedil;&atilde;o da Reconcilia&ccedil;&atilde;o, tudo proporciona aos jovens participantes uma forte experi&ecirc;ncia de encontro com Cristo vivo na sua Igreja e nos m&uacute;ltiplos sinais em que nela se evidencia. Tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; por acaso que todas as edi&ccedil;&otilde;es destas Jornadas redundam em descobertas e decis&otilde;es vocacionais, sempre na ordem das centenas e com as mais variadas especifica&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p><strong>3. Fam&iacute;lia e Juventude: viver em comunh&atilde;o, formar para a comunh&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p>Amados irm&atilde;os: Se me detive um pouco mais nas Jornadas Mundiais da Juventude foi tamb&eacute;m para refor&ccedil;ar o que j&aacute; foi anunciado, ou seja que na Diocese do Porto nos dedicaremos neste ano &ndash; e porventura al&eacute;m dele &ndash; aos pontos centrais da Fam&iacute;lia e da Juventude. Assim decorreu da avalia&ccedil;&atilde;o feita &agrave; Miss&atilde;o 2010 e assim foi colegialmente decidido que se fizesse.<\/p>\n<p>&Eacute; claro e sabido que a programa&ccedil;&atilde;o pastoral duma diocese j&aacute; est&aacute; previamente preenchida com tudo o que ocupa quase a cem por cento a normalidade das a&ccedil;&otilde;es comuns dos pastores e das comunidades, ou seja, com a prega&ccedil;&atilde;o e a catequese, a piedade e os sacramentos, a a&ccedil;&atilde;o s&oacute;ciocaritativa. Mas tamb&eacute;m sabemos que &eacute; conveniente destacar algum ponto mais urgente, quer em todas essas a&ccedil;&otilde;es habituais, quer com realiza&ccedil;&otilde;es mais oportunas. &Eacute; agora o caso da Fam&iacute;lia e da Juventude, continuando e especificando a miss&atilde;o.<\/p>\n<p>Quer isto dizer que par&oacute;quias e vigararias, congrega&ccedil;&otilde;es e institutos, associa&ccedil;&otilde;es e movimentos, todos s&atilde;o convidados a ter tais pontos muito presentes no que fizerem por si ou conjuntamente. J&aacute; em maio passado tive ocasi&atilde;o de escrever aos padres, pedindo-lhes que combinassem entre si e inter-paroquial ou vicarialmente algumas a&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas para a Fam&iacute;lia e a Juventude. Na &uacute;ltima reuni&atilde;o de vig&aacute;rios e adjuntos j&aacute; se partilharam algumas ideias nesse sentido, cuja concretiza&ccedil;&atilde;o avan&ccedil;ar&aacute; certamente agora.<\/p>\n<p>Por seu lado, os nossos Secretariados Diocesanos tamb&eacute;m ter&atilde;o estes dois pontos particularmente em vista, na a&ccedil;&atilde;o conjugada que desenvolvem. Perspetiva-se desde j&aacute; uma grande atividade para toda a Diocese, quase um encontro geral de fam&iacute;lias e jovens, nos tr&ecirc;s primeiros dias de junho.<\/p>\n<p>E, com esta dupla incid&ecirc;ncia, de novo se evidenciar&atilde;o quer a referida essencialidade crist&atilde;, quer o sentido pascal da exist&ecirc;ncia. O lema poder&aacute; ser, ligando o significado da fam&iacute;lia com a pedagogia juvenil: &ldquo;Viver em comunh&atilde;o, formar para a comunh&atilde;o&rdquo;.<\/p>\n<p><strong>4. Com exemplos concretos de santidade reconhecida<\/strong><\/p>\n<p>Estimados vig&aacute;rios e adjuntos, que agora iniciais ou continuais a important&iacute;ssima tarefa de coordena&ccedil;&atilde;o pastoral que vos incumbe; estimados professores de Educa&ccedil;&atilde;o Moral e Religiosa Cat&oacute;lica que estais a come&ccedil;ar um novo ano escolar, com t&atilde;o relevante encargo; car&iacute;ssimos irm&atilde;os todos, aqui felizmente presentes, numa &ldquo;dedica&ccedil;&atilde;o&rdquo; que, relembrando a desta vener&aacute;vel catedral, &eacute; sobretudo nossa: Deixai-me acrescentar ainda uma sugest&atilde;o pr&aacute;tica, muito recebida de Jo&atilde;o Paulo II e Bento XVI, qual seja a da import&acirc;ncia dos exemplos concretos de santidade reconhecida.<\/p>\n<p>Todos lembramos a preciosa indica&ccedil;&atilde;o de Paulo VI, de que &ldquo;O homem contempor&acirc;neo escuta com melhor boa vontade as testemunhas do que os mestres, ou ent&atilde;o, se escuta os mestres, &eacute; porque eles s&atilde;o testemunhas&rdquo; (Evangelii Nuntiandi, n&ordm; 41). Pois bem, sugiro-vos a todos que, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; Fam&iacute;lia ou &agrave; Juventude, deis os exemplos magn&iacute;ficos de quantos foram recentemente elevados aos altares porque demonstraram, ao longo do s&eacute;culo XX, o que &eacute; uma fam&iacute;lia crist&atilde; e o que &eacute; um jovem crist&atilde;o.<\/p>\n<p>Sobre a fam&iacute;lia, tendes o exemplo dos esposos Lu&iacute;s e Maria Beltrame Quatrocchi, beatificados conjuntamente h&aacute; dez anos e pelas virtudes de cada um, sendo a primeira vez que tal aconteceu. Deles escreveu o bispo e te&oacute;logo Bruno Forte: &ldquo;[A de Lu&iacute;s e Maria Beltrame Quattrocchi] &eacute; antes de mais a hist&oacute;ria dum profund&iacute;ssimo amor humano, feito de paix&atilde;o e delicadeza, de doa&ccedil;&atilde;o e fidelidade totais, de partilha e comum empenho em amar e servir a vida em si e nos outros, come&ccedil;ando pelos amad&iacute;ssimos filhos. [&hellip;] As cartas, os gestos, as aten&ccedil;&otilde;es destes dois enamorados, que assim se mantiveram n&atilde;o obstante o correr do tempo e a fadiga dos dias, s&atilde;o um hino &agrave; beleza e &agrave; dignidade de tudo o que &eacute; verdadeiramente humano, um testemunho do valor alt&iacute;ssimo duma vida vivida a dois com sabedoria e responsabilidade, que em tudo e para tudo souberam ser como um s&oacute;&rdquo; (Cf. pref&aacute;cio de Bruno Forte ao livro de Giorgio Pap&agrave;sogli, Questi Borghesi&hellip; I Beati Luigi e Maria Beltrame Quattrocchi, Siena, Edizioni Cantagalli, 2001, p. 5).<\/p>\n<p>Sobre a juventude, tendes os v&aacute;rios jovens beatificados pelos dois &uacute;ltimos papas, de Marcel Callo, militante do Escutismo e da A&ccedil;&atilde;o Cat&oacute;lica, morto num campo de concentra&ccedil;&atilde;o nazi porque a&iacute; mesmo prosseguia o seu apostolado com os outros prisioneiros, a Chiara Luce Badano (Clara Luz), luminosa focolarina a que nem a doen&ccedil;a tirou a alegria e a f&eacute; irradiantes. Indico-vos ainda um outro jovem, beatificado em 1990 por Jo&atilde;o Paulo II, que lhe chamou &ldquo;o jovem das oito bem-venturan&ccedil;as&rdquo;, e que j&aacute; marcou tantos jovens cat&oacute;licos, sempre sens&iacute;veis &agrave; sua espantosa irradia&ccedil;&atilde;o de vigor e caridade. Refiro-me obviamente a Pedro Jorge Frassati, a quem o grande te&oacute;logo Karl Rahner dedicou as seguintes palavras: &ldquo;Frassati representava o jovem crist&atilde;o puro, alegre, dedicado &agrave; ora&ccedil;&atilde;o, aberto a tudo o que &eacute; livre e belo, atento aos problemas sociais, que trazia no cora&ccedil;&atilde;o a Igreja e os seus destinos&rdquo; (Karl Rahner. Cf. Maria Di Lorenzo, Pier Giorgio Frassati. O amor nunca diz: &ldquo;J&aacute; chega!&rdquo;, Lisboa, Paulinas, 2003, p. 133).<\/p>\n<p>Amados irm&atilde;os: estes e outros bem-aventurados nos guiar&atilde;o no presente ano pastoral, em torno da fam&iacute;lia e da juventude, que eles t&atilde;o exemplarmente figuraram. Com eles saberemos motivar as nossas fam&iacute;lias e jovens, nas comunidades e nas escolas, para continuarem a ser resposta de Deus ao mundo. &#8211; Em Cristo e nos que vivem em Cristo est&aacute; tal resposta, como sempre e esplendidamente esteve!<\/p>\n<p>Importa ent&atilde;o receb&ecirc;-la, para a prolongar agora. E aqui nos encontramos &ndash; imprescindivelmente nos encontramos! &ndash; com Maria Sant&iacute;ssima, M&atilde;e de Cristo e da Igreja, magn&iacute;fico modelo de n&oacute;s todos no acolhimento da Palavra divina e na sua transmiss&atilde;o ao mundo. Celebr&aacute;mos ontem a Natividade da Virgem Maria, nove meses depois da sua Imaculada Concei&ccedil;&atilde;o, que de novo teremos em dezembro. Vir&atilde;o depois o Natal de Cristo, que por Ela aconteceu, e Santa Maria M&atilde;e de Deus, para come&ccedil;armos religiosamente o novo ano civil&hellip; Proponho-vos instantemente, amados irm&atilde;os e irm&atilde;s, que n&atilde;o deixeis passar nenhuma destas e outras datas lit&uacute;rgicas sem aprofundardes criativamente a necess&aacute;ria dimens&atilde;o mariana da exist&ecirc;ncia crist&atilde;, particularmente com as fam&iacute;lias e os jovens.<\/p>\n<p>Estou certo e cert&iacute;ssimo de que o acolhimento filial e confiante da M&atilde;e de Cristo &ndash; da M&atilde;e que Ele mesmo nos deu ao p&eacute; da Cruz &#8211; &eacute; condi&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica para a compreens&atilde;o profunda e o seguimento certo do Evangelho eterno.<\/p>\n<p>&#8211; E, como foi no Cen&aacute;culo, com Maria e os disc&iacute;pulos a inaugurarem a primeira evangeliza&ccedil;&atilde;o, assim ser&aacute; agora, com Ela sempre, justamente proclamada &ldquo;Estrela da Nova Evangeliza&ccedil;&atilde;o&rdquo;!<\/p>\n<p><em>D. Manuel Clemente<br \/>S&eacute; do Porto, 9 de setembro de 2011<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8211; Em Cristo e nos que vivem em Cristo est&aacute; a resposta, como sempre e esplendidamente esteve! 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