{"id":50713,"date":"2011-04-03T10:53:02","date_gmt":"2011-04-03T10:53:02","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2011\/04\/03\/catequese-do-cardeal-patriarca-de-lisboa-no-4-o-domingo-da-quaresma\/"},"modified":"2011-04-03T10:53:02","modified_gmt":"2011-04-03T10:53:02","slug":"catequese-do-cardeal-patriarca-de-lisboa-no-4-o-domingo-da-quaresma","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/catequese-do-cardeal-patriarca-de-lisboa-no-4-o-domingo-da-quaresma\/","title":{"rendered":"Catequese do cardeal-patriarca de Lisboa no 4.\u00ba Domingo da Quaresma"},"content":{"rendered":"<p><strong>&ldquo;A Santidade&rdquo;<\/strong><\/p>\n<p><strong>Introdu&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p>1. Nas catequeses anteriores medit&aacute;mos naquilo que Cristo, que ama a Igreja com amor de Esposo, espera dela. Ele &eacute; a Palavra de Deus, fala-lhe ao cora&ccedil;&atilde;o, espera que a Igreja O escute e entre em di&aacute;logo de comunh&atilde;o. Com ela, seu Povo, celebrou a nova e definitiva Alian&ccedil;a; espera dela a fidelidade a essa nova Alian&ccedil;a, renovada em cada Eucaristia. Todas as concretiza&ccedil;&otilde;es da escuta da Palavra e da fidelidade &agrave; Alian&ccedil;a, se re&uacute;nem e resumem no grande desafio da vida crist&atilde;: <strong>a santidade<\/strong>.<\/p>\n<p>O Santo Padre Bento XVI recordou-nos, em texto que j&aacute; cit&aacute;mos, que a f&eacute; crist&atilde; n&atilde;o &eacute;, sobretudo, uma doutrina ou uma moral, mas o encontro com uma Pessoa, Jesus Cristo e, por Ele, com a Sant&iacute;ssima Trindade. E na Exorta&ccedil;&atilde;o Apost&oacute;lica confirmou: &ldquo;de facto a vida crist&atilde; caracteriza-se essencialmente pelo encontro com Jesus Cristo que nos chama a segui-l&rsquo;O&rdquo; [1]. &Eacute;, pois, no aprofundamento deste encontro pessoal com Jesus Cristo ressuscitado e, por Ele, com o Pai, no Esp&iacute;rito Santo, que se situa esta possibilidade, que &eacute; o maior desafio da nossa vida, o de sermos santos. N&atilde;o basta conhecer toda a doutrina ou cumprirmos todas as prescri&ccedil;&otilde;es morais para sermos santos. Ser santo &eacute; mergulhar em Deus e, por amor, procurar conhec&ecirc;-l&rsquo;O e fazer a sua vontade: seja feita a tua vontade, na terra como no c&eacute;u.<\/p>\n<p><strong>S&oacute; Deus &eacute; Santo <\/strong><\/p>\n<p>2. Santo &eacute; o nome de Deus (cf. Sl. 33,21; Am. 2,7). Yahw&eacute;, o nome de Deus revelado a Mois&eacute;s, &eacute; substitu&iacute;do por &ldquo;Santo&rdquo;; s&atilde;o sin&oacute;nimos (cf. Sl. 71,22; Is. 5,24). Se &eacute; o nome de Deus &eacute; muito mais do que um atributo de Deus. Significa e anuncia aquilo que Deus &eacute;, o seu mist&eacute;rio, a plenitude da vida, o seu poder e a sua bondade. O seu amor de miseric&oacute;rdia &eacute; an&uacute;ncio importante da santidade de Deus. O Profeta Oseias afirma: &ldquo;Como poderia eu abandonar-te Efraim? (&hellip;) O meu cora&ccedil;&atilde;o salta no meu peito, as minhas entranhas comovem-se dentro de mim. N&atilde;o me deixarei levar pelo ardor da minha ira, n&atilde;o vou destruir Efraim. Eu sou Deus e n&atilde;o um homem. Eu sou o Santo no meio de ti&rdquo; (Os. 11,8-9).<\/p>\n<p>Tocar o seu amor de miseric&oacute;rdia &eacute; o mais profundo contacto que o homem pode ter com a santidade de Deus. &Eacute; o in&iacute;cio da revela&ccedil;&atilde;o do seu mist&eacute;rio. O pecado, a dureza do cora&ccedil;&atilde;o, tornam o homem insens&iacute;vel a este mist&eacute;rio da santidade divina, acabam por impedir o conhecimento de Deus, porventura levam &agrave; sua nega&ccedil;&atilde;o. Se Deus quer ser conhecido nesse seu mist&eacute;rio de santidade, a reden&ccedil;&atilde;o do homem &eacute; necess&aacute;ria e urgente. O homem precisa de um cora&ccedil;&atilde;o novo para ao menos pressentir a beleza de Deus, o Santo.<\/p>\n<p>Esta reden&ccedil;&atilde;o que vai tornar o homem capaz de participar na santidade de Deus &eacute; realizada por Jesus Cristo, Deus e Homem. Como Filho de Deus, Ele &eacute; Santo; como Homem, &eacute; o primeiro descendente de Ad&atilde;o a penetrar e a participar na santidade de Deus.<\/p>\n<p>Ao ser concebido no seio de Maria, o Anjo anuncia-lhe que o Menino que vai nascer ser&aacute; Santo e chamar-se-&aacute; Filho de Deus (cf. Lc. 1,35). Na sua fidelidade de servo conquistou para os homens seus irm&atilde;os a vida e, por isso, Deus O exaltou e Lhe deu um Nome que est&aacute; acima de todos os nomes (cf. Fil. 2,9). O mesmo Ap&oacute;stolo Paulo afirma que Ele ressuscitou segundo o Esp&iacute;rito de Santidade (cf. Rom. 1,4). A santidade do Homem Jesus &eacute; diferente da de qualquer &ldquo;justo&rdquo; do Antigo Testamento. Ele &eacute; Santo porque &eacute; Deus. N&rsquo;Ele, tocamos a mesma for&ccedil;a espiritual, a mesma profundidade misteriosa. Do seu cora&ccedil;&atilde;o humano brota em pleno o amor misericordioso de Deus. Jesus revela [3] aos seus a majestade da santidade divina. &ldquo;Eu consagro-me por eles, a fim de que tamb&eacute;m eles sejam santificados na verdade&rdquo; (Jo. 17,19).<\/p>\n<p><strong>O Deus Santo e a santidade dos homens <\/strong><\/p>\n<p>3. Ao longo da Hist&oacute;ria da Salva&ccedil;&atilde;o, v&aacute;rias vezes surge a quest&atilde;o: quer Deus comunicar a sua santidade aos homens que criou? Desejam os homens ser santos como Deus &eacute; Santo?<\/p>\n<p>Da parte de Deus vai-se tornando claro, antes de mais, que &eacute; desejo de Deus que os homens, sobretudo o seu Povo escolhido, reconhe&ccedil;a a santidade de Deus. Isso corresponde &agrave; obriga&ccedil;&atilde;o de O louvar, de reconhecer a sua gl&oacute;ria. Por outro lado, vai-se tomando consci&ecirc;ncia de que tudo o que Deus toca fica santificado. Quando Deus se revelou a Mois&eacute;s no fogo da sar&ccedil;a ardente e Mois&eacute;s se aproximava para ver o fen&oacute;meno, ouviu a voz de Deus: &ldquo;N&atilde;o te aproximes. Tira as sand&aacute;lias dos p&eacute;s, porque &eacute; santa a terra que pisas&rdquo; (Ex. 3,5).<\/p>\n<p>O que Deus toca, fica santo. Por isso o Povo chamar&aacute; santo a todas as realidades que entram em contacto com Deus: o templo onde Deus habita, sobretudo o &ldquo;Santo dos Santos&rdquo;, os objectos do culto, os sacerdotes. Mas &eacute; sobretudo quando Deus toca o interior do homem com a sua Palavra, que o homem se torna santo. &Eacute; o caso dos Profetas: porque foram tocados pela Palavra de Deus, participam da santidade de Deus e podem falar em nome de Deus.<\/p>\n<p>Mas, apesar desta not&iacute;cia de que a santidade de Deus pode tocar os homens, durante todo o Antigo Testamento permanece a ideia da transcend&ecirc;ncia misteriosa da santidade de Deus. H&aacute; uma certa contradi&ccedil;&atilde;o entre a convic&ccedil;&atilde;o de que quem tocar o Deus Santo morrer&aacute;, e o convite que Deus dirige ao seu Povo para que participe da santidade de Deus: &ldquo;Sede santos porque Eu, Yahw&eacute;, sou Santo&rdquo; (Lev. 19,2; 20,26).<\/p>\n<p>Este paradoxo s&oacute; se resolve em Jesus Cristo, Filho de Deus feito Homem, o Santo como Deus &eacute; Santo. A Virgem Maria depois de conceber, por ac&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito Santo, louva o Senhor e toca, nela, uma verdade tantas vezes rezada e proclamada pelos profetas: &ldquo;O Todo-poderoso fez em mim maravilhas: Santo &eacute; o seu Nome&rdquo; (Lc. 1,49). Mais uma vez a convic&ccedil;&atilde;o de que s&oacute; o que Deus toca se torna santo e que podem participar na santidade de Deus aqueles que se deixam tocar por Deus.<\/p>\n<p>E aqui encontramo-nos com a grande novidade crist&atilde;: os que se unem a Cristo ressuscitado, pela f&eacute; e pelo baptismo, n&atilde;o s&atilde;o apenas tocados por Cristo, todo o seu ser se une ao de Cristo, s&atilde;o um com Cristo, s&atilde;o &ldquo;o corpo de Cristo&rdquo;. O dom do Esp&iacute;rito Santo, no Pentecostes, representa a grande viragem, a grande &ldquo;passagem&rdquo;. Unidos a Cristo, os crist&atilde;os tornam-se &ldquo;templos do Esp&iacute;rito Santo&rdquo; (cf. 1Co. 6,11). Os crist&atilde;os participam do ser de Deus, em Cristo ressuscitado, pela f&eacute; e pelo baptismo, que os unge com a &ldquo;un&ccedil;&atilde;o que vem do Santo&rdquo; (cf. 1Co. 1,30; Efs. 5,26). Continua a ser verdade que s&oacute; Deus pode fazer os homens participar da sua santidade e vencer neles os obst&aacute;culos do pecado, que os impedia de serem santos como Deus &eacute; Santo.<\/p>\n<p><strong>Os caminhos da santidade <\/strong><\/p>\n<p>4. Vencido esse obst&aacute;culo radical, pela reden&ccedil;&atilde;o de Jesus Cristo, resta ao crist&atilde;o o longo caminho da sua vida para viver em santidade, porque s&oacute; no C&eacute;u ser&atilde;o definitivamente santos como Deus &eacute; santo. &Eacute; a vida concebida como caminhada de fidelidade, na santidade. Vencido radicalmente o pecado, em Jesus Cristo, sabemos que as suas ra&iacute;zes permanecem em n&oacute;s, numa luta entre a gra&ccedil;a da P&aacute;scoa e a for&ccedil;a do pecado. A santidade n&atilde;o pode ser s&oacute; obra de Deus em n&oacute;s, aceite de forma passiva; tem de ser busca e op&ccedil;&atilde;o da nossa liberdade. S&oacute; podemos ser santos, porque Cristo &eacute; Santo, nos comunica o seu Esp&iacute;rito Santo e nos santificou; mas temos de querer ser santos, lutar por isso com as armas que Deus p&otilde;e ao nosso dispor. A nossa caminhada de santidade &eacute; uma batalha que ainda convive com o pecado, que n&oacute;s podemos vencer, com a for&ccedil;a de Deus.<\/p>\n<p>Desde sempre, a Igreja acreditou que ela, corpo de Cristo, &eacute; santa, porque dela fazem parte Cristo e o Esp&iacute;rito Santo. Mas essa santidade da Igreja n&atilde;o era sempre evidente, era afirma&ccedil;&atilde;o de f&eacute;: &ldquo;Creio que a Igreja &eacute; santa&rdquo;, faz parte de todas as antigas profiss&otilde;es de f&eacute;. Depende da nossa fidelidade crist&atilde; que essa santidade radical da Igreja seja vis&iacute;vel, possa ser testemunhada perante o mundo.<\/p>\n<p>5. Continua a ser verdade que s&oacute; &eacute; santo quem Deus toca, quem se deixa trabalhar pela ac&ccedil;&atilde;o de Deus. Antes de mais, pela sua Palavra. Cristo, em todo o seu mist&eacute;rio, &eacute; Palavra viva de Deus. Temos de descobrir continuamente a rela&ccedil;&atilde;o entre a escuta da Palavra de Deus e a santidade. &Eacute; pela sua Palavra que Deus toca o cora&ccedil;&atilde;o do homem. Por isso, sempre que o crist&atilde;o a acolhe, participa da santidade divina. Esta dimens&atilde;o aparece continuamente na liturgia: &ldquo;Se ouvirmos a voz do Senhor, entraremos no lugar do seu repouso&rdquo;.<\/p>\n<p>Como j&aacute; vimos noutra Catequese, toda a palavra, todos os meios que a Igreja tem de nos fazer ouvir a voz do Senhor, resumem sempre Cristo Palavra. Deus fala-nos sempre pelo seu Filho Jesus Cristo, o Verbo eterno. Da&iacute; a import&acirc;ncia decisiva da intimidade com Jesus Cristo para crescermos em santidade. A Exorta&ccedil;&atilde;o Apost&oacute;lica Post-Sinodal acentua a rela&ccedil;&atilde;o entre a Palavra de Deus e a santidade: &ldquo;A santidade relacionada com a Palavra de Deus inscreve-se, de certo modo, na tradi&ccedil;&atilde;o prof&eacute;tica, na qual a Palavra de Deus se serve da pr&oacute;pria vida do profeta. Neste sentido, a santidade na Igreja representa uma hermen&ecirc;utica da Escritura da qual ningu&eacute;m pode prescindir. O Esp&iacute;rito Santo que inspirou os autores sagrados &eacute; o mesmo que anima os Santos a darem a vida pelo Evangelho. Entrar na sua escola constitui um caminho seguro para efectuar uma hermen&ecirc;utica viva e eficaz da Palavra de Deus&rdquo; [2].<\/p>\n<p>6. A efic&aacute;cia da Palavra de Deus, tantas vezes anunciada pelos profetas, continua a acontecer na Igreja atrav&eacute;s da ac&ccedil;&atilde;o sacramental. A presen&ccedil;a da Palavra de Deus na Liturgia &eacute; decisiva. Ela constitui o &acirc;mbito privilegiado onde Deus nos fala no momento presente da nossa vida. A&iacute;, Deus fala hoje ao seu Povo que escuta e responde3. Na Liturgia, &ldquo;a Palavra de Deus permanece viva e eficaz pela for&ccedil;a do Esp&iacute;rito Santo, e manifesta aquele amor operante do Pai que n&atilde;o cessa jamais de agir em favor de todos os homens. De facto, a Igreja sempre mostrou ter consci&ecirc;ncia de que, na ac&ccedil;&atilde;o lit&uacute;rgica, a Palavra de Deus &eacute; acompanhada pela ac&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima do Esp&iacute;rito Santo que a torna operante no cora&ccedil;&atilde;o dos fi&eacute;is&rdquo; [4]. A ac&ccedil;&atilde;o sacramental &eacute;, hoje, o principal caminho pelo qual Deus continua a santificar a sua Igreja. Devemos descobrir, em sil&ecirc;ncio, a conex&atilde;o entre o que Deus nos diz e o que faz em n&oacute;s.<\/p>\n<p><strong>A santidade e o amor<\/strong><\/p>\n<p>7. Ser tocado pelo Deus Santo &eacute; mergulhar no amor que Ele &eacute;. Deus &eacute; amor; ser santo &eacute; ser amor. &ldquo;Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei&rdquo;, &eacute; o mandamento novo. &Eacute; para que aconte&ccedil;a na nossa vida esta explos&atilde;o do amor, que o Esp&iacute;rito Santo, o Esp&iacute;rito do amor divino, nos foi e continua a ser dado. A santidade &eacute; um caminho de cumplicidade com o Esp&iacute;rito Santo. Aprendemos no Catecismo que toda a Lei, portanto toda a moral, se resume ao mandamento do amor: &ldquo;amar a Deus sobre todas as coisas e ao pr&oacute;ximo como a n&oacute;s mesmos&rdquo;. &ldquo;Ama e faz o que quiseres&rdquo;, ensinava Santo Agostinho. A santidade crist&atilde; &eacute; uma fidelidade aos mandamentos, ou seja, ao mandamento do amor. O crist&atilde;o n&atilde;o se salva porque cumpre uma lei, mas porque unido a Jesus Cristo, mergulha no amor. Todo o bem moral &eacute; express&atilde;o do amor, a Deus e ao pr&oacute;ximo.<\/p>\n<p>Este ardor do amor incendeia-se em Jesus Cristo e alimenta-se na Palavra de Deus. Neste caminho somos confirmados pelo testemunho dos santos, que perceberam a Palavra de Deus no amor e beberam nela o desejo de amar ainda mais. Como diz a Exorta&ccedil;&atilde;o Apost&oacute;lica, &ldquo;a interpreta&ccedil;&atilde;o mais profunda da Escritura prov&eacute;m precisamente daqueles que se deixaram plasmar pela Palavra de Deus, atrav&eacute;s da sua escuta, leitura e medita&ccedil;&atilde;o ass&iacute;dua&rdquo; [5]. &ldquo;Cada santo constitui uma esp&eacute;cie de raio de luz que brota da Palavra de Deus&rdquo;. Citemos apenas o exemplo de Santa Teresa do Menino Jesus. Dizia ela: &ldquo;Apenas lan&ccedil;o o olhar sobre o Evangelho, imediatamente respiro os perfumes da vida de Jesus e sei para onde correr&rdquo; [6].<\/p>\n<p>&Eacute; esta a voragem do amor que Deus suscita em n&oacute;s sempre que nos toca com a sua Palavra que &eacute; o &ldquo;novo ardor&rdquo; para uma nova evangeliza&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><em>S&eacute; Patriarcal, 2 de Abril de 2011<\/em><\/p>\n<p align=\"right\"><em>D. Jos&eacute; Policarpo<\/em><em>, Cardeal-Patriarca<\/em><\/p>\n<p>NOTAS:<\/p>\n<p>1 Verbum Domini (VD), n&ordm; 72<\/p>\n<p>2 VD, n&ordm; 49<\/p>\n<p>3 VD, n&ordm; 52<\/p>\n<p>4 Ibidem<\/p>\n<p>5 VD, n&ordm; 48<\/p>\n<p>6 Ibidem<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&ldquo;A Santidade&rdquo; Introdu&ccedil;&atilde;o 1. Nas catequeses anteriores medit&aacute;mos naquilo que Cristo, que ama a Igreja com amor de Esposo, espera dela. 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