{"id":51003,"date":"2011-04-21T15:18:25","date_gmt":"2011-04-21T15:18:25","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2011\/04\/21\/homilia-do-arcebispo-de-braga-na-missa-crismal\/"},"modified":"2011-04-21T15:18:25","modified_gmt":"2011-04-21T15:18:25","slug":"homilia-do-arcebispo-de-braga-na-missa-crismal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-do-arcebispo-de-braga-na-missa-crismal\/","title":{"rendered":"Homilia do arcebispo de Braga na Missa Crismal"},"content":{"rendered":"<p><strong>Sacerdote, Casa da Boa Nova<\/strong><\/p>\n<p>Celebrar a Eucaristia crismal &eacute; celebrar a alegria pelo dom do sacerd&oacute;cio que nos une a Cristo. Na alegria da gratuidade de Deus, todos reconhecemos que uma parte da evangeliza&ccedil;&atilde;o passa pela for&ccedil;a do testemunho de f&eacute; de cada sacerdote e do presbit&eacute;rio no seu conjunto.<\/p>\n<p>Hoje gostaria que nos coloc&aacute;ssemos na perspetiva de sermos &ldquo;Casa&rdquo; da Boa Nova. Trata-se duma experi&ecirc;ncia intimamente pessoal de acolher n&atilde;o apenas uma not&iacute;cia mas um acontecimento que experimentamos como algo de Bom e de Belo a realizar na vida. Acolher a Boa Nova para a anunciar sup&otilde;e que a acolhamos primeiramente em n&oacute;s com toda a seriedade. Quanto mais nos entregarmos &agrave; intimidade com Deus mais fortes seremos no an&uacute;ncio cred&iacute;vel do Senhor Ressuscitado.<\/p>\n<p>A Palavra de Deus &eacute;-nos dada como poesia e como luz para discernir os caminhos de Deus na hist&oacute;ria. Na perspetiva de vivermos com novo vigor o sacerd&oacute;cio de Cristo, quero real&ccedil;ar tr&ecirc;s aspetos do Evangelho de hoje.<\/p>\n<p><strong>1 &ndash; &ldquo;Jesus subiu ao monte e chamou os que desejava escolher&rdquo;<\/strong><strong>&nbsp;<\/strong><em>(Mc 3, 13).<\/em>&nbsp;O Mestre est&aacute; diariamente connosco. S&oacute; a Ele teremos de seguir. Cristo n&atilde;o chama os disc&iacute;pulos por causa do seu estatuto nem muito menos para exercerem uma profiss&atilde;o. Deixar-se tocar pelo seu cora&ccedil;&atilde;o que nos cativou e seduziu afasta qualquer tipo de motiva&ccedil;&atilde;o pervertida daquilo que &eacute; o sacerd&oacute;cio em Cristo.<\/p>\n<p><strong>2 &ndash; &ldquo;Jesus chamou-os para que ficassem com Ele&rdquo;<\/strong>&nbsp;<em>(Mc 3, 13-14)<\/em>. Tudo se orienta para esta experi&ecirc;ncia de comunh&atilde;o que quer estar com Ele para O ouvir, compreender, saborear e reconhecer as maravilhas do seu amor. Como vivemos esta Boa Nova de estar com Ele? Como est&aacute; a nossa comunh&atilde;o presbiteral?<\/p>\n<p><strong>3 &ndash; &ldquo;Para os enviar a pregar&rdquo;<\/strong><strong>&nbsp;<\/strong><em>(Mc 3,14).<\/em><strong>&nbsp;<\/strong>&Eacute; uma ordem que projeta a miss&atilde;o para os mais variados setores da vida humana. Trata-se da raz&atilde;o de ser da nossa entrega e obriga a retificar atitudes que, porventura, possam afastar-nos desta miss&atilde;o. Ter-se-&aacute; a rotina apoderado de n&oacute;s? Seremos instalados em h&aacute;bitos repetitivos e pouco entusiasmantes?<\/p>\n<p>Ser Casa da Boa Nova &ndash; chamar (seguir), estar, partir &ndash; &eacute; um itiner&aacute;rio que sup&otilde;e atitudes muito concretas. Permiti que me sirva de uma can&ccedil;&atilde;o para explicitar o meu pensamento.<\/p>\n<p>No deserto do ex&iacute;lio e entre espinhos<\/p>\n<p>quando o mal pesa e o mundo parece treva<\/p>\n<p>fica para todos a dizer<\/p>\n<p>que n&atilde;o est&aacute; longe nem fechado o c&eacute;u<\/p>\n<p>que para todos o infinito tem uma car&iacute;cia<\/p>\n<p>que nos estreita ao cora&ccedil;&atilde;o e enxuga o nosso pranto<\/p>\n<p>fica a&iacute; a dizer para todos<\/p>\n<p>que jamais algu&eacute;m ser&aacute; esquecido.<\/p>\n<p>Abre como o pelicano<\/p>\n<p>as tuas asas ao infinito<\/p>\n<p>&agrave; semelhan&ccedil;a da cruz no abra&ccedil;o<\/p>\n<p>que se alarga sobre o criado.<\/p>\n<p>Deixa como o pelicano<\/p>\n<p>que o teu cora&ccedil;&atilde;o seja rasgado<\/p>\n<p>na sua a tua ferida<\/p>\n<p>seja fonte da vida.<\/p>\n<p>Deixa que lhe venha o sangue do perd&atilde;o<\/p>\n<p>a &aacute;gua viva e o Eterno feito p&atilde;o<\/p>\n<p>o &oacute;leo derramado nas feridas<\/p>\n<p>fogo e sal de palavras nunca ouvidas<\/p>\n<p>e depois deixa que te vejam genufletido<\/p>\n<p>a lavar os p&eacute;s repletos de chagas<\/p>\n<p>fica a&iacute; para todos a dizer<\/p>\n<p>este amor imenso que se pode tocar.<\/p>\n<p>A imagem do Pelicano &eacute; muito sugestiva. Desde h&aacute; muito que faz parte do imagin&aacute;rio da iconografia crist&atilde;. Hoje aplico-o a n&oacute;s, sacerdotes do s&eacute;c. XXI. Apesar do nevoeiro da hist&oacute;ria presente, &eacute; poss&iacute;vel acreditar que o c&eacute;u &eacute; poss&iacute;vel e que as l&aacute;grimas podem desaparecer. O Pelicano est&aacute; a dizer-nos que &eacute; necess&aacute;rio abrir as nossas asas ao infinito para abra&ccedil;ar toda a cria&ccedil;&atilde;o e abrir o cora&ccedil;&atilde;o &agrave;s feridas do mundo, ajoelhando-nos para lavar os p&eacute;s repletos de chagas, espelho de tantos homens e mulheres de hoje.<\/p>\n<p>&nbsp;Fomos feitos para subir alto, para voar com as asas da intimidade com Deus, de modo que vejamos a complexidade do mundo e da vida pastoral a partir deste encontro pessoal e verdadeiramente amigo com Cristo. Precisamos de momentos de profunda vida espiritual, de ora&ccedil;&atilde;o e de rela&ccedil;&atilde;o afetiva com os irm&atilde;os no sacerd&oacute;cio. S&oacute; este voar at&eacute; ao infinito nos oferecer&aacute; a verdadeira compreens&atilde;o das coisas e as atitudes pastorais a assumir. Do alto veremos a miss&atilde;o e compreenderemos que ela nos conduz a todos os espa&ccedil;os e lugares.<\/p>\n<p>Como o Pelicano, deixaremos o nosso cora&ccedil;&atilde;o sangrar, sabendo que do nosso sangue alimentaremos muitas vidas, particularmente as mais destro&ccedil;adas. As feridas da sociedade hodierna s&atilde;o um apelo &agrave; nossa f&eacute;. A Igreja renasce sempre que se rev&ecirc; na imagem do &ldquo;Samaritano&rdquo; que reconhece o sofrimento, deixa-se tocar e oferece o que a for&ccedil;a do amor pode realizar.<\/p>\n<p>O profeta Isa&iacute;as, na primeira leitura, estimula-nos a isso, ao afirmar que &ldquo;o esp&iacute;rito do Senhor Deus est&aacute; sobre mim,&nbsp;porque me ungiu;enviou-me para dar a boa-nova aos humildes,&nbsp;curar as feridas da alma,&nbsp;pregar a reden&ccedil;&atilde;o para os cativos&nbsp;e a liberdade para os que est&atilde;o presos&rdquo; (Is 62,1). Aqui est&aacute; uma s&iacute;ntese aut&ecirc;ntica da nossa miss&atilde;o e da identidade presbiteral.<\/p>\n<p>Quinta-feira Santa, A&ccedil;&atilde;o de Gra&ccedil;as, exame de consci&ecirc;ncia, maior responsabilidade. S. Paulo dizia, na segunda leitura: &ldquo;<em>N&atilde;o pretendemos atuar como senhores sobre a vossa f&eacute;; queremos, antes, contribuir para a vossa alegria<\/em>&rdquo; (2 Cor 1, 24). N&atilde;o tenho receio de afirmar:&nbsp;<strong>humanizar o mundo &eacute; o melhor modo de servir Cristo e colocar a esperan&ccedil;a crist&atilde; no centro da vida dos crist&atilde;os.<\/strong><\/p>\n<p>Ser sacerdote significa colocar azeite sobre muitas feridas e lavar os p&eacute;s enchagados para que deste modo consigamos testemunhar o imenso amor de Deus. Um Deus que nos tocou no chamamento, nos moldou, nos formou na intimidade com Ele e nos envia para o encontro com aqueles que vivem sem esperan&ccedil;a. A Boa nova &eacute; Cristo. Cada um, em Seu nome, deve ser Casa onde todos encontram lugar para habitar, para comer, beber, rezar e conviver. Abramos as nossas portas ao grito dos mais d&eacute;beis e desprotegidos das nossas comunidades!<\/p>\n<p>Se cada um &eacute; Casa da Boa Nova libertadora, n&atilde;o necessitaremos de edificar permanentemente a casa do presbit&eacute;rio? Se somos Boa Nova uns para os outros e mostramos que somos uma verdadeira Casa que acolhe, ama, estimula, corrige, entusiasma todos os colegas sacerdotes, como tornar isso ainda mais vis&iacute;vel? Tudo o que possamos fazer pela unidade do presbit&eacute;rio &eacute; sempre pouco. O mundo merece sacerdotes unidos e comprometidos na proposta dos valores evang&eacute;licos.<\/p>\n<p>Vamos recordar, na alegria, os sacerdotes ordenados no ano passado e aqueles que celebram as Bodas de Prata ou de Ouro, fazendo mem&oacute;ria tamb&eacute;m daqueles que Deus chamou para junto de si durante este ano.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bodas de Ouro:<\/strong><\/p>\n<p>Jo&atilde;o Ant&oacute;nio Gomes da Cunha, 1961-03-18; Ant&oacute;nio Manuel de Sousa Fernandes, 1961-07-09; Jaime de Jesus Castro Andrade, 1961-07-09; Ad&eacute;rito Francisco da Costa Ribeiro, 1961-07-09; Ant&oacute;nio Alves Moreno, 1961-07-09; Joaquim de Faria Pereira, 1961-07-09; Valdemar Gon&ccedil;alves, 1961-07-09; Manuel Gomes dos Santos, 1961-07-09; Serafim da Silva Ferreira, 1961-07-09; Ant&oacute;nio Matos; Fernandes Pereira, 1961-07-09; Armandino Pires Lopes, 1961-08-15; Gaspar Albino Oliveira, 1961-08-15; Constantino Peixoto Vilela de Sousa, 1961-08-15; Jos&eacute; Marques, 1961-08-15; Joaquim Morais da Costa, 1961-08-15; Ant&oacute;nio; Franklim Sampaio Neiva Soares, 1961-08-15; Jo&atilde;o Oliveira Novais, 1961-10-01; David Vaz Monteiro, 1961-10-01<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bodas de Prata:<\/strong><\/p>\n<p>Ant&oacute;nio Manuel Batista Lopes, dos Sacerdotes do Verbo Divino, 1986-04-20; Manuel Joaquim de Magalh&atilde;es Miranda, 1986-07-05; Delfim Duarte Fernandes, 1986-07-05; Domingos Ribeiro Gon&ccedil;alves, 1986-07-05; Manuel Domingos Sampaio Viana, 1986-07-05; Jos&eacute; Leite Nogueira, 1986-09-21<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Ordena&ccedil;&otilde;es do Ano passado:<\/strong><\/p>\n<p>Jorge Manuel Carneiro Ferreira, 2010-07-18; Jo&atilde;o Paulo Brito da Costa, 2010-07-18; Paulo Jorge Br&aacute;s de S&aacute;, 2010-07-18; Marc Rodrigues Monteiro, 2010-07-18; Jos&eacute; Ant&oacute;nio Ribeiro de Lima Carneiro, 2010-07-18.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Falecidos:<\/strong><\/p>\n<p>Jos&eacute; Carlos Fonseca Veloso, 30-06-2010; C&oacute;n. Jos&eacute; Ant&oacute;nio Gomes da Silva Marques, 08-08-2010; Alberto Augusto da Costa Azevedo 18-08-2010; Joaquim da Silva Lopes, 28-09-2010; Mons. Jos&eacute; Vaz Pinto, 13-12-2010; Domingos Ferreira Ribeiro, 26-12-2010; Ad&eacute;lio Ferreira da Silva Loureiro, 29-12-2010; Joaquim Ferreira, 30-12-2010; Jos&eacute; Rodrigues Carneiro, 08-02-2011; Alberto da Silva Ara&uacute;jo, 13-02-2011; Joaquim Jos&eacute; Rodrigues da Silva, 14-03-2011.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Termino com uma ora&ccedil;&atilde;o muito conhecida, chamando a aten&ccedil;&atilde;o para a parte final:<\/p>\n<p>&ldquo;<em>Cristo n&atilde;o tem m&atilde;os, tem apenas as nossas m&atilde;os para fazer hoje o Seu trabalho. Cristo n&atilde;o tem p&eacute;s, tem apenas os nossos p&eacute;s para guiar os homens para si. Cristo n&atilde;o tem boca, tem apenas os nossos l&aacute;bios para falar hoje aos homens.<\/em><em>&nbsp;<\/em><strong><em>N&oacute;s somos a &uacute;nica B&iacute;blia que as pessoas ainda leem. Somos a &uacute;ltima mensagem de Deus escrita em obras e palavras<\/em><\/strong><strong>.&rdquo;<\/strong><\/p>\n<p>Sim, cada um e o presbit&eacute;rio em comunh&atilde;o, no caminho para a santidade, s&atilde;o a &uacute;nica B&iacute;blia que as pessoas conseguem ler e compreender.<\/p>\n<p>Catedral, 21 de abril de 2011<\/p>\n<p align=\"right\"><em>D. Jorge Ortiga, Arcebispo de Braga<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sacerdote, Casa da Boa Nova Celebrar a Eucaristia crismal &eacute; celebrar a alegria pelo dom do sacerd&oacute;cio que nos une a Cristo. Na alegria da gratuidade de Deus, todos reconhecemos que uma parte da evangeliza&ccedil;&atilde;o passa pela for&ccedil;a do testemunho de f&eacute; de cada sacerdote e do presbit&eacute;rio no seu conjunto. Hoje gostaria que nos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[169,172,182],"class_list":["post-51003","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-diocese-de-angra","tag-diocese-de-braga","tag-diocese-de-viana-do-castelo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51003","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=51003"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51003\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=51003"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=51003"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=51003"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}