{"id":51510,"date":"2011-05-23T12:46:15","date_gmt":"2011-05-23T12:46:15","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2011\/05\/23\/homilia-do-nuncio-apostolico-na-missa-de-acao-de-gracas-pela-beatificacao-de-madre-clara\/"},"modified":"2011-05-23T12:46:15","modified_gmt":"2011-05-23T12:46:15","slug":"homilia-do-nuncio-apostolico-na-missa-de-acao-de-gracas-pela-beatificacao-de-madre-clara","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-do-nuncio-apostolico-na-missa-de-acao-de-gracas-pela-beatificacao-de-madre-clara\/","title":{"rendered":"Homilia do n\u00fancio apost\u00f3lico na missa de a\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as pela beatifica\u00e7\u00e3o de Madre Clara"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><strong>5&ordm; Domingo da P&aacute;scoa &#8211; A<em>&nbsp;<\/em><\/strong><\/p>\n<p align=\"center\"><strong><em>Missa de a&ccedil;&atilde;o de gra&ccedil;as pela beatifica&ccedil;&atilde;o <\/em><em>da Irm&atilde; Maria Clara do Menino Jesus<\/em><\/strong><\/p>\n<p align=\"center\"><strong><em>S&eacute; Patriarcal de Lisboa, 22 de maio de 2011<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>1.&nbsp;&Eacute;-me muito grato estar hoje nesta S&eacute; Patriarcal de Lisboa a presidir &agrave; celebra&ccedil;&atilde;o desta Santa Missa de a&ccedil;&atilde;o de gra&ccedil;as pela beatifica&ccedil;&atilde;o da Irm&atilde; Maria Clara do Menino Jesus, fundadora da Congrega&ccedil;&atilde;o das Irm&atilde;s Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Concei&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Antes de mais nada, agrade&ccedil;o a Sua Emin&ecirc;ncia o Senhor Patriarca por me conceder este privil&eacute;gio. Muito obrigado tamb&eacute;m ao Reverend&iacute;ssimo C&oacute;nego Lu&iacute;s Pereira da Silva, P&aacute;roco da S&eacute;, e aos seus colaboradores por me acolherem nesta Igreja Matriz do Patriarcado.<\/p>\n<p>Sa&uacute;do a Madre Maria da Concei&ccedil;&atilde;o Galv&atilde;o Ribeiro, Superiora Geral das Irm&atilde;s Franciscanas Hospitaleiras, as suas Conselheiras e todas as suas Irm&atilde;s, agradecendo-lhes este convite que tanto me honra.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;Sa&uacute;do fraternalmente os irm&atilde;os sacerdotes, as pessoas consagradas, os caros seminaristas, todos os fi&eacute;is leigos &#8211; as fam&iacute;lias, as crian&ccedil;as, os doentes e anci&atilde;os, de maneira especial os que, nos diferentes lugares, aqui em Portugal e noutros pa&iacute;ses, s&atilde;o atendidos pelas Irm&atilde;s Franciscanas Hospitaleiras. A todos e a cada um transmito a proximidade, as sauda&ccedil;&otilde;es mais afetuosas e a B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Apost&oacute;lica do Santo Padre o Papa Bento XVI.<\/p>\n<p>Todos n&oacute;s temos ainda nos olhos e no cora&ccedil;&atilde;o a alegria e a emo&ccedil;&atilde;o do solene rito de ontem, em que o Santo Padre Bento XVI, com a Carta Apost&oacute;lica lida pelo Cardeal Prefeito da Congrega&ccedil;&atilde;o das Causas dos Santos, acolhendo o pedido de Sua Emin&ecirc;ncia Dom Jos&eacute; Policarpo, Patriarca de Lisboa, proclamou Beata a Irm&atilde; Maria Clara do Menino Jesus. E todos, cheios de j&uacute;bilo, repetimos cantando: <em>Aleluia! Aleluia! Aleluia!<\/em><\/p>\n<p>Hoje, com o mesmo j&uacute;bilo, repetimos: <em>Deo Gratias!<\/em> &#8211; Gra&ccedil;as a Deus! -, desejando que esta Eucaristia seja a express&atilde;o maior do amor que o nosso cora&ccedil;&atilde;o de filhos e filhas quer prestar ao Pai, pela gra&ccedil;a que Ele acaba de conceder &agrave; Santa Igreja, &agrave; Congrega&ccedil;&atilde;o das Irm&atilde;s Franciscanas Hospitaleiras, a Portugal e ao mundo. Sim, estamos reunidos nesta Igreja Catedral para dar gra&ccedil;as ao Pai das miseric&oacute;rdias pela glorifica&ccedil;&atilde;o dessa extraordin&aacute;ria figura de mulher e de crist&atilde;.<\/p>\n<p>E, neste momento feliz, queremos fazer-nos eco daquele sentimento de j&uacute;bilo, gratid&atilde;o e encantamento que a contempla&ccedil;&atilde;o da miseric&oacute;rdia divina despertava no cora&ccedil;&atilde;o da Beata Maria Clara e transbordava em suas palavras e gestos: <em>&laquo;Como Deus &eacute; bom! Deus seja bendito!&raquo;. <\/em><\/p>\n<p>Eis o grito que hoje parte a cada instante dos nossos cora&ccedil;&otilde;es ao C&eacute;u!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>2.&nbsp;A Palavra de Deus proclamada e proposta &agrave; nossa reflex&atilde;o neste 5&ordm; Domingo da P&aacute;scoa desenha a comunidade crist&atilde; como: <strong>um corpo vivo<\/strong> que se organiza atrav&eacute;s do assumir, pelos seus membros, de diversas tarefas, tais como o servi&ccedil;o da caridade, da palavra e do culto (<em>Primeira Leitura<\/em>); <strong>um povo sacerdotal<\/strong>, cujos membros s&atilde;o pedras vivas do edif&iacute;cio eclesial, que tem como pedra angular Cristo ressuscitado (<em>Segunda Leitura<\/em>); <strong>um grupo unido que peregrina para Deus<\/strong> ao ritmo da hist&oacute;ria e sob a orienta&ccedil;&atilde;o de Cristo que &eacute; o Caminho, a Verdade e a Vida (<em>Evangelho<\/em>).<\/p>\n<p>A imagem ideal da primeira comunidade que Lucas nos descreve no Livro dos Atos dos Ap&oacute;stolos &eacute; de um otimismo sublime: os crentes viviam unidos e tinham tudo em comum; todos pensavam e sentiam o mesmo; ningu&eacute;m passava necessidades&hellip;<\/p>\n<p>A <strong>caridade<\/strong> (<em>caritas\/agape<\/em>),<em> <\/em>entendida como amor fraterno, dilata&ccedil;&atilde;o do Amor que move a vida trinit&aacute;ria, &eacute; o cimento que une entre si todos os membros. E, para garantir que a express&atilde;o concreta desta <em>&ldquo;caritas&rdquo;<\/em> chegue a quem mais precisa da ajuda da comunidade, os Ap&oacute;stolos instituem o <strong>minist&eacute;rio eclesial do diaconado<\/strong>, estreitamente associado ao pr&oacute;prio minist&eacute;rio apost&oacute;lico.<\/p>\n<p>Desde o in&iacute;cio, esta corresponsabilidade no interior da comunidade eclesial tem a raiz na consci&ecirc;ncia de saber-se povo eleito e chamado por Deus a servi-l&rsquo;O em santidade, como povo sacerdotal que O adora em esp&iacute;rito e verdade, sendo a <strong>ora&ccedil;&atilde;o<\/strong>, o <strong>an&uacute;ncio da Palavra<\/strong> e a <strong>caridade<\/strong> express&otilde;es essenciais do seu ser. Os membros deste povo sacerdotal s&atilde;o <em>&ldquo;pedras vivas&rdquo;<\/em> do edif&iacute;cio da Igreja, que &eacute; o templo do Esp&iacute;rito e cuja pedra angular, de funda&ccedil;&atilde;o e coes&atilde;o, &eacute; Cristo ressuscitado.<\/p>\n<p>Juntos, todos os batizados, cada um segundo o pr&oacute;prio lugar, a pr&oacute;pria voca&ccedil;&atilde;o e miss&atilde;o espec&iacute;fica, participamos da miss&atilde;o prof&eacute;tica, sacerdotal e pastoral de Cristo. Todos, sob a chefia de Cristo, que &eacute; o Caminho comum para o Pai, a Verdade que O revela e a Vida que nos mant&eacute;m em comunh&atilde;o com Ele, somos chamados &agrave; santidade. A santidade &eacute; a voca&ccedil;&atilde;o que nos aproxima todos do Deus tr&ecirc;s vezes Santo e nos une como irm&atilde;os, companheiros de viagem encaminhados para a mesma meta: a comunh&atilde;o no &uacute;nico Deus-Amor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>3.&nbsp;A Beata Maria Clara do Menino Jesus, santa da caridade, apresenta-se hoje &agrave; nossa venera&ccedil;&atilde;o e considera&ccedil;&atilde;o como membro exemplar da Igreja e testemunha luminosa do ideal crist&atilde;o.<\/p>\n<p>A Beata Maria Clara encontrou o seu lugar na Igreja fazendo da sua exist&ecirc;ncia terrena uma vida apaixonada de amor pelos mais pobres e necessitados, vendo, servindo, amando em cada irm&atilde;o pobre, doente, desamparado o mesmo Jesus. Assim tornou-se disc&iacute;pula e imitadora perfeita do Senhor que deu a pr&oacute;pria vida pela humanidade.<\/p>\n<p>Como Santa Teresa do Menino Jesus, a Beata Maria Clara, tendo compreendido que <em>&laquo;a Igreja tem um cora&ccedil;&atilde;o, um cora&ccedil;&atilde;o ardente de amor&raquo;<\/em>, quis ser tamb&eacute;m ela <em>&ldquo;um cora&ccedil;&atilde;o ardente de amor&rdquo;,<\/em> porque tamb&eacute;m compreendeu que <em>&laquo;s&oacute; o Amor faz atuar os membros da Igreja&hellip; e que o Amor encerra em si todas as voca&ccedil;&otilde;es, porque o Amor &eacute; tudo&raquo;<\/em> (cf. Jo&atilde;o Paulo II, <em>Novo Millennio Ineunte,<\/em> 42).&nbsp;<\/p>\n<p>Em Nota Pastoral sobre a Beatifica&ccedil;&atilde;o da Irm&atilde; Maria Clara do Menino Jesus, os Bispos portugueses escrevem:<\/p>\n<p>&laquo;O esp&iacute;rito que a animava&hellip; ficou bem manifesto num epis&oacute;dio da sua vida. Um dia, ao ver grupos de adultos e crian&ccedil;as a mendigar, vestidos de andrajos e sob um frio rigoroso, disse &agrave;s meninas que a acompanhavam: <em>&ldquo;Olhem, aquela &eacute; que &eacute; a minha gente!&#8230; Que pena tenho de n&atilde;o os poder socorrer!&hellip;&rdquo;&raquo;<\/em>.<\/p>\n<p>Os mesmos Pastores observam: &laquo;A interven&ccedil;&atilde;o da Irm&atilde; Maria Clara em diferentes dom&iacute;nios da &aacute;rea social procedia duma motiva&ccedil;&atilde;o religiosa. O seu cora&ccedil;&atilde;o de mulher franciscana enchia-se de compaix&atilde;o diante do sofrimento humano e procurava alivi&aacute;-lo com o vigor da sua f&eacute;. A sua atua&ccedil;&atilde;o aparecia como <em>&ldquo;rosto da ternura e da miseric&oacute;rdia de Deus&rdquo;.<\/em> Deus ocupava o primeiro lugar na sua vida numa atitude filial de reconhecimento. <em>&ldquo;Oh! Como Deus &eacute; bom! Bendito seja Deus!&rdquo;,<\/em> exclamava ela como resson&acirc;ncia da festa que as Irm&atilde;s lhe fizeram no seu onom&aacute;stico a 12 de agosto de 1899&raquo;.<\/p>\n<p>A Nota dos Bispos conclui: &laquo;Na segunda metade do s&eacute;culo XIX, apesar das grandes dificuldades que o Catolicismo portugu&ecirc;s enfrentava, a Irm&atilde; Maria Clara soube manifest&aacute;-lo do modo mais criativo e fecundo, com ardente amor a Jesus e generoso servi&ccedil;o dos pobres. Na segunda d&eacute;cada do s&eacute;culo XXI, face &agrave;s dificuldades acrescidas de tantos concidad&atilde;os nossos, quanto &agrave; sobreviv&ecirc;ncia condigna e ao sentido mais profundo da vida, o exemplo e a intercess&atilde;o da nova Beata ser-nos-&atilde;o de grande incentivo e apoio, na mesma senda da caridade verdadeira&raquo; (CEP, F&aacute;tima, 3 de maio de 2011).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>4.&nbsp;A Beata Maria Clara do Menino Jesus encarnou na sua vida, totalmente entregue ao amor a Deus e ao pr&oacute;ximo mais necessitado, o ideal do verdadeiro disc&iacute;pulo de Jesus, adorador do Pai e Bom Samaritano. S&atilde;o inspiradoras as palavras que ela escreveu &agrave;s suas Irm&atilde;s poucos meses antes da morte:<\/p>\n<p><em>&laquo;Que felicidade, minhas caras filhas, termos sido chamadas &agrave; sublime voca&ccedil;&atilde;o de cooperar na salva&ccedil;&atilde;o das almas, praticando as obras de miseric&oacute;rdia!<\/em><\/p>\n<p><em>Para isto s&atilde;o necess&aacute;rios sacrif&iacute;cios, &eacute; preciso trabalhar. Mas quem n&atilde;o trabalhar&aacute; de bom grado na vinha do Senhor?&raquo;.<\/em><\/p>\n<p>E foi assim que, na sociedade portuguesa do s&eacute;c. XIX, entre contrastes e desafios, luzes e sombras, pecado e gra&ccedil;a, se agigantou esta figura de mulher que, tendo feito de Jesus o seu &ldquo;Caminho, Verdade e Vida&rdquo;, se tornou capaz de acolher o sofrimento com profunda rever&ecirc;ncia, &ldquo;<em>como vindo das m&atilde;os de Deus&rdquo;<\/em>, e de mergulhar, destemidamente, no mundo dos homens, para nele O servir na pessoa dos pobres, dos fracos, dos desvalidos.&nbsp;<\/p>\n<p>Como o seu Modelo divino, tamb&eacute;m ela aprendeu a obedi&ecirc;ncia atrav&eacute;s do sofrimento e se entregou ao amor misericordioso que salva e redime, no perd&atilde;o e na doa&ccedil;&atilde;o de si pr&oacute;pria, ao servi&ccedil;o da humanidade sofredora que quis adotar como &ldquo;<em>a sua gente&rdquo;<\/em>, sua fam&iacute;lia predileta.<\/p>\n<p>Nesta diaconia da caridade, assumiu a miss&atilde;o de colaborar na restaura&ccedil;&atilde;o da imagem de Deus em cada ser humano, esquecendo-se de si pr&oacute;pria, fazendo- -se samaritana nas estradas do mundo, de tal modo e a tal ponto que se converteu no rosto vis&iacute;vel da ternura e da miseric&oacute;rdia divinas.<\/p>\n<p>Um tal exemplo tem de ser para n&oacute;s, hoje, interpela&ccedil;&atilde;o e provoca&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Beata Maria Clara estimula-nos a &ldquo;<em>sermos generosos para com um Deus que t&atilde;o generoso tem sido para connosco&rdquo;, <\/em>acolhendo sem temor os in&uacute;meros desafios que o mundo de hoje nos apresenta.<\/p>\n<p>Ela estimula cada um de n&oacute;s a ver mais longe, a adentrar-se no mar da realidade humana, a ultrapassar-se no jogo do amor e da ternura, neste mundo cada vez mais fechado sobre si mesmo, dominado pelo &oacute;dio, pela viol&ecirc;ncia, pela opress&atilde;o e explora&ccedil;&atilde;o dos mais fracos.<\/p>\n<p>Ela convida-nos a edificar a nossa casa comum sobre os alicerces dos aut&ecirc;nticos valores humanos e crist&atilde;os, devolvendo a primazia a Deus, fonte de toda a dignidade humana e da verdadeira fraternidade entre as pessoas, os povos e as na&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>A estrada, que o desafio nos aponta, &eacute; longa e muito absorvente, mas n&atilde;o temamos percorr&ecirc;-la.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A intercess&atilde;o da Beata Maria Clara do Menino Jesus, junto &agrave; da Virgem Sant&iacute;ssima, m&atilde;e, modelo e exemplo de todo o disc&iacute;pulo, alcan&ccedil;ar-nos-&aacute; de Deus a gra&ccedil;a da mesma f&eacute; e otimismo, da mesma perseveran&ccedil;a no amor incondicional a Deus e a toda a humanidade.<\/p>\n<p>Cantemos, pois, irm&atilde;os e irm&atilde;s, as miseric&oacute;rdias infinitas do Senhor!<\/p>\n<p>Cantemo-las, desde j&aacute;, n&atilde;o apenas com os l&aacute;bios e com o fervor que esta hora em n&oacute;s suscita, mas cantemo-las, sobretudo, com a vida, em nossos gestos, palavras e atitudes.<\/p>\n<p>Tornemo-nos tamb&eacute;m n&oacute;s, por gra&ccedil;a e impulso divinos, sinais vis&iacute;veis de Cristo misericordioso, realmente vivo e presente no meio do Seu povo. &Aacute;men.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>+Rino Passigato<br \/><\/em><em>N&uacute;ncio Apost&oacute;lico<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>5&ordm; Domingo da P&aacute;scoa &#8211; A&nbsp; Missa de a&ccedil;&atilde;o de gra&ccedil;as pela beatifica&ccedil;&atilde;o da Irm&atilde; Maria Clara do Menino Jesus S&eacute; Patriarcal de Lisboa, 22 de maio de 2011 &nbsp; 1.&nbsp;&Eacute;-me muito grato estar hoje nesta S&eacute; Patriarcal de Lisboa a presidir &agrave; celebra&ccedil;&atilde;o desta Santa Missa de a&ccedil;&atilde;o de gra&ccedil;as pela beatifica&ccedil;&atilde;o da Irm&atilde; [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[120,250],"class_list":["post-51510","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-bento-xvi","tag-maria-clara-do-menino-jesus"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51510","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=51510"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51510\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=51510"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=51510"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=51510"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}