{"id":51794,"date":"2011-06-14T14:37:29","date_gmt":"2011-06-14T14:37:29","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2011\/06\/14\/homilia-do-nuncio-apostolico-na-paroquia-de-santo-antonio-no-funchal\/"},"modified":"2011-06-14T14:37:29","modified_gmt":"2011-06-14T14:37:29","slug":"homilia-do-nuncio-apostolico-na-paroquia-de-santo-antonio-no-funchal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-do-nuncio-apostolico-na-paroquia-de-santo-antonio-no-funchal\/","title":{"rendered":"Homilia do N\u00fancio Apost\u00f3lico na par\u00f3quia de Santo Ant\u00f3nio no Funchal"},"content":{"rendered":"<p>Homilia do N&uacute;ncio Apost&oacute;lico na Par&oacute;quia de Santo Ant&oacute;nio no Funchal<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Meus queridos irm&atilde;os e irm&atilde;s<\/p>\n<p>1.&nbsp; Considero uma especial gra&ccedil;a do Senhor poder unir a minha ora&ccedil;&atilde;o e o meu louvor &agrave; vossa ora&ccedil;&atilde;o e louvor nesta data especial em que celebramos a festa de Santo Ant&oacute;nio de Lisboa, nesta igreja que lhe &eacute; dedicada. Se estamos aqui reunidos, em assembleia crist&atilde;, para adorar a Deus, nosso Pai em Nosso Senhor Jesus Cristo, e louvar o &ldquo;Santo&rdquo; &eacute; porque em todo o arco da sua exist&ecirc;ncia terrena, Ant&oacute;nio foi um homem evang&eacute;lico; e, se o honramos, &eacute; porque acreditamos que nele poisou com particular efus&atilde;o o Esp&iacute;rito do Senhor, enriquecendo-o com os seus admir&aacute;veis dons.<\/p>\n<p>Ontem recordamos que daqui, desta Ilha da Madeira partiram muitos mission&aacute;rios que levaram a f&eacute; crist&atilde; &agrave;s cinco partes do mundo dando vida a novas Igrejas locais. Como disse tamb&eacute;m o Santo Padre no ano passado em Lisboa, entre estes homens que partiram de Portugal, como mission&aacute;rios, para evangelizar outros povos, estava o nosso Santo, embora n&atilde;o tenha passado por esta Ilha, que ainda n&atilde;o fora descoberta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>2.&nbsp; Antes de subir ao c&eacute;u Jesus deu aos Ap&oacute;stolos este mandato: &laquo;Ide por todo o mundo e proclamai a Boa Nova a todas as criaturas. Quem acreditar e for batizado salvar-se-&aacute;, mas quem n&atilde;o acreditar ser&aacute; condenado&raquo;.<\/p>\n<p>Santo Ant&oacute;nio tinha, com certeza, bem impresso, no seu cora&ccedil;&atilde;o, este mandato do Senhor. Na pujan&ccedil;a da sua juventude, adornada de dons intelectuais e morais fora do comum, quando se lhe ofereciam, pela nobreza familiar, honrarias e prest&iacute;gio, o jovem Fernando Bulh&atilde;o (este era o seu nome de batismo) sentiu no seu interior o chamamento para uma entrega plena e generosa ao Senhor e foi bater &agrave; porta do mosteiro dos Agostinhos, perto da sua casa em Lisboa; por&eacute;m, ao ver-se assediado por frequentes visitas de familiares e amigos, pediu transfer&ecirc;ncia para o Mosteiro de Santa Cruz, em Coimbra. Coimbra, naquela altura, era a capital do jovem reino de Portugal.<\/p>\n<p>Ali, providencialmente, pode frequentar toda a cultura filos&oacute;fica e teol&oacute;gica da &eacute;poca assim como a Sagrada Escritura e a Patr&iacute;stica. Acerca da sua cultura b&iacute;blica, todos os testemunhos o elogiam. Era t&atilde;o grande a admira&ccedil;&atilde;o que os seus contempor&acirc;neos tinham pelo seu conhecimento e paix&atilde;o pela B&iacute;blia que dele se costumava dizer que, se se perdessem todos os livros sagrados, teria bastado a mem&oacute;ria do Santo para os reescrever.<\/p>\n<p>Com 25 anos de idade foi ordenado sacerdote. E foi nessa altura que nele amadureceu a grande e definitiva viragem da sua vida.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>3.&nbsp; No ano de 1219 chegaram a Coimbra cinco irm&atilde;os franciscanos que se dirigiam a Marrocos como mission&aacute;rios. Fernando Bulh&atilde;o sentiu-se tocado, desde que os conheceu, pelo exemplo da sua humildade e pobreza. Em 29 de janeiro de 1220, os cinco franciscanos sofreram o mart&iacute;rio e os seus despojos foram trazidos, como rel&iacute;quias, ao mosteiro de Santa Cruz, onde receberam solenes homenagens.<\/p>\n<p>Levado pelo exemplo destes irm&atilde;os m&aacute;rtires, com energia renovada, o jovem sacerdote decidiu trocar o h&aacute;bito elegante dos Agostinhos pelo mais humilde dos franciscanos, tomando o nome de Ant&oacute;nio.&nbsp; A op&ccedil;&atilde;o arredava-o da vida sedent&aacute;ria de c&oacute;nego regrante e lan&ccedil;ava-o para a vida errante de frade mission&aacute;rio. Ant&oacute;nio, bom e s&aacute;bio, punha como condi&ccedil;&atilde;o para entrar na Ordem dos Frades Menores o seu imediato envio a territ&oacute;rio de sarracenos. Mas a provid&ecirc;ncia divina disp&ocirc;s outra coisa. Por causa de uma grave doen&ccedil;a, contra&iacute;da logo que chegou a terras africanas, viu-se obrigado a regressar &agrave; P&aacute;tria, quando uma tempestade medonha o coloca na Sic&iacute;lia.<\/p>\n<p>Na ocasi&atilde;o foi convidado a participar no famoso &ldquo;Cap&iacute;tulo das Esteiras&rdquo;, em Assis, onde encontrou e conheceu o Ser&aacute;fico Fundador Francisco de Assis. Em seguida, viveu algum tempo no recolhimento total num convento de Forl&igrave;, no Norte de It&aacute;lia, onde o Senhor o chamou para outra miss&atilde;o. A&iacute; mostrou ser dotado de ci&ecirc;ncia e eloqu&ecirc;ncia, e os Superiores destinaram-no &agrave; prega&ccedil;&atilde;o. Come&ccedil;ou assim na It&aacute;lia e na Fran&ccedil;a uma atividade apost&oacute;lica t&atilde;o intensa e eficaz que induziu muitas pessoas que se tinham afastado da Igreja a reconsiderar a sua decis&atilde;o.<\/p>\n<p>Ant&oacute;nio foi tamb&eacute;m um dos primeiros mestres de teologia dos Frades Menores, ou at&eacute; o primeiro. Iniciou o seu ensino em Bolonha, com a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o de S&atilde;o Francisco que, reconhecendo as suas virtudes, lhe enviou uma breve carta que iniciava com estas palavras: &laquo;Agrada-me que ensines teologia aos frades&raquo;.<\/p>\n<p>Eleito Superior dos Frades Menores da It&aacute;lia setentrional, continuou o minist&eacute;rio da prega&ccedil;&atilde;o, alternando-o com as fun&ccedil;&otilde;es de governo.<\/p>\n<p>O mandato de Jesus aos Ap&oacute;stolos &laquo;Ide por todo o mundo proclamar a Boa Nova a todas as criaturas&raquo; tornou-se em Santo Ant&oacute;nio o ideal da sua vida e o ardor da sua alma.<\/p>\n<p>Conclu&iacute;do o cargo de Provincial, retirou-se para perto de P&aacute;dua, aonde j&aacute; tinha ido outras vezes. Ap&oacute;s um ano, faleceu nas portas da cidade, a 13 de junho de 1231. Tinha s&oacute; 36 anos de idade. Um ano depois da morte, ap&oacute;s numerosos milagres que se verificaram por sua intercess&atilde;o, o Papa Greg&oacute;rio IX canonizou- o. A fama da sua santidade corria por toda a parte: fama pelos milagres, fama tamb&eacute;m pela sua prega&ccedil;&atilde;o e pelo exemplo da sua vida evang&eacute;lica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>4.&nbsp; Na Ep&iacute;stola aos Ef&eacute;sios S&atilde;o Paulo escreve: &laquo;A cada um de n&oacute;s foi concedida a gra&ccedil;a, na medida em que recebeu o dom de Cristo. Foi Ele tamb&eacute;m que concedeu a uns serem Ap&oacute;stolos; a outros, profetas; a outros, evangelistas; e a outros, pastores e mestres&raquo;.<\/p>\n<p>Santo Ant&oacute;nio exerceu de forma sublime e eficaz a prega&ccedil;&atilde;o da Palavra de Deus. A sua prega&ccedil;&atilde;o n&atilde;o era declamat&oacute;ria e espetacular, nem era limitada a vagas exorta&ccedil;&otilde;es moralistas. Ele anunciava o Evangelho, sabendo que a Palavra de Cristo n&atilde;o &eacute; como as outras palavras, mas possui uma for&ccedil;a que penetra os ouvintes. As suas prega&ccedil;&otilde;es, plenas de fogo, agradavam ao povo que sentia uma &iacute;ntima necessidade de ouvi-lo e n&atilde;o resistia &agrave; for&ccedil;a espiritual das suas palavras.<\/p>\n<p>&Eacute; tanta a riqueza dos ensinamentos espirituais do nosso Santo que o Vener&aacute;vel Papa Pio XII, em 1946, proclamou-o Doutor da Igreja, atribuindo-lhe o t&iacute;tulo de &ldquo;Doutor evang&eacute;lico&rdquo;, porque dos seus serm&otilde;es e escritos sobressai o vigor e a beleza do Evangelho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>5.&nbsp; Ant&oacute;nio, na escola de Francisco, coloca sempre Cristo no centro da vida e do pensamento, da a&ccedil;&atilde;o e da prega&ccedil;&atilde;o. Ele contempla benevolamente, e convida a contemplar, os mist&eacute;rios da humanidade do Senhor, o homem Jesus, de modo particular o mist&eacute;rio da Natividade, Deus que Se fez Menino, Se entregou nas nossas m&atilde;os: um mist&eacute;rio que suscita sentimentos de amor e de gratid&atilde;o para com a bondade divina. Mas tamb&eacute;m a vis&atilde;o do Crucifixo inspira em Ant&oacute;nio pensamentos de reconhecimento para com Deus e de estima pela dignidade da pessoa humana, de modo que todos, crentes e n&atilde;o crentes, possam encontrar no Crucificado e na sua imagem um significado que enriquece a vida.<\/p>\n<p>Escutemos o que o Santo escreve sobre o Crucifixo: &laquo;Cristo, que &eacute; a tua vida, est&aacute; pendurado diante de ti, para que tu olhes para a cruz como para um espelho. Nela poder&aacute;s conhecer quanto mortais foram as tuas feridas, que nenhum rem&eacute;dio teria podido curar, a n&atilde;o ser o do sangue do Filho de Deus. Se olhares bem, poder&aacute;s dar-te conta de como s&atilde;o grandes a tua dignidade humana e o teu valor&#8230; Em nenhum outro lugar o homem pode aperceber-se melhor do seu valor, a n&atilde;o ser olhando para o espelho da cruz&raquo; (Sermones Dominicales et Festivi III, pp. 213-214).<\/p>\n<p>E o Santo Padre Bento XVI comenta: &laquo;Meditando estas palavras podemos compreender melhor a import&acirc;ncia da imagem do Crucifixo para a nossa cultura, para o nosso humanismo nascido da f&eacute; crist&atilde;. Precisamente olhando para o Crucifixo vemos, segundo diz Santo Ant&oacute;nio, como &eacute; grande a dignidade humana e o valor do homem. Em nenhum outro ponto se pode compreender quanto o homem vale, precisamente porque Deus nos torna t&atilde;o importantes, nos v&ecirc; t&atilde;o importantes, que somos, para Ele, dignos do seu sofrimento; assim, toda a dignidade humana aparece no espelho do Crucifixo e olhar em sua dire&ccedil;&atilde;o &eacute; sempre fonte do reconhecimento da dignidade humana&raquo; (Audi&ecirc;ncia geral, 10 de fevereiro 2010).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>6.&nbsp; Irm&atilde;os e irm&atilde;s,<\/p>\n<p>Santo Ant&oacute;nio e o Papa Bento XVI convidam-nos hoje a tomar a s&eacute;rio a nossa miss&atilde;o crist&atilde; que nos impele a anunciar a Boa Nova de Jesus a quantos ainda a n&atilde;o conhecem, a todos os cora&ccedil;&otilde;es que aguardam de n&oacute;s, disc&iacute;pulos de Jesus, uma palavra iluminadora e, sobretudo, o testemunho coerente e convicto da f&eacute; que professamos.<\/p>\n<p>Em Lisboa, o Santo Padre afirmou que &laquo;os tempos que vivemos exigem um novo vigor mission&aacute;rio dos crist&atilde;os&raquo;; portanto, &laquo;h&aacute; necessidade de verdadeiras testemunhas de Jesus Cristo, sobretudo nos meios humanos onde o sil&ecirc;ncio da f&eacute; &eacute; mais amplo e profundo&raquo; (cfr. Homilia no Terreiro do Pa&ccedil;o, 11 de maio 2010).<\/p>\n<p>Possa Santo Ant&oacute;nio, t&atilde;o querido e venerado em Portugal, aqui e em toda a parte, interceder pela Igreja inteira, e sobretudo por todos aqueles que t&ecirc;m a miss&atilde;o de pregar o Evangelho, em especial pelos sacerdotes, di&aacute;conos e catequistas, para que desempenhem com solicitude este minist&eacute;rio de an&uacute;ncio e de atualiza&ccedil;&atilde;o da Palavra de Deus.<\/p>\n<p>Levantando o nosso olhar para a figura serena e doce de Santo Ant&oacute;nio, nesta igreja a ele dedicada, pe&ccedil;amos-lhe que interceda por todos n&oacute;s junto do Senhor Jesus, para que anunciemos, como ele, sem medo e sem vergonha, n&atilde;o tanto com palavras, mas com o testemunho da vida, o Evangelho de Cristo, a Boa Nova da salva&ccedil;&atilde;o em Jesus Cristo nosso Senhor.<\/p>\n<p>A Virgem M&atilde;e, Nossa Senhora do Monte, nos acompanhe e proteja! &Aacute;men.<\/p>\n<p>Funchal, 13 de junho de 2011<\/p>\n<p><em>D. Rino Passigato,&nbsp; N&uacute;ncio Apost&oacute;lico<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Homilia do N&uacute;ncio Apost&oacute;lico na Par&oacute;quia de Santo Ant&oacute;nio no Funchal &nbsp; Meus queridos irm&atilde;os e irm&atilde;s 1.&nbsp; Considero uma especial gra&ccedil;a do Senhor poder unir a minha ora&ccedil;&atilde;o e o meu louvor &agrave; vossa ora&ccedil;&atilde;o e louvor nesta data especial em que celebramos a festa de Santo Ant&oacute;nio de Lisboa, nesta igreja que lhe [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[120,295,168,174,186,213],"class_list":["post-51794","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-bento-xvi","tag-biblia","tag-diocese-da-guarda","tag-diocese-de-coimbra","tag-diocese-do-funchal","tag-franciscanos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51794","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=51794"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51794\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=51794"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=51794"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=51794"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}