{"id":52793,"date":"2011-08-30T17:04:26","date_gmt":"2011-08-30T17:04:26","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2011\/08\/30\/jovens-de-volta-a-portugal-apos-missao-em-angola\/"},"modified":"2011-08-30T17:04:26","modified_gmt":"2011-08-30T17:04:26","slug":"jovens-de-volta-a-portugal-apos-missao-em-angola","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/jovens-de-volta-a-portugal-apos-missao-em-angola\/","title":{"rendered":"Jovens de volta a Portugal ap\u00f3s miss\u00e3o em Angola"},"content":{"rendered":"<p>Projeto suportado pelos Mission\u00e1rios do Esp\u00edrito Santo atuou na regi\u00e3o de Kalandula <!--more--> <\/p>\n<p>Lisboa, 30 ago 2011 (Ecclesia) &ndash; Um padre e dez volunt&aacute;rios portugueses regressaram esta segunda-feira &ldquo;de cora&ccedil;&atilde;o cheio&rdquo; a Portugal, depois de um m&ecirc;s de miss&atilde;o em Kalandula, uma das localidades mais desfavorecidas de Angola.<\/p>\n<p>A atividade, integrada no projeto ponte &ldquo;Rebentos de Amor, Cora&ccedil;&atilde;o na Miss&atilde;o&rdquo; dos Jovens Sem Fronteiras (JSF), tinha como principal objetivo apoiar as popula&ccedil;&otilde;es locais ao n&iacute;vel da educa&ccedil;&atilde;o mas, de acordo com Rita Costa,&nbsp;acabou por ser&nbsp;muito mais do que isso.<\/p>\n<p>Em declara&ccedil;&otilde;es &agrave; ECCLESIA, a presidente dos JSF destaca a forma como o seu grupo foi recebido em Kalandula e a onda de &ldquo;partilha&rdquo; que se gerou, &ldquo;muito al&eacute;m das expectativas&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;As pessoas aqui t&ecirc;m um dom de acolher extraordin&aacute;rio e &eacute; isso que trazemos mais no cora&ccedil;&atilde;o, a qualquer s&iacute;tio que fossemos elas cantavam, riam, de bra&ccedil;os abertos, parecia que j&aacute; nos conheciam h&aacute; muito tempo&rdquo;, recorda a jovem de 29 anos, que integra aquele movimento cat&oacute;lico desde 1993.<\/p>\n<p>A alegria e esp&iacute;rito de abertura da comunidade africana apanharam de surpresa todo o grupo, confrontado tamb&eacute;m com a &ldquo;simplicidade&rdquo; com que as pessoas vivem, &ldquo;em casas de barro, sem &aacute;gua e eletricidade&rdquo;.<\/p>\n<p>O munic&iacute;pio de Kalandula, situado na prov&iacute;ncia do Malange, centro-norte de Angola,&nbsp;herdou o seu nome a partir das quedas de &aacute;gua do Duque de Bragan&ccedil;a, consideradas como as maiores do continente africano.<\/p>\n<p>Fundado em 1929, afirmou-se progressivamente como um importante ponto tur&iacute;stico de Angola, cen&aacute;rio que se alterou com a guerra civil entre 1975 e 2002.<\/p>\n<p>Quase 10 anos depois do processo de paz, as gentes locais continuam em busca de um &ldquo;abrigo seguro&rdquo;, para retomar as suas vidas, com a ajuda da Congrega&ccedil;&atilde;o dos Mission&aacute;rios do Esp&iacute;rito Santo, da qual fazem parte os JSF.<\/p>\n<p>Para o padre Miguel Ribeiro, mission&aacute;rio espiritano que acompanhou os dez volunt&aacute;rios portugueses a Kalandula, &eacute; tempo de voltar a valorizar os recursos naturais da regi&atilde;o.<\/p>\n<p>&ldquo;N&atilde;o vejo uma grande aposta nessa &aacute;rea e seria uma grande riqueza, porque as pessoas n&atilde;o t&ecirc;m dinheiro, vivem ainda daquelas trocas diretas e Kalandula tem potencial para muito mais&rdquo;, sublinha.<\/p>\n<p>No meio das dificuldades, o sacerdote acredita que a Igreja Cat&oacute;lica tem uma importante palavra a dizer.<\/p>\n<p>&ldquo;O que podemos dar como sinal &agrave;quela gente &eacute;, como se diz muitas vezes em &Aacute;frica, mostrar-lhes que estamos juntos, que h&aacute; crist&atilde;os preocupados e que eles n&atilde;o s&atilde;o um povo abandonado e esquecido&rdquo;.<\/p>\n<p>Todos os dias, os volunt&aacute;rios visitavam algumas aldeias do munic&iacute;pio, sobretudo para acompanhar os mais novos e transmitir-lhes perspetivas de futuro.<\/p>\n<p>Muitas vezes obrigados a alterarem os planos que tinham tra&ccedil;ado, devido &agrave;s limita&ccedil;&otilde;es com que se tinham de debater no dia a dia &ndash; a barreira lingu&iacute;stica foi apenas um dos obst&aacute;culos &ndash; os jovens mission&aacute;rios foram obrigados a &ldquo;crescer&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;Costumamos dizer que h&aacute; uma vis&atilde;o europeia e uma vis&atilde;o africana das coisas e n&oacute;s fomo-nos adaptando a esta realidade, se calhar mais fraterna, com exemplos mais humanos, tentando a partir da&iacute; transmitir a Palavra de Deus&rdquo;, explica Andr&eacute; Alves, de 22 anos.<\/p>\n<p>Chegados a Portugal, os jovens volunt&aacute;rios v&atilde;o agora ter tempo para &ldquo;assentar&rdquo; ideias e &ldquo;quem sabe&rdquo; prepararem-se para participar em novos projetos deste g&eacute;nero.<\/p>\n<p><em>PTE\/JCP<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projeto suportado pelos Mission\u00e1rios do Esp\u00edrito Santo atuou na regi\u00e3o de Kalandula<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[106,172,241],"class_list":["post-52793","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-angola","tag-diocese-de-braga","tag-jsf"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52793","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=52793"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52793\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=52793"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=52793"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=52793"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}