{"id":51775,"date":"2011-06-12T16:01:00","date_gmt":"2011-06-12T16:01:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2011\/06\/12\/homilia-do-nuncio-apostolico-na-abertura-das-celebracoes-dos-500-anos-de-criacao-da-diocese-do-funchal\/"},"modified":"2011-06-12T16:01:00","modified_gmt":"2011-06-12T16:01:00","slug":"homilia-do-nuncio-apostolico-na-abertura-das-celebracoes-dos-500-anos-de-criacao-da-diocese-do-funchal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-do-nuncio-apostolico-na-abertura-das-celebracoes-dos-500-anos-de-criacao-da-diocese-do-funchal\/","title":{"rendered":"Homilia do N\u00fancio Apost\u00f3lico na abertura das celebra\u00e7\u00f5es dos 500 anos de cria\u00e7\u00e3o da diocese do Funchal"},"content":{"rendered":"<p>&Eacute;-me muito grato estar hoje, pela primeira vez, nesta Catedral do Funchal a presidir &agrave; celebra&ccedil;&atilde;o desta Santa Missa no in&iacute;cio das comemora&ccedil;&otilde;es dos Quinhentos Anos da ere&ccedil;&atilde;o desta hist&oacute;rica e gloriosa Diocese, que foi criada &ndash; como sabemos &ndash; pelo Papa Le&atilde;o X no dia 12 de junho de 1514 e durante muito tempo foi a mais extensa do mundo e que tantos m&eacute;ritos tem na evangeliza&ccedil;&atilde;o de outras terras, tendo dado or&iacute;gem a varias outras Igrejas particulares como as de Goa, de Angra, de Cabo Verde, de S&atilde;o Tom&eacute; e S&atilde;o Salvador da Bah&iacute;a.<\/p>\n<p>Antes de mais nada, agrade&ccedil;o a Sua Excel&ecirc;ncia o Senhor Bispo Dom Ant&oacute;nio Jos&eacute; Cavaco Carrilho por me ter convidado para esta solene efem&eacute;ride e por me conceder este privil&eacute;gio.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Sa&uacute;do respeitosamente Sua Excel&ecirc;ncia o Senhor Representante da Rep&uacute;blica, Sua Excel&ecirc;ncia o Senhor Presidente do Governo Regional da Madeira e as demais Autoridades pol&iacute;ticas, civis, judiciais, policiais e militares presentes.<\/p>\n<p>Sa&uacute;do fraternalmente os caros irm&atilde;os sacerdotes, os di&aacute;conos, as pessoas consagradas, os seminaristas, os membros das diferentes Irmandades e dos Movimentos eclesiais, todos os fi&eacute;is leigos &#8211; as fam&iacute;lias, os jovens, as crian&ccedil;as, os doentes e anci&atilde;os. A todos e a cada um transmito a proximidade, as sauda&ccedil;&otilde;es mais afetuosas e a B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Apost&oacute;lica do Santo Padre o Papa Bento XVI.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Celebramos hoje a festa de Pentecoste, a festa do Esp&iacute;rito Santo. Talvez n&atilde;o tenhamos<\/p>\n<p>bastante familiaridade com esta terceira Pessoa da Sant&iacute;ssima Trindade e n&atilde;o nos seja f&aacute;cil pensar n&rsquo;Ele como estamos acostumados a pensar em Deus Pai e em Jesus Cristo. Se quisermos definir o Esp&iacute;rito Santo com uma express&atilde;o atual e b&iacute;blica, teremos de dizer: o Esp&iacute;rito Santo &eacute; o dom de Cristo ressuscitado &agrave; Igreja que &eacute; o Seu Corpo.&nbsp;<\/p>\n<p>No momento em que iniciamos as comemora&ccedil;&otilde;es dos Quinhentos Anos da ere&ccedil;&atilde;o desta Diocese do Funchal, agrada-nos pensar que o rejuvenescimento da Igreja &eacute; fun&ccedil;&atilde;o permanente do Esp&iacute;rito; e, felizmente, hoje como ontem, n&atilde;o faltam disso testemunhas.<\/p>\n<p>Para al&eacute;m dos ministros sagrados, das pessoas consagradas, homens e mulheres, e dos membros dos diferentes Movimentos eclesiais que, cada um com o seu pr&oacute;prio carisma, representam um sinal de um novo Pentecostes, penso nos esposos crist&atilde;os que, com o seu amor fiel e fecundo, testemunham a Caridade trinit&aacute;ria e o amor de Cristo pela Igreja e, educando os filhos na f&eacute;, rejuvenescem o Povo de Deus; penso nos oper&aacute;rios e professionais crist&atilde;os que, com o seu&nbsp; trabalho honrado, constroem a cidade terrena sobre as regras da justi&ccedil;a, da equidade, da solidariedade e da fraternidade; penso naquelas pessoas boas e altruistas que, sem nada pedir em troca, prestam ajuda ao vizinho ou ao amigo que tem problemas ou sofrem necessidade; penso nos m&eacute;dicos e operadores da sa&uacute;de que dedicam a pr&oacute;pria exist&ecirc;ncia ao bem-estar dos outros e &agrave; defesa da vida desde o seu in&iacute;cio no seio materno at&eacute; ao seu fim natural. Penso na paci&ecirc;ncia alegre do doente na sua dor ou do idoso na solid&atilde;o; penso na ora&ccedil;&atilde;o silenciosa, na confian&ccedil;a em Deus, na alegria do dever cumprido e de uma consci&ecirc;ncia reta honrada de tantos crist&atilde;os e cidad&atilde;os an&oacute;nimos. Penso ainda na multid&atilde;o de homens e mulheres de boa vontade que entregam o seu talento, energias, tempo e vida &agrave; obra da justi&ccedil;a, &agrave; liberta&ccedil;&atilde;o integral, &agrave; cultura e dignidade humana, ao desenvolvimento pleno, &agrave; fraternidade e &agrave; ecologia, isso &eacute;, &agrave; salvaguarda da nossa casa comum.<\/p>\n<p>Tudo o que &eacute; nobre, harmonioso e profundamente humano no cora&ccedil;&atilde;o de um homem ou de uma mulher, que lealmente optam pelo amor e pela verdade, procede do Esp&iacute;rito de Deus <em>&laquo;que sopra onde quer&raquo;<\/em>, porque &eacute; Esp&iacute;rito de Quem &eacute; Luz que ilumina todo o homem, Jesus Cristo, Palavra pessoal do Pai de todos. Por tudo isso, acreditamos no Esp&iacute;rito Santo, Senhor que d&aacute; a vida!<\/p>\n<p>Tudo &eacute; dom do Esp&iacute;rito de Deus que continua presente e atuante nos crentes e em cada homem e mulher de boa vontade e, assim, <em>&ldquo;renova a face da terra&rdquo;<\/em>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Como fez com os crist&atilde;os das gera&ccedil;&otilde;es passadas, tamb&eacute;m hoje o Esp&iacute;rito Santo move os batizados para edificarem a Igreja sobre o testemunho do Cristo ressuscitado.<\/p>\n<p>Com o Papa Bento XVI, Sucessor de Pedro hoje, eu repito a cada um de v&oacute;s: &laquo;Meus irm&atilde;os e irm&atilde;s, &eacute; necess&aacute;rio que vos torneis comigo testemunhas da ressurrei&ccedil;&atilde;o de Jesus. Na realidade, se n&atilde;o fordes v&oacute;s as suas testemunhas no pr&oacute;prio ambiente, quem o ser&aacute; em vosso lugar? O crist&atilde;o &eacute;, na Igreja e com a Igreja, um mission&aacute;rio de Cristo enviado ao mundo. Esta &eacute; a miss&atilde;o inadi&aacute;vel de cada comunidade eclesial: receber de Deus e oferecer ao mundo Cristo ressuscitado, para que todas as situa&ccedil;&otilde;es de definhamento e morte se transformem, pelo Esp&iacute;rito, em ocasi&otilde;es de crescimento e vida. Para isso, em cada celebra&ccedil;&atilde;o eucar&iacute;stica, ouviremos mais atentamente a Palavra de Cristo e saborearemos assiduamente o P&atilde;o da Sua presen&ccedil;a. Isto far&aacute; de n&oacute;s testemunhas e, mais ainda, portadores de Jesus ressuscitado no mundo, levando-O para os diversos setores da sociedade e quantos neles vivem e trabalham, irradiando aquela <em>&ldquo;vida em abund&acirc;ncia&rdquo;<\/em> (<em>Jo<\/em>, 10, 10) que Ele nos ganhou com a Sua cruz e ressurrei&ccedil;&atilde;o e que sacia os mais leg&iacute;timos anseios do cora&ccedil;&atilde;o humano&raquo; (cf. Bento XVI, 14 de maio de 2010, S. Missa no Porto).&nbsp;<\/p>\n<p>Como Pedro nos recomenda numa das suas cartas, exortamo-vos: &laquo; &ldquo;<em>Venerai Cristo Senhor em vossos cora&ccedil;&otilde;es, prontos sempre a responder a quem quer que seja sobre a raz&atilde;o da esperan&ccedil;a que h&aacute; em v&oacute;s&rdquo;<\/em> (<em>1 Ped<\/em> 3, 15). &hellip; Por experi&ecirc;ncia pr&oacute;pria e comum, bem sabemos que &eacute; por Jesus que todos esperam. De facto, as expectativas mais profundas do mundo e as grandes certezas do Evangelho cruzam-se na irrecus&aacute;vel miss&atilde;o que nos compete, pois &#8211; como afirma o Santo Padre Bento XVI na Enc&iacute;clica <em>Caritas in Veritate<\/em> &#8211; &ldquo;sem Deus, o ser humano n&atilde;o sabe para onde ir e n&atilde;o consegue sequer compreender quem seja. Perante os enormes problemas do desenvolvimento dos povos, que quase nos levam ao des&acirc;nimo e &agrave; rendi&ccedil;&atilde;o, vem em nosso aux&iacute;lio a palavra do Senhor Jesus Cristo que nos torna cientes deste dado fundamental: &lsquo;<em>Sem Mim, nada podeis fazer<\/em>&rsquo; (<em>Jo<\/em> 15, 5), e encoraja: <em>&lsquo;Eu estarei sempre convosco at&eacute; ao fim do mundo&rsquo;<\/em> <em>(Mt<\/em>&nbsp;28, 20)&raquo; (Bento XVI, <a href=\"http:\/\/www.vatican.va\/holy_father\/benedict_xvi\/encyclicals\/documents\/hf_ben-xvi_enc_20090629_caritas-in-veritate_po.html\"><em>Caritas in veritate<\/em><\/a><em>,<\/em>&nbsp;78) &raquo; (<em>Ibidem<\/em>).<\/p>\n<p>Mas, se esta certeza nos consola e tranquiliza, n&atilde;o nos dispensa de ir ao encontro dos outros. Temos de vencer a tenta&ccedil;&atilde;o de nos limitarmos ao que ainda temos, ou julgamos ter, de nosso e seguro: seria morrer a prazo, enquanto presen&ccedil;a de Igreja no mundo, que ali&aacute;s s&oacute; pode ser mission&aacute;ria, no movimento expansivo do Esp&iacute;rito&raquo; (<em>Ibidem<\/em>).<\/p>\n<p>Desde as suas origens, o povo crist&atilde;o advertiu com clareza a import&acirc;ncia de comunicar a Boa Nova de Jesus a quantos ainda n&atilde;o a conheciam. E, como j&aacute; record&aacute;mos, esta mesma Diocese do Funchal foi por muito tempo uma &ldquo;base estrat&eacute;gica&rdquo; para a evangeliza&ccedil;&atilde;o de novas terras.<\/p>\n<p>&laquo;Nestes &uacute;ltimos anos, alterou-se o quadro antropol&oacute;gico, cultural, social e religioso da humanidade; hoje a Igreja &eacute; chamada a enfrentar desafios novos e est&aacute; pronta a dialogar com culturas e religi&otilde;es diversas, procurando construir juntamente com cada pessoa de boa vontade a pac&iacute;fica conviv&ecirc;ncia dos povos. O campo da miss&atilde;o <em>ad gentes<\/em> apresenta-se hoje notavelmente alargado e n&atilde;o defin&iacute;vel apenas segundo considera&ccedil;&otilde;es geogr&aacute;ficas; realmente aguardam por n&oacute;s n&atilde;o apenas os povos n&atilde;o-crist&atilde;os e as terras distantes, mas tamb&eacute;m os &acirc;mbitos s&oacute;cio-culturais e sobretudo os cora&ccedil;&otilde;es que s&atilde;o os verdadeiros destinat&aacute;rios da atividade mission&aacute;ria do povo de Deus&raquo; <em>(Ibidem)<\/em>.<\/p>\n<p>&laquo;Trata-se de um mandato cuja fiel realiza&ccedil;&atilde;o &ldquo;deve seguir o mesmo caminho de Cristo: o caminho da pobreza, da obedi&ecirc;ncia, do servi&ccedil;o e da imola&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria at&eacute; &agrave; morte, de que Ele saiu vencedor pela sua ressurrei&ccedil;&atilde;o&rdquo; (<em><a href=\"http:\/\/www.vatican.va\/archive\/hist_councils\/ii_vatican_council\/documents\/vat-ii_decree_19651207_ad-gentes_po.html\">Ad gentes<\/a><\/em>, 5). Sim! Somos chamados a servir a humanidade do nosso tempo, confiando unicamente em Jesus, deixando-nos iluminar pela sua Palavra: <em>&ldquo;N&atilde;o fostes v&oacute;s que Me escolhestes; fui Eu que vos escolhi e destinei, para que vades e deis fruto e o vosso fruto permane&ccedil;a&rdquo;<\/em> (<em>Jo<\/em> 15, 16). Quanto tempo perdido, quanto trabalho adiado, por inadvert&ecirc;ncia deste ponto! Tudo se define a partir de Cristo, quanto &agrave; origem e &agrave; efic&aacute;cia da miss&atilde;o: a miss&atilde;o recebemo-la sempre de Cristo, que nos deu a conhecer o que ouviu de seu Pai, e somos nela investidos por meio do Esp&iacute;rito na Igreja. Como a pr&oacute;pria Igreja, obra de Cristo e do seu Esp&iacute;rito, trata-se de renovar a face da terra a partir de Deus, sempre e s&oacute; de Deus! &raquo; <em>(Ibidem)<\/em>.<\/p>\n<p>Queridos irm&atilde;os e amigos da Madeira, levantai os olhos para Aquela que &eacute; a vossa Padroeira, Nossa Senhora, a <em>&ldquo;cheia de gra&ccedil;a&rdquo;<\/em>, que, pelo poder do Esp&iacute;rito Santo concebeu e deu &agrave; luz Jesus Cristo, o Filho de Deus e Redentor dos homens, e, unida em ora&ccedil;&atilde;o aos Ap&oacute;stolos, no dia de Pentecostes recebeu o Esp&iacute;rito Santo, dando assim in&iacute;cio &agrave; aventura da miss&atilde;o da Igreja pelo mundo inteiro.<\/p>\n<p>Unidos agora &agrave; Sant&iacute;ssima Virgem Maria, formulamos a nossa fervente ora&ccedil;&atilde;o. E a nossa ora&ccedil;&atilde;o comunit&aacute;ria e pessoal, hoje, &eacute; antes de mais nada hino de glorifica&ccedil;&atilde;o, de a&ccedil;&atilde;o de gra&ccedil;as, de louvor e alegria pelos m&uacute;ltiplos sinais da presen&ccedil;a do Esp&iacute;rito Santo na nossa Igreja e no mundo.<\/p>\n<p>A nossa ora&ccedil;&atilde;o &eacute; tamb&eacute;m humilde peti&ccedil;&atilde;o de perd&atilde;o pelas nossas falhas e incoer&ecirc;ncias, como crist&atilde;os fracos e cobardes, que tantas vezes n&atilde;o souberam responder &agrave; a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito Santo.<\/p>\n<p>Na nossa ora&ccedil;&atilde;o, por fim, imploramos a for&ccedil;a do Esp&iacute;rito Santo para anunciar Cristo com convic&ccedil;&atilde;o e transpar&ecirc;ncia de linguagem e de conducta&hellip; para que se realize nos nossos cora&ccedil;&otilde;es, na Igreja e no mundo, o Reino de Deus: Reino de Verdade e de Vida, Reino de Santidade e de Gra&ccedil;a, Reino de Justi&ccedil;a, de Amor e de Paz.<\/p>\n<p><em>Vinde, Esp&iacute;rito Santo, enchei os cora&ccedil;&otilde;es dos Vossos fi&eacute;is e acendei neles o fogo perene do Vosso Amor!<\/em> &Aacute;men.<\/p>\n<p align=\"right\"><em>D. Rino Passigato, N&uacute;ncio Apost&oacute;lico<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&Eacute;-me muito grato estar hoje, pela primeira vez, nesta Catedral do Funchal a presidir &agrave; celebra&ccedil;&atilde;o desta Santa Missa no in&iacute;cio das comemora&ccedil;&otilde;es dos Quinhentos Anos da ere&ccedil;&atilde;o desta hist&oacute;rica e gloriosa Diocese, que foi criada &ndash; como sabemos &ndash; pelo Papa Le&atilde;o X no dia 12 de junho de 1514 e durante muito tempo [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[120,123,168,169,186,187,314],"class_list":["post-51775","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-bento-xvi","tag-cabo-verde","tag-diocese-da-guarda","tag-diocese-de-angra","tag-diocese-do-funchal","tag-diocese-do-porto","tag-solidariedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51775","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=51775"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51775\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=51775"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=51775"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=51775"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}