{"id":51011,"date":"2011-04-21T16:51:26","date_gmt":"2011-04-21T16:51:26","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2011\/04\/21\/homilia-do-bispo-de-lamego-na-missa-crismal-3\/"},"modified":"2011-04-21T16:51:26","modified_gmt":"2011-04-21T16:51:26","slug":"homilia-do-bispo-de-lamego-na-missa-crismal-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-do-bispo-de-lamego-na-missa-crismal-3\/","title":{"rendered":"Homilia do bispo de Lamego na Missa Crismal"},"content":{"rendered":"<p>A presen&ccedil;a dos sacerdotes das v&aacute;rias par&oacute;quias da Diocese neste Pontifical Crismai &eacute; porventura a manifesta&ccedil;&atilde;o mais significativa da unidade e da comunh&atilde;o do Presbit&eacute;rio. A renova&ccedil;&atilde;o das promessas sacerdotais remete-nos para a exig&ecirc;ncia da nossa fidelidade que o testemunho generoso e alegre como sacerdotes manifesta.<\/p>\n<p>O Esp&iacute;rito, anunciado na profecia de Isa&iacute;as, profecia que Jesus na Sinagoga de Nazar&eacute; solenemente declarou cumprida precisamente naquela ocasi&atilde;o, &eacute; o mesmo que recebemos na Ordena&ccedil;&atilde;o Sacerdotal pela imposi&ccedil;&atilde;o das m&atilde;os do Bispo, e cujo envio sobre os novos padres o bispo ordenante pede ao Pai do C&eacute;u na Ora&ccedil;&atilde;o que formaliza o Sacramento.<\/p>\n<p>O amor de Deus, atrav&eacute;s de Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, irrompe na humanidade com a for&ccedil;a da liberta&ccedil;&atilde;o, o b&aacute;lsamo da plenitude da alegria, a abund&acirc;ncia da Gra&ccedil;a.<\/p>\n<p>A n&oacute;s, sacerdotes, muito particularmente nestes tempos dif&iacute;ceis que vivemos, cabe-nos a miss&atilde;o de continuar a anunciar e realizar esta Boa Nova na nossa vida e na vida dos outros, com gestos de comprometida solidariedade e proximidade dos que mais sofrem e precisam. Esta &eacute; a nossa voca&ccedil;&atilde;o, este &eacute; o servi&ccedil;o a que somos chamados. Neste momento em que publicamente testemunharemos as nossas interiores disposi&ccedil;&otilde;es, consenti que convosco recorde a mensagem que o Santo Padre nos dirigiu em F&aacute;tima na tarde do passado dia 12 de maio: &ldquo;Permiti abrir-vos o cora&ccedil;&atilde;o para vos dizer que a primeira preocupa&ccedil;&atilde;o de todo o crist&atilde;o, nomeadamente da pessoa consagrada e do ministro do altar, h&aacute; de ser a fidelidade e a lealdade &agrave; pr&oacute;pria voca&ccedil;&atilde;o, como disc&iacute;pulo que quer seguir o Senhor. A fidelidade no tempo &eacute; o nome do amor, de um amor coerente, verdadeiro e profundo a Cristo Sacerdote. [&hellip;] Isto sup&otilde;e, evidentemente, uma verdadeira intimidade com Cristo na ora&ccedil;&atilde;o, pois ser&aacute; a experi&ecirc;ncia forte e intensa do amor do Senhor que h&aacute; de levar os sacerdotes e os consagrados a corresponderem ao seu amor de modo exclusivo e esponsal.&rdquo;<\/p>\n<p>Por este comportamento em rela&ccedil;&atilde;o ao Senhor e aos irm&atilde;os passa portanto a garantia da nossa fidelidade. No contexto a que no par&aacute;grafo anterior fiz refer&ecirc;ncia, continua muito viva na mem&oacute;ria e mais ainda certamente nas nossas atitudes, a orienta&ccedil;&atilde;o muito pr&aacute;tica e muito concreta de Sua Santidade, quando a seguir, nos recomendou uma vida fraterna e solid&aacute;ria: &ldquo;A fidelidade &agrave; pr&oacute;pria voca&ccedil;&atilde;o exige coragem e confian&ccedil;a, mas o Senhor quer tamb&eacute;m que saibais unir as vossas for&ccedil;as; sede sol&iacute;citos uns pelos outros, sustentando-vos fraternalmente. Os momentos de ora&ccedil;&atilde;o e estudo em comum, de partilha das exig&ecirc;ncias da vida e trabalho sacerdotal s&atilde;o uma parte necess&aacute;ria da nossa vida. Como &eacute; maravilhoso quando vos acolheis uns aos outros nas vossas casas, com a paz de Cristo nos vossos cora&ccedil;&otilde;es! Como &eacute; importante que vos ajudeis mutuamente por meio da ora&ccedil;&atilde;o e com conselhos de discernimentos &uacute;teis!&rdquo; E depois de referir as situa&ccedil;&otilde;es &ldquo;de certo esmorecimento dos ideais sacerdotais ou a dedica&ccedil;&atilde;o a atividades que n&atilde;o concordem integralmente com o que &eacute; pr&oacute;prio de um ministro de Jesus Cristo&rdquo;, conclui com o repto veemente, verdadeiro programa de conviv&ecirc;ncia sacerdotal: &ldquo;&Eacute; hora de assumir, juntamente com o calor da fraternidade, a atitude firme do irm&atilde;o que ajuda seu irm&atilde;o a manter-se de p&eacute;.&rdquo;<\/p>\n<p>A Sant&iacute;ssima Eucaristia Crismal que estamos a viver &eacute; como se fosse a prepara&ccedil;&atilde;o pr&oacute;xima do presbit&eacute;rio e de cada um de n&oacute;s, para a celebra&ccedil;&atilde;o do Tr&iacute;duo Pascal, a culminar na gloriosa Ressurrei&ccedil;&atilde;o do Senhor.<\/p>\n<p>Os crist&atilde;os em Portugal, nos grupos apost&oacute;licos a que pertencem, ou individualmente, com particular aten&ccedil;&atilde;o e seriedade, refletiram e responderam a um inqu&eacute;rito que lhes foi apresentado &ndash; <em>repensar a pastoral na Igreja em Portugal.<\/em> Eu sei que foi a comunh&atilde;o recomendada pelo Santo Padre que presidiu &agrave;s reuni&otilde;es nos vossos ambientes pastorais e vos deu a consci&ecirc;ncia de que n&atilde;o podemos limitar-nos a olhar atentos para a movimenta&ccedil;&atilde;o empenhada&nbsp; dos nossos fi&eacute;is, apreciando criteriosamente os resultados com a preocupa&ccedil;&atilde;o de encontrar a linha pastoral mais eficiente. Temos de interpelar-nos tamb&eacute;m com muita sinceridade e humildade, com o objetivo de encontrarmos o caminho de uma s&eacute;ria convers&atilde;o. O tempo lit&uacute;rgico que estamos quase a concluir &eacute; para n&oacute;s, <em>tempo de gra&ccedil;a<\/em>, <em>tempo de salva&ccedil;&atilde;o<\/em>, como o temos pregado aos outros, a pedir-nos a pessoal renova&ccedil;&atilde;o interior a todos necess&aacute;ria. O perd&atilde;o do sacramento da penit&ecirc;ncia que assiduamente recebemos e t&atilde;o abundantemente distribu&iacute;mos nesta quadra quaresmal, &eacute; sempre o caminho por excel&ecirc;ncia da convers&atilde;o que nos &eacute; pedida.<\/p>\n<p>Permiti que neste contexto acrescente e partilhe convosco uma reflex&atilde;o de Bento XVI, dirigida aos participantes no curso acerca do foro interno da Penitenciaria Apost&oacute;lica e que considero pertinent&iacute;ssima.<\/p>\n<p>Ou&ccedil;amos ent&atilde;o o Santo Padre: &ldquo;Desejo meditar convosco sobre um aspeto &agrave;s vezes n&atilde;o suficientemente considerado, mas de grande relev&acirc;ncia espiritual e pastoral: o valor pedag&oacute;gico da Confiss&atilde;o sacramental. [&hellip;] A disponibilidade fiel e generosa de sacerdotes &agrave; escuta das confiss&otilde;es, segundo o exemplo dos grandes santos da hist&oacute;ria, de s&atilde;o Jo&atilde;o Maria Vianney a s&atilde;o Jo&atilde;o Bosco, de s&atilde;o Jos&eacute; Maria Escriv&aacute; a s&atilde;o Pio de Pietrelcina, de s&atilde;o Jo&atilde;o Cafasso a s&atilde;o Leopoldo Mandic, indica-nos a todos o modo como o confession&aacute;rio pode ser um &laquo;lugar&raquo; real de santifica&ccedil;&atilde;o.&rdquo;&nbsp;<\/p>\n<p>Enumerarei as tr&ecirc;s situa&ccedil;&otilde;es apontadas por Sua Santidade, cuja riqueza de conte&uacute;do me parece oportuna e adequada a este momento. &ldquo;Quantas vezes &ndash; diz Bento XVI &#8211; na celebra&ccedil;&atilde;o do Sacramento da Penit&ecirc;ncia, o presb&iacute;tero assiste a verdadeiros milagres de convers&atilde;o que, renovando o &laquo;encontro com um acontecimento, com uma Pessoa&raquo;, fortalecem a sua pr&oacute;pria f&eacute;. No fundo, confessar significa assistir a tantas &laquo;<em>professiones fidei<\/em>&raquo; quantos s&atilde;o os penitentes, e contemplar a obra de Deus misericordioso na hist&oacute;ria, ver concretamente os efeitos salv&iacute;ficos da Cruz e da Ressurrei&ccedil;&atilde;o de Cristo, em todos os tempos e para cada homem&rdquo;.<\/p>\n<p>Sublinha a seguir Bento XVI outra circunst&acirc;ncia que consolida as nossas disposi&ccedil;&otilde;es de fidelidade e deve consequentemente merecer a nossa aten&ccedil;&atilde;o: &ldquo;N&atilde;o raro somos postos diante de verdadeiros dramas existenciais, que n&atilde;o encontram uma resposta na palavra dos homens, mas s&atilde;o abra&ccedil;ados e assumidos pelo Amor divino, que perdoa e transforma. [&hellip;] Conhecer e de certo modo, visitar o abismo do cora&ccedil;&atilde;o humano, at&eacute; nos aspetos mais obscuros, se por um lado p&otilde;e &agrave; prova a humanidade e a f&eacute; do pr&oacute;prio sacerdote, por outro, alimenta nele a certeza de que a &uacute;ltima palavra sobre o mal do homem e da hist&oacute;ria, &eacute; de Deus, &eacute; da sua miseric&oacute;rdia capaz de renovar todas as coisas.&rdquo; Quem de n&oacute;s o n&atilde;o sentiu ao longo da vida?<\/p>\n<p>E com uma constata&ccedil;&atilde;o que com frequ&ecirc;ncia todos experimentamos, conclui Bento XVI: &ldquo;Quanto pode aprender o sacerdote de penitentes exemplares pela sua vida espiritual, pela seriedade com que realizam o exame de consci&ecirc;ncia, pela transpar&ecirc;ncia no reconhecimento do pecado pessoal e pela docilidade ao ensinamento da Igreja e &agrave;s indica&ccedil;&otilde;es do confessor. Da administra&ccedil;&atilde;o do Sacramento da Penit&ecirc;ncia podemos receber profundas li&ccedil;&otilde;es de humildade e de f&eacute;! [&hellip;] A celebra&ccedil;&atilde;o do Sacramento da Penit&ecirc;ncia tem um valor pedag&oacute;gico para o sacerdote, em vista da sua f&eacute;, da verdade e da pobreza da sua pessoa, e alimenta nele a consci&ecirc;ncia da identidade sacramental.&rdquo; Ser&aacute; a altura providencial para nos interrogarmos. Com que disponibilidade e fidelidade, celebramos e aproveitamos este sacramento da miseric&oacute;rdia e da convers&atilde;o? N&atilde;o passar&aacute; por aqui o prop&oacute;sito que o Senhor nos pede na renova&ccedil;&atilde;o das promessas sacerdotais?<\/p>\n<p>Como express&atilde;o de comunh&atilde;o, j&aacute; de longa data, no Pontifical Crismal, agradecemos ao Senhor a Gra&ccedil;a que para a Diocese &eacute; a riqueza dos novos padres ultimamente ordenados, o P. Andr&eacute; Filipe, o P. Ant&oacute;nio Jorge, o P. Bernardo Maria, o P. Jos&eacute; Filipe, e recentemente o P. Tiago Andr&eacute;; comungamos tamb&eacute;m a gratid&atilde;o e o j&uacute;bilo de Mons. Armando Ribeiro, P. Jo&atilde;o Andr&eacute; e P. Manuel Pinto de Almeida pelos 50 anos do seu sacerd&oacute;cio e tamb&eacute;m do P. Carlos Carvalho e P. Francisco Marques a celebrar as suas Bodas de Prata sacerdotais; sufragamos as almas do P. Delfim Pedro, P. Armando Tom&eacute;, P. Lacerda, P. Alberto Ferreira e P. Samuel, do Di&aacute;cono Manuel Assun&ccedil;&atilde;o Amorim, e ainda as m&atilde;es do P. Martins, vicentino, do P. Victor de Carvalho, do P. Jos&eacute; Abrunhosa, do P. Ant&oacute;nio Lu&iacute;s, e dos Padres Ramos; a irm&atilde; do P. Leontino, e a av&oacute; do P. Marcos. Atrav&eacute;s da ora&ccedil;&atilde;o, acompanhamos os nossos irm&atilde;os que testemunham o seu sacerd&oacute;cio na fragilidade da idade e da doen&ccedil;a: Mons. Ver&iacute;ssimo, Mons. Sim&atilde;o, P. Manuel Pinto Afonso, P. &Aacute;lvaro de Almeida, P. Manuel Pinto de Almeida, P. M&aacute;rio Lages, P. Duarte Vaz, P. Jo&atilde;o Duarte de Carvalho, C. Joaquim Mendes de Castro, C. Ant&oacute;nio de Sousa Pinto, P. Lucas Pedrinho, P. Melchior Coelho, P. Jo&atilde;o Cris&oacute;stomo e P. Armindo Rocha. Rezamos pelas m&atilde;es do P. Justino, dos Padres Seixeira, do P. Samuel, pelo pai do P. Herm&iacute;nio, pelos pais do P. Ant&oacute;nio Lemos, pelo irm&atilde;o do P. Ildo e pela av&oacute; do P. Paulo Esteves.&nbsp;<\/p>\n<p>&Agrave; M&atilde;e de Jesus e M&atilde;e dos sacerdotes, nos confiamos, como Presbit&eacute;rio de Lamego, pedindo-Lhe que nos cubra com o Seu manto protetor e aben&ccedil;oe o nosso minist&eacute;rio; e d&ecirc; a todos os fi&eacute;is da Diocese, como anunciou S. Paulo na segunda leitura,a consci&ecirc;ncia de que s&atilde;o Povo Sacerdotal.<\/p>\n<p align=\"right\"><em>D. Jacinto Botelho, bispo de Lamego<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A presen&ccedil;a dos sacerdotes das v&aacute;rias par&oacute;quias da Diocese neste Pontifical Crismai &eacute; porventura a manifesta&ccedil;&atilde;o mais significativa da unidade e da comunh&atilde;o do Presbit&eacute;rio. A renova&ccedil;&atilde;o das promessas sacerdotais remete-nos para a exig&ecirc;ncia da nossa fidelidade que o testemunho generoso e alegre como sacerdotes manifesta. 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