{"id":51032,"date":"2011-04-25T09:06:00","date_gmt":"2011-04-25T09:06:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2011\/04\/25\/eleicoes-uma-nova-oportunidade-para-portugal\/"},"modified":"2011-04-25T09:06:00","modified_gmt":"2011-04-25T09:06:00","slug":"eleicoes-uma-nova-oportunidade-para-portugal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/eleicoes-uma-nova-oportunidade-para-portugal\/","title":{"rendered":"Elei\u00e7\u00f5es &#8211; Uma nova oportunidade para Portugal"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\">O regime democr&aacute;tico permite reavaliar de forma peri&oacute;dica os destinos do Estado. No pr&oacute;ximo dia 5 Junho, Portugal ter&aacute; nova oportunidade para se manifestar e escolher o rumo que pretende seguir.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Se a participa&ccedil;&atilde;o na vida p&uacute;blica &eacute; uma faculdade de cada cidad&atilde;o no exerc&iacute;cio da sua cidadania, nas actuais circunst&acirc;ncias em que Portugal se encontra, o envolvimento de cada portugu&ecirc;s nos destinos do Pa&iacute;s torna-se sobretudo um dever. Independentemente do sistema eleitoral existente, &eacute; ineg&aacute;vel que o voto de cada portugu&ecirc;s pode fazer a diferen&ccedil;a. E mais do que o voto, a participa&ccedil;&atilde;o activa no processo eleitoral que se aproxima torna-se uma contribui&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria e inestim&aacute;vel para o Pa&iacute;s.<\/p>\n<p>Com a convoca&ccedil;&atilde;o de elei&ccedil;&otilde;es legislativas para Junho, abriu-se a cada portugu&ecirc;s um vasto leque de formas de participa&ccedil;&atilde;o no futuro pol&iacute;tico do seu Pa&iacute;s. A t&iacute;tulo de exemplo, esta participa&ccedil;&atilde;o pode traduzir-se na apresenta&ccedil;&atilde;o de ideias, sugest&otilde;es e recomenda&ccedil;&otilde;es que podem ser endere&ccedil;adas aos Partidos Pol&iacute;ticos e Movimentos Associativos, na an&aacute;lise e discuss&atilde;o dos Programas de Governo apresentados por cada Partido Pol&iacute;tico, na participa&ccedil;&atilde;o activa numa campanha eleitoral que se pretende esclarecedora e construtiva, nos debates informados com aqueles que nos rodeiam e, claro, no exerc&iacute;cio do direito de voto nos projectos pol&iacute;ticos que cada um entenda poderem servir melhor os interesses de Portugal.<\/p>\n<p>O contributo das compet&ecirc;ncias de cada cidad&atilde;o numa campanha eleitoral participada permitir&aacute; discutir verdadeiras alternativas e solu&ccedil;&otilde;es para Portugal, deixando claro o que vai ser exigido ap&oacute;s as elei&ccedil;&otilde;es &#8211; rigor, seriedade e compet&ecirc;ncia.<\/p>\n<p>O envolvimento do Pa&iacute;s neste processo eleitoral e uma vota&ccedil;&atilde;o amplamente participada no dia das elei&ccedil;&otilde;es acarretar&atilde;o inevitavelmente uma responsabilidade pol&iacute;tica acrescida para quem for eleito. E conferir&atilde;o a cada Portugu&ecirc;s a legitimidade para exigir, desde logo, duas altera&ccedil;&otilde;es estruturais ao poder pol&iacute;tico eleito: o exerc&iacute;cio digno das suas fun&ccedil;&otilde;es de representantes do Povo, servindo o interesse p&uacute;blico e prosseguindo o bem comum, e uma maior abertura a iniciativas e manifesta&ccedil;&otilde;es da sociedade civil.<\/p>\n<p>Participar e votar, neste contexto, supera pois a escolha de um projecto de governa&ccedil;&atilde;o, ou a elei&ccedil;&atilde;o daqueles que queremos mandatar para delinear o futuro de Portugal, torna-se o cumprimento de uma verdadeira exig&ecirc;ncia nestes tempos de mudan&ccedil;a.<\/p>\n<p><em>Grupo de Reflex&atilde;o Sociedade e Pol&iacute;tica da Pastoral da Cultura<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O regime democr&aacute;tico permite reavaliar de forma peri&oacute;dica os destinos do Estado. 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