{"id":52868,"date":"2011-09-09T17:02:31","date_gmt":"2011-09-09T17:02:31","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2011\/09\/09\/jorge-sampaio-e-o-11-de-setembro\/"},"modified":"2011-09-09T17:02:31","modified_gmt":"2011-09-09T17:02:31","slug":"jorge-sampaio-e-o-11-de-setembro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/jorge-sampaio-e-o-11-de-setembro\/","title":{"rendered":"Jorge Sampaio e o 11 de setembro"},"content":{"rendered":"<p>\u00c9 fundamental fazer \u00abo cerco \u00e0queles que est\u00e3o interessados em prosseguir a viol\u00eancia\u00bb, defende o Alto Representante das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Alian\u00e7a das Civiliza\u00e7\u00f5es <!--more--> <\/p>\n<p>Lisboa, 09 set 2011 (Ecclesia) &#8211; O Alto Representante das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Alian&ccedil;a das Civiliza&ccedil;&otilde;es, Jorge Sampaio, defendeu, hoje, na Universidade Cat&oacute;lica Portuguesa (UCP), em Lisboa, que &eacute; fundamental fazer &ldquo;o cerco &agrave;queles que est&atilde;o interessados em prosseguir a viol&ecirc;ncia&rdquo;.<\/p>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;\">Defendeu o Alto Representante das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Alian&ccedil;a das Civiliza&ccedil;&otilde;es, Jorge Sampaio.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;\">O Alto Representante das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Alian&ccedil;a das Civiliza&ccedil;&otilde;es, Jorge Sampaio, defendeu, hoje, na Universidade Cat&oacute;lica Portuguesa (UCP), em Lisboa, que &eacute; fundamental fazer &ldquo;o cerco &agrave;queles que est&atilde;o interessados em prosseguir a viol&ecirc;ncia&rdquo;.&nbsp;<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;\">Num semin&aacute;rio sobre &laquo;Dez anos ap&oacute;s o 11 de setembro &ndash; contributos para o di&aacute;logo inter-religioso&raquo;, o antigo Presidente da Rep&uacute;blica Portuguesa, real&ccedil;ou aos &oacute;rg&atilde;os de comunica&ccedil;&atilde;o social que &ldquo;n&atilde;o se pode abrandar o trabalho desenvolvido, no sentido de encontrar um caminho de paz, seguran&ccedil;a e desenvolvimento&rdquo;.&nbsp;<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;\">Naquele espa&ccedil;o de reflex&atilde;o com v&aacute;rios oradores, Jorge Sampaio reconheceu tamb&eacute;m que &ldquo;nem tudo &eacute; negativo&rdquo; porque &ldquo;os avan&ccedil;os&rdquo; foram not&oacute;rios e a chamada &laquo;primavera &aacute;rabe&raquo; &eacute; &ldquo;significativo do que as pessoas podem ambicionar&rdquo;.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;\">Ao olhar para a sociedade contempor&acirc;nea, o Alto Representante das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Alian&ccedil;a das Civiliza&ccedil;&otilde;es sublinha que &ldquo;n&atilde;o &eacute; com crises financeiras dram&aacute;ticas e uma forma financeira capitalista cl&aacute;ssica&rdquo;, cada vez &ldquo;mais alavancada sobre nada e virtual&rdquo;, que se pode &ldquo;atingir os objetivos do Desenvolvimento do Mil&eacute;nio e fazer uma caminho de paz&rdquo;.&nbsp;<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;\">Para al&eacute;m de todas as contrariedades, dramas e viol&ecirc;ncias &eacute; crucial &ldquo;lutar contra elas&rdquo; &ndash; referiu Jorge Sampaio.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;\">Como os assuntos n&atilde;o podem ser resolvidos pelos Estados de forma isolada, o ex-Presidente da Rep&uacute;blica Portuguesa alerta para que haja um mundo &ldquo;mais capaz de encarar a necessidade de novas organiza&ccedil;&otilde;es internacionais e novo multilateralismo&rdquo; porque a &ldquo;dimens&atilde;o global &eacute; cada vez mais evidente&rdquo;.&nbsp;<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;\">Apesar das dificuldades e das d&eacute;cadas de trabalho, &ldquo;&eacute; com os que est&atilde;o em desacordo&rdquo; que se deve &ldquo;encontrar plataformas de trabalho conjunto&rdquo; &ndash; acrescenta.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;\">Jorge Sampaio confidenciou tamb&eacute;m que o mundo de hoje precisa de todos aqueles que &ldquo;sendo de religi&otilde;es diferentes t&ecirc;m princ&iacute;pios comuns&rdquo;.&nbsp;<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;\">Os &ldquo;azares e a viol&ecirc;ncia&rdquo; n&atilde;o acabaram, mas a mensagem &ldquo;deve ser positiva&rdquo; porque &ldquo;vale a pena trabalhar em prol de um mundo comum&rdquo;.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;\">Se tal n&atilde;o acontecer &ldquo;a nossa exist&ecirc;ncia deixou de ter qualquer justifica&ccedil;&atilde;o&rdquo; &ndash; afirmou.&nbsp;<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;\">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; hip&oacute;tese da repeti&ccedil;&atilde;o dos atentados do 11 de setembro de 2001, Jorge Sampaio afirmou que &ldquo;os servi&ccedil;os de intelig&ecirc;ncia progrediram muito&rdquo;, mas &ldquo;n&atilde;o se sabe o que pode acontecer&rdquo;.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;\">Para o representante do Centro de Estudos dos Povos e Culturas de Express&atilde;o Portuguesa da UCP, Jo&atilde;o Paulo Oliveira e Costa, o encontro tinha o objetivo de proporcionar o di&aacute;logo entre as pessoas &ldquo;para al&eacute;m das religi&otilde;es&rdquo; porque enquanto se vive mergulhado &ldquo;nas convic&ccedil;&otilde;es absolutas haver&aacute; convivialidade, mas dificuldade em respeitar o outro&rdquo;.&nbsp;<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;\">Em rela&ccedil;&atilde;o ao ataque do 11 de setembro de 2001, Jo&atilde;o Paulo Oliveira e Costa defende que sobre aquele acontecimento pode-se fazer &ldquo;muitas interpreta&ccedil;&otilde;es&rdquo;, mas &ldquo;a religi&atilde;o foi a desculpa e as pessoas que o fizeram estavam religiosamente motivadas para se suicidarem&rdquo;.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;\">O embate dos avi&otilde;es nas torres g&eacute;meas de Nova Iorque (Estados Unidos da Am&eacute;rica) ficar&aacute; na hist&oacute;ria mundial e a sociedade &ldquo;nunca esquecer&aacute; aqueles momentos&rdquo; &ndash; acrescenta.<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;\">Para Henrique Pinto, diretor da CAIS e orador deste col&oacute;quio, o 11 de setembro de 2001 &ldquo;n&atilde;o se tratou de um desencontro ou desentendimento entre confiss&otilde;es religiosas&rdquo;.&nbsp;<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;\">Passados 10 anos ap&oacute;s a trag&eacute;dia, o orador defende que esta &ldquo;foi uma a&ccedil;&atilde;o violenta de protesto contra o sistema financeiro e econ&oacute;mico atual&rdquo;. &nbsp;<\/div>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;\">&ldquo;Um grito s&oacute;cio-econ&oacute;mico e pol&iacute;tico contra o imp&eacute;rio e a arrog&acirc;ncia de sistemas de governo que n&atilde;o libertam, mas escravizam e criam pobreza&rdquo; &ndash; sublinhou o orador.O Alto Representante das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Alian&ccedil;a das Civiliza&ccedil;&otilde;es, Jorge Sampaio, defendeu, hoje, na Universidade Cat&oacute;lica Portuguesa (UCP), em Lisboa, que &eacute; fundamental fazer &ldquo;o cerco &agrave;queles que est&atilde;o interessados em prosseguir a viol&ecirc;ncia&rdquo;.Lisboa, 09 set 2011 (Ecclesia) &#8211; O Alto Representante das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Alian&ccedil;a das Civiliza&ccedil;&otilde;es, Jorge Sampaio, defendeu, hoje, na Universidade Cat&oacute;lica Portuguesa (UCP), em Lisboa, que &eacute; fundamental fazer &ldquo;o cerco &agrave;queles que est&atilde;o interessados em prosseguir a viol&ecirc;ncia&rdquo;<\/div>\n<p>Num semin&aacute;rio sobre &laquo;Dez anos ap&oacute;s o 11 de setembro &ndash; contributos para o di&aacute;logo inter-religioso&raquo;, o antigo Presidente da Rep&uacute;blica Portuguesa, real&ccedil;ou aos &oacute;rg&atilde;os de comunica&ccedil;&atilde;o social que &ldquo;n&atilde;o se pode abrandar o trabalho desenvolvido, no sentido de encontrar um caminho de paz, seguran&ccedil;a e desenvolvimento&rdquo;.&nbsp;<\/p>\n<p>Naquele espa&ccedil;o de reflex&atilde;o com v&aacute;rios oradores, Jorge Sampaio reconheceu tamb&eacute;m que &ldquo;nem tudo &eacute; negativo&rdquo; porque &ldquo;os avan&ccedil;os&rdquo; foram not&oacute;rios e a chamada &laquo;primavera &aacute;rabe&raquo; &eacute; &ldquo;significativo do que as pessoas podem ambicionar&rdquo;.<\/p>\n<p>Ao olhar para a sociedade contempor&acirc;nea, o Alto Representante das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Alian&ccedil;a das Civiliza&ccedil;&otilde;es sublinha que &ldquo;n&atilde;o &eacute; com crises financeiras dram&aacute;ticas e uma forma financeira capitalista cl&aacute;ssica&rdquo;, cada vez &ldquo;mais alavancada sobre nada e virtual&rdquo;, que se pode &ldquo;atingir os objetivos do Desenvolvimento do Mil&eacute;nio e fazer uma caminho de paz&rdquo;.&nbsp;<\/p>\n<p>Para al&eacute;m de todas as contrariedades, dramas e viol&ecirc;ncias &eacute; crucial &ldquo;lutar contra elas&rdquo; &ndash; referiu Jorge Sampaio.<\/p>\n<p>Como os assuntos n&atilde;o podem ser resolvidos pelos Estados de forma isolada, o ex-Presidente da Rep&uacute;blica Portuguesa alerta para que haja um mundo &ldquo;mais capaz de encarar a necessidade de novas organiza&ccedil;&otilde;es internacionais e novo multilateralismo&rdquo; porque a &ldquo;dimens&atilde;o global &eacute; cada vez mais evidente&rdquo;.&nbsp;<\/p>\n<p>Apesar das dificuldades e das d&eacute;cadas de trabalho, &ldquo;&eacute; com os que est&atilde;o em desacordo&rdquo; que se deve &ldquo;encontrar plataformas de trabalho conjunto&rdquo; &ndash; acrescenta.<\/p>\n<p>Jorge Sampaio confidenciou tamb&eacute;m que o mundo de hoje precisa de todos aqueles que &ldquo;sendo de religi&otilde;es diferentes t&ecirc;m princ&iacute;pios comuns&rdquo;.&nbsp;<\/p>\n<p>Os &ldquo;azares e a viol&ecirc;ncia&rdquo; n&atilde;o acabaram, mas a mensagem &ldquo;deve ser positiva&rdquo; porque &ldquo;vale a pena trabalhar em prol de um mundo comum&rdquo;.<\/p>\n<p>Se tal n&atilde;o acontecer &ldquo;a nossa exist&ecirc;ncia deixou de ter qualquer justifica&ccedil;&atilde;o&rdquo; &ndash; afirmou.&nbsp;<\/p>\n<p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; hip&oacute;tese da repeti&ccedil;&atilde;o dos atentados do 11 de setembro de 2001, Jorge Sampaio afirmou que &ldquo;os servi&ccedil;os de intelig&ecirc;ncia progrediram muito&rdquo;, mas &ldquo;n&atilde;o se sabe o que pode acontecer&rdquo;.<\/p>\n<p>Para o representante do Centro de Estudos dos Povos e Culturas de Express&atilde;o Portuguesa da UCP, Jo&atilde;o Paulo Oliveira e Costa, o encontro tinha o objetivo de proporcionar o di&aacute;logo entre as pessoas &ldquo;para al&eacute;m das religi&otilde;es&rdquo; porque enquanto se vive mergulhado &ldquo;nas convic&ccedil;&otilde;es absolutas haver&aacute; convivialidade, mas dificuldade em respeitar o outro&rdquo;.&nbsp;<\/p>\n<p>Em rela&ccedil;&atilde;o ao ataque do 11 de setembro de 2001, Jo&atilde;o Paulo Oliveira e Costa defende que sobre aquele acontecimento pode-se fazer &ldquo;muitas interpreta&ccedil;&otilde;es&rdquo;, mas &ldquo;a religi&atilde;o foi a desculpa e as pessoas que o fizeram estavam religiosamente motivadas para se suicidarem&rdquo;.<\/p>\n<p>O embate dos avi&otilde;es nas torres g&eacute;meas de Nova Iorque (Estados Unidos da Am&eacute;rica) ficar&aacute; na hist&oacute;ria mundial e a sociedade &ldquo;nunca esquecer&aacute; aqueles momentos&rdquo; &ndash; acrescenta.<\/p>\n<p>Para Henrique Pinto, diretor da CAIS e orador deste col&oacute;quio, o 11 de setembro de 2001 &ldquo;n&atilde;o se tratou de um desencontro ou desentendimento entre confiss&otilde;es religiosas&rdquo;.&nbsp;<\/p>\n<p>Passados 10 anos ap&oacute;s a trag&eacute;dia, o orador defende que esta &ldquo;foi uma a&ccedil;&atilde;o violenta de protesto contra o sistema financeiro e econ&oacute;mico atual&rdquo;. &nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Um grito s&oacute;cio-econ&oacute;mico e pol&iacute;tico contra o imp&eacute;rio e a arrog&acirc;ncia de sistemas de governo que n&atilde;o libertam, mas escravizam e criam pobreza&rdquo; 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