{"id":50151,"date":"2011-02-26T17:21:12","date_gmt":"2011-02-26T17:21:12","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2011\/02\/26\/d-manuel-clemente-bispo-do-porto-faz-o-balanco-da-missao-2010\/"},"modified":"2011-02-26T17:21:12","modified_gmt":"2011-02-26T17:21:12","slug":"d-manuel-clemente-bispo-do-porto-faz-o-balanco-da-missao-2010","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/d-manuel-clemente-bispo-do-porto-faz-o-balanco-da-missao-2010\/","title":{"rendered":"D. Manuel Clemente, bispo do Porto, faz o balan\u00e7o da Miss\u00e3o 2010"},"content":{"rendered":"<p>  <!--more--> <\/p>\n<p>Miss&atilde;o 2010: Avalia&ccedil;&atilde;o e Projec&ccedil;&atilde;o<\/p>\n<p>&Eacute; este o tempo, o sinal e o mandato!<\/p>\n<p>Estimados irm&atilde;os e amigos<\/p>\n<p>&nbsp;1. Conclu&iacute;mos no passado Dezembro uma s&eacute;rie de iniciativas evangelizadoras a que demos o t&iacute;tulo de Miss&atilde;o 2010 &ndash; Corresponsabilidade para a Nova Evangeliza&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Tudo nasceu da necessidade advertida e sentida de repropormos Cristo como luz e companhia de todos, fora e at&eacute; dentro das comunidades crist&atilde;s.<\/p>\n<p>Sem esquecer que o horizonte da miss&atilde;o se alarga ao mundo inteiro e especialmente aos territ&oacute;rios onde nunca houve implanta&ccedil;&atilde;o eclesial ou esta apenas come&ccedil;ou, fizemos nossas as urg&ecirc;ncias da Igreja europeia, assim definidas na Exorta&ccedil;&atilde;o apost&oacute;lica p&oacute;s-sinodal de Jo&atilde;o Paulo II, Ecclesia in Europa, &ldquo;sobre Jesus Cristo, vivo na sua Igreja, fonte de esperan&ccedil;a para a Europa&rdquo; (28 de Junho de 2003): &ldquo;A Europa faz parte j&aacute; daqueles espa&ccedil;os tradicionalmente crist&atilde;os, onde, para al&eacute;m duma nova evangeliza&ccedil;&atilde;o, se requer em determinados casos a primeira evangeliza&ccedil;&atilde;o. [&hellip;] Mesmo no &lsquo;velho&rsquo; continente existem extensas &aacute;reas sociais e culturais onde se torna necess&aacute;ria uma verdadeira e pr&oacute;pria missio ad gentes&rdquo; (n&ordm; 46). E ainda: &ldquo;Pode-se dizer, [&hellip;] que frequentemente este desafio n&atilde;o consiste tanto em baptizar os novos convertidos, mas em levar os baptizados a&nbsp;converterem-se a Cristo e ao seu Evangelho: nas nossas comunidades, &eacute; preciso preocupar-se seriamente em levar o Evangelho da esperan&ccedil;a &agrave;queles que est&atilde;o longe da f&eacute; ou se afastaram da pr&aacute;tica crist&atilde;&rdquo; (n&ordm; 47).<\/p>\n<p>O tema foi fazendo caminho em sucessivos encontros dos anos 2007 e 2008: Conselho presbiteral, Conselho pastoral, reuni&otilde;es de vig&aacute;rios, encontros com superiores de institutos religiosos e movimentos laicais&hellip; Em 2009 resolveu-se que a inst&acirc;ncia de proposta e acompanhamento do que se fizesse seriam os Secretariados diocesanos, assim acontecendo com a generosa colabora&ccedil;&atilde;o das respectivas direc&ccedil;&otilde;es e a coordena&ccedil;&atilde;o directa do Bispo diocesano e do Pe. Am&eacute;rico Aguiar; e que a Miss&atilde;o se desenrolaria ao longo de um ano, em liga&ccedil;&atilde;o com o ritmo s&oacute;ciocultural da regi&atilde;o e com as pr&aacute;ticas tradicionais de cada comunidade, tentando avan&ccedil;ar mais e melhor na proposta evang&eacute;lica e suscitando a criatividade de cada comunidade ou grupo, visando aqueles &ldquo;novo ardor, novos m&eacute;todos e novas express&otilde;es&rdquo; com que Jo&atilde;o Paulo II caracterizou a &ldquo;nova evangeliza&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<\/p>\n<p>Foi assim que nos reunimos neste mesmo Semin&aacute;rio de Vilar &#8211; os org&atilde;os centrais da Diocese e os representantes das comunidades paroquiais e outras &ndash; a 28 de Maio de 2009, lan&ccedil;ando a tem&aacute;tica geral e as espec&iacute;ficas da &ldquo;Miss&atilde;o 2010&rdquo;. Foi grande a compar&ecirc;ncia e generalizada a ades&atilde;o &agrave; proposta feita, iniciando-se local e sectorialmente a prepara&ccedil;&atilde;o das ac&ccedil;&otilde;es evangelizadoras correspondentes.<\/p>\n<p>2. Conclu&iacute;da a Miss&atilde;o, desenvolveu-se entre Janeiro e Fevereiro a Avalia&ccedil;&atilde;o de que agora vos dou conta em tra&ccedil;os gerais, agradecendo ao Professor Joaquim Azevedo e aos seus colaboradores da Universidade Cat&oacute;lica o generoso trabalho com que a levaram a cabo. Apur&aacute;mos como pontos maiores:<\/p>\n<p>a) Foi significativa a mobiliza&ccedil;&atilde;o evangelizadora de v&aacute;rias comunidades, que assim exercitaram a criatividade e a corresponsabilidade dos seus membros. Cresceu a colabora&ccedil;&atilde;o dos Secretariados diocesanos com as comunidades, apoiando-as com sugest&otilde;es gerais e espec&iacute;ficas, m&ecirc;s ap&oacute;s m&ecirc;s.<\/p>\n<p>b) Cresceu tamb&eacute;m a colabora&ccedil;&atilde;o e a coordena&ccedil;&atilde;o dos trabalhos dos Secretariados, que funcionaram em un&iacute;ssono para um objectivo comum.<\/p>\n<p>c) Resultou bem a conjuga&ccedil;&atilde;o das iniciativas da Miss&atilde;o com as tradi&ccedil;&otilde;es e os ritmos locais, levando-as &ldquo;mais longe mais fundo&rdquo;, como, por exemplo, Janeiras em Janeiro, Vias Sacras quaresmais e Compassos pascais, devo&ccedil;&otilde;es marianas em Maio, Defuntos em Novembro&hellip;&nbsp;<\/p>\n<p>d) Foi grande a ades&atilde;o ao que nos &ldquo;fez sair&rdquo; dos espa&ccedil;os habituais e contactar mais directamente as pessoas em geral, das Janeiras &agrave; grande prociss&atilde;o de 31 de Maio e das Vias Sacras aos Compassos, especialmente onde se foi al&eacute;m do que &eacute; costume.<\/p>\n<p>e) Houve &ldquo;surpresas&rdquo; not&aacute;veis e duradouras, como a grande ades&atilde;o dos jovens &agrave;s &ldquo;Fontes da Alegria&rdquo; com que preenchemos os dias do Carnaval, em torno da ora&ccedil;&atilde;o e da partilha, motivadas pela presen&ccedil;a da Comunidade de Taiz&eacute;. Ou a peregrina&ccedil;&atilde;o dos Fr&aacute;geis, em Maio, n&atilde;o s&oacute; pela grande concentra&ccedil;&atilde;o de pessoas, mas tamb&eacute;m por tudo quanto implicou de prepara&ccedil;&atilde;o e transporte dos enfermos.<\/p>\n<p>f) Manteve-se, com ritmo e criatividade, a projec&ccedil;&atilde;o medi&aacute;tica da Miss&atilde;o, especialmente atrav&eacute;s do &ldquo;site&rdquo; diocesano.<\/p>\n<p>g) Houve alguma incid&ecirc;ncia da Miss&atilde;o &ndash; ainda que incipiente &ndash; nos sectores s&oacute;cioculturais, que em geral se mostram abertos &agrave; nossa presen&ccedil;a.<\/p>\n<p>3. Em suma, da avalia&ccedil;&atilde;o geral realizada, apuramos as seguintes ac&ccedil;&otilde;es em que houve maior participa&ccedil;&atilde;o activa das comunidades e grupos: Janeiras, com 71, 8 % de participa&ccedil;&atilde;o contra 28, 2 % de n&atilde;o participa&ccedil;&atilde;o; &ldquo;Fontes da Alegria&rdquo; (Taiz&eacute;), com 52, 9 % contra 47, 1 %; Compassos, com 80, 4 % contra 19, 6 %; &ldquo;Fr&aacute;geis&rdquo;, com 69, 5 % contra 30, 5 %; Devo&ccedil;&otilde;es marianas (em especial em torno da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de F&aacute;tima), com 80, 1% contra 19, 9 %; distribui&ccedil;&atilde;o de folhetos nos cemit&eacute;rios (&ldquo;Morreste-me&rdquo;), com 68, 8 % contra 31, 2 %. Registe-se entretanto que, sem envolverem tantas comunidades, houve outras actividades significativas e promissoras, como as realizadas com estudantes de v&aacute;rios graus de ensino, as Vias Sacras e Vias Lucis, a Festa da Solidariedade e dos Povos, a reabertura do ano escolar, o congresso e as ac&ccedil;&otilde;es &ldquo;mission&aacute;rias&rdquo; de Outubro, ou as iniciativas da catequese em Dezembro, entre outras. Coincidindo com a Miss&atilde;o 2010, temos de real&ccedil;ar a presen&ccedil;a do Papa no Porto, a 14 de Maio, com a sua homilia t&atilde;o program&aacute;tica e a prop&oacute;sito.<\/p>\n<p>Igualmente importante &eacute; referir as ac&ccedil;&otilde;es que tiveram maior repercuss&atilde;o nas comunidades, segundo a avalia&ccedil;&atilde;o feita: Janeiras, 68 , 7 %; &ldquo;Fontes da Alegria&rdquo; (Taiz&eacute;), 58, 6 %; Compassos, 60, 5 %; &ldquo;Fr&aacute;geis&rdquo;, 61, 5 %; Devo&ccedil;&otilde;es marianas, 60, 2 %: &ldquo;Morreste-me&rdquo;, 52, 7 %. Significativamente, concentram-se em quatro motivos maiores: Cristo &ndash; Maria &ndash; Enfermos &ndash; Ora&ccedil;&atilde;o, particularmente potenciados pela Miss&atilde;o 2010.<\/p>\n<p>4. Do que foi, passemos ao que poder&aacute; ser. Come&ccedil;ando pelo que dever&aacute; ser, seguindo as sugest&otilde;es maiores que apareceram na Avalia&ccedil;&atilde;o: Da parte das par&oacute;quias, a primeira insist&ecirc;ncia &eacute; feita na &ldquo;Forma&ccedil;&atilde;o e na catequese de adultos&rdquo;. Se juntarmos a insist&ecirc;ncia dos religiosos\/as nos &ldquo;Encontros de forma&ccedil;&atilde;o para os agentes de pastoral&rdquo;; e a &ldquo;Forma&ccedil;&atilde;o de padres&rdquo; ou de &ldquo;Grupos mission&aacute;rios&rdquo;, com mais evangeliza&ccedil;&atilde;o e catequese, tamb&eacute;m feita pelos movimentos e obras laicais, teremos a maior proposta para o futuro, como resulta do que se fez e concluiu durante e ap&oacute;s a Miss&atilde;o 2010. Coincide, ali&aacute;s, com a reflex&atilde;o em curso nas dioceses portuguesas, sob o lema de &ldquo;Forma&ccedil;&atilde;o para a miss&atilde;o &ndash; Forma&ccedil;&atilde;o na miss&atilde;o&rdquo;.<\/p>\n<p>Na verdade, as par&oacute;quias insistem em &ldquo;mais evangeliza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, os religiosos\/as em &ldquo;mais anima&ccedil;&atilde;o mission&aacute;ria&rdquo; e os movimentos e obras laicais em &ldquo;mais evangeliza&ccedil;&atilde;o e catequese&rdquo;.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;Significativamente tamb&eacute;m, as par&oacute;quias insistem em especial na &ldquo;pastoral familiar&rdquo; e os religiosos\/religiosas nos &ldquo;jovens&rdquo;, o que redobra a conclus&atilde;o do &ldquo;Inqu&eacute;rito &agrave;s necessidades e expectativas dos diocesanos&rdquo;, apresentado em Janeiro, que punha em primeiro lugar a fam&iacute;lia e a juventude, como alvos urgentes de ac&ccedil;&otilde;es evangelizadoras. Ou seja, esclarecer e refor&ccedil;ar o sentido crist&atilde;o da fam&iacute;lia, como primeiro elo duma tradi&ccedil;&atilde;o viva, e iniciar realmente os jovens numa viv&ecirc;ncia evang&eacute;lica que s&oacute; poder&aacute; ser testemunhal e mission&aacute;ria.<\/p>\n<p>Parece-me ser isto o que mais resulta da Miss&atilde;o feita, avaliada e projectada. E vai tudo em grande acordo com o que o Papa Bento XVI disse aos Bispos portugueses em F&aacute;tima, no passado 14 de Maio: &ldquo;Que Deus vos pague, derramando em abund&acirc;ncia o Esp&iacute;rito Santo sobre v&oacute;s e as vossas dioceses a fim de que, num s&oacute; cora&ccedil;&atilde;o e numa s&oacute; alma, possais levar a cabo o empenho pastoral que vos propusestes: oferecer a todos os fi&eacute;is uma inicia&ccedil;&atilde;o crist&atilde; exigente e atractiva, comunicadora da integridade da f&eacute; e da espiritualidade radicada no evangelho, formadora de agentes livres no meio da vida p&uacute;blica&rdquo;. Para insistir, de seguida, na prem&ecirc;ncia evangelizadora e mission&aacute;ria: &ldquo;Na verdade, os tempos que vivemos exigem um novo vigor mission&aacute;rio dos crist&atilde;os, chamados a formar um laicado maduro, identificado com a Igreja, solid&aacute;rio com a complexa transforma&ccedil;&atilde;o do mundo&rdquo;.<\/p>\n<p>Palavras pontif&iacute;cias que agora nos confirmam na avalia&ccedil;&atilde;o e projec&ccedil;&atilde;o da Miss&atilde;o 2010: formemo-nos ent&atilde;o, nas fam&iacute;lias, comunidades e movimentos, para experimentarmos mais e comunicarmos melhor aos meios envolventes a novidade evang&eacute;lica, que &eacute; a vida de Cristo oferecida ao mundo. E formemo-nos evangelicamente, praticando a evangeliza&ccedil;&atilde;o, pois &eacute; uma vida que s&oacute; cresce convivendo e s&oacute; aumenta arriscando, como semente lan&ccedil;ada e talento investido.<\/p>\n<p>5. Nas sugest&otilde;es recebidas para projectar a Miss&atilde;o, aparece tamb&eacute;m a conveni&ecirc;ncia de &ldquo;temas \/ lemas&rdquo; anuais e de ac&ccedil;&otilde;es locais e sectoriais. Tudo ser&aacute; tido em conta pelo conjunto dos Secretariados diocesanos, na programa&ccedil;&atilde;o a fazer j&aacute; para o pr&oacute;ximo ano pastoral de 2011\/12. Algumas &ldquo;actividades de refer&ecirc;ncia&rdquo;, que melhor resultaram durante a Miss&atilde;o, continuar&atilde;o certamente a ser propostas, procurando ir ainda &ldquo;mais longe e mais fundo&rdquo; nos destinos visados. &#8211; Mas, porque n&atilde;o ensai&aacute;-las tamb&eacute;m no &acirc;mbito interparoquial ou vicarial, integrando todos os agentes pastorais locais: par&oacute;quias, institutos religiosos e movimentos laicais?<\/p>\n<p>De tudo vos ser&aacute; dada conta at&eacute; ao Ver&atilde;o, para projectardes tamb&eacute;m localmente o que podeis fazer depois. O objectivo, ao longo da segunda d&eacute;cada deste s&eacute;culo, &eacute; tornar cada vez mais a Igreja do Porto, com toda a riqueza carism&aacute;tica e ministerial que o Esp&iacute;rito lhe proporciona, numa opera&ccedil;&atilde;o constante de Evangelho convivido e oferecido ao mundo, actualizando agora a verdade de sempre.<\/p>\n<p>Acolhamos com renovada actualidade as palavras mission&aacute;rias de Cristo aos disc&iacute;pulos: &ldquo;Levantai os olhos e vede os campos que est&atilde;o doirados para a ceifa!&rdquo; (Jo 4, 35). Respondamos ent&atilde;o &agrave; expectativa do mundo, mesmo que desapercebida por tantos. &#8211; &Eacute; este o tempo, o sinal e o mandato!<\/p>\n<p>+ Manuel Clemente, Bispo do Porto&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Santa Maria no S&aacute;bado, 26 de Fevereiro de 2011<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[120,127,187,199,203,91,314],"class_list":["post-50151","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-bento-xvi","tag-catequese","tag-diocese-do-porto","tag-espiritualidade","tag-europa","tag-quaresma","tag-solidariedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/50151","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=50151"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/50151\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=50151"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=50151"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=50151"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}