{"id":51714,"date":"2011-06-07T16:18:29","date_gmt":"2011-06-07T16:18:29","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2011\/06\/07\/nota-pastoral-do-bispo-de-aveiro-sobre-a-construcao-da-casa-sacerdotal\/"},"modified":"2011-06-07T16:18:29","modified_gmt":"2011-06-07T16:18:29","slug":"nota-pastoral-do-bispo-de-aveiro-sobre-a-construcao-da-casa-sacerdotal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/nota-pastoral-do-bispo-de-aveiro-sobre-a-construcao-da-casa-sacerdotal\/","title":{"rendered":"Nota pastoral do bispo de Aveiro sobre a constru\u00e7\u00e3o da casa sacerdotal"},"content":{"rendered":"<p><em>&Eacute; a hora de come&ccedil;ar<\/em><\/p>\n<p>Vamos iniciar a constru&ccedil;&atilde;o da Casa Sacerdotal. As raz&otilde;es, que desde sempre nos motivaram a levar por diante esta iniciativa, s&atilde;o cada vez mais prementes. A idade avan&ccedil;a para todos, as necessidades surgem nas mais diversas circunst&acirc;ncias, muitas vezes de forma surpreendente e inesperada, as expectativas est&atilde;o criadas, a generosidade, manifestada em gestos muitos belos, foi despertando um pouco por todo o lado e urge que as esperan&ccedil;as e os sonhos de ontem possam ser realidade j&aacute; amanh&atilde;.<\/p>\n<p>Recordo as primeiras palavras escritas na Nota Pastoral, de quinta-feira Santa, 20 de mar&ccedil;o de 2008, ao anunciar oficialmente &agrave; Diocese este prop&oacute;sito respaldado numa firme convic&ccedil;&atilde;o: &ldquo;Ao decidir construir a Casa Sacerdotal de Aveiro estou a pensar nos sacerdotes de hoje e do futuro e em quantos ao longo da vida dedicadamente os acompanharam e serviram. Penso na Casa Sacerdotal como quem v&ecirc; surgir, no horizonte do tempo e no cora&ccedil;&atilde;o de Aveiro, um Santu&aacute;rio de Gratid&atilde;o da Diocese aos seus sacerdotes.&rdquo;<\/p>\n<p>Sei que este projeto, que &eacute; de todos e para todos, se fez caminho de comunh&atilde;o e de unidade no Presbit&eacute;rio e na Diocese. Assim, depressa esta iniciativa se tornou um belo sinal de amor de Deus pelo seu povo e uma serena certeza de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o para os sacerdotes.<\/p>\n<p>Esta &eacute; agora a hora de come&ccedil;ar. O projeto est&aacute; elaborado e aprovado, nas suas mais diversas vertentes, cumprindo as exig&ecirc;ncias legais, acolhendo as normas das v&aacute;rias inst&acirc;ncias e obedecendo a todos os requisitos, inclusivamente para que no futuro se possa diligenciar no sentido de celebra&ccedil;&atilde;o de acordos sociais de coopera&ccedil;&atilde;o. Constru&iacute;do em propriedade do Semin&aacute;rio de Santa Joana Princesa, ser&aacute; o Semin&aacute;rio o Dono de Obra e ao Semin&aacute;rio pertencer&aacute; o novo edif&iacute;cio constru&iacute;do, assim como a sua dire&ccedil;&atilde;o e orienta&ccedil;&atilde;o no futuro.<\/p>\n<p>Tamb&eacute;m aqui lembro o que j&aacute; na referida Nota pastoral escrevi: &ldquo;os seminaristas e pr&eacute;-seminaristas de hoje s&atilde;o a esperan&ccedil;a e o caminho do futuro do Presbit&eacute;rio e os sacerdotes s&atilde;o para eles a sua heran&ccedil;a, mem&oacute;ria e b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Semin&aacute;rio e Casa Sacerdotal s&atilde;o, assim, dois espa&ccedil;os que se integram, completam e compreendem mutuamente no mesmo arco do tempo da vida dos sacerdotes e em igual e intenso amor pela sua miss&atilde;o. S&atilde;o como dois pulm&otilde;es de um s&oacute; corpo. Semin&aacute;rio e Casa Sacerdotal t&ecirc;m a mesma invoca&ccedil;&atilde;o e s&atilde;o igualmente confiados &agrave; prote&ccedil;&atilde;o de Santa Joana Princesa, nossa Padroeira.<\/p>\n<p>O concurso foi feito. E a obra j&aacute; est&aacute; adjudicada. A recente Assembleia dos Sacerdotes, realizada no dia 20 de maio, ajudou-nos a sentir com alegria e clareza a urg&ecirc;ncia de que se reveste a Casa Sacerdotal e as possibilidades concretas que se abrem ao financiamento da sua r&aacute;pida constru&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Esta &eacute;, por isso, a hora de convocar a Diocese para a generosidade. Sabemos que s&atilde;o dif&iacute;ceis os tempos que vivemos. Mas sabemos, tamb&eacute;m, que desde o in&iacute;cio da nossa Igreja diocesana todas as obras nasceram mais da f&eacute; intr&eacute;pida dos nossos bispos, da colabora&ccedil;&atilde;o sempre generosa dos irm&atilde;os sacerdotes e das iniciativas persistentes e criativas das comunidades e dos fi&eacute;is do que da abund&acirc;ncia dos bens financeiros, que a Diocese nunca teve. A escassez de bens econ&oacute;micos permitiu descobrir o valor maior de todas as ajudas, desde as mais pequenas d&aacute;divas, e abriu caminho aben&ccedil;oado para a criatividade que emprestou engenho e arte &agrave;s m&uacute;ltiplas iniciativas que em cada momento foram surgindo.<\/p>\n<p>Venho, por isso, agradecer &agrave;s pessoas e par&oacute;quias, &agrave;s institui&ccedil;&otilde;es e empresas que desde o primeiro an&uacute;ncio manifestaram plena abertura a esta iniciativa e acolheram com alegria renovada esta causa. J&aacute; se sentem os primeiros gestos de generosidade e s&atilde;o j&aacute; v&aacute;rios os sinais expressivos de colabora&ccedil;&atilde;o. Os primeiros contributos tornaram poss&iacute;vel que d&eacute;ssemos os passos necess&aacute;rios, sald&aacute;ssemos as despesas iniciais e possamos agora firmar os alicerces s&oacute;lidos da constru&ccedil;&atilde;o que vai nascer.<\/p>\n<p>Estou consciente de que os primeiros gestos de espont&acirc;nea e sustentada generosidade se v&atilde;o agora multiplicar de forma consistente e em &acirc;mbito alargado em todas as par&oacute;quias, sem esquecer as comunidades emigrantes no estrangeiro, sobretudo aquelas em que t&ecirc;m trabalhado sacerdotes da Diocese de Aveiro.<\/p>\n<p>A partir desta hora de come&ccedil;ar veremos dia a dia a obra crescer e precisamos para isso da ajuda comum e da colabora&ccedil;&atilde;o conjugada de todos. Neste percurso pastoral que estamos a viver rumo ao Jubileu da nossa Diocese, propomo-nos ser Igreja que vive e celebra na alegria o seu crescimento na f&eacute; e na caridade, se abre ao mundo com &acirc;nimo evangelizador e &eacute; rosto de esperan&ccedil;a. A Casa Sacerdotal ser&aacute; mais um sinal vis&iacute;vel, &ldquo;uma &acirc;ncora e um farol de esperan&ccedil;a&rdquo; neste caminho pastoral que a todos nos deve envolver e mobilizar.<\/p>\n<p>Sabemos que no in&iacute;cio da constru&ccedil;&atilde;o do Semin&aacute;rio, o senhor D. Jo&atilde;o Evangelista de Lima Vidal, o consagrou ao Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o de Jesus, consciente do valor da ora&ccedil;&atilde;o e numa express&atilde;o muito viva do seu cora&ccedil;&atilde;o de Pastor que sempre procurou ter, desde a pr&oacute;pria inscri&ccedil;&atilde;o no seu bras&atilde;o episcopal ao seu permanente carinho pelos Semin&aacute;rios e pelos sacerdotes nas terras que serviu.<\/p>\n<p>Neste m&ecirc;s dedicado ao Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o de Jesus, tamb&eacute;m eu quero confiar ao desvelo de Jesus, o Mestre e Pastor, &agrave; b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o de Maria, M&atilde;e de Jesus e nossa M&atilde;e, e &agrave; intercess&atilde;o de Santa Joana, nossa Padroeira, a Casa Sacerdotal e o sentido de servi&ccedil;o &agrave; Diocese de Aveiro que nela se vai cumprir.<\/p>\n<p><em>Aveiro, 1 de junho de 2011<br \/>D. Ant&oacute;nio Francisco dos Santos, Bispo de Aveiro<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&Eacute; a hora de come&ccedil;ar Vamos iniciar a constru&ccedil;&atilde;o da Casa Sacerdotal. As raz&otilde;es, que desde sempre nos motivaram a levar por diante esta iniciativa, s&atilde;o cada vez mais prementes. 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