{"id":49646,"date":"2011-01-25T14:56:30","date_gmt":"2011-01-25T14:56:30","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2011\/01\/25\/mae-clara-milagre-na-primeira-pessoa\/"},"modified":"2011-01-25T14:56:30","modified_gmt":"2011-01-25T14:56:30","slug":"mae-clara-milagre-na-primeira-pessoa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/mae-clara-milagre-na-primeira-pessoa\/","title":{"rendered":"\u00abM\u00e3e Clara\u00bb: Milagre na primeira pessoa"},"content":{"rendered":"<p>O milagre atribu&iacute;do &agrave; M&atilde;e Clara, como &eacute; conhecida, ocorreu em Baiona (Espanha), numa &ldquo;devota&rdquo; que, em 1998, foi ao seu t&uacute;mulo e pediu a cura de um pioderma gangrenoso (doen&ccedil;a cut&acirc;nea ulcerativa). A cura realizou-se a 12 de Novembro de 2003.<\/p>\n<p>Conta D. Georgina e provado em documentos que, em 1969, lhe apareceu uma ferida no bra&ccedil;o direito, depois diagnosticada, por especialistas de Vigo e de Madrid, como Pioderma gangrenoso. A &uacute;lcera foi alastrando por todo o bra&ccedil;o, atingindo tamb&eacute;m o seio. Al&eacute;m de diversas pomadas aplicadas, procedeu-se a v&aacute;rios enxertos, sem resultado algum. Dado que a chaga tamb&eacute;m cobria parte do cotovelo, ficou sem flexibilidade e o bra&ccedil;o imobilizado, preso ao peito. A ferida, de bordos viol&aacute;ceos, exalava odor desagrad&aacute;vel e aparecia em carne viva, produzindo grande dor ao simples ro&ccedil;ar ou leve toque. &Agrave;s vezes, era t&atilde;o intensa essa dor que a enferma pedia ao m&eacute;dico que lhe amputasse o bra&ccedil;o, coisa que ele se negara sempre a fazer. <em>H&aacute; sempre tempo para isso,<\/em> dizia. Todos os dias de manh&atilde;, tomando um t&aacute;xi, ia de Baiona a Vigo, para o curativo e, bastantes vezes, voltava &agrave; tarde para o repetir, dado que a dor e o cheiro eram insuport&aacute;veis. Anos e anos&hellip;<\/p>\n<p>Realizou o primeiro enxerto em 1971, a que se foram seguindo outros. Fazia-lhe os curativos o pr&oacute;prio cirurgi&atilde;o, Dr. Ignacio do Carmo, que acompanhou todo o processo da doen&ccedil;a. Por&eacute;m, no dia 21 de Junho de 2002, n&atilde;o imaginava que lhe faria o &uacute;ltimo. No dia seguinte, foi internado num hospital, com diagn&oacute;stico de tumor cerebral. &nbsp;Veio a falecer, no dia 07 de Julho seguinte.<\/p>\n<p>D. Georgina sentiu grande ang&uacute;stia e enorme desamparo. Assustava-a procurar outro m&eacute;dico que, como &eacute; &oacute;bvio, lhe pediria novos exames. S&oacute; lembrar-se disso lhe provocava enorme sofrimento.<\/p>\n<p>Filiada na Liga Pr&oacute;-Canoniza&ccedil;&atilde;o e cheia de f&eacute; na intercess&atilde;o da Madre Maria Clara, cujo t&uacute;mulo havia visitado em 1998, D. Georgina decidiu escolh&ecirc;-la como sua m&eacute;dica e confiar-lhe o tratamento. Resolveu ser ela pr&oacute;pria a fazer os curativos, aplicando as mesmas pomadas que utilizava o Dr. Ignacio.<em> <\/em>Enquanto procedia a essa ac&ccedil;&atilde;o, ia pedindo &agrave; sua protectora que a melhorasse, para melhor poder ajudar sua irm&atilde; Olga, naquela ocasi&atilde;o imobilizada, em consequ&ecirc;ncia de uma interven&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica de ortopedia. Como desde h&aacute; anos costumava fazer, n&atilde;o deixava de meter uma estampa da Vener&aacute;vel Serva de Deus entre as ligaduras, certa do seu cuidado.<\/p>\n<p>Pelo ver&atilde;o de 2003, mais uma vez se repetiram grandes flictenas sobre a ferida que, ao rebentarem, a deixavam em carne viva. Foram passando os meses de Agosto, Setembro e parte de Novembro, sem notar-se melhora alguma na chaga que continuava a cobrir a &aacute;rea do cotovelo.<\/p>\n<p>O dia 11 de Novembro fora agitado e chegara &agrave; noite cansada e sofrida. Apesar da dor, de sentir e ver as ligaduras molhadas, n&atilde;o teve &acirc;nimo de tratar a ferida. No dia seguinte, a 12, pelas 10,00 horas, ao retirar as ligaduras, viu que a chaga estava completamente coberta de pele r&oacute;sea, como de menino, e totalmente fechada. Chamou as suas irm&atilde;s e, mostrando o bra&ccedil;o, exclamou: &ldquo;O<em>lhem, o bra&ccedil;o est&aacute; curado. J&aacute; n&atilde;o h&aacute; que fazer o curativo&rdquo;. Foi a Madre Clara!<\/em><\/p>\n<p>Suas irm&atilde;s Olga e Teresa, bem como a empregada dom&eacute;stica, foram as primeiras testemunhas. Os vizinhos e amigos reagiram com espanto. Espanto, tamb&eacute;m, foi a r&aacute;pida flexibilidade do bra&ccedil;o e todo o movimento retomado, perdido havia 34 anos. Desde aquele dia, continua bem. A &uacute;lcera repentinamente desaparecida n&atilde;o teve mais recidiva. E j&aacute; l&aacute; v&atilde;o mais de sete anos&hellip;<\/p>\n<p>Os m&eacute;dicos n&atilde;o encontraram explica&ccedil;&atilde;o. Embora, em alguns casos, o Pioderma gangrenoso possa ter cura, &eacute; sempre um processo muito lento.<\/p>\n<p>A grande f&eacute; de D. Georgina fez o milagre acontecer.<\/p>\n<p align=\"right\"><em>CONFHIC<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O milagre atribu&iacute;do &agrave; M&atilde;e Clara, como &eacute; conhecida, ocorreu em Baiona (Espanha), numa &ldquo;devota&rdquo; que, em 1998, foi ao seu t&uacute;mulo e pediu a cura de um pioderma gangrenoso (doen&ccedil;a cut&acirc;nea ulcerativa). A cura realizou-se a 12 de Novembro de 2003. Conta D. 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