{"id":5114,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/mensagem-de-joao-paulo-ii-para-o-dia-mundial-da-juventude\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"mensagem-de-joao-paulo-ii-para-o-dia-mundial-da-juventude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/mensagem-de-joao-paulo-ii-para-o-dia-mundial-da-juventude\/","title":{"rendered":"Mensagem de Jo\u00e3o Paulo II para o Dia Mundial da Juventude"},"content":{"rendered":"<p>Dia 4 de Abril de 2004 <!--more--> \u00abQueremos ver Jesus\u00bb (Jo 12, 21).   Car\u00edssimos jovens   1. O ano de 2004 constitui a \u00faltima etapa antes do grande encontro de Col\u00f3nia onde, em 2005, ser\u00e1 celebrada a XX Jornada Mundial da Juventude. Por conseguinte, convido-vos a intensificar o vosso caminho de prepara\u00e7\u00e3o espiritual, aprofundando o tema que escolhi para esta XIX Jornada Mundial da Juventude: \u00abQueremos ver Jesus\u00bb (Jo 12, 21).   Este foi o pedido que alguns \u00abgregos\u00bb dirigiram um dia aos Ap\u00f3stolos. Eles queriam saber quem era Jesus. N\u00e3o se tratava simplesmente de uma abordagem para saber como \u00e9 que o homem Jesus se apresentava. Impelidos por uma grande curiosidade e pelo pressentimento que teriam encontrado uma resposta \u00e0s suas expectativas fundamentais, queriam saber quem Ele era verdadeiramente e de onde vinha.   2. Estimados jovens, convido-vos tamb\u00e9m a v\u00f3s, a imitar aqueles \u00abgregos\u00bb, que se dirigiram a Filipe, suscitados pelo desejo de \u00abver Jesus\u00bb. A vossa busca n\u00e3o seja motivada simplesmente por uma curiosidade intelectual, que por si s\u00f3 j\u00e1 \u00e9 um valor, mas seja estimulada sobretudo pela exig\u00eancia \u00edntima de encontrar a resposta \u00e0 interroga\u00e7\u00e3o acerca do sentido da vossa vida. \u00c0 maneira do jovem rico do Evangelho, procurai tamb\u00e9m v\u00f3s Jesus, para lhe levantar esta pergunta: \u00abO que devo fazer para ter a vida eterna?\u00bb (Mc 10, 17). O Evangelista Marcos especifica que Jesus olhou para ele com amor. Pensai inclusivamente naquele outro epis\u00f3dio, em que Jesus diz a Natanael: \u00abAntes que Filipe te chamasse, Eu vi-te, quando estavas debaixo da figueira\u00bb, haurindo do cora\u00e7\u00e3o daquele israelita em quem n\u00e3o havia falsidade (cf. Jo 1, 47-48), uma bonita profiss\u00e3o de f\u00e9: \u00abRabi, Tu \u00e9s o Filho de Deus!\u00bb (Jo 1, 49). Aquele que se aproxima de Jesus com o cora\u00e7\u00e3o livre de preconceitos pode chegar muito facilmente \u00e0 f\u00e9, porque \u00e9 o pr\u00f3prio Jesus que j\u00e1 o viu e amou primeiro. O aspecto mais sublime da dignidade do homem encontra-se exactamente na sua voca\u00e7\u00e3o a comunicar-se com Deus, neste profundo interc\u00e2mbio de olhares que transforma a vida. Para ver Jesus, \u00e9 preciso em primeiro lugar deixar-se olhar por Ele!   O desejo de ver Deus reside no cora\u00e7\u00e3o de cada homem e de cada mulher. Prezados jovens, deixai-vos fixar nos olhos por Jesus, a fim de que aumente em v\u00f3s o desejo de ver a Luz e de saborear o esplendor da Verdade. Quer estejamos conscientes disto, quer n\u00e3o, Deus criou-nos porque nos ama e para que tamb\u00e9m n\u00f3s, por nossa vez, O am\u00e1ssemos. Eis o motivo da saudade insuprim\u00edvel de Deus, que o homem traz no seu cora\u00e7\u00e3o: \u00ab\u00c9 a tua face que eu procuro, Senhor. N\u00e3o me escondas a tua face!\u00bb (Sl 27 [26], 8-9). Esta Face \u2013 sabemo-lo \u2013 foi-nos revelada por Deus em Jesus Cristo.   3. Dilectos jovens, desejais tamb\u00e9m v\u00f3s contemplar a beleza desta Face? Eis a pergunta que vos apresento, nesta Jornada Mundial da Juventude do ano de 2004. N\u00e3o respondais com demasiada pressa. Em primeiro lugar, fazei-o dentro de v\u00f3s mesmos, em sil\u00eancio. Deixar emergir das profundezas do cora\u00e7\u00e3o este ardente desejo de ver Deus, um desejo \u00e0s vezes sufocado pelos ru\u00eddos do mundo e pelas sedu\u00e7\u00f5es dos prazeres. Deixai que sobressaia este desejo e vivereis a experi\u00eancia maravilhosa do encontro com Jesus. O cristianismo n\u00e3o \u00e9 simplesmente uma doutrina; \u00e9 um encontro na f\u00e9 com Deus, que se tornou presente na nossa hist\u00f3ria, com a encarna\u00e7\u00e3o de Jesus.   Procurai tornar poss\u00edvel este encontro com todos os meios, contemplando Jesus que vos procura apaixonadamente. Procurai-O com os olhos da carne, atrav\u00e9s dos acontecimentos da vida e do rosto dos outros; mas procurai-O tamb\u00e9m com os olhos da alma, por interm\u00e9dio da ora\u00e7\u00e3o e da medita\u00e7\u00e3o da Palavra de Deus, uma vez que \u00aba contempla\u00e7\u00e3o do rosto de Cristo n\u00e3o pode inspirar-se sen\u00e3o naquilo que se diz dele na Sagrada Escritura\u00bb (Novo millennio ineunte, 17).   4. Ver Jesus, contemplar o seu Rosto, \u00e9 um desejo insuprim\u00edvel, mas um desejo que, infelizmente, o homem consegue deformar. \u00c9 o que acontece com o pecado, cuja ess\u00eancia se encontra precisamente em afastar os olhos do Criador, voltando-os para a criatura.   Aqueles \u00abgregos\u00bb em busca da verdade n\u00e3o poderiam aproximar-se de Cristo, se o seu desejo, animado por um acto livre e volunt\u00e1rio, n\u00e3o se tivesse concretizado numa decis\u00e3o clara: \u00abQueremos ver Jesus\u00bb. Ser verdadeiramente livre significa ter a for\u00e7a de escolher Aquele para quem fomos criados e aceitar o seu senhorio sobre a nossa vida. Senti-o nas profundezas do vosso cora\u00e7\u00e3o: todos os bens da terra, todos os bons \u00eaxitos profissionais e o pr\u00f3prio amor humano com que sonhais jamais poder\u00e3o satisfazer completamente as vossas expectativas mais \u00edntimas e profundas. Somente o encontro com Jesus poder\u00e1 dar sentido pleno \u00e0 vossa vida: \u00abCriastes-nos para V\u00f3s [\u00f3 Senhor], e o nosso cora\u00e7\u00e3o est\u00e1 inquieto, enquanto n\u00e3o descansar em V\u00f3s\u00bb, escrevia Santo Agostinho (Confiss\u00f5es, I, 1). N\u00e3o vos deixeis distrair nesta busca. Perseverai nela, porque aquilo que est\u00e1 em jogo \u00e9 a  vossa  plena  realiza\u00e7\u00e3o  e  a  vossa alegria.   5. Caros amigos, se aprenderdes a descobrir Jesus na Eucaristia, sabereis descobri-lo tamb\u00e9m nos vossos irm\u00e3os e irm\u00e3s, em particular nos mais pobres. E Eucaristia recebida com amor e adorada com fervor torna-se escola de liberdade e de caridade para realizar o mandamento do amor. Jesus fala-nos na linguagem maravilhosa do dom de si e do amor at\u00e9 ao sacrif\u00edcio da pr\u00f3pria vida. \u00c9 um tema f\u00e1cil? N\u00e3o, v\u00f3s bem o sabeis! O esquecimento de si n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil; ele distrai do amor possessivo e narciso, para abrir o homem \u00e0 alegria do amor que se entrega. Esta escola eucar\u00edstica de liberdade e de caridade ensina a ultrapassar as emo\u00e7\u00f5es superficiais, para se arraigar solidamente naquilo que \u00e9 verdadeiro e bom; liberta do ego\u00edsmo pessoal, dispondo para a abertura aos outros; e ensina a passar de um amor afectivo a um amor efectivo, porque amar n\u00e3o \u00e9 apenas um sentimento, mas um acto de vontade, que consiste em preferir de maneira constante o bem do pr\u00f3ximo ao bem pessoal: \u00abN\u00e3o existe amor maior do que dar a vida pelos amigos\u00bb (Jo 15, 13).   \u00c9 com esta liberdade interior e esta caridade ardente que Jesus nos educa para O encontrar nos outros, em primeiro lugar no rosto desfigurado do pobre. A Beata Teresa de Calcut\u00e1 gostava de distribuir o seu \u00abcart\u00e3o de visita\u00bb, onde estava escrito: \u00abO fruto do sil\u00eancio \u00e9 a ora\u00e7\u00e3o, o fruto da ora\u00e7\u00e3o \u00e9 a f\u00e9, o fruto da f\u00e9 \u00e9 o amor, o fruto do amor \u00e9 o servi\u00e7o e o fruto do servi\u00e7o \u00e9 a paz\u00bb. Este \u00e9 o caminho para o encontro com Jesus. Ide ao encontro de todos os sofrimentos humanos, com o impulso da vossa generosidade e com o amor que Deus infunde nos vossos cora\u00e7\u00f5es, atrav\u00e9s do Esp\u00edrito Santo: \u00abEu garanto-vos: todas as vezes que fizestes isto a um dos menores dos meus irm\u00e3os, foi a mim que o fizestes\u00bb (Mt 25, 40). O mundo tem necessidade urgente do grande sinal prof\u00e9tico da caridade fraterna! Com efeito, n\u00e3o basta \u00abfalar\u00bb de Jesus; \u00e9 necess\u00e1rio tamb\u00e9m fazer com que Ele seja \u00abvisto\u00bb, com o testemunho eloquente da vida pessoal (cf. Novo millennio ineunte, 16).   E n\u00e3o esque\u00e7ais de buscar Cristo e de reconhecer a sua presen\u00e7a na Igreja. Ela \u00e9 como que o prolongamento da sua ac\u00e7\u00e3o salv\u00edfica no tempo e no espa\u00e7o. \u00c9 nela e por interm\u00e9dio dela que Jesus continua a tornar-se vis\u00edvel hoje e a fazer-se encontrar pelos homens. Nas vossas par\u00f3quias, movimentos e comunidades, sede hospitaleiros uns para com os outros, em ordem a fazer crescer a comunh\u00e3o entre v\u00f3s. Este \u00e9 o sinal vis\u00edvel da presen\u00e7a de Cristo na Igreja, apesar do diafragma opaco que muitas vezes \u00e9 interposto pelo pecado dos homens.   6. Al\u00e9m disso, n\u00e3o vos surpreendais se, ao longo do vosso caminho, encontrardes a Cruz. Jesus n\u00e3o disse, porventura, aos seus disc\u00edpulos que o gr\u00e3o de trigo deve cair na terra e morrer para poder dar muito fruto (cf. Jo 12, 23-26)? Assim, Ele indicava que a sua vida entregue at\u00e9 \u00e0 morte seria fecunda. Como j\u00e1 sabeis, depois da ressurrei\u00e7\u00e3o de Cristo, a morte nunca mais ter\u00e1 a \u00faltima palavra. O amor \u00e9 mais forte que a morte. Se Jesus aceitou morrer na cruz, fazendo dela o manancial da vida e o sinal do amor, n\u00e3o foi por debilidade, nem pelo gosto de sofrer. Foi  para nos alcan\u00e7ar a salva\u00e7\u00e3o e para nos tornar desde j\u00e1 participantes da sua vida divina.   \u00c9 precisamente esta a verdade que desejei recordar aos jovens do mundo, quando lhes entreguei uma grande Cruz de madeira, no termo do Ano Santo da Reden\u00e7\u00e3o, em 1984. Desde ent\u00e3o, ela percorreu diversos pa\u00edses, em prepara\u00e7\u00e3o para as vossas Jornadas Mundiais. Centenas de milhares de jovens rezaram em redor daquela Cruz. Depositando aos seus p\u00e9s os fardos que os sobrecarregavam, descobriram que s\u00e3o amados por Deus, e muitos deles encontraram inclusivamente a for\u00e7a para mudar de vida.   No corrente ano, no XX anivers\u00e1rio deste acontecimento, a Cruz ser\u00e1 recebida solenemente em Berlim, a partir de onde, peregrinando atrav\u00e9s de toda a Alemanha, no ano vindouro chegar\u00e1 a Col\u00f3nia. No dia de hoje, desejo repetir-vos as palavras que pronunciei nessa ocasi\u00e3o: \u00abCaros jovens&#8230; confio-vos a Cruz de Cristo! Levai-a pelo mundo como sinal do amor do Senhor Jesus pela humanidade e anunciai a todos que n\u00e3o existe salva\u00e7\u00e3o nem reden\u00e7\u00e3o, a n\u00e3o ser em Cristo morto e ressuscitado\u00bb.   7. Os vossos contempor\u00e2neos esperam de v\u00f3s que sejais as testemunhas daquele que encontrastes e que vos faz viver. Na realidade da vida quotidiana, tornai-vos testemunhas intr\u00e9pidas do amor, que \u00e9 mais forte que a morte. Compete-vos a v\u00f3s enfrentar este desafio! Ponde os vossos talentos e o vosso ardor juvenil ao servi\u00e7o do an\u00fancio da Boa Nova. Sede os amigos entusiastas de Jesus, que apresentam o Senhor a quantos desejam v\u00ea-lo, sobretudo a quantos se encontram mais afastados dele. Filipe e Andr\u00e9 conduziram aqueles \u00abgregos\u00bb at\u00e9 Jesus: Deus serve-se da amizade humana para orientar os cora\u00e7\u00f5es rumo \u00e0 nascente da caridade divina. Senti-vos como que respons\u00e1veis pela evangeliza\u00e7\u00e3o dos vossos amigos e de todos os vossos coet\u00e2neos.   A Bem-Aventurada Virgem Maria, que durante toda a sua vida se dedicou de maneira ass\u00eddua \u00e0 contempla\u00e7\u00e3o do Rosto de Cristo, vos conserve incessantemente sob o olhar do seu Filho (cf. Rosarium Virginis Mariae, 10) e vos ajude na prepara\u00e7\u00e3o da Jornada Mundial da Juventude em Col\u00f3nia, para a qual vos convido a olhar desde j\u00e1 com entusiasmo respons\u00e1vel e efectivo. A Virgem de Nazar\u00e9, como M\u00e3e atenta e paciente, forjar\u00e1 em v\u00f3s um cora\u00e7\u00e3o contemplativo e ensinar-vos-\u00e1 a fixar o olhar em Jesus para que, neste mundo que passa, sejais profetas do mundo que n\u00e3o perece.  Com afecto, concedo-vos uma especial B\u00ean\u00e7\u00e3o, que vos acompanhe ao longo do vosso caminho.   Vaticano, 22 de Fevereiro de 2004.   <B>Ver tamb\u00e9m<\/B> <a href=\"http:\/\/www.agencia.ecclesia.pt\/noticia.asp?noticiaid=7004\">\u2022 O cristianismo n\u00e3o \u00e9 uma doutrina, diz o Papa aos jovens<\/a>  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dia 4 de Abril de 2004<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[295,164,222,237],"class_list":["post-5114","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-biblia","tag-dia-mundial-da-juventude","tag-hospitalidade","tag-joao-paulo-ii"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5114","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5114"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5114\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5114"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5114"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5114"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}