{"id":52152,"date":"2011-07-09T15:46:50","date_gmt":"2011-07-09T15:46:50","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2011\/07\/09\/religiosidade-popular-tomar-em-festa-com-os-tabuleiros\/"},"modified":"2011-07-09T15:46:50","modified_gmt":"2011-07-09T15:46:50","slug":"religiosidade-popular-tomar-em-festa-com-os-tabuleiros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/religiosidade-popular-tomar-em-festa-com-os-tabuleiros\/","title":{"rendered":"Religiosidade Popular: Tomar em festa com os tabuleiros"},"content":{"rendered":"<p>Festa que se repete a cada quatro anos atrai centenas de milhares de visitantes \u00e0 cidade <!--more--> <\/p>\n<p>Tomar, Santar&eacute;m, 09 jul 2011 (Ecclesia) &ndash; A cidade de Tomar est&aacute; engalanada e a celebrar a centen&aacute;ria Festa dos Tabuleiros, cujo ponto alto decorre domingo, quando mais de 700 pares participarem no cortejo que durante tr&ecirc;s horas vai percorrer as ruas do centro hist&oacute;rico.<\/p>\n<p>Cerca de 400 mil pessoas s&atilde;o esperadas para assistir &agrave; iniciativa que se realiza de quatro em quatro anos.<\/p>\n<p>&ldquo;Esse &eacute; o n&uacute;mero de visitantes que a organiza&ccedil;&atilde;o prev&ecirc; para este dia, que espera ser de grande festa, de grande tradi&ccedil;&atilde;o&rdquo;, disse &agrave; ag&ecirc;ncia Lusa Jo&atilde;o Victal, mordomo da Festa dos Tabuleiros, cuja prepara&ccedil;&atilde;o come&ccedil;ou o ano passado, depois de a popula&ccedil;&atilde;o, convocada aos Pa&ccedil;os do Concelho, ter deliberado a favor da sua realiza&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>As festas atraem visitantes de todo o pa&iacute;s, com ruas e lojas ornamentadas com flores de papel, feitas &agrave; m&atilde;o.<\/p>\n<p>Centenas de pessoas despendem milhares de horas de trabalho durante mais de seis meses, a confecionar milhares de flores de papel com que v&atilde;o ornamentar as suas ruas.<\/p>\n<p>A ornamenta&ccedil;&atilde;o &eacute; da sua autoria e responsabilidade e o segredo &eacute; sempre mantido at&eacute; &agrave; sexta-feira, em que se d&aacute; a abertura oficial das ruas populares.<\/p>\n<p>Segundo investigadores, a origem desta festa encontra-se nas festas de colheitas &agrave; deusa romana Ceres e a sua cristianiza&ccedil;&atilde;o pode dever-se &agrave; Rainha Santa Isabel, que lan&ccedil;ou as bases do que seria a Congrega&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito Santo, movimento de solidariedade crist&atilde; que em muitos lugares do reino absorveu as primitivas festas pag&atilde;s.<\/p>\n<p>A Festa dos Tabuleiros ou Festa do Divino Esp&iacute;rito Santo &eacute; uma das manifesta&ccedil;&otilde;es culturais e religiosas mais antigas de Portugal e a sua principal caracter&iacute;stica &eacute; o desfile ou prociss&atilde;o, com um n&uacute;mero vari&aacute;vel de tabuleiros, em que est&atilde;o representadas as dezasseis freguesias do concelho, situado no entro do pa&iacute;s.<\/p>\n<p>O tabuleiro deve ter a altura da rapariga que o leva &agrave; cabe&ccedil;a, sendo constitu&iacute;do por trinta p&atilde;es enfiados em cinco ou seis canas que partem de um cesto de vime ou verga e &eacute; rematado ao alto por uma coroa encimada pela Pomba do Esp&iacute;rito Santo ou pela Cruz de Cristo.<\/p>\n<p>Os bodos do Esp&iacute;rito Santo, (institu&iacute;dos pela Rainha Santa Isabel &#8211; que em Tomar, com a passagem dos anos se passaram a designar P&ecirc;za &#8211; &eacute; o &uacute;ltimo ato de cada Festa dos Tabuleiros, acontecendo no dia a seguir ao Cortejo dos Tabuleiros (segunda-feira) e seguindo a tradi&ccedil;&atilde;o, porque os frutos da terra e dos rebanhos, carne, p&atilde;o e vinho, s&atilde;o para todos).<\/p>\n<p>A festa tem uma p&aacute;gina oficial, em <a href=\"http:\/\/www.tabuleiros.org\/\">www.tabuleiros.org<\/a><\/p>\n<p><em>OC<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Festa que se repete a cada quatro anos atrai centenas de milhares de visitantes \u00e0 cidade<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[292,314],"class_list":["post-52152","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-religiosidade-popular","tag-solidariedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52152","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=52152"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52152\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=52152"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=52152"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=52152"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}