{"id":51017,"date":"2011-04-21T17:35:00","date_gmt":"2011-04-21T17:35:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2011\/04\/21\/homilia-do-bispo-da-guarda-na-missa-crismal\/"},"modified":"2011-04-21T17:35:00","modified_gmt":"2011-04-21T17:35:00","slug":"homilia-do-bispo-da-guarda-na-missa-crismal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-do-bispo-da-guarda-na-missa-crismal\/","title":{"rendered":"Homilia do bispo da Guarda na Missa Crismal"},"content":{"rendered":"<p>&ldquo;O Esp&iacute;rito do Senhor est&aacute; sobre mim, porque o Senhor me ungiu e me enviou para anunciar a Boa Nova aos infelizes, a curar os cora&shy;&ccedil;&otilde;es atribulados &#8230; a proclamar o ano da gra&ccedil;a do Senhor &#8230; a con&shy;solar todos os aflitos&rdquo;. &Eacute; esta a Boa nova que o profeta acaba de nos anunciar e nela conclui: &ldquo;Por isso, sereis chamados sacerdotes do Senhor&rdquo; ou tamb&eacute;m &ldquo;ministros do nosso Deus&rdquo;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Todos os anos, na Missa Crismal de Quinta-Feira Santa, que &eacute; o grande momento do nosso encontro como Presbit&eacute;rio, escutamos esta passagem do Profeta Isa&iacute;as. Nela est&aacute; o an&uacute;ncio antecipado da miss&atilde;o salvadora de Nosso Senhor Jesus Cristo. Isso mesmo nos diz o Evangelho de S. Lucas, quando coloca Jesus a ler esta passagem b&iacute;blica, numa das regulares assembleias semanais realizadas na Sinagoga e termina com palavras do mesmo Jesus, a dizer: &ldquo;Cumpriu-se hoje mesmo esta passagem da Escritura que acabais de ouvir&rdquo;.<\/p>\n<p>Podemos dar mais um passo e relembrar quer, na miss&atilde;o de Cristo hoje descrita pelo Evangelho de Lucas com palavras de Isa&iacute;as, est&aacute; definida a nossa miss&atilde;o de sacerdotes do Senhor e ministros do nosso Deus, para retomar as express&otilde;es do profeta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por isso, quando hoje renovarmos, dentro de momentos, as nossas promessas sacerdotais, &eacute; esta a grande refer&ecirc;ncia que queremos conservar na nossa mem&oacute;ria. Todo o nosso ser de sacerdotes e a miss&atilde;o que nos est&aacute; confiada t&ecirc;m uma &uacute;nica fonte. Essa fonte &eacute; a un&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito Santo, que pousa sobre cada um de n&oacute;s permanen&shy;te&shy;mente. E pousa sobre cada um de n&oacute;s para nos enviar, sendo a ra&shy;z&atilde;o e o conte&uacute;do deste envio os mesmos que teve o envio de Jesus Cristo pelo Pai. Como Jesus e na profunda uni&atilde;o com Ele, somos, de facto, enviados para anunciar a Boa Nova, curar os cora&ccedil;&otilde;es atri&shy;bulados, para consolar todos os aflitos. Sermos rosto vis&iacute;vel do cora&ccedil;&atilde;o bondoso e misericordioso de Deus &eacute;, assim, o essencial da nossa miss&atilde;o. E se tudo o que fizermos n&atilde;o conduzir para aqui, n&atilde;o cumprimos a nossa miss&atilde;o, por mais que esgotemos as nossas for&ccedil;as f&iacute;sicas e an&iacute;micas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A grandeza da miss&atilde;o que nos est&aacute; confiada desde a nossa Ordena&shy;&ccedil;&atilde;o Sacerdotal enra&iacute;za, assim, na un&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito Santo e na pro&shy;funda identifica&ccedil;&atilde;o com Cristo, Sacerdote e Pastor do Seu Povo. Dar-lhe cumprimento na nossa exist&ecirc;ncia quotidiana, pessoal e comunit&aacute;ria, encontra dificuldades, como todos n&oacute;s experimenta&shy;mos diariamente. Dificuldades que nos s&atilde;o impostas do exterior, umas; e outras que derivam tamb&eacute;m das limita&ccedil;&otilde;es e fragilidades pr&oacute;prias de cada um de n&oacute;s. H&aacute;, de facto, dificuldades que nos s&atilde;o impostas pelas circunst&acirc;ncias da vida atual. E sentimos que se repete para n&oacute;s o aviso do pr&oacute;prio Cristo aos seus disc&iacute;pulos, quando os enviou a pregar e lhes disse: &ldquo;Envio-vos como ovelhas para o meio de lobos&rdquo;. Estamos, de facto, num mundo, que olha para a Igreja com desconfian&ccedil;a e para os padres com mais desconfian&ccedil;a ainda. &Eacute; um mundo fortemente cr&iacute;tico da Igreja e do nosso minist&eacute;rio no qual vigora a indiferen&ccedil;a em rela&ccedil;&atilde;o a Deus, insensibilidade relativamente &agrave;s realidades espirituais e mesmo a oposi&ccedil;&atilde;o declarada aos valores do Evangelho. Para vivermos num mundo assim, n&oacute;s padres temos de aprender a conviver com a indiferen&ccedil;a e a incompreens&atilde;o, com a oposi&ccedil;&atilde;o e a rejei&ccedil;&atilde;o, com o desprezo e a ingratid&atilde;o, com o insucesso e o fracasso, unicamente escudados na certeza da F&eacute; e no exemplo do nosso mestre Jesus Cristo, onde se cruzaram tamb&eacute;m todas estas realidades e contra&shy;di&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Mas as dificuldades v&ecirc;m tamb&eacute;m de n&oacute;s mesmos, que somos limi&shy;ta&shy;dos e em muitos pontos tocados pela fragilidade que &eacute; comum a todos os seres humanos. Por isso, temos tamb&eacute;m de aceitar e com&shy;pletar, com a coopera&ccedil;&atilde;o dos outros, as nossas limita&ccedil;&otilde;es e apren&shy;der a superar as nossas fraquezas tanto as de ordem f&iacute;sica como as de ordem espiritual. Precisamos de uma sa&uacute;de forte e completa, que envolva todas as dimens&otilde;es do nosso ser humano; e temos de a cultivar com recurso aos meios, sendo o mais importante de todos eles a nossa espiritualidade sacerdotal. A nossa espiritualidade sacerdotal tem sempre a sua fonte e o seu ambiente no Presbit&eacute;rio e a &uacute;nica raz&atilde;o disso mesmo &eacute; porque o Senhor assim o quer. Da&iacute; que seja fundamental a rela&ccedil;&atilde;o de proximidade e verdadeira co&shy;ope&shy;ra&ccedil;&atilde;o entre todos n&oacute;s sacerdotes, sabendo que para isso &eacute; necess&aacute;rio que cada um de n&oacute;s cres&ccedil;a todos os dias na capacidade de ajudar os outros e tamb&eacute;m de se deixar ajudar por eles.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>S&oacute; com uma espiritualidade sacerdotal assim, devidamente enrai&shy;zada e fortalecida na rela&ccedil;&atilde;o com o Senhor Ressuscitado e &uacute;nico Bom Pastor, os nossos compromissos de celibato podem ganhar toda a transpar&ecirc;ncia e valor acrescentado para servi&ccedil;o do Reino de Deus. S&oacute; essa mesma espiritualidade sacerdotal poder&aacute; dar sentido &agrave; obedi&ecirc;ncia que prometemos na nossa Ordena&ccedil;&atilde;o que tem de ser sempre compreendida como participa&ccedil;&atilde;o na obedi&ecirc;ncia de Cristo &agrave; vontade do Pai que nos envia para anunciar o Evangelho da Salva&shy;&ccedil;&atilde;o ao mundo de hoje. E tamb&eacute;m s&oacute; desta rela&ccedil;&atilde;o forte com o Se&shy;nhor Ressuscitado pode derivar aquela sabedoria que nos ensina a usar os bens materiais necess&aacute;rios sem em nada ficarmos depen&shy;dentes deles, dando assim cumpri&shy;men&shy;to ao verdadeiro esp&iacute;rito de pobreza, que tem de marcar o nosso estilo de vida sacerdotal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao contemplarmos, na Pessoa de Cristo Ressuscitado e &uacute;nico Bom Pastor, a grandeza do nosso Minist&eacute;rio e tamb&eacute;m os caminhos para superarmos as dificuldades que lhe s&atilde;o inerentes, queremos dar gra&ccedil;as a Deus pelos sacerdotes do nosso Presbit&eacute;rio que completam, ao longo deste ano, os seus jubileus sacerdotais de 70, 60 e 50 anos de servi&ccedil;o &agrave; Igreja, no exerc&iacute;cio do Minist&eacute;rio.<\/p>\n<p>Assim, o Rev.do padre Ant&oacute;nio Ventura da Silva Gabriel completou, no passado dia 8 de mar&ccedil;o, 70 anos de vida sacerdotal. Foi ordenado nesta nossa S&eacute; Catedral, no ano de 1941, pelo Sr. D. Jo&atilde;o de Oliveira Matos, depois de ter frequentado os semin&aacute;rios dio&shy;cesanos do Fund&atilde;o e da Guarda. Iniciou a vida pastoral no arci&shy;prestado de Trancoso, onde paroquiou v&aacute;rias par&oacute;quias durante 5 anos. No ano de 1946, passou a trabalhar nos arciprestados de Gou&shy;veia e Celorico da Beira, sendo dispensado dos servi&ccedil;os paro&shy;quiais diretos no ano de 1994, por raz&otilde;es de falta de sa&uacute;de. O seu zelo apost&oacute;lico e sacerdotal continuou e continua, pelo que damos abundantes gra&ccedil;as a Deus.<\/p>\n<p>Completam, ao longo deste ano, 60 anos de vida sacerdotal os Reverendos Padres Alberto Louren&ccedil;o Coelho, Ant&oacute;nio da Cruz Marcos Vaz, Manuel Joaquim Geada Pinto, Jos&eacute; Atan&aacute;sio Mendes e Jaime Rodrigues Carvalheira.<\/p>\n<p>Os tr&ecirc;s primeiros foram ordenados nesta nossa S&eacute; Catedral pelo Sr. D. Domingos da Silva Gon&ccedil;alves, em 29 de julho de 1951; os dois &uacute;ltimos foram ordenados tamb&eacute;m pelo Sr. D. Domingos da Silva Gon&ccedil;alves e respetivamente na Capela do nosso Semin&aacute;rio Maior, em 24 de mar&ccedil;o e na Igreja Matriz do Fund&atilde;o, em 4 de novembro. Todos frequentaram os semin&aacute;rios diocesanos do Fund&atilde;o e da Guarda.<\/p>\n<p>O Reverendo Padre Alberto desenvolveu sempre a sua atividade pastoral nos arciprestados de Pinhel e Trancoso, tendo exercido responsabilidades pastorais em muitas par&oacute;quias destes dois arci&shy;prestados. Acumulou com as responsabilidades paroquiais tamb&eacute;m o servi&ccedil;o espiritual &agrave; comunidade das irm&atilde;s vitorianas em Tran&shy;coso e fun&ccedil;&otilde;es de professor. Por raz&otilde;es de falta de sa&uacute;de, ficou nos &uacute;ltimos tempos dispensado da pastoral paroquial direta, mas continua a mostrar todo o seu zelo apost&oacute;lico com colabora&ccedil;&otilde;es regulares no arciprestado de Trancoso, onde reside.<\/p>\n<p>O Reverendo Padre Ant&oacute;nio da Cruz Marcos Vaz iniciou a sua vida pastoral no arciprestado de Trancoso, onde esteve durante 7 anos. Desde 1958 &eacute; P&aacute;roco de Nave de Haver. Entretanto completou a for&shy;ma&ccedil;&atilde;o recebida nos nossos semin&aacute;rios diocesanos com a fre&shy;qu&ecirc;ncia da Universidade de Coimbra durante 4 anos e por gra&ccedil;a de Deus continua a desempenhar as suas fun&ccedil;&otilde;es de P&aacute;roco.<\/p>\n<p>O Reverendo Padre Manuel Joaquim Geada Pinto iniciou a sua vida pastoral nas Par&oacute;quias da S&eacute; e S. Vicente desta cidade da Guarda e tr&ecirc;s anos depois passou a trabalhar no Col&eacute;gio do Outeiro de S. Miguel e tamb&eacute;m como Diretor do Jornal &ldquo;Amigo da Verdade&rdquo;. Desde 1991 que &eacute; P&aacute;roco da Par&oacute;quia de Arrifana, desde 1999 membro do cabido da S&eacute; da Guarda e, por iner&ecirc;ncia, membro do nosso Col&eacute;gio de Consultores, continuando no exerc&iacute;cio das suas fun&ccedil;&otilde;es, por gra&ccedil;a de Deus.<\/p>\n<p>O Reverendo Padre Jos&eacute; Atan&aacute;sio Mendes iniciou a sua a&ccedil;&atilde;o pastoral ao servi&ccedil;o do Semin&aacute;rio do Fund&atilde;o, onde exerceu, em momentos sucessivos as fun&ccedil;&otilde;es de prefeito e professor e as de Diretor Espiritual. A&iacute; se manteve ao longo de 16 anos com um interregno de dois anos para ser P&aacute;roco de duas Par&oacute;quias no Arciprestado de Celorico da Beira. Em 1967 foi nomeado P&aacute;roco de Vale de Prazeres, no arciprestado de Alpedrinha, tendo exercido fun&ccedil;&otilde;es pastorais em outras par&oacute;quias do mesmo arciprestado e tamb&eacute;m dado valiosa colabora&ccedil;&atilde;o no ensino. Por gra&ccedil;a de Deus continua no exerc&iacute;cio das suas fun&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>O Reverendo Padre Jaime Rodrigues Carvalheira come&ccedil;ou por exercer o seu minist&eacute;rio, durante dois anos, no Arciprestado de Trancoso. De 1954 a 1973 trabalhou no arciprestado de Seia e a partir desta data passou a exercer fun&ccedil;&otilde;es de capel&atilde;o dos emigrantes portugueses no Luxemburgo e na Alemanha. De regresso, desempenha agora fun&ccedil;&otilde;es de administrador paroquial de Ourondo, no arciprestado do Fund&atilde;o, pelo que damos gra&ccedil;as a Deus.<\/p>\n<p>Completam este ano 50 anos de vida sacerdotal, os Reverendos Padres Carlos Augusto Pina Paula, Manuel de Oliveira Campos, Agostinho do Nascimento Rafael, Ant&oacute;nio Filipe Morgado e Jos&eacute; Martins Registo. Todos, depois de frequentarem os Semin&aacute;rios Diocesanos do Fund&atilde;o e da Guarda, foram ordenados pelo Sr. D. Policarpo da Costa Vaz, nesta nossa S&eacute; Catedral, tendo sido ordenados os dois primeiros no dia 18 de mar&ccedil;o e os tr&ecirc;s &uacute;ltimos em 30 de julho.<\/p>\n<p>O Reverendo Padre Carlos Augusto Pina Paula trabalhou sempre em Par&oacute;quias do Arciprestado de Celorico da Beira, frequentou a Universidade Cat&oacute;lica em Lisboa para a licenciatura em Teologia Pastoral durante dois anos. Desde 1983 &eacute; Vig&aacute;rio Geral e Moderador da C&uacute;ria Diocesana, com fun&ccedil;&otilde;es de Ec&oacute;nomo Diocesano e, por iner&ecirc;ncia, membro do Conselho Econ&oacute;mico Diocesano. Em 1999, foi nomeado c&oacute;nego capitular e, atualmente, por iner&ecirc;ncia, &eacute; membro do Col&eacute;gio de Consultores da nossa Diocese.<\/p>\n<p>O Reverendo Padre Manuel de Oliveira Campos iniciou as suas fun&ccedil;&otilde;es pastorais na Par&oacute;quia de S. Vicente da Beira, no arciprestado de Alpedrinha. Cinco anos depois passou para o arciprestado do Fund&atilde;o, onde se dedicou principalmente &agrave;s Par&oacute;quias de Fatela e Alcaide, mas tamb&eacute;m deu colabora&ccedil;&atilde;o em outras.<\/p>\n<p>O Reverendo Padre Agostinho do Nascimento Rafael iniciou a sua vida pastoral como prefeito e professor do Semin&aacute;rio Maior da Guarda, durante 5 anos. Em 1966 foi trabalhar para o arciprestado da Covilh&atilde;, tendo desenvolvido a sua atividade em v&aacute;rias par&oacute;&shy;quias e acumulando com outros servi&ccedil;os, como sejam os de pro&shy;fes&shy;sor do Semin&aacute;rio do Verbo Divino, assistente do estabeleci&shy;men&shy;to prisional da Covilh&atilde;, membro da equipa diocesana de liturgia e m&uacute;sica sacra. Nos anos de 1996 e 1997 frequentou a Universidade de Salamanca, para completar a sua forma&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>O Reverendo Padre Ant&oacute;nio Filipe Morgado trabalhou sempre em Par&oacute;quias do Arciprestado do Sabugal e prestou colabora&ccedil;&atilde;o tam&shy;b&eacute;m nos arciprestados do Rochoso e da Guarda. Completou o servi&shy;&ccedil;o paroquial com o de professor de Religi&atilde;o e Moral.<\/p>\n<p>O Reverendo Padre Jos&eacute; Martins Registo desenvolveu o seu traba&shy;lho pastoral, desde o in&iacute;cio, em par&oacute;quias do Arciprestado de Man&shy;teigas\/Belmonte. Interrompeu durante algum tempo, quando foi chamado a dar a sua colabora&ccedil;&atilde;o como prefeito e professor do Se&shy;min&aacute;rio do Fund&atilde;o. Cumulativamente com o trabalho das par&oacute;&shy;qui&shy;as desempenhou fun&ccedil;&otilde;es de Professor de Moral durante v&aacute;rios anos.<\/p>\n<p>N&atilde;o sabemos se estes e outros cargos desempenhados foram o que de mais importante fizeram na sua a&ccedil;&atilde;o pastoral estes nossos irm&atilde;os sa&shy;cer&shy;dotes que cumprem datas significativas no exerc&iacute;cio do seu Minist&eacute;rio. S&oacute; Deus sabe.<\/p>\n<p>Pela nossa parte, queremos dar-Lhe gra&ccedil;as por todo o bem que foi e continua a ser feito pela a&ccedil;&atilde;o pastoral que eles desen&shy;vol&shy;veram e continuam a desenvolver. E, assim, julgamos interpretar os mais genu&iacute;nos sentimentos de todo o Povo de Deus e em particular do nosso Presbit&eacute;rio. Que Deus os continue a cumular das Suas gra&ccedil;as e b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os, na certeza de que o nosso sacerd&oacute;cio, sendo partici&shy;pa&shy;&ccedil;&atilde;o do mesmo sacerd&oacute;cio de Cristo, &eacute; para sempre.<\/p>\n<p align=\"right\"><em>D. Manuel R. Fel&iacute;cio, Bispo da Guarda<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&ldquo;O Esp&iacute;rito do Senhor est&aacute; sobre mim, porque o Senhor me ungiu e me enviou para anunciar a Boa Nova aos infelizes, a curar os cora&shy;&ccedil;&otilde;es atribulados &#8230; a proclamar o ano da gra&ccedil;a do Senhor &#8230; a con&shy;solar todos os aflitos&rdquo;. &Eacute; esta a Boa nova que o profeta acaba de nos anunciar e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[168,174,199,246,328],"class_list":["post-51017","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-diocese-da-guarda","tag-diocese-de-coimbra","tag-espiritualidade","tag-liturgia","tag-vitorianas"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51017","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=51017"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51017\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=51017"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=51017"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=51017"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}