{"id":49868,"date":"2011-02-08T13:34:48","date_gmt":"2011-02-08T13:34:48","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2011\/02\/08\/mensagem-de-bento-xvi-para-o-dia-mundial-do-doente-2011\/"},"modified":"2011-02-08T13:34:48","modified_gmt":"2011-02-08T13:34:48","slug":"mensagem-de-bento-xvi-para-o-dia-mundial-do-doente-2011","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/mensagem-de-bento-xvi-para-o-dia-mundial-do-doente-2011\/","title":{"rendered":"Mensagem de Bento XVI para o Dia Mundial do Doente 2011"},"content":{"rendered":"<p><strong>&laquo;Pelas suas chagas fostes curados&raquo; (1 Pd 2, 24)<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Queridos Irm&atilde;os e Irm&atilde;s!<\/p>\n<p>Todos os anos, na mem&oacute;ria da Bem-Aventurada Virgem de Lourdes, que se celebra a 11 de Fevereiro, a Igreja prop&otilde;e o Dia Mundial do Doente. Esta circunst&acirc;ncia, como quis o vener&aacute;vel Jo&atilde;o Paulo II, torna-se ocasi&atilde;o prop&iacute;cia para reflectir sobre o mist&eacute;rio do sofrimento e, sobretudo, para tornar as nossas comunidades e a sociedade civil mais sens&iacute;veis aos irm&atilde;os e irm&atilde;s doentes. Se todos os homens s&atilde;o nossos irm&atilde;os, aquele que &eacute; d&eacute;bil, sofredor ou necessitado de cuidado deve estar mais no centro da nossa aten&ccedil;&atilde;o, para que nenhum deles se sinta esquecido ou marginalizado; com efeito &laquo;a grandeza da humanidade determina-se essencialmente na rela&ccedil;&atilde;o com o sofrimento e com quem sofre. Isto vale tanto para o indiv&iacute;duo como para a sociedade. Uma sociedade que n&atilde;o consegue aceitar os que sofrem e n&atilde;o &eacute; capaz de contribuir, mediante a com-paix&atilde;o, para fazer com que o sofrimento seja compartilhado e assumido mesmo interiormente &eacute; uma sociedade cruel e desumana&raquo; (Carta enc. Spe salvi, 38). As iniciativas que ser&atilde;o promovidas nas diversas Dioceses, por ocasi&atilde;o deste Dia, sirvam de est&iacute;mulo para tornar cada vez mais eficaz o cuidado para com os sofredores, tamb&eacute;m na perspectiva da celebra&ccedil;&atilde;o de modo solene, que ter&aacute; lugar em 2013, no Santu&aacute;rio mariano de Alt&ouml;tting, na Alemanha.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>1. Tenho ainda no cora&ccedil;&atilde;o o momento em que, durante a visita pastoral a Turim, pude deter-me em reflex&atilde;o e ora&ccedil;&atilde;o diante do Santo Sud&aacute;rio, diante daquele rosto sofredor, que nos convida a meditar sobre Aquele que carregou sobre si a paix&atilde;o do homem de todos os tempos e lugares, inclusive os nossos sofrimentos, as nossas dificuldades e os nossos pecados. Quantos fi&eacute;is, no curso da hist&oacute;ria, passaram diante daquele tecido sepulcral, que envolveu o corpo de um homem crucificado, que corresponde em tudo ao que os Evangelhos nos transmitem sobre a paix&atilde;o e a morte de Jesus! Contempl&aacute;-lo &eacute; um convite a reflectir sobre quanto escreve S&atilde;o Pedro: &laquo;Pelas suas chagas fostes curados&raquo; (1 Pd 2, 24). O Filho de Deus sofreu, morreu, mas ressuscitou, e exactamente por isso aquelas chagas tornam-se o sinal da nossa reden&ccedil;&atilde;o, do perd&atilde;o e da reconcilia&ccedil;&atilde;o com o Pai; tornam-se, contudo, tamb&eacute;m um banco de prova para a f&eacute; dos disc&iacute;pulos e para a nossa f&eacute;: todas as vezes que o Senhor fala da sua paix&atilde;o e morte, eles n&atilde;o compreendem, rejeitam, op&otilde;em-se. Para eles, como para n&oacute;s, o sofrimento permanece sempre carregado de mist&eacute;rio, dif&iacute;cil de aceitar e suportar. Os dois disc&iacute;pulos de Ema&uacute;s caminham tristes, devido aos acontecimentos daqueles dias em Jerusal&eacute;m, e s&oacute; quando o Ressuscitado percorre a estrada com eles, se abrem a uma vis&atilde;o nova (cf. Lc 24, 13-31). Tamb&eacute;m o ap&oacute;stolo Tom&eacute; mostra a dificuldade em crer na via da paix&atilde;o redentora: &laquo;Se eu n&atilde;o vir o sinal dos cravos nas suas m&atilde;os, se n&atilde;o meter o dedo no lugar dos cravos e a m&atilde;o no seu lado, n&atilde;o acreditarei&raquo; (Jo 20, 25). Mas diante de Cristo que mostra as suas chagas, a sua resposta transforma-se numa comovedora profiss&atilde;o de f&eacute;: &laquo;Meu Senhor e meu Deus&raquo; (Jo 20, 28). O que antes era um obst&aacute;culo intranspon&iacute;vel, porque sinal da aparente fal&ecirc;ncia de Jesus, torna-se, no encontro com o Ressuscitado, a prova de um amor vitorioso: &laquo;Somente um Deus que nos ama a ponto de carregar sobre si as nossas feridas e a nossa dor, sobretudo a dor inocente, &eacute; digno de f&eacute;&raquo; (Mensagem Urbi et Orbi, P&aacute;scoa de 2007).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>2. Queridos doentes e sofredores, &eacute; justamente atrav&eacute;s das chagas de Cristo que podemos ver, com olhos de esperan&ccedil;a, todos os males que afligem a humanidade. Ressuscitando, o Senhor n&atilde;o tirou o sofrimento e o mal do mundo, mas extirpou-os pela raiz. &Agrave; prepot&ecirc;ncia do Mal op&ocirc;s a omnipot&ecirc;ncia do seu Amor. Indicou-nos ent&atilde;o, que o caminho da paz e da alegria &eacute; o Amor: &laquo;Como Eu vos amei, v&oacute;s tamb&eacute;m vos deveis amar uns aos outros&raquo; (Jo 13, 34). Cristo, vencedor da morte, est&aacute; vivo no meio de n&oacute;s E enquanto com S&atilde;o Tom&eacute; dizemos tamb&eacute;m: &laquo;Meu Senhor e meu Deus&raquo;, seguimos o nosso Mestre na disponibilidade a prodigalizar a vida pelos nossos irm&atilde;os (cf. 1 Jo 3, 16), tornando-nos mensageiros de uma alegria que n&atilde;o teme a dor, a alegria da Ressurrei&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>S&atilde;o Bernardo afirma: &laquo;Deus n&atilde;o pode padecer, mas pode compadecer&raquo;. Deus, a Verdade e o Amor em pessoa, quis sofrer por n&oacute;s e connosco; fez-se homem para poder com-padecer com o homem, de modo real, em carne e sangue. Em cada sofrimento humano, portanto, entrou Aquele que partilha o sofrimento e a suporta&ccedil;&atilde;o; em cada sofrimento difunde-se a con-solatio, a consola&ccedil;&atilde;o do amor part&iacute;cipe de Deus para fazer surgir a estrela da esperan&ccedil;a (cf. Carta enc. Spe salvi, 39).<\/p>\n<p>A v&oacute;s, queridos irm&atilde;os e irm&atilde;s, repito esta mensagem, para que sejais suas testemunhas atrav&eacute;s do vosso sofrimento, da vossa vida e da vossa f&eacute;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>3. Considerando o encontro de Madrid, no m&ecirc;s de Agosto de 2011, para a Jornada Mundial da Juventude, gostaria de dirigir tamb&eacute;m um pensamento especial aos jovens, especialmente aos que vivem a experi&ecirc;ncia da doen&ccedil;a. Com frequ&ecirc;ncia a Paix&atilde;o e a Cruz de Jesus causam medo, porque parecem ser a nega&ccedil;&atilde;o da vida. Na realidade, &eacute; exactamente o contr&aacute;rio! A Cruz &eacute; o &laquo;sim&raquo; de Deus ao homem, a express&atilde;o mais elevada e intensa do seu amor e a fonte da qual brota a vida eterna. Do Cora&ccedil;&atilde;o trespassado de Jesus brotou esta vida divina. S&oacute; Ele &eacute; capaz de libertar o mundo do mal e de fazer crescer o seu Reino de justi&ccedil;a, de paz e de amor ao qual todos aspiramos (cf. Mensagem para a Jornada Mundial da Juventude de 2011, 3). Queridos jovens, aprendei a &laquo;ver&raquo; e a &laquo;encontrar&raquo; Jesus na Eucaristia, onde Ele est&aacute; presente de modo real para n&oacute;s, at&eacute; se fazer alimento para o caminho, mas sabei reconhec&ecirc;-lo e servi-lo tamb&eacute;m nos pobres, nos doentes, nos irm&atilde;os sofredores e em dificuldade, que precisam da vossa ajuda (cf. ibid., 4).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A todos v&oacute;s jovens, doentes e sadios, repito o convite a criar pontes de amor e solidariedade, para que ningu&eacute;m se sinta sozinho, mas pr&oacute;ximo de Deus e parte da grande fam&iacute;lia dos seus filhos (cf. Audi&ecirc;ncia geral, 15 de Novembro de 2006).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>4. Ao contemplar as chagas de Jesus o nosso olhar dirige-se ao seu Sacrat&iacute;ssimo Cora&ccedil;&atilde;o, no qual se manifesta em sumo grau o amor de Deus. O Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o &eacute; Cristo crucificado, com o lado aberto pela lan&ccedil;a, do qual brotam sangue e &aacute;gua (cf. Jo 19, 34), &laquo;s&iacute;mbolo dos sacramentos da Igreja, para que todos os homens, atra&iacute;dos pelo Cora&ccedil;&atilde;o do Salvador, bebam com alegria na fonte perene da salva&ccedil;&atilde;o&raquo; (Missal Romano, Pref&aacute;cio da Solenidade do Sacrat&iacute;ssimo Cora&ccedil;&atilde;o de Jesus). Especialmente v&oacute;s, queridos doentes, sentis a proximidade deste Cora&ccedil;&atilde;o cheio de amor e bebeis com f&eacute; e alegria de tal fonte, rezando: &laquo;&Aacute;gua do lado de Cristo, lava-me. Paix&atilde;o de Cristo, fortalece-me. Oh, bom Jesus, ouve-me. Nas tuas chagas, esconde-me&raquo; (Ora&ccedil;&atilde;o de Santo In&aacute;cio de Loyola).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>5. Na conclus&atilde;o desta minha Mensagem para o pr&oacute;ximo Dia Mundial do Doente, desejo exprimir o meu afecto a todos e a cada um, sentindo-me part&iacute;cipe dos sofrimentos e das esperan&ccedil;as que viveis quotidianamente em uni&atilde;o com Cristo crucificado e ressuscitado, para que vos conceda a paz e a cura do cora&ccedil;&atilde;o. Juntamente com Ele ao vosso lado vigie a Virgem Maria, que invocamos com confian&ccedil;a como Sa&uacute;de dos enfermos e Consoladora dos sofredores. Aos p&eacute;s da Cruz realiza-se para Ela a profecia de Sime&atilde;o: o seu Cora&ccedil;&atilde;o de M&atilde;e &eacute; trespassado (cf. Lc 2, 35). Do abismo da sua dor, participa&ccedil;&atilde;o no sofrimento do Filho, Maria tornou-se capaz de assumir a nova miss&atilde;o: tornar-se a M&atilde;e de Cristo nos seus membros. Na hora da Cruz, Jesus apresenta-lhe cada um dos seus disc&iacute;pulos, dizendo-lhe: &laquo;Eis o teu filho&raquo; (cf. Jo 19, 26-27). A compaix&atilde;o materna para com o Filho torna-se compaix&atilde;o materna para cada um de n&oacute;s nos nossos sofrimentos quotidianos (cf. Homilia em Lourdes, 15 de Setembro de 2008).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Queridos irm&atilde;os e irm&atilde;s, neste Dia Mundial do Doente, exorto tamb&eacute;m as Autoridades a fim de que invistam cada vez mais energias em estruturas m&eacute;dicas que sirvam de ajuda e apoio aos sofredores, sobretudo aos mais pobres e necessitados e, dirigindo o meu pensamento a todas as Dioceses, transmito uma sauda&ccedil;&atilde;o afectuosa aos Bispos, aos sacerdotes, &agrave;s pessoas consagradas, aos seminaristas, aos agentes no campo da sa&uacute;de, aos volunt&aacute;rios e a todos os que se dedicam com amor a cuidar e aliviar as chagas de cada irm&atilde;o e irm&atilde; doente, nos hospitais ou casas de cura, nas fam&iacute;lias: nos rostos dos doentes sabei ver sempre o Rosto dos rostos: o de Cristo.<\/p>\n<p>A todos garanto a minha recorda&ccedil;&atilde;o na ora&ccedil;&atilde;o, enquanto concedo a cada um a especial B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Apost&oacute;lica.<\/p>\n<p>Vaticano, 21 de Novembro de 2010<\/p>\n<p align=\"right\"><em>BENEDICTUS PP. XVI<\/em><\/p>\n<p align=\"right\"><em>(tradu&ccedil;&atilde;o oficial do Vaticano)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&laquo;Pelas suas chagas fostes curados&raquo; (1 Pd 2, 24) &nbsp; Queridos Irm&atilde;os e Irm&atilde;s! Todos os anos, na mem&oacute;ria da Bem-Aventurada Virgem de Lourdes, que se celebra a 11 de Fevereiro, a Igreja prop&otilde;e o Dia Mundial do Doente. 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