{"id":52621,"date":"2011-08-16T12:33:05","date_gmt":"2011-08-16T12:33:05","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2011\/08\/16\/homilia-na-solenidade-de-nossa-senhora-do-monte-padroeira-da-cidade-e-diocese-do-funchal\/"},"modified":"2011-08-16T12:33:05","modified_gmt":"2011-08-16T12:33:05","slug":"homilia-na-solenidade-de-nossa-senhora-do-monte-padroeira-da-cidade-e-diocese-do-funchal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-na-solenidade-de-nossa-senhora-do-monte-padroeira-da-cidade-e-diocese-do-funchal\/","title":{"rendered":"Homilia na solenidade de Nossa Senhora do Monte, padroeira da cidade e diocese do Funchal"},"content":{"rendered":"<p>D. Ant\u00f3nio Carrilho <!--more--> <\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Homilia de D. Ant&oacute;nio Carrilho, Bispo do Funchal<br \/>na Solenidade de Nossa Senhora do Monte<br \/>Padroeira da Cidade do Funchal e de toda a Diocese<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>No rosto de Maria, contemplar a excelsa beleza de Deus!<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Monte, 15 de agosto de 2011<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;A minha alma glorifica ao Senhor&rdquo; &eacute; o c&acirc;ntico de j&uacute;bilo e de a&ccedil;&atilde;o de gra&ccedil;as, que ressoa no nosso &iacute;ntimo, ao celebrarmos o 61&ordm; anivers&aacute;rio do dogma da Assun&ccedil;&atilde;o de Nossa Senhora ao c&eacute;u, promulgado pelo Papa Pio XII, em 1950.<\/p>\n<p>Neste dia, todos os fi&eacute;is t&ecirc;m o olhar fixo no rosto da M&atilde;e, para lhe agradecer tantas gra&ccedil;as recebidas, renovar a sua consagra&ccedil;&atilde;o filial e pedir novas b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os para a sua caminhada. Com Maria subimos ao Monte e aqui estamos, trazendo os nossos sonhos, sofrimentos e esperan&ccedil;as.<\/p>\n<p>A devo&ccedil;&atilde;o &agrave; Senhora do Monte, Padroeira da cidade e da Diocese do Funchal, remonta aos prim&oacute;rdios do povoamento da Madeira e tem permanecido atrav&eacute;s dos s&eacute;culos, mantendo-se viva no cora&ccedil;&atilde;o dos madeirenses e portossantenses, qual memorial da bondade do Senhor, manifestado atrav&eacute;s da poderosa intercess&atilde;o da M&atilde;e de Deus e nossa M&atilde;e.<\/p>\n<p>Como sabemos, o culto a Nossa Senhora do Monte foi tamb&eacute;m largamente difundido e promovido pelos nossos emigrantes nas terras de emigra&ccedil;&atilde;o. Foram muitos aqueles que, com l&aacute;grimas nos olhos e o cora&ccedil;&atilde;o cheio de saudades, antes de embarcarem para novas terras, subiam a longa escadaria do Monte e ajoelhavam junto da Santa M&atilde;e de Deus, implorando as suas b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os e gra&ccedil;as. E s&atilde;o muitos aqueles que aqui tornam, agradecidos, sempre que a vida o proporciona.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O rosto da beleza de Deus<\/strong><\/p>\n<p>&ldquo;A mulher revestida de sol com a lua debaixo dos p&eacute;s&rdquo; de que nos fala o Apocalipse simboliza Maria, a Arca da Nova Alian&ccedil;a, revestida de gl&oacute;ria e de luz, isto &eacute;, da pr&oacute;pria santidade de Deus. No rosto de Maria, qual espelho pur&iacute;ssimo, podemos contemplar a excelsa beleza de Deus.<\/p>\n<p>A Imaculada, cheia de gra&ccedil;a, a mais santa entre todas as mulheres, n&atilde;o podia sofrer a corrup&ccedil;&atilde;o da morte. &ldquo;Cristo &eacute; que tem de reinar, at&eacute; que tenha posto todos os inimigos debaixo dos seus p&eacute;s. E o &uacute;ltimo inimigo a ser aniquilado &eacute; a morte&hellip;&rdquo; (1 Cor 15, 27). Pela sua Assun&ccedil;&atilde;o ao c&eacute;u, Maria participou na vit&oacute;ria de Cristo Ressuscitado e na Sua gl&oacute;ria!<\/p>\n<p>Maria &eacute; o &ldquo;grande e luminoso sinal&rdquo; do Amor de Deus pelo Seu Povo. Diz-nos o Evangelho de Lucas que &ldquo;Maria se p&ocirc;s a caminho e dirigiu-se apressadamente para a serra, em dire&ccedil;&atilde;o a uma cidade de Jud&aacute;&rdquo;(Lc 1,39). Leva no seu cora&ccedil;&atilde;o de M&atilde;e, cheio de incontido j&uacute;bilo e felicidade, o Verbo eterno do Pai! Este percurso de montanha ficou assinalado pelo sil&ecirc;ncio, cheio de louvor, alegria e adora&ccedil;&atilde;o da jovem de Nazar&eacute;.<\/p>\n<p>A sua aten&ccedil;&atilde;o vigilante transformou-se em mem&oacute;ria agradecida pelas maravilhas de Deus em favor do Seu Povo! No abra&ccedil;o do encontro entre as duas primas, Maria e Isabel cantam louvores ao &ldquo;Omnipotente, cujo nome &eacute; santo&rdquo; e que enche as suas vidas de tanta paz e amor. A exulta&ccedil;&atilde;o de Maria, dizendo &ldquo;A minha alma glorifica ao Senhor&rdquo; harmoniza com a exclama&ccedil;&atilde;o afetuosa da sua prima: &ldquo;Bendita &eacute;s tu entre as mulheres&rdquo;!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Abrir-se aos valores da f&eacute;<\/strong><\/p>\n<p>A exemplo de Maria levemos, na urg&ecirc;ncia da hora presente, ao ritmo e no dinamismo do Esp&iacute;rito Santo, a Boa Nova da Paz e da Alegria, Cristo Jesus, ao cora&ccedil;&atilde;o da Humanidade sofredora. Como ela, transformemos as estradas deste mundo em espa&ccedil;os de encontro com Deus, que &eacute; garantia de felicidade e vida em abund&acirc;ncia.<\/p>\n<p>Que o testemunho de vida dos crist&atilde;os seja um claro sinal de Esperan&ccedil;a nas noites da Hist&oacute;ria, surpreendida pelas for&ccedil;as do mal, o &ldquo;drag&atilde;o&rdquo; a que se refere o Apocalipse, que amea&ccedil;a a cultura e a sociedade atual, quando esta prescinde de Deus. N&atilde;o nos deixemos invadir pelo des&acirc;nimo! O crist&atilde;o &eacute; chamado, hoje, como sempre, a ser a Luz que vence as trevas, nos caminhos da vida, e o Amor que cria comunh&atilde;o, reconcilia&ccedil;&atilde;o e a paz entre os povos.<\/p>\n<p>Na escola de Maria aprendemos que a verdadeira beleza nasce de um cora&ccedil;&atilde;o puro, dispon&iacute;vel, aberto &agrave; plenitude de Vida em Deus. Nos nossos dias, com tantas solicita&ccedil;&otilde;es e propostas no &acirc;mbito dos bens materiais, n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil manter viva esta atitude de abertura aos valores espirituais e sobrenaturais, n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil assumir os valores da f&eacute;: esquecem-se, muitas vezes, os mais altos ideais do Evangelho, que &eacute;, para os crist&atilde;os, a fonte da aut&ecirc;ntica sabedoria que liberta e salva.<\/p>\n<p>A Igreja n&atilde;o pode, por isso, calar a Boa Nova, o Evangelho de Cristo, nas suas propostas e valores, nos seus constantes apelos &agrave; convers&atilde;o, &agrave; transforma&ccedil;&atilde;o de cada homem e mulher no seu &iacute;ntimo: cora&ccedil;&atilde;o, intelig&ecirc;ncia, vontade, consci&ecirc;ncia, comportamentos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A dignidade e a fraternidade humana<\/strong><\/p>\n<p>A crise atual, grave e profunda, pode ser vista e considerada por muitos sobretudo na dimens&atilde;o econ&oacute;mica e financeira, ainda que reconhecendo as suas inevit&aacute;veis e graves consequ&ecirc;ncias sociais e psicol&oacute;gicas. &Eacute; que a par das dificuldades e car&ecirc;ncias, sentidas por muitas fam&iacute;lias, em tantos lugares, e do sofrimento que acarretam, geram-se sentimentos quase generalizados de inseguran&ccedil;a e falta de confian&ccedil;a no futuro.<\/p>\n<p>Numa perspetiva crist&atilde;, por&eacute;m, a presente situa&ccedil;&atilde;o tem uma leitura mais profunda e pode ser vista como consequ&ecirc;ncia de uma crise de valores, em grande parte resultante da indiferen&ccedil;a religiosa e do esquecimento de Deus, que caracterizam o laicismo de certos meios culturais e modos de viver das sociedades atuais.<\/p>\n<p>Lembrando a mensagem de Jesus, a Igreja entende que muitos problemas humanos e sociais encontram perspetivas de solu&ccedil;&atilde;o a partir de dentro, a partir do cora&ccedil;&atilde;o e da consci&ecirc;ncia do Homem, iluminado pelo sentido da dignidade e da fraternidade humana, conduzido pelas refer&ecirc;ncias &eacute;ticas do bem e do mal, e norteado por valores fundamentais como a verdade e o respeito m&uacute;tuo, a honestidade e a justi&ccedil;a, a liberdade e a responsabilidade.<\/p>\n<p>A solidariedade e a partilha, como express&atilde;o da caridade e do amor fraterno, s&atilde;o sempre necess&aacute;rias, certamente, para acorrer a situa&ccedil;&otilde;es que care&ccedil;am de especial aten&ccedil;&atilde;o, como &eacute; o caso da crise atual, mas t&ecirc;m de supor a pr&aacute;tica habitual da verdade e da justi&ccedil;a, nas rela&ccedil;&otilde;es entre as pessoas e na defini&ccedil;&atilde;o dos sistemas econ&oacute;micos e sociais.<\/p>\n<p>Neste sentido, est&atilde;o ainda bem vivos os apelos de Bento XVI na Enc&iacute;clica &ldquo;Caritas in Veritate&rdquo; (Caridade na Verdade) a favor da defesa e promo&ccedil;&atilde;o da dignidade da pessoa humana e do bem comum, em diversos campos, designadamente no que se refere &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o social, ao ambiente e ao modo de conceber, com &eacute;tica, as empresas e a economia (&ldquo;finan&ccedil;as &eacute;ticas&rdquo;), concluindo o Papa: &ldquo;A maior for&ccedil;a ao servi&ccedil;o do desenvolvimento &eacute; um humanismo crist&atilde;o, que reavive a caridade e que se deixe guiar pela verdade&rdquo; (n&ordm; 78).&nbsp;<\/p>\n<p>&Eacute;, no entanto, mais f&aacute;cil apreciar e dar maior import&acirc;ncia &agrave; a&ccedil;&atilde;o social e caritativa da Igreja do que aos valores e caminhos da convers&atilde;o, que ela proclama, como se fosse poss&iacute;vel desligar estes dois p&oacute;los da a&ccedil;&atilde;o evangelizadora: cora&ccedil;&otilde;es novos, mulheres e homens novos, para a constru&ccedil;&atilde;o de sociedades novas, de uma nova civiliza&ccedil;&atilde;o, a &ldquo;civiliza&ccedil;&atilde;o do amor&rdquo; (Jo&atilde;o Paulo II).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Jornada Mundial da Juventude<\/strong><\/p>\n<p>Come&ccedil;a, amanh&atilde;, em Madrid, a Jornada Mundial da Juventude, convocada pelo Papa Bento XVI e que ter&aacute; a sua presen&ccedil;a nas celebra&ccedil;&otilde;es do pr&oacute;ximo fim de semana, dias 20 e 21 de agosto.<\/p>\n<p>Para l&aacute; seguiram cerca de trezentos jovens da nossa Diocese, ligados a v&aacute;rios grupos e movimentos juvenis. Com eles nos sentimos profundamente solid&aacute;rios, na experi&ecirc;ncia de f&eacute; e interc&acirc;mbio cultural, que lhes &eacute; proporcionada, como elemento importante de crescimento na vida crist&atilde; pessoal e na partilha do seu testemunho com outros jovens da nossa terra.<\/p>\n<p>Por isso lhes disse, na celebra&ccedil;&atilde;o de despedida e do envio: &ldquo;Ide a Madrid&hellip; Ide &agrave; descoberta e ao encontro de Cristo. Ide, como Igreja do Funchal &agrave; descoberta e ao encontro da Igreja Universal! Ide e vinde! Cristo conta convosco, a Diocese conta convosco, os jovens contam convosco!<\/p>\n<p>O tema da Jornada &eacute; importante para eles e para os jovens em geral, &eacute; importante para todos n&oacute;s: &ldquo;Enraizados e edificados em Cristo&hellip;Firmes na f&eacute;! &rdquo; (Col 2,7). Assim, colocar na f&eacute; em Jesus Cristo e nos Seus ensinamentos as ra&iacute;zes e os alicerces das nossas vidas &eacute; encontrar seguran&ccedil;a e projeto, resposta aos anseios do nosso cora&ccedil;&atilde;o e &agrave;s exig&ecirc;ncias mais profundas da nossa raz&atilde;o.<\/p>\n<p>De outro modo, mas de forma clara e incisiva, disse Bento XVI aos jovens, na Jornada Mundial, em Col&oacute;nia (2007): &ldquo;A felicidade que procurais, a felicidade que tendes o direito de saborear, possui um nome, um rosto: o de Jesus de Nazar&eacute;.&rdquo;<\/p>\n<p>Na verdade, a Igreja precisa de jovens coerentes com a f&eacute; e felizes por serem crist&atilde;os, que apontem caminhos para a constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade nova, mais humana e fraterna, a &ldquo;civiliza&ccedil;&atilde;o do amor&rdquo; de que falava o Beato Papa Jo&atilde;o Paulo II.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Renova&ccedil;&atilde;o pastoral e comunh&atilde;o eclesial<\/strong><\/p>\n<p>Celebramos esta Festa de Nossa Senhora do Monte dois meses depois do in&iacute;cio das comemora&ccedil;&otilde;es jubilares dos 500 anos da Diocese do Funchal, criada pelo Papa Le&atilde;o X, no dia 12 de junho de 1514, e que ter&atilde;o, por isso, o seu ponto alto em junho de 2014.<\/p>\n<p>Nos pr&oacute;ximos tr&ecirc;s anos, de acordo com o projeto pastoral preparado para esse efeito, celebraremos as maravilhas do Senhor pelas gra&ccedil;as recebidas ao longo destes cinco s&eacute;culos e procuraremos fazer um percurso conjunto de renova&ccedil;&atilde;o pastoral e comunh&atilde;o eclesial, em toda a Diocese.<\/p>\n<p>Foi a f&eacute;, como sabemos, que impulsionou e sustentou o processo hist&oacute;rico de desenvolvimento da nossa Regi&atilde;o: com a f&eacute; se foi tecendo a identidade do nosso povo, que bebe na tradi&ccedil;&atilde;o espiritual crist&atilde; grande parte dos seus valores e nela encontra um sentido de esperan&ccedil;a, um horizonte aberto &agrave; vida e ao mundo.<\/p>\n<p>A presente efem&eacute;ride constitui uma excelente oportunidade e um forte est&iacute;mulo a intensificar o an&uacute;ncio da Palavra de Deus, aprofundar o sentido crente dos nossos valores e tradi&ccedil;&otilde;es, transmitir a f&eacute; &agrave;s novas gera&ccedil;&otilde;es. Nesta tarefa, em especial, &eacute; insubstitu&iacute;vel a institui&ccedil;&atilde;o familiar, pela palavra oportuna e pelo testemunho da viv&ecirc;ncia feliz do matrim&oacute;nio crist&atilde;o, como projeto de verdadeira comunidade de vida e de amor.<\/p>\n<p>Toda a sociedade, afinal, precisa do testemunho de fam&iacute;lias alegres e felizes, que fortale&ccedil;am o tecido social e os seus valores fundamentais. &Eacute; por isso que o nosso plano pastoral d&aacute; prioridade &agrave; Fam&iacute;lia e inclui uma grande Festa Diocesana das Fam&iacute;lias. Esta ter&aacute; lugar no dia 3 de junho do pr&oacute;ximo ano de 2012, festa lit&uacute;rgica da Sant&iacute;ssima Trindade e data do encerramento do VII Encontro Mundial das Fam&iacute;lias com o Papa, em Mil&atilde;o.<\/p>\n<p>Convido, desde j&aacute; e a partir deste Santu&aacute;rio da Senhora do Monte, nossa Padroeira, todas as Fam&iacute;lias Crist&atilde;s da Diocese do Funchal para esse grande encontro festivo, cuja coordena&ccedil;&atilde;o est&aacute; confiada ao Secretariado Diocesano da Fam&iacute;lia, em articula&ccedil;&atilde;o com os Secretariados Diocesanos da Educa&ccedil;&atilde;o Crist&atilde; (Catequese e Escolas) e da Pastoral Juvenil, e com os diversos Movimentos Familiares existentes entre n&oacute;s.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Prece &agrave; Senhora do Monte<\/strong><\/p>\n<p>Caros diocesanos: confiai &agrave; Senhora do Monte os vossos problemas, dificuldades, sofrimentos e alegrias. Que todos os filhos e filhas desta terra, tamb&eacute;m das nossas comunidades emigrantes, que nos acompanham pela r&aacute;dio e pela televis&atilde;o, sintam a presen&ccedil;a e o carinho de Nossa Senhora do Monte. Com Maria chega sempre a esperan&ccedil;a, a consola&ccedil;&atilde;o e a alegria!<\/p>\n<p>Escreveu o Papa Bento XVI, numa homilia da solenidade da Assun&ccedil;&atilde;o: &ldquo;No c&eacute;u temos uma M&atilde;e. O c&eacute;u est&aacute; aberto, o c&eacute;u tem um cora&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Como &eacute; belo ter uma M&atilde;e no c&eacute;u, que vela constantemente por n&oacute;s! A M&atilde;e nunca se cansa de amar, de estar vigilante e de esperar! A ela dirigimos, agora, unidos e solid&aacute;rios, a nossa prece:<\/p>\n<p>Nossa Senhora do Monte,<br \/>Senhora da Assun&ccedil;&atilde;o,<br \/>v&oacute;s que viveis na gl&oacute;ria da Sant&iacute;ssima Trindade,<br \/>envolvei e acarinhai as nossas crian&ccedil;as e jovens,<br \/>as nossas fam&iacute;lias e cada um de n&oacute;s,<br \/>na ternura do teu abra&ccedil;o de M&atilde;e.&nbsp;<\/p>\n<p>Queremos caminhar ao ritmo dos teus passos,<br \/>com alegria, entusiasmo e amor,<br \/>ao encontro de Jesus e dos nossos irm&atilde;os e irm&atilde;s.&nbsp;<\/p>\n<p>Acendei em n&oacute;s a estrela da Esperan&ccedil;a,<br \/>nas manh&atilde;s em que o sol j&aacute; n&atilde;o brilha,<br \/>para que a nossa vida se transforme<br \/>num belo Hino de F&eacute;,&nbsp;Amor e Gratid&atilde;o.<br \/>Assim seja!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Funchal, 15 de agosto de 2011<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">&dagger; Ant&oacute;nio Carrilho, Bispo do Funchal<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>D. Ant\u00f3nio Carrilho<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[120,127,186,187,191,280,314],"class_list":["post-52621","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-bento-xvi","tag-catequese","tag-diocese-do-funchal","tag-diocese-do-porto","tag-economia","tag-pastoral-juvenil","tag-solidariedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52621","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=52621"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52621\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=52621"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=52621"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=52621"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}