{"id":51018,"date":"2011-04-21T17:36:17","date_gmt":"2011-04-21T17:36:17","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2011\/04\/21\/homilia-do-bispo-de-aveiro-na-missa-crismal-3\/"},"modified":"2011-04-21T17:36:17","modified_gmt":"2011-04-21T17:36:17","slug":"homilia-do-bispo-de-aveiro-na-missa-crismal-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-do-bispo-de-aveiro-na-missa-crismal-3\/","title":{"rendered":"Homilia do bispo de Aveiro na Missa Crismal"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>&ldquo;Rogai ao Senhor da Messe para que envie oper&aacute;rios para a sua messe&rdquo; (Mt 9, 36-38)<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>1.O hoje da salva&ccedil;&atilde;o<\/em><\/strong><\/p>\n<p>No momento em que vamos entrar na celebra&ccedil;&atilde;o solene da P&aacute;scoa, a Missa Crismal convida-nos a colocarmo-nos diante de Cristo, Senhor, Aquele que era, que &eacute; e que vem.<\/p>\n<p>A nossa f&eacute; crist&atilde; nasce da gra&ccedil;a pela qual Deus nos faz conhecer o testemunho apost&oacute;lico sobre Jesus de Nazar&eacute;, a sua vida, a sua miss&atilde;o recebida do Pai, por amor da humanidade, e por fim a sua ressurrei&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Esta &eacute; a grande gra&ccedil;a apost&oacute;lica que n&oacute;s devemos &agrave; Igreja, ela &eacute; a fonte da nossa alegria e a nossa fortaleza. Ela &eacute; a nossa esperan&ccedil;a. Ela &eacute; a causa da nossa perseveran&ccedil;a e da nossa const&acirc;ncia atrav&eacute;s dos acontecimentos do mundo.<\/p>\n<p>O &laquo;hoje&raquo; da Sinagoga de Nazar&eacute; que Jesus assumiu para si, interpretando o texto de Isa&iacute;as, &eacute; tamb&eacute;m o hoje da P&aacute;scoa e do Pentecostes. &Eacute; o hoje da Igreja. Este &laquo;hoje&raquo; de Jesus n&atilde;o &eacute; uma hist&oacute;ria do passado &eacute; o hoje da hist&oacute;ria. &Eacute; este dia que vivemos. &Eacute; o agora e o aqui da vida da Igreja.<\/p>\n<p>Cada ano, a celebra&ccedil;&atilde;o da Missa Crismal na manh&atilde; desta Quinta-Feira Santa nos convoca e re&uacute;ne para animar e fortalecer o esp&iacute;rito de comunh&atilde;o e o caminho pastoral de cada Igreja particular.<\/p>\n<p>Caminho percorrido e a percorrer, como Igreja orante, lugar de esperan&ccedil;a para o mundo, firmando os nossos passos e afirmando a nossa f&eacute;, centrados na P&aacute;scoa do Senhor e orientados ao longo do tempo pascal, que agora come&ccedil;a, para o Pentecostes, onde concluiremos esta etapa para continuarmos de seguida o caminho como Igreja diocesana, fraternidade de fam&iacute;lias, de olhos postos no Jubileu da nossa Diocese.<\/p>\n<p><strong><em>2.Somos portadores da esperan&ccedil;a<\/em><\/strong><\/p>\n<p>A Missa Crismal revela aos nossos olhos a beleza de todo o Povo de Deus, povo consagrado e reino de sacerdotes, na variedade dos seus dons, na diversidade dos seus minist&eacute;rios e na raiz comum do batismo. Isso convida-nos a reavivar o vigor dos sentimentos que inspiraram e inspiram a nossa entrega ao Senhor, aprofundando e voltando a saborear a beleza do gesto da nossa resposta &agrave; voca&ccedil;&atilde;o a seguir Cristo de perto.<\/p>\n<p>&nbsp;A liturgia de hoje recorda-nos, ao mesmo tempo, a n&oacute;s sacerdotes que vivemos em estreita rela&ccedil;&atilde;o com todo o povo de batizados, porque somos crist&atilde;os com eles, como ressalta Santo Agostinho, e que al&eacute;m disso fomos constitu&iacute;dos em benef&iacute;cio de todo o povo de Deus. E isto compromete-nos a seguir Cristo mais de perto e com maior fidelidade. Com a nossa fidelidade aos compromissos sacerdotais e com o gosto de vivermos plenamente a beleza do nosso minist&eacute;rio, no seguimento de Cristo, alegremente dedicados ao servi&ccedil;o dos outros, podemos sustentar os nossos irm&atilde;os na fidelidade aos seus deveres humanos, familiares, profissionais e crist&atilde;os.<\/p>\n<p>A b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e a consagra&ccedil;&atilde;o dos Santos &Oacute;leos fala-nos desta dimens&atilde;o sacramental da Igreja que nos comunica a gra&ccedil;a pascal de Cristo e nos inicia na vida da comunidade crist&atilde;. Atrav&eacute;s destes &oacute;leos, a gra&ccedil;a divina fluir&aacute; nas almas, como portadora de luz, de sustento e de for&ccedil;a. Batizados, crismados e ordenados, catec&uacute;menos ou doentes, os &oacute;leos santos conformam-nos com Cristo que salvou o mundo.<\/p>\n<p>Nesta Missa Crismal de Quinta-Feira Santa, os santos &oacute;leos est&atilde;o no centro da a&ccedil;&atilde;o lit&uacute;rgica. S&atilde;o consagrados na Catedral para o ano inteiro. Assim, exprimem tamb&eacute;m a unidade da Igreja e aludem a Cristo, o verdadeiro &laquo;pastor e guarda das nossas almas&raquo;, como o chama S. Pedro (cf 1 Ped 2, 25). Em quatro sacramentos, o &oacute;leo &eacute; sinal da bondade de Deus que nos toca: no Batismo, na Confirma&ccedil;&atilde;o, no sacramento da Ordem e na Un&ccedil;&atilde;o dos Enfermos.<\/p>\n<p>A Missa Crismal, na qual o &oacute;leo nos &eacute; apresentado como linguagem da cria&ccedil;&atilde;o de Deus, fala-nos particularmente a n&oacute;s sacerdotes. Fala-nos de Cristo que Deus ungiu como Rei e Sacerdote; d&rsquo;Ele que nos torna participantes do seu sacerd&oacute;cio, da sua un&ccedil;&atilde;o, na nossa ordena&ccedil;&atilde;o sacerdotal. O &oacute;leo consagrado &eacute; sempre sinal da miseric&oacute;rdia de Deus. Por isso, a un&ccedil;&atilde;o para o sacerdote significa sempre a miss&atilde;o de levar a miseric&oacute;rdia de Deus aos homens. &laquo;Na l&acirc;mpada da nossa vida n&atilde;o devia faltar nunca o &oacute;leo da miseric&oacute;rdia e o &oacute;leo da alegria&raquo; ( Bento XVI, Missa Crismal 2010).&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>3. &ldquo;Todos tinham os olhos fixos n&rsquo;Ele&rdquo; ( Luc 4, 20)<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Por seu lado, a Igreja pede-nos a n&oacute;s sacerdotes que renovemos as nossas promessas sacerdotais, que nos recordam o dia em que fomos constitu&iacute;dos pastores da Igreja ao servi&ccedil;o dos nossos irm&atilde;os. Somos convidados a ter presente aquela bela exorta&ccedil;&atilde;o de Paulo ao disc&iacute;pulo Tim&oacute;teo: &laquo;Reaviva o dom de Deus que recebeste&raquo; ( 2 Tim. 1, 6). &Eacute; este dom que d&aacute; sentido &agrave;s nossas vidas. Convido-vos, irm&atilde;os sacerdotes, a que sintamos como dirigida a n&oacute;s aquela palavra do Evangelho de Lucas, referida a Jesus: &laquo;Todos tinham os olhos fixos nele&raquo; ( Luc 4, 20). Com alegria e vontade determinada, queremos renovar a nossa fidelidade sacerdotal e desejamos perseverar com coer&ecirc;ncia e dedica&ccedil;&atilde;o no servi&ccedil;o pastoral dos ministros de Cristo.<\/p>\n<p>Vejo nesse olhar das comunidades crist&atilde;s e do mundo que nos rodeia, nestes tempos dif&iacute;ceis que vivemos, o desejo de ver na Igreja o sinal de esperan&ccedil;a que procuram naqueles que a servem e o testemunho vivo de Jesus Cristo a convidar-nos a firmar os nossos passos no que &eacute; verdadeiramente essencial.<\/p>\n<p>Todos devemos muito aos Semin&aacute;rios que nos formaram, &agrave;s fam&iacute;lias donde vimos, &agrave;s comunidades que nos acompanharam no decurso do tempo, mas aprendemos diariamente imenso com a nossa viv&ecirc;ncia pessoal e com o clima de perten&ccedil;a e de cordialidade &agrave;s equipas sacerdotais em que estamos inseridos assim como &agrave; fraternidade sacerdotal experimentada com todo o presbit&eacute;rio.<\/p>\n<p>Aprendemos a ser pastores no exerc&iacute;cio do pr&oacute;prio minist&eacute;rio, mas tamb&eacute;m e muito a partir da nossa fraternidade presbiteral. A fraternidade presbiteral &eacute; uma exig&ecirc;ncia da caridade pastoral. E a caridade pastoral alimenta-se do nosso encontro com Cristo, da nossa entrega ao minist&eacute;rio, porque &eacute; um amor cujo destinat&aacute;rio imediato &eacute; a comunidade eclesial. Por seu lado a comunidade que servimos constitui outro elemento fundamental da nossa espiritualidade. Sabemo-nos disc&iacute;pulos e mission&aacute;rios para que as nossas comunidades tenham vida.<\/p>\n<p><strong><em>4. &ldquo;Colaboradores da vossa alegria&rdquo; (2 Cor 1, 24)<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Esta &eacute; tamb&eacute;m a hora para o vosso bispo vos dizer todo o seu renovado afeto. Ao longo do ano encontramo-nos, rezamos, partilhamos alegrias, experi&ecirc;ncias, preocupa&ccedil;&otilde;es e projetos. Vivemos conjuntamente decis&otilde;es, planos e programas de vida sacerdotal e de a&ccedil;&atilde;o pastoral. Louvo o Senhor, nosso Deus pela dedica&ccedil;&atilde;o e const&acirc;ncia com que assumis a vossa miss&atilde;o, em tempos exigentes, em circunst&acirc;ncias muitas vezes complexas, em esfor&ccedil;o acrescido, dado o nosso reduzido n&uacute;mero diante de uma comunidade que cresce demograficamente e que aumenta em apelo &agrave; nossa presen&ccedil;a e &agrave; necessidade do nosso minist&eacute;rio e na procura da forma&ccedil;&atilde;o crist&atilde; de que carece.<\/p>\n<p>Os tempos que vivemos s&atilde;o simultaneamente exigentes e apaixonantes, na preciosa tarefa de anunciar o Evangelho. A nossa alegria de ser padre &eacute; elemento essencial da evangeliza&ccedil;&atilde;o nos nossos dias e &eacute; um dos melhores est&iacute;mulos da pastoral vocacional. Dou gra&ccedil;as a Deus pelo dom de um novo sacerdote concedido &agrave; Igreja de Aveiro, o Padre Jos&eacute; Carlos da Silva Lopes, que pela primeira vez participa nesta Missa Crismal, como presb&iacute;tero, e a quem devo uma inexced&iacute;vel e dedicada colabora&ccedil;&atilde;o na minha miss&atilde;o. Acolhemos com alegria no nosso presbit&eacute;rio a que sempre pertenceu o Padre Pedro Jos&eacute; Correia Lopes, trazendo-nos o desafio e o vigor de uma longa e bela experi&ecirc;ncia mission&aacute;ria. Agrade&ccedil;o a generosa colabora&ccedil;&atilde;o que desde o in&iacute;cio deste ano pastoral nos d&atilde;o o Padre Jos&eacute; Ant&oacute;nio Carneiro, o Padre Arnaldo Lopes e o Padre Leonardo Pawlak, assim como os novos membros da Comunidade dos Padres Dehonianos, Padre Jos&eacute; Armando da Silva e Padre Armando Baptista e sa&uacute;do Monsenhor Jo&atilde;o Ant&atilde;o, que agora regressa &agrave; sua terra natal, depois de 50 anos ao servi&ccedil;o dos emigrantes nos Estados Unidos da Am&eacute;rica.<\/p>\n<p>Este &eacute; tamb&eacute;m o dia jubilar em que a Igreja diocesana sa&uacute;da com fraterna alegria os Padres Jo&atilde;o Paulo Marques Sarabando e Jos&eacute; Armando Vieira da Silva, que neste ano celebram 25 anos de ordena&ccedil;&atilde;o, e o Padre M&aacute;rio Nunes e Mons. Virg&iacute;lio Resende, que celebram 50 anos. Louvamos o Senhor pela sua vida, minist&eacute;rio e generosa doa&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Pensamos com particular carinho nos sacerdotes e di&aacute;conos doentes e nos familiares que os acompanham. Que eles sintam que est&atilde;o presentes no nosso cora&ccedil;&atilde;o e que estamos decididos a cuidar deles e a viver com eles numa proximidade fraterna. A futura Casa Sacerdotal tem essa miss&atilde;o.<\/p>\n<p>Recordamos todos com permanente saudade e gratid&atilde;o os Padres Manuel Ribau Lopes L&eacute; e Manuel Jo&atilde;o dos Santos Cartaxo, o Di&aacute;cono Daniel Rodrigues e D. J&uacute;lio Tavares Rebimbas, a quem o Senhor chamou ao longo do &uacute;ltimo ano.<\/p>\n<p><strong><em>5.Propor as voca&ccedil;&otilde;es na Igreja local<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Sa&uacute;do-vos, car&iacute;ssimos seminaristas, e dou gra&ccedil;as a Deus pelo bom trabalho realizado pelo nosso Pr&eacute;-Semin&aacute;rio e Semin&aacute;rio ao longo de todo o percurso de forma&ccedil;&atilde;o. A vossa presen&ccedil;a aqui diz-nos do vosso desejo de avan&ccedil;ardes no caminho que vos conduz ao sacerd&oacute;cio e a alegria, comunh&atilde;o e testemunho que encontrais em n&oacute;s sacerdotes s&atilde;o certamente para todos v&oacute;s um est&iacute;mulo e uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o. A pr&oacute;xima institui&ccedil;&atilde;o de minist&eacute;rios a quatro de entre v&oacute;s, no dia 1 de maio, nesta S&eacute;, &eacute; um sinal importante do caminho que queremos prosseguir e a viv&ecirc;ncia da Semana das Voca&ccedil;&otilde;es de 8 a 15 de maio, que tem por tema: &laquo;propor as voca&ccedil;&otilde;es na Igreja local&raquo;, tem tamb&eacute;m este sentido de tudo fazermos nas nossas comunidades crist&atilde;s para que surjam jovens generosos que se decidam a seguir o Senhor na vida sacerdotal.<\/p>\n<p>Aos di&aacute;conos permanentes, quero dizer a minha amizade e reconhecimento pelo dom que v&oacute;s constitu&iacute;s nesta Igreja de Aveiro a quem servis e quero agradecer &agrave;s vossas esposas e fam&iacute;lias a colabora&ccedil;&atilde;o que vos d&atilde;o na disponibilidade que o minist&eacute;rio vos exige.<\/p>\n<p>Aos consagrados e consagradas assim como a todos v&oacute;s, irm&atilde;os e irm&atilde;s na f&eacute;, afirmo a minha comunh&atilde;o na gra&ccedil;a de Deus que age em v&oacute;s e a esperan&ccedil;a que em v&oacute;s deposita a nossa Igreja, merc&ecirc; da vossa decis&atilde;o e do vosso empenhamento apost&oacute;lico de viverdes no seguimento de Cristo.<\/p>\n<p>Que a Virgem M&atilde;e de Jesus e M&atilde;e da Igreja e Santa Joana Princesa, nossa Padroeira, nos aben&ccedil;oem, iluminem e protejam neste nosso caminho de alegria, generosidade e doa&ccedil;&atilde;o, e que o Papa Jo&atilde;o Paulo II, que vai ser proximamente beatificado e que nos deu t&atilde;o belo exemplo de vida sacerdotal, nos ajude com a sua intercess&atilde;o.<\/p>\n<p>S&eacute; de Aveiro, 21 de abril de 2011<\/p>\n<p align=\"right\"><em>D. Ant&oacute;nio Francisco dos Santos, Bispo de Aveiro<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&ldquo;Rogai ao Senhor da Messe para que envie oper&aacute;rios para a sua messe&rdquo; (Mt 9, 36-38) 1.O hoje da salva&ccedil;&atilde;o No momento em que vamos entrar na celebra&ccedil;&atilde;o solene da P&aacute;scoa, a Missa Crismal convida-nos a colocarmo-nos diante de Cristo, Senhor, Aquele que era, que &eacute; e que vem. 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