{"id":52303,"date":"2011-07-20T15:35:01","date_gmt":"2011-07-20T15:35:01","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2011\/07\/20\/governo-tem-de-apressar-plano-de-emergencia\/"},"modified":"2011-07-20T15:35:01","modified_gmt":"2011-07-20T15:35:01","slug":"governo-tem-de-apressar-plano-de-emergencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/governo-tem-de-apressar-plano-de-emergencia\/","title":{"rendered":"Governo tem de apressar plano de emerg\u00eancia"},"content":{"rendered":"<p>Eug\u00e9nio Fonseca defende op\u00e7\u00e3o assistencialista e renova apelo \u00e0 oferta de cinco por cento do subs\u00eddio de f\u00e9rias <!--more--> <\/p>\n<p>Lisboa, 20 jul 2011 (Ecclesia) &ndash; O presidente da Caritas Portuguesa considera que o Governo deve acelerar a cria&ccedil;&atilde;o de um programa de emerg&ecirc;ncia social sem burocracias e defende que o assistencialismo continua a ser necess&aacute;rio no atual momento de crise econ&oacute;mica.<\/p>\n<p>O Executivo &ldquo;tem de aparecer o mais depressa poss&iacute;vel com o plano de emerg&ecirc;ncia&rdquo;, at&eacute; porque o Fundo Social Solid&aacute;rio, criado pela Igreja em 2010 para atender as car&ecirc;ncias dos mais pobres, &ldquo;est&aacute; a realizar a sua miss&atilde;o mas muito aqu&eacute;m das necessidades que lhe chegam&rdquo;, frisa Eug&eacute;nio Fonseca em entrevista &agrave; ECCLESIA.<\/p>\n<p>O respons&aacute;vel lembra que a entidade a que preside, um dos mais importantes organismos cat&oacute;licos de apoio aos desfavorecidos, tem vindo a reclamar um programa similar ao agora adotado pelo Governo, proposta que suscitou obje&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>&ldquo;Alguns vieram acusar-nos de querermos voltar &agrave;s medidas assistencialistas. N&atilde;o sejamos demagogos. Aparecem pessoas que precisam de comer, em perigo de perder a sua casa ou que est&atilde;o a deixar a universidade&rdquo;, sustenta.<\/p>\n<p>[[v,d,2224,]]Eug&eacute;nio Fonseca assinala tamb&eacute;m dificuldades no dom&iacute;nio da sa&uacute;de, referindo-se a &ldquo;medicamentos que aumentaram escandalosamente&rdquo;, com consequ&ecirc;ncias sobretudo em &ldquo;doen&ccedil;as cruciais&rdquo;, como as de vertente &ldquo;mental&rdquo;: &ldquo;Amanh&atilde; podemos ter tens&atilde;o social no pa&iacute;s, embora n&atilde;o violenta, devido a descompensa&ccedil;&atilde;o ps&iacute;quica&rdquo;.<\/p>\n<p>O plano de emerg&ecirc;ncia deve evitar a &ldquo;burocracia&rdquo;, dado que a multiplica&ccedil;&atilde;o de inst&acirc;ncias pode conduzir a que &ldquo;s&oacute; tenham acesso ao fundo aqueles que menos precisam&rdquo;, porque aos mais carenciados &ldquo;faltam as for&ccedil;as an&iacute;micas e a informa&ccedil;&atilde;o&rdquo; para ultrapassar os procedimentos impostos.<\/p>\n<p>&ldquo;Quem est&aacute; mais perto conhece os problemas com maior objetividade, podendo responder-lhes com maior realismo&rdquo; acrescenta o respons&aacute;vel, que advoga um programa baseado nas estruturas j&aacute; existentes, aposte no voluntariado e siga o modelo do Fundo Social Solid&aacute;rio, em que &ldquo;todo o dinheiro vai diretamente para quem precisa&rdquo;.<\/p>\n<p>O plano de emerg&ecirc;ncia social do Estado deve estar conclu&iacute;do at&eacute; ao fim de julho, ficando em grande parte a cargo das institui&ccedil;&otilde;es particulares de solidariedade, adiantou na sexta-feira &agrave; Renascen&ccedil;a o ministro da Solidariedade e Seguran&ccedil;a Social, Pedro Mota Soares.<\/p>\n<p>O presidente da Caritas insiste no apelo &agrave; doa&ccedil;&atilde;o de cinco por cento do subs&iacute;dio de f&eacute;rias em favor do Fundo Social Solid&aacute;rio, desafio dirigido &ldquo;a quem pode mesmo contribuir&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;Temos neste pa&iacute;s pessoas com sal&aacute;rios chorudos. Chegamos a este ponto n&atilde;o por falta de riqueza mas porque, desgra&ccedil;adamente, a concentramos em m&atilde;o de muito poucos&rdquo;, lamenta.<\/p>\n<p>Depois de reconhecer que &ldquo;h&aacute; gente que n&atilde;o pode dar mais&rdquo;, o respons&aacute;vel lembra que &ldquo;por vezes s&atilde;o aqueles que menos podem que fazem um esfor&ccedil;o suplementar para ajudarem os outros&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;Da magreza das suas reformas ainda repartem com aqueles que consideram que est&atilde;o em situa&ccedil;&atilde;o mais dif&iacute;cil&rdquo;, salienta Eug&eacute;nio Fonseca, acrescentando que tem recebido mensagens de &ldquo;muitos sacerdotes&rdquo; a perguntarem como podem contribuir para o Fundo Social Solid&aacute;rio.<\/p>\n<p>Em maio de 2008, a Caritas &ldquo;falou da possibilidade de o mundo entrar em recess&atilde;o econ&oacute;mica e que Portugal seria muito afetado&rdquo;, aviso que &ldquo;alguns acharam exagerado&rdquo;, recorda o respons&aacute;vel.<\/p>\n<p><em>PTE\/RM<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eug\u00e9nio Fonseca defende op\u00e7\u00e3o assistencialista e renova apelo \u00e0 oferta de cinco por cento do subs\u00eddio de 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