{"id":49737,"date":"2011-02-01T09:51:41","date_gmt":"2011-02-01T09:51:41","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2011\/02\/01\/homilia-do-bispo-do-funchal-na-celebracao-dos-50-anos-de-novas-paroquias\/"},"modified":"2011-02-01T09:51:41","modified_gmt":"2011-02-01T09:51:41","slug":"homilia-do-bispo-do-funchal-na-celebracao-dos-50-anos-de-novas-paroquias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-do-bispo-do-funchal-na-celebracao-dos-50-anos-de-novas-paroquias\/","title":{"rendered":"Homilia do bispo do Funchal na celebra\u00e7\u00e3o dos 50 anos de novas par\u00f3quias"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Homilia de D. Ant&oacute;nio Carrilho, Bispo do Funchal<br \/>na Celebra&ccedil;&atilde;o Diocesana dos 50 anos das Novas Par&oacute;quias<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">S&eacute; do Funchal, 30 de Janeiro de 2011<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Par&oacute;quias, comunidades crist&atilde;s vivas e apost&oacute;licas!<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Diocese do Funchal est&aacute; em festa!<\/p>\n<p>&Eacute; pois, com imensa alegria, que sa&uacute;do as par&oacute;quias aqui representadas, vindas de longe e de perto, respondendo ao convite que a todas dirigi para a grande Assembleia Diocesana desta tarde. Sa&uacute;do, de modo especial, aquelas comunidades paroquiais que ao longo deste ano comemoram, festivamente, os 50 anos da sua cria&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Viestes com os pend&otilde;es, estandartes, faixas e outros distintivos das vossas par&oacute;quias, tornando-as presentes neste espa&ccedil;o da nossa Catedral, igreja-m&atilde;e da Diocese, centro da comunh&atilde;o diocesana, em redor do Bispo, Pastor do Povo de Deus, e do seu Presbit&eacute;rio.<\/p>\n<p>Viestes em ritmo processional e em prece, testemunhando a alegria da f&eacute;, ao som das melodias das vossas festas e prociss&otilde;es, que as Bandas Filarm&oacute;nicas, trazidas de cada Arciprestado, asseguraram, elevando o nosso esp&iacute;rito para Deus.<\/p>\n<p>A Diocese do Funchal est&aacute; em festa! Sede todos muito bem-vindos &agrave; nossa Catedral: excelent&iacute;ssimas autoridades regionais e locais; sacerdotes, di&aacute;conos e seminaristas; religiosos, religiosas e outros membros de institutos de vida consagrada; e leigos, individualmente ou nas suas associa&ccedil;&otilde;es e movimentos. Sede muito bem-vindos todos quantos quisestes participar nesta grande celebra&ccedil;&atilde;o jubilar, de t&atilde;o rico e profundo significado eclesial.<\/p>\n<p><strong>Um pouco de hist&oacute;ria<\/strong><\/p>\n<p>Para melhor compreender este significado &eacute; oportuno recordar alguns pontos da Mensagem Pastoral &ldquo;Par&oacute;quia, Igreja em Miss&atilde;o&rdquo;, que escrevi, com data de 24 de Novembro passado, a prop&oacute;sito dos 50 anos da cria&ccedil;&atilde;o das novas par&oacute;quias da Diocese, lembrando, em primeiro lugar, um pouco da sua hist&oacute;ria.<\/p>\n<p>Na verdade, foi no dia 24 de Novembro de 1960, que o Bispo de ent&atilde;o, D. David de Sousa, publicou um &ldquo;Decreto sobre a actualiza&ccedil;&atilde;o das Par&oacute;quias&rdquo; da Diocese do Funchal, que entraria em vigor no dia 1 de Janeiro de 1961, precisamente h&aacute; 50 anos.<\/p>\n<p>As delibera&ccedil;&otilde;es nele expressas corresponderam, como ele pr&oacute;prio escreveu, a um longo estudo e di&aacute;logo, em diversas inst&acirc;ncias eclesi&aacute;sticas e civis, sobre &ldquo;as condi&ccedil;&otilde;es topogr&aacute;ficas, as dist&acirc;ncias e a dispers&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o&rdquo; e &ldquo;a necessidade de levar a Igreja ao meio dos n&uacute;cleos populacionais, a fim de lhes tornar f&aacute;cil o cumprimento dos deveres crist&atilde;os e de lhes poupar grandes e constantes sacrif&iacute;cios em caminhadas.&rdquo;<\/p>\n<p>Como fruto deste &ldquo;estudo s&eacute;rio e diligente&rdquo;, D. David de Sousa houve por bem criar o Arciprestado de C&acirc;mara de Lobos, com as par&oacute;quias dos Concelhos de C&acirc;mara de Lobos e da Ribeira Brava, manter inalteradas 16 das 52 par&oacute;quias existentes e desmembrar as outras 36 em 50 novas par&oacute;quias, ficando assim a Diocese do Funchal com 102 par&oacute;quias, e estabelecendo-se para elas as respectivas sedes, limites e patronos.<\/p>\n<p>Se, com efeito, algumas das novas par&oacute;quias n&atilde;o conseguiram implantar-se e estruturar-se (hoje s&atilde;o apenas 96), a grande maioria desenvolveu-se com o sentido e o esp&iacute;rito comunit&aacute;rio, que lhes era proposto. Como pensava D. David de Sousa, na Par&oacute;quia-Comunidade estaria &ldquo;o futuro espiritual da Diocese&rdquo;.<\/p>\n<p>Como disse na citada Mensagem Pastoral, a Diocese congratula-se com as celebra&ccedil;&otilde;es e actividades comemorativas, j&aacute; programadas e em realiza&ccedil;&atilde;o em muitas par&oacute;quias, mas n&atilde;o poderia deixar de se congregar em Assembleia Diocesana, para bendizer e dar gra&ccedil;as a Deus por tantas b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os recebidas ao longo destes 50 anos.<\/p>\n<p>Juntos, aqui estamos hoje, nesta Catedral, em Solene Eucaristia, fazendo justa mem&oacute;ria do Bispo D. David de Sousa, que pastoreou a nossa Diocese de 1957 a 1965, e lembrando, em especial, as novas par&oacute;quias e as outras donde elas foram desmembradas. Muitas desfilaram no longo Cortejo Comemorativo, do Jardim Municipal at&eacute; aqui, com a participa&ccedil;&atilde;o festiva e activa de todos os Arciprestados, em manifesta&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica de f&eacute; e comunh&atilde;o eclesial.<\/p>\n<p><strong>Comunidades crist&atilde;s vivas<\/strong><\/p>\n<p>Os textos b&iacute;blicos, h&aacute; pouco proclamados como Palavra de Deus para n&oacute;s, hoje e aqui, apontam para o verdadeiro sentido da Igreja, na vida de cada crist&atilde;o e da sua miss&atilde;o no mundo. Constituem, sem d&uacute;vida, uma refer&ecirc;ncia fundamental para todas as comunidades crist&atilde;s, par&oacute;quias ou servi&ccedil;os e movimentos apost&oacute;licos.<\/p>\n<p>O Evangelho, recordando as Bem-Aventuran&ccedil;as, na vers&atilde;o de S&atilde;o Mateus (5,1-12), apresenta o ideal novo que Jesus prop&otilde;e aos Seus disc&iacute;pulos, &agrave;queles que querem segui-l&rsquo;O e anunciar o Reino de Deus.<\/p>\n<p>Em contraste com muitos dos crit&eacute;rios e valores, generalizados nas sociedades actuais e j&aacute; daquele tempo, s&atilde;o felizes, bem-aventurados, os que t&ecirc;m um cora&ccedil;&atilde;o pobre e desprendido, aberto a Deus e aos outros; os humildes, os puros de cora&ccedil;&atilde;o, os misericordiosos, os que s&atilde;o solid&aacute;rios e promovem a paz, os que sofrem persegui&ccedil;&atilde;o por amor da justi&ccedil;a.<\/p>\n<p>O pr&oacute;prio Jesus adverte tratar-se de um ideal e projecto de vida que n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil: poder&aacute; ser objecto de hostilidade e persegui&ccedil;&atilde;o, mas nem por isso poder&aacute; conduzir ao des&acirc;nimo e ao desalento: &ldquo;Bem-aventurados sereis, quando, por minha causa, vos insultarem, vos perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra v&oacute;s&rdquo; (Mt 5, 11). Foi assim no tempo de Jesus e com os m&aacute;rtires dos primeiros tempos, &eacute; assim no nosso tempo e ser&aacute; tamb&eacute;m assim no futuro. O disc&iacute;pulo n&atilde;o &eacute; maior do que o Mestre! (cf. Mt 10,24).<\/p>\n<p>Vivendo a experi&ecirc;ncia dos tempos apost&oacute;licos, S&atilde;o Jo&atilde;o contempla a Igreja e v&ecirc; nela &ldquo;a morada de Deus com os homens&rdquo;, habitando no meio deles em Cristo Ressuscitado, que veio para &ldquo;renovar todas as coisas&rdquo;, numa tal transforma&ccedil;&atilde;o que suscitar&aacute; &ldquo;um novo c&eacute;u e uma nova terra&rdquo; (cf. Ap 21, 1-5, na primeira leitura). Um projecto e uma miss&atilde;o de Jesus, confiada por Ele &agrave; Igreja, com especial responsabilidade do Col&eacute;gio dos Ap&oacute;stolos.<\/p>\n<p>E S&atilde;o Paulo, dirigindo-se aos crist&atilde;os de Roma, traduz na segunda leitura, em linguagem clara e concreta, a consci&ecirc;ncia eclesial e o verdadeiro esp&iacute;rito, que devem caracterizar uma comunidade crist&atilde; e apost&oacute;lica. Com efeito, &eacute; fundamental a consci&ecirc;ncia de que &ldquo;formamos em Cristo um s&oacute; corpo e somos membros uns dos outros&rdquo;, com dons diferentes e animados pelo amor fraterno, para acolhimento e servi&ccedil;o de todos (cf. Rom 12,5-16). Uma grande li&ccedil;&atilde;o do Ap&oacute;stolo para os Romanos, uma grande li&ccedil;&atilde;o para todos n&oacute;s e para as nossas comunidades crist&atilde;s.<\/p>\n<p><strong>Algumas interpela&ccedil;&otilde;es<\/strong><\/p>\n<p>&ldquo;Par&oacute;quia, Igreja em Miss&atilde;o&rdquo; &eacute; o lema escolhido para caracterizar um projecto de comunidade paroquial e diocesana, &agrave; luz dos textos agora meditados e segundo o esp&iacute;rito e os documentos do Conc&iacute;lio Vaticano II, que importa reler, assimilar e p&ocirc;r em pr&aacute;tica.<\/p>\n<p>Aponta-se, em s&iacute;ntese, para uma Igreja viva, participativa e interventiva, em corresponsabilidade de todos os fi&eacute;is, como comunidade alimentada pela Palavra de Deus, centrada na Eucaristia, comprometida na miss&atilde;o evangelizadora, sinal e presen&ccedil;a do Amor de Deus no mundo, junto de todos e, em especial, dos mais pobres e carenciados.<\/p>\n<p>Daqui ressaltam algumas interroga&ccedil;&otilde;es e interpela&ccedil;&otilde;es muito concretas para a renova&ccedil;&atilde;o das nossas comunidades paroquiais, nesta hora jubilar. Como &eacute; importante, valorizar e aperfei&ccedil;oar as formas de an&uacute;ncio e contacto com a Palavra de Deus e todos os meios de aprofundamento e esclarecimento da f&eacute;! Pergunta-se: &ndash; Nestes aspectos, que poderemos fazer mais, em cada par&oacute;quia?<\/p>\n<p>Diz-nos o Conc&iacute;lio Vaticano II que a Eucaristia &eacute; &ldquo;fonte e converg&ecirc;ncia de toda a vida crist&atilde;&rdquo; (Lumen Gentium, 11). Como &eacute; importante ter presente esta centralidade da Eucaristia na forma&ccedil;&atilde;o e na participa&ccedil;&atilde;o na vida das comunidades paroquiais! N&atilde;o ser&aacute; de relan&ccedil;ar um especial esfor&ccedil;o quanto &agrave; participa&ccedil;&atilde;o na Eucaristia Dominical, tornando-a verdadeira festa da nossa f&eacute; em Cristo Ressuscitado? A Eucaristia &eacute; o centro da vida crist&atilde;, seja o centro da nossa vida!<\/p>\n<p>O crescente pluralismo cultural e religioso, aliado a uma onda de seculariza&ccedil;&atilde;o e indiferen&ccedil;a, constitui um cen&aacute;rio que se vai alargando e atingindo muitos dos nossos ambientes, alterando pr&aacute;ticas e costumes tradicionais. Cada vez mais a Igreja &eacute; chamada a uma nova cultura de evangeliza&ccedil;&atilde;o! Como mobilizar as nossas comunidades paroquiais para a miss&atilde;o e ac&ccedil;&atilde;o evangelizadora, na aten&ccedil;&atilde;o e cuidado por todos os seus membros?<\/p>\n<p>Ser comunidade crist&atilde; &eacute; sentir e promover a comunh&atilde;o, viver a solidariedade e a fraternidade! &ndash; Ser&aacute; que cada par&oacute;quia conhece e ajuda aqueles que precisam de conforto espiritual e apoio material, para se erguerem e enfrentarem, com f&eacute; e coragem, os caminhos dif&iacute;ceis das suas vidas? Que mais se poder&aacute; fazer, na presente situa&ccedil;&atilde;o de crise econ&oacute;mica e social?<\/p>\n<p><strong>Mem&oacute;ria e ora&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p>Conscientes de que a Igreja somos todos n&oacute;s &ndash; Bispo, sacerdotes, religiosos (as) e leigos &ndash; ao fazermos esta mem&oacute;ria da cria&ccedil;&atilde;o das novas par&oacute;quias, h&aacute; 50 anos, elevamos tamb&eacute;m a Deus a nossa prece agradecida por todos aqueles que, vivos ou falecidos, de algum modo estiveram ligados &agrave; concretiza&ccedil;&atilde;o do arrojado projecto de D. David de Sousa, empenhando-se na constru&ccedil;&atilde;o das novas igrejas e espa&ccedil;os pastorais, mas sobretudo na edifica&ccedil;&atilde;o de comunidades crist&atilde;s vivas.<\/p>\n<p>A Diocese do Funchal est&aacute; em festa! Com a primeira estrofe do Hino preparado para esta comemora&ccedil;&atilde;o, podemos todos cantar: &ldquo;Rejubila Povo de Deus, ergue ao alto o teu cora&ccedil;&atilde;o! Par&oacute;quia &eacute;s B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o dos C&eacute;us, de uma Igreja sempre em Miss&atilde;o.&rdquo;<\/p>\n<p>Confiando a alegria e as s&uacute;plicas deste jubileu aos santos patronos das 96 par&oacute;quias da Diocese, dirigimos uma prece especial &agrave; Virgem Santa Maria, Padroeira de 49 dessas par&oacute;quias e, invocada como Senhora do Monte, tamb&eacute;m Padroeira da Diocese.<\/p>\n<p>A terminar, seja esta a nossa ora&ccedil;&atilde;o filial: Maria, M&atilde;e de Jesus e M&atilde;e da Igreja, nos momentos de d&uacute;vida ou de afli&ccedil;&atilde;o, sois nossa Luz e Consola&ccedil;&atilde;o! Fazei acontecer em n&oacute;s um novo Pentecostes, para que as nossas Par&oacute;quias, como fam&iacute;lias reunidas em eclesial fraternidade, sejam testemunhas da plenitude da Vida, Comunh&atilde;o e Unidade!<\/p>\n<p><em>Funchal, 30 de Janeiro de 2011<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Homilia de D. Ant&oacute;nio Carrilho, Bispo do Funchalna Celebra&ccedil;&atilde;o Diocesana dos 50 anos das Novas Par&oacute;quias S&eacute; do Funchal, 30 de Janeiro de 2011 Par&oacute;quias, comunidades crist&atilde;s vivas e apost&oacute;licas! &nbsp; A Diocese do Funchal est&aacute; em festa! &Eacute; pois, com imensa alegria, que sa&uacute;do as par&oacute;quias aqui representadas, vindas de longe e de perto, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[186,314,326],"class_list":["post-49737","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-diocese-do-funchal","tag-solidariedade","tag-vida-consagrada"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49737","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=49737"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49737\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=49737"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=49737"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=49737"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}