{"id":51001,"date":"2011-04-21T13:02:55","date_gmt":"2011-04-21T13:02:55","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2011\/04\/21\/homilia-do-bispo-do-porto-na-missa-crismal-4\/"},"modified":"2011-04-21T13:02:55","modified_gmt":"2011-04-21T13:02:55","slug":"homilia-do-bispo-do-porto-na-missa-crismal-4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-do-bispo-do-porto-na-missa-crismal-4\/","title":{"rendered":"Homilia do bispo do Porto na Missa Crismal"},"content":{"rendered":"<p><strong>Ora&ccedil;&atilde;o, para continuar em miss&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Amados irm&atilde;os, muito especialmente car&iacute;ssimos sacerdotes,<\/p>\n<p>Missa crismal &eacute; esta, amados irm&atilde;os e irm&atilde;s, pois toda ela &eacute; obra do Esp&iacute;rito, s&oacute; assim acesso &agrave; inten&ccedil;&atilde;o de Deus e participa&ccedil;&atilde;o na obra de Jesus, o &ldquo;ungido&rdquo;.<\/p>\n<p>Dedic&aacute;mos um ano inteiro &agrave; Miss&atilde;o diocesana e talvez nos perguntemos agora: &#8211; Que fazer? Ou, mais precisamente, como havemos de continu&aacute;-la, aprofundando e alargando o que tenha resultado mais, segundo a avalia&ccedil;&atilde;o feita?<\/p>\n<p>Melhor perguntaremos ainda: &#8211; Como se h&atilde;o de traduzir em n&oacute;s, Igreja portucalense de 2011, as palavras de Jesus: &ldquo;O Esp&iacute;rito do Senhor est&aacute; sobre mim, porque Ele me ungiu para anunciar a boa nova aos pobres&rdquo;?!<\/p>\n<p>H&aacute; certamente ideias e sugest&otilde;es, que ser&atilde;o proximamente oferecidas e compartilhadas. Mas, nesta circunst&acirc;ncia feliz em que nos reunimos tantos e em tal variedade ministerial e carism&aacute;tica na igreja m&atilde;e da diocese, deixai-me sublinhar o que primeiro nos disse o aludido trecho evang&eacute;lico.<\/p>\n<p>Jesus leu aquele passo de Isa&iacute;as, &eacute; certo. Como &eacute; cert&iacute;ssimo e fundamental que de seguida tenha identificado em si mesmo a profecia do Ungido, que se traduz por Messias e Cristo. Lembrando o &ldquo;programa&rdquo;, como o cumpriu &agrave; risca no tempo que se seguiu: anunciar a boa nova aos pobres, aos pobres de todas as pobrezas, salutares e desej&aacute;veis, ou injustas e insuport&aacute;veis.<\/p>\n<p>E daqui poder&iacute;amos partir imediatamente, pois n&atilde;o faltam brechas a preencher e urg&ecirc;ncias a acudir. Tudo compreens&iacute;vel e justific&aacute;vel, certamente. Mas correndo o risco de ainda n&atilde;o ser completamente crist&atilde;o.<\/p>\n<p>Na verdade, o que escut&aacute;mos n&atilde;o come&ccedil;ava assim. Dizia antes:&nbsp; &ldquo;Segundo o seu costume, Jesus entrou na sinagoga a um&nbsp; s&aacute;bado&hellip;&rdquo;. &ldquo;Segundo o seu costume&rdquo;, Jesus orava. Orava repetidamente e, ao s&aacute;bado, comunitariamente. Depois leu a Palavra e, a seguir, decifrou-a e incarnou-a na for&ccedil;a do Esp&iacute;rito, manifestando-se como Evangelho vivo.<\/p>\n<p>&Eacute; um percurso indispens&aacute;vel para todos n&oacute;s, Igreja que peregrina na diocese do Porto, se nos quisermos garantir em Cristo para a salva&ccedil;&atilde;o do mundo, pr&oacute;ximo ou mais distante. Aprofundemos a nossa natureza orante, pessoal e comunitariamente orante. A evangeliza&ccedil;&atilde;o &eacute; obra divina, passando atrav&eacute;s daqueles que, em Cristo e no Esp&iacute;rito, cumprem a vontade do Pai, que s&oacute; no &ldquo;cora&ccedil;&atilde;o&rdquo; se comunica. Do cora&ccedil;&atilde;o de Deus, que se oferece, ao cora&ccedil;&atilde;o do mundo, que procura.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>N&atilde;o foi por acaso que, lan&ccedil;ando a &ldquo;nova evangeliza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, o Papa Jo&atilde;o Paulo II, de aben&ccedil;oada mem&oacute;ria, a sequenciou deste modo: &ldquo;nova no ardor, nova nos m&eacute;todos e nova nas express&otilde;es&rdquo;. Nova no ardor, no impulso interior que s&oacute; de Deus pode partir, no alcance e no &acirc;mbito que deve ganhar. Nova no ardor, como fogo inapag&aacute;vel da divina caridade; esse mesmo que abrasava o cora&ccedil;&atilde;o de Cristo e lhe urgia a ultima&ccedil;&atilde;o da obra que o Pai dispusera: &ldquo;Eu vim lan&ccedil;ar fogo sobre a terra; e como gostaria que ele j&aacute; se tivesse ateado!&rdquo; (Lc 12, 49).<\/p>\n<p>Vinte s&eacute;culos de cristianismo nos demonstram &agrave; saciedade que as &uacute;nicas vit&oacute;rias do Evangelho foram sempre protagonizadas pelo amor de Deus, atrav&eacute;s dos cora&ccedil;&otilde;es que o seu &ldquo;fogo&rdquo; abrasou tamb&eacute;m.<\/p>\n<p>-H&aacute; porventura algum momento apost&oacute;lico e evangelizador de Jesus que n&atilde;o parta do amor do Pai e pelo Pai, que acabar&aacute; por nos incandescer a todos, no ardor do Esp&iacute;rito?<\/p>\n<p>A evangeliza&ccedil;&atilde;o parte da prece, para ser leg&iacute;tima e garantida. E n&atilde;o precisamos de sair do 3.&ordm; Evangelho para o verificar sem margem de d&uacute;vida ou demora. &ndash; Perguntamo-nos tantas vezes sobre o modo e a capacidade de manifestarmos Jesus ao mundo, na verdade salutar que o seu nome j&aacute; transporta (Jesus = Deus salva) &hellip; Mas &eacute; em ora&ccedil;&atilde;o que tal acontece, como primeiramente sucedeu no Jord&atilde;o: &ldquo;&hellip; tendo Jesus sido batizado tamb&eacute;m, e estando em ora&ccedil;&atilde;o, o C&eacute;u abriu-se e o Esp&iacute;rito desceu sobre Ele em forma corp&oacute;rea, como uma pomba. E do c&eacute;u veio uma voz. &lsquo;Tu &eacute;s o meu Filho muito amado; em ti pus o meu encanto&rsquo;&rdquo; (Lc 3. 21-22).<\/p>\n<p>Irm&atilde;os car&iacute;ssimos: Nenhum de n&oacute;s se pode convencer a si mesmo e muito menos aos outros desta verdade essencial de Jesus, como Filho muito amado de Deus, sem a revela&ccedil;&atilde;o divina que a ora&ccedil;&atilde;o ocasiona. Aprendamo-lo de vez, que j&aacute; perdemos demasiado tempo, pois ainda sucede que &ldquo;quem n&atilde;o junta com Cristo, dispersa&hellip;&rdquo; (cf. Lc 11, 23).<\/p>\n<p>E tudo o mais assim decorre. Podemos dizer que a ora&ccedil;&atilde;o &ndash; comunh&atilde;o essencial com o Pai &ndash; era a vida de Jesus, t&atilde;o profunda e permanente que a sua a&ccedil;&atilde;o &ldquo;exterior&rdquo; s&oacute; nela se fundava e dela extravasava. Como depois suceder&aacute; nos grandes contemplativos-ativos, assim com Jesus, como n&atilde;o deixa de assinalar S&atilde;o Lucas: &ldquo;A sua fama espalhava-se cada vez mais, juntando-se grandes multid&otilde;es para o servirem e para que os curasse de seus males. Mas Ele retirava-se para lugares solit&aacute;rios e a&iacute; se entregava &agrave; ora&ccedil;&atilde;o&rdquo; (Lc 5, 15-16).<\/p>\n<p>N&atilde;o acontecia isto para &ldquo;fugir&rdquo; a tanta procura, mas precisamente para lhe responder a partir de Deus. Sabia-o bem e modernamente Teresa de Calcut&aacute;, que, assoberbada por crescentes trabalhos e dificuldades, imediatamente disp&ocirc;s que todas alargassem de uma para duas horas o tempo de ora&ccedil;&atilde;o matutina&hellip; &Eacute; exatamente por termos muito que fazer e inovar que precisamos de rezar muito mais e melhor, n&oacute;s e as comunidades que servimos. A evangeliza&ccedil;&atilde;o &eacute; obra divina e s&oacute; em Deus &eacute; nova e criativa. &#8211; Deus, a permanente novidade do mundo!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E n&oacute;s todos, os que na Igreja do Porto buscamos agora continuar a Miss&atilde;o, com renovada intensidade comunit&aacute;ria &#8211; par&oacute;quia a par&oacute;quia, vigararia a vigararia, instituto a instituto, movimento a movimento &#8211; teremos de seguir id&ecirc;ntico caminho, como o seguiu Jesus, sempre o &ldquo;ungido&rdquo; do Esp&iacute;rito, para cumprir a vontade do Pai e anunciar a boa nova aos pobres.<\/p>\n<p>Verificamo-lo, por exemplo maior, quando decidiu partilhar com outros o divino envio, j&aacute; em evangeliza&ccedil;&atilde;o correspons&aacute;vel. Tomou decis&otilde;es e escolheu pessoas, certamente. Mas, ainda e sempre, a partir da ora&ccedil;&atilde;o, em constante &ldquo;escuta&rdquo; do Pai. Continua o evangelista: &ldquo;Naqueles dias, Jesus foi para o monte fazer ora&ccedil;&atilde;o e passou a noite a orar a Deus. Quando nasceu o dia, convocou os disc&iacute;pulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu o nome de Ap&oacute;stolos&hellip;&rdquo; (Lc 6, 12-13).<\/p>\n<p>Estas e outras passagens evidenciam sem margem para d&uacute;vidas a &uacute;nica fonte do apostolado crist&atilde;o. N&atilde;o se trata basicamente de fazer, mas de permanecer em Deus, cumprindo a sua vontade de criar e salvar a cria&ccedil;&atilde;o inteira, recuperando a humanidade de que ela depende e com quem sofre ou exulta; pois, como inspiradamente escreveu S&atilde;o Paulo, &ldquo;a cria&ccedil;&atilde;o encontra-se em expectativa ansiosa, aguardando a revela&ccedil;&atilde;o dos filhos de Deus&rdquo; (Rm 8, 18).<\/p>\n<p>Nas atuais e graves circunst&acirc;ncias da ecologia natural, social e humana, estas palavras ganham redobrada urg&ecirc;ncia. Como disc&iacute;pulos de Cristo, recuperemos o &acirc;nimo para ir at&eacute; ao fim na resposta a dar, em rendi&ccedil;&atilde;o absoluta &agrave; vontade do Pai, para que o horto da agonia se transmude em jardim reencontrado. Rendi&ccedil;&atilde;o absoluta que s&oacute; pode ser acolhimento inteiro do Esp&iacute;rito do Ungido, que acompanharemos esta noite e tantas vezes: &ldquo;Depois afastou-se deles, &agrave; dist&acirc;ncia de um tiro de pedra, aproximadamente; e, pondo-se de joelhos, come&ccedil;ou a orar, dizendo: &lsquo;Pai, se quiseres, afasta de mim este c&aacute;lice; contudo n&atilde;o se fa&ccedil;a a minha vontade, mas a tua&rsquo;&rdquo; (Lc 22, 41-43).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Amados irm&atilde;os e irm&atilde;s, e muito especialmente todos v&oacute;s, car&iacute;ssimos sacerdotes e demais respons&aacute;veis pelas comunidades crist&atilde;s da diocese, seculares, regulares ou laicais: a reflex&atilde;o fez-se em torno de Jesus na sinagoga de Nazar&eacute;, onde sempre participava na ora&ccedil;&atilde;o comunit&aacute;ria. A&iacute; mesmo se declarou ungido pelo Esp&iacute;rito, para &ldquo;anunciar a boa nova aos pobres&rdquo;. Pois bem, assim queremos estar n&oacute;s agora, continuando em miss&atilde;o.<\/p>\n<p>Da avalia&ccedil;&atilde;o que fizemos &agrave; Miss&atilde;o 2010, resultaram apuramentos e urg&ecirc;ncias. Apurou-se especialmente o bom resultado de quanto foi ao encontro das pessoas, das Janeiras e Compassos, aos Fr&aacute;geis e Fi&eacute;is Defuntos. Apurou-se com igual nota o respeitante &agrave; ora&ccedil;&atilde;o, do encontro com Taiz&eacute; &agrave; grande manifesta&ccedil;&atilde;o mariana de maio. Ressaltaram urg&ecirc;ncias, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s fam&iacute;lias, aos jovens e &agrave; forma&ccedil;&atilde;o crist&atilde; em geral.<\/p>\n<p>Deixai-me propor-vos que, a par do que se est&aacute; a refletir e perspetivar nos &oacute;rg&atilde;os centrais da diocese, tamb&eacute;m em cada uma das vossas comunidades se reze em conjunto, pedindo a Deus esclarecimento e &acirc;nimo para cumprir a sua vontade, para a evangeliza&ccedil;&atilde;o &ndash; nova evangeliza&ccedil;&atilde;o! &ndash; dos vossos meios particulares, em a&ccedil;&otilde;es concretas do pr&oacute;ximo ano pastoral.<\/p>\n<p>A&ccedil;&otilde;es concretas, especialmente comunit&aacute;rias e intercomunit&aacute;rias, vicariais ou outras. &ndash; Porque n&atilde;o preparar, em cada um desses &acirc;mbitos, uma miss&atilde;o espec&iacute;fica e situada, de zona ou setor? Pode pensar-se, por exemplo, em incidir &agrave; vez numa ou mais par&oacute;quias, continuando noutras e nos anos seguintes; ou num setor social ou cultural preciso, como o meio escolar ou laboral, ou a juventude, a fam&iacute;lia, os idosos e outros mais. Criando para tal equipas de trabalho, com representantes de par&oacute;quias, institutos e movimentos. Mas sempre e prioritariamente em grande persist&ecirc;ncia orante, pois s&oacute; do cora&ccedil;&atilde;o de Deus brota criativamente a miss&atilde;o.<\/p>\n<p>Como a nova evangeliza&ccedil;&atilde;o agora, quando tanta perplexidade se abate sobre a nossa sociedade portucalense e portuguesa, em profunda crise social e econ&oacute;mica, que &eacute; tamb&eacute;m cultural e espiritual. &#8211; Em cada comunidade crist&atilde;, unida ao cora&ccedil;&atilde;o pastoral de Cristo, est&aacute; &ndash; tem necessariamente de estar &ndash; um princ&iacute;pio de reposta e a fermenta&ccedil;&atilde;o da esperan&ccedil;a!<\/p>\n<p>Nenhuma previs&atilde;o nossa suprir&aacute; o que s&oacute; Deus pode sugerir e n&atilde;o tocaremos o cora&ccedil;&atilde;o e a intelig&ecirc;ncia de ningu&eacute;m se n&atilde;o formos transformados pela caridade e a sabedoria de Deus. Daqui sim, poderemos incansavelmente partir.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>S&eacute; do Porto, 21 de abril de 2011<\/p>\n<p align=\"right\"><em>D. Manuel Clemente, Bispo do Porto<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ora&ccedil;&atilde;o, para continuar em miss&atilde;o &nbsp; Amados irm&atilde;os, muito especialmente car&iacute;ssimos sacerdotes, Missa crismal &eacute; esta, amados irm&atilde;os e irm&atilde;s, pois toda ela &eacute; obra do Esp&iacute;rito, s&oacute; assim acesso &agrave; inten&ccedil;&atilde;o de Deus e participa&ccedil;&atilde;o na obra de Jesus, o &ldquo;ungido&rdquo;. Dedic&aacute;mos um ano inteiro &agrave; Miss&atilde;o diocesana e talvez nos perguntemos agora: &#8211; [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[168,187],"class_list":["post-51001","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-diocese-da-guarda","tag-diocese-do-porto"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51001","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=51001"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51001\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=51001"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=51001"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=51001"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}