{"id":5256,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/seguir-a-cristo-como-discipulo\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"seguir-a-cristo-como-discipulo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/seguir-a-cristo-como-discipulo\/","title":{"rendered":"&#8220;Seguir a Cristo como disc\u00edpulo&#8221;"},"content":{"rendered":"<p>5\u00aa catequese Quaresmal de D. Jos\u00e9 Policarpo <!--more--> O crist\u00e3o \u00e9 um disc\u00edpulo de Cristo 1. O \u201ckerigma pascal\u201d, enquanto an\u00fancio da ressurrei\u00e7\u00e3o, reaviva no cora\u00e7\u00e3o dos crist\u00e3os a sua qualidade de disc\u00edpulos, situa\u00e7\u00e3o j\u00e1 conhecida entre os crentes de Israel, mas que ganha um sentido novo no caso de Jesus Cristo. Mesmo para aqueles que tinham seguido Jesus, antes da Sua morte, ao qual chamavam Mestre, n\u00e3o \u00e9 a mesma coisa ser disc\u00edpulo do Ressuscitado. Seguir Jesus, na Sua P\u00e1scoa \u00e9 abrir-se ao dinamismo do Esp\u00edrito, \u00e9 aceitar ser membro do novo Povo de Deus, \u00e9 aceitar ter como meta neste mundo a santidade e como etapa definitiva a Casa do Pai, na Jerusal\u00e9m Celeste. Acreditar em Jesus Cristo \u00e9 aceitar segui-l\u2019O, ao ritmo do Esp\u00edrito, que transformar\u00e1 as nossas vidas com a exig\u00eancia da caridade. A exist\u00eancia crente aparece-nos como um caminho a percorrer, seguindo Algu\u00e9m, que nos introduzir\u00e1 nos segredos da vida nova do Reino de Deus. A f\u00e9 \u00e9 uma confian\u00e7a sem limites nesse Algu\u00e9m. Passa para segundo lugar a import\u00e2ncia de conhecer as etapas do caminho e a defini\u00e7\u00e3o clara do destino a atingir: basta-nos segui-l\u2019O, aceitando que o Seu caminho seja o nosso caminho e o Seu destino seja o nosso destino. O cristianismo \u00e9, acima de tudo, uma fidelidade pessoal a Jesus Cristo, a Quem confiamos o destino da nossa vida.  Ser disc\u00edpulo \u00e9 seguir o Mestre 2. Ser disc\u00edpulo \u00e9 seguir voluntariamente algu\u00e9m que se aceita como mestre, identificando-se com a sua vis\u00e3o da vida. O mestre introduz o disc\u00edpulo numa \u201csabedoria\u201d, numa vis\u00e3o da vida. O conceito n\u00e3o \u00e9 muito comum no Antigo Testamento e aparece somente no juda\u00edsmo tardio. Isto deve-se ao lugar central da Palavra de Deus como fonte da sabedoria. Nenhum mestre humano, por mais s\u00e1bio que seja, pode iniciar o crente nos caminhos da vida. S\u00f3 Deus, com a Sua Palavra, o pode fazer. Os Profetas descrevem os tempos messi\u00e2nicos como um tempo em que os crentes ser\u00e3o \u201cdisc\u00edpulos de Deus\u201d: \u201cTodos os teus filhos ser\u00e3o disc\u00edpulos de Yahw\u00e9\u201d (Is. 54,13). Por sua vez Jeremias descreve assim a \u201cnova alian\u00e7a\u201d que Deus celebrar\u00e1 com o Seu Povo: \u201cA Alian\u00e7a que farei com Israel depois desses dias \u00e9 a seguinte \u2013 or\u00e1culo de Yahw\u00e9: colocarei a minha Lei no seu peito e escrev\u00ea-la-ei no seu cora\u00e7\u00e3o; serei o seu Deus e eles ser\u00e3o o Meu Povo. Ningu\u00e9m mais precisar\u00e1 de ensinar o seu pr\u00f3ximo\u2026 porque todos, grandes e pequenos Me conhecer\u00e3o\u201d (Jer. 31, 33-34). Ao seu Servo, figura do Messias e modelo para todo o Povo de Israel, Deus deu a capacidade de falar como disc\u00edpulo e ouvidos de disc\u00edpulo para escutar a palavra do Senhor (cf. Is. 50,4-5). A certeza de que Deus \u00e9 o \u00fanico Mestre est\u00e1 patente na ora\u00e7\u00e3o de Israel: \u201cSenhor, faz-me entender o caminho dos Teus preceitos e eu meditarei sobre as Tuas maravilhas\u201d (Sl. 119,27).  Ser disc\u00edpulo de Jesus \u00e9 aceit\u00e1-l\u2019O como Mestre 3. Os disc\u00edpulos de Jesus seguem-n\u2019O como Mestre; \u00e9 assim que O tratam habitualmente. E Jesus assume-se como tal: \u201cV\u00f3s chamais-me Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque o sou\u201d (Jo.13,13). Esta aceita\u00e7\u00e3o, por parte de Jesus, da Sua qualidade de Mestre, tem a ver com a Sua consci\u00eancia de enviado do Pai. Ele n\u00e3o contradiz o ensinamento dos Profetas, segundo o qual s\u00f3 Deus \u00e9 o nosso Mestre e s\u00f3 a sua Palavra \u00e9 fonte de sabedoria. O seu ensinamento enra\u00edza no que Ele aprendeu do Pai (cf. Jo.8,28). Por isso as Suas Palavras \u201cs\u00e3o esp\u00edrito e vida\u201d (Jo. 6,63). Como Mestre, Jesus destaca-se dos \u201cdoutores da Lei\u201d, mestres de Israel. De facto, depois do regresso do ex\u00edlio, \u00e9 dado grande relevo ao ensinamento da Palavra de Deus e aqueles que a ensinam s\u00e3o chamados \u201cdoutores da Lei\u201d. Mas bem depressa extravasam do ensinamento da Palavra de Deus para os seus pr\u00f3prios ensinamentos. Tinham-se tornado uma institui\u00e7\u00e3o prestigiada. O pr\u00f3prio Paulo reconhece ter sido disc\u00edpulo de Gamaliel (cf. Act. 22,3). Jesus aconselha os disc\u00edpulos a n\u00e3o chamarem, a ningu\u00e9m, Mestre, porque o verdadeiro Mestre \u00e9 um s\u00f3, Deus, e denuncia a hipocrisia dos doutores da Lei, que n\u00e3o testemunham com a vida aquilo que ensinam pela palavra: \u201cos escribas e os fariseus ocupam a c\u00e1tedra de Mois\u00e9s; fazei e observai tudo o que eles dizem, mas n\u00e3o vos reguleis pelas suas ac\u00e7\u00f5es, porque dizem e n\u00e3o fazem\u201d (Mt. 23,2-3), e denuncia veemente essa hipocrisia (cf. Mt. 23,13ss). Ao assumir-se como Mestre, Jesus sabe que o Seu ensinamento \u00e9 o de Deus, a Palavra que escutou de Seu Pai e, aliando a Sua miss\u00e3o de Mestre \u00e0 do Servo de Yahw\u00e9, Jesus \u00e9 profundamente coerente, na Sua vida, com aquilo que ensina, aceitando a express\u00e3o mais radical dessa coer\u00eancia, que foi a Sua morte. \u201cSe Eu vos lavei os p\u00e9s, sendo Senhor e Mestre, tamb\u00e9m v\u00f3s deveis lavar os p\u00e9s uns aos outros. Eu dei-vos o exemplo, para que, assim como Eu fiz, v\u00f3s fa\u00e7ais tamb\u00e9m\u201d (Jo. 13,14). Ser disc\u00edpulo de Cristo significa, n\u00e3o apenas escutar os Seus ensinamentos, mas imitar a sua coer\u00eancia de vida. O Senhor foi Mestre pela Palavra e pelo exemplo.  O disc\u00edpulo segue o Mestre 4. Para Jesus, ser seu disc\u00edpulo sup\u00f5e segui-l\u2019O, andar com Ele, partilhar a Sua vida, identificar-se com Ele em tudo. O disc\u00edpulo n\u00e3o se deixa atrair apenas pela beleza de uma doutrina, mas pela pessoa de Jesus. O Evangelista S\u00e3o Marcos, referindo-se \u00e0 voca\u00e7\u00e3o dos doze Ap\u00f3stolos diz que Jesus \u201cinstituiu doze para andarem com Ele\u201d (Mc. 3,14). O disc\u00edpulo sup\u00f5e uma comunh\u00e3o de vida. Cristo escolhe os seus pr\u00f3prios disc\u00edpulos. Aos que j\u00e1 O seguiam, Jesus lembra: \u201cN\u00e3o fostes v\u00f3s que Me escolhestes, fui Eu que vos escolhi\u2026\u201d (Jo.15,16). Essa escolha concretiza-se num convite, tantas vezes repetido: tu vem e segue-Me (cf. Mc. 1,17-20; Jo. 1,38-50). \u00c9 um mist\u00e9rio insond\u00e1vel o crit\u00e9rio com que Jesus escolhe os seus disc\u00edpulos e os convida a seguirem-n\u2019O. O segredo est\u00e1, como em tudo na vida de Jesus, na sua rela\u00e7\u00e3o com o Pai. O Senhor chama aqueles que o Pai atraiu: \u201cNingu\u00e9m vem a Mim se o Pai, que Me enviou, n\u00e3o o atrair\u201d (Jo. 6,44). Para Jesus isso parece claro: os seus disc\u00edpulos s\u00e3o aqueles que o Pai lhe d\u00e1. \u00c9 vontade do Pai que Jesus partilhe com eles a vida e lhes seja fiel nesse dom da vida. Referindo-se a eles como as Suas ovelhas, Jesus diz: \u201cdar-lhes-ei a vida eterna; elas n\u00e3o perecer\u00e3o e ningu\u00e9m as arrancar\u00e1 da minha m\u00e3o. O Pai que m\u2019as deu \u00e9 maior que todos e ningu\u00e9m pode arrancar nada da m\u00e3o do Pai\u201d (Jo. 10,28-29). A Sant\u00edssima Trindade aparece sempre envolvida na realiza\u00e7\u00e3o terrena da miss\u00e3o salv\u00edfica de Jesus. Porque a vontade do Pai \u00e9 que Jesus comunique aos disc\u00edpulos a vida, seguir Jesus \u00e9 receber d\u2019Ele a vida, identificar-Se com Ele, imit\u00e1-l\u2019O na radicalidade da Sua fidelidade. Reside a\u00ed a exig\u00eancia do discipulado, que Jesus n\u00e3o esconde quando chama: \u201cchamando a multid\u00e3o ao mesmo tempo que os seus disc\u00edpulos, disse-lhes:\u00abSe algu\u00e9m Me quiser seguir, renegue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me\u201d (Mc. 8,34). O disc\u00edpulo partilha o destino do Mestre: al\u00e9m de carregar com a Sua cruz, deve beber o mesmo c\u00e1lice (Mc. 10,38) e receber o Reino (cf. Mt. 19,28ss). Entre Jesus e os disc\u00edpulos gera-se, progressivamente, uma comunh\u00e3o de vida, que d\u00e1 \u00e0 rela\u00e7\u00e3o entre o Mestre e o disc\u00edpulo uma dimens\u00e3o de eternidade.  Todos os crist\u00e3os s\u00e3o disc\u00edpulos 5. Os Actos dos Ap\u00f3stolos d\u00e3o o t\u00edtulo de disc\u00edpulos a todos os crist\u00e3os, mesmo \u00e0queles que n\u00e3o conheceram Jesus na Sua vida terrena (cf. Act. 6,1ss; 9,10-26). A f\u00e9 em Cristo ressuscitado \u00e9 concebida como resposta a um chamamento. Os pr\u00f3prios disc\u00edpulos da primeira hora, cuja decis\u00e3o de seguir Jesus foi sujeita \u00e0 prova da paix\u00e3o, fizeram a experi\u00eancia da diferen\u00e7a de serem, agora, disc\u00edpulos do Ressuscitado. A fonte do chamamento continua a ser a mesma: aqueles que o Pai atrai. Mas o Esp\u00edrito Santo, aquele que continua a chamar em nome d\u2019Aquele que O envia, tem agora a iniciativa do chamamento e \u00e9 a for\u00e7a que permitir\u00e1 ao disc\u00edpulo seguir o seu Mestre. E como Ele \u00e9 o Esp\u00edrito de amor, ser disc\u00edpulo \u00e9 agora aprender a amar, unir-se a Cristo e com Ele mergulhar na voragem do amor trinit\u00e1rio. Ser disc\u00edpulo, depois da P\u00e1scoa, garante todas as dimens\u00f5es do discipulado na vida terrena de Jesus:   * Seguir a Cristo como Mestre. Al\u00e9m daquele ensinamento interior com que Ele, atrav\u00e9s do Seu Esp\u00edrito, ilumina o cora\u00e7\u00e3o dos crentes, a Sua Palavra, viva no Evangelho e na Igreja, \u00e9 a \u00fanica fonte de sabedoria. N\u00e3o se \u00e9 disc\u00edpulo sem amor ao Evangelho. Ele \u00e9, antes de mais, a Palavra de Jesus compreendida \u00e0 luz da P\u00e1scoa. Nela brilha sempre a luz da ressurrei\u00e7\u00e3o. Mas \u00e9 tamb\u00e9m a compreens\u00e3o dessa Palavra pela Igreja, que a medita e dela vive. A sabedoria do Evangelho descobre-se em Igreja; ningu\u00e9m \u00e9 disc\u00edpulo se n\u00e3o escuta a Igreja. Aqui reside, talvez, o aspecto mais exigente para quem quer, hoje, seguir Jesus como Mestre. \u00c9 que, por vontade d\u2019Ele, a Igreja identifica-se com Ele, \u00e9 o Seu corpo e o seu sacramento. Ela fala em nome d\u2019Ele, tornando viva e actual a Sua Palavra. Ningu\u00e9m tem Jesus como Mestre, se n\u00e3o escuta como Mestre da f\u00e9 a Igreja sua M\u00e3e. A aceita\u00e7\u00e3o do Magist\u00e9rio da Igreja \u00e9, hoje, uma manifesta\u00e7\u00e3o exigente da fidelidade dos crist\u00e3os como disc\u00edpulos de Jesus ressuscitado.  * Identificar-se com Cristo. Isso s\u00f3 se tornou verdadeiramente poss\u00edvel depois da P\u00e1scoa. \u00c9 a\u00ed que nascemos para uma vida nova, em que o dom da pr\u00f3pria vida se torna poss\u00edvel, com a for\u00e7a do Esp\u00edrito Santo. Esta identifica\u00e7\u00e3o com Cristo \u00e9 o caminho da santidade, que torna a Igreja a \u201ccasa da comunh\u00e3o\u201d, o Povo do Senhor, o fermento do amor que h\u00e1-de lentamente, transformar toda a humanidade. H\u00e1 aspectos chave nesta identifica\u00e7\u00e3o com Cristo: a miss\u00e3o, em que somos enviados a anunciar o Evangelho do Reino, como Ele pr\u00f3prio anunciou; viver do amor, pois \u00e9 a\u00ed que nos reconhecer\u00e3o como Seus disc\u00edpulos; o louvor de Deus, Trindade Sant\u00edssima, como o Filho glorifica o Pai. A Liturgia da Igreja \u00e9 uma express\u00e3o essencial da nossa situa\u00e7\u00e3o de disc\u00edpulos. Identificamo-nos com Cristo, no louvor de Deus. Se a Igreja for um povo de disc\u00edpulos, ela ser\u00e1 ensinada por Deus, ser\u00e1 experi\u00eancia de comunh\u00e3o no amor, dar\u00e1 a Deus a gl\u00f3ria que Ele merece e ser\u00e1 continuamente enviada a anunciar a boa-nova da salva\u00e7\u00e3o.   \u2020 JOS\u00c9, Cardeal-Patriarca <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>5\u00aa catequese Quaresmal de D. 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