{"id":49157,"date":"2010-12-27T17:46:24","date_gmt":"2010-12-27T17:46:24","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2010\/12\/27\/nascimento-de-jesus-desafia-nos-a-abrir-caminhos-novos\/"},"modified":"2010-12-27T17:46:24","modified_gmt":"2010-12-27T17:46:24","slug":"nascimento-de-jesus-desafia-nos-a-abrir-caminhos-novos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/nascimento-de-jesus-desafia-nos-a-abrir-caminhos-novos\/","title":{"rendered":"\u00abNascimento de Jesus desafia-nos a abrir caminhos novos\u00bb"},"content":{"rendered":"<p>Bispos portugueses esperam que o esp\u00edrito de Natal se prolongue muito para l\u00e1 das luzes e das festas <!--more--> <\/p>\n<p>O presidente da Confer&ecirc;ncia Episcopal Portuguesa (CEP), D. Jorge Ortiga considera que &ldquo;o nascimento de Jesus inaugurou uma nova era&rdquo;, ao trazer uma perspectiva de salva&ccedil;&atilde;o para toda a humanidade. Um capital de esperan&ccedil;a que, segundo o arcebispo de Braga, deve ser aproveitado para vencer dificuldades e criar condi&ccedil;&otilde;es para uma sociedade mais humana e feliz.<\/p>\n<p>&ldquo;N&atilde;o &eacute; tempo de lamenta&ccedil;&otilde;es nem queixumes quando temos tudo ao nosso alcance para fazer do mundo um lugar de beleza&rdquo; <a href=\"file:\/\/\/C:\/Documents and Settings\/user1\/Os meus documentos\/noticia.pl?tpl=&amp;id=83454\" target=\"_blank\">sublinha<\/a> o prelado, numa mensagem deixada aos fi&eacute;is durante a Solenidade do Nascimento de Jesus Cristo, celebrada dia 25 de Dezembro na Catedral de Braga.<\/p>\n<p>Para D. Jorge Ortiga, o projecto de salva&ccedil;&atilde;o que Deus trouxe a cada homem, ao enviar o seu Filho, &ldquo;desafia-nos a abrir caminhos novos&rdquo;, mais coerentes com a Palavra que Cristo trouxe ao mundo.<\/p>\n<p>&ldquo;Que nos adianta falar de progresso humano se muitos continuam mergulhados na fome e na mis&eacute;ria? De que valer&aacute; apostarmos na humaniza&ccedil;&atilde;o da economia se continuamos a explorar os bens naturais em favor de uma minoria?&rdquo; questiona o arcebispo de Braga, apelando a todos os crist&atilde;os para que coloquem a sua cidadania ao servi&ccedil;o do bem comum.<\/p>\n<p>Para D. Manuel Clemente, &ldquo;a grande li&ccedil;&atilde;o do Natal&rdquo; est&aacute; num Deus que se fez Menino, &ldquo;intrinsecamente interdependente&rdquo; e que &ldquo;contrasta em absoluto&rdquo; com as no&ccedil;&otilde;es actuais de seguran&ccedil;a, poder e gl&oacute;ria.<\/p>\n<p>Na sua <a href=\"file:\/\/\/C:\/Documents and Settings\/user1\/Os meus documentos\/noticia.pl?tpl=&amp;id=83453\" target=\"_blank\">mensagem<\/a> para o dia de Natal, o bispo do Porto sublinha que as circunst&acirc;ncias do nascimento de Jesus, assim como da sua morte, continuam a ser motivo de &ldquo;contraste&rdquo; e de &ldquo;surpresa&rdquo;, numa sociedade que teima em primar por uma &ldquo;inveterada auto-sufici&ecirc;ncia&rdquo;.<\/p>\n<p>Nascido no seio de &ldquo;um dos maiores imp&eacute;rios que a hist&oacute;ria conheceu&rdquo;, o Imp&eacute;rio Romano, Jesus vem ao mundo num quadro de simplicidade. &ldquo;Nem pal&aacute;cios, nem corte, nem guardas, nada de espantoso ou imponente&rdquo; recorda o prelado.<\/p>\n<p>No entanto, &ldquo;num mundo cheio de luzes de variadas grandezas, juntamo-nos em torno daquele plen&iacute;ssimo Menino&rdquo; afirma D. Jos&eacute; Clemente, para quem o segredo desta atrac&ccedil;&atilde;o continua a ser, dois mil anos depois, &ldquo;um Deus que se d&aacute; a conhecer na humanidade de Cristo, estendida &agrave; humanidade de todos, com a sua fr&aacute;gil consist&ecirc;ncia, a &uacute;nica que d&aacute; lugar ao verdadeiro amor, que &eacute; relacional e gratuito&rdquo;.<\/p>\n<p>Esta liga&ccedil;&atilde;o estreita entre Deus e o Homem, que nos fez &ldquo;filhos de Deus&rdquo;, continua a ser a &ldquo;absoluta novidade do cristianismo&rdquo; real&ccedil;a o prelado, que no contexto da actual crise econ&oacute;mica identifica sinais positivos do Natal de Cristo, &ldquo;activo no mundo&rdquo;, tanto ao n&iacute;vel da simples boa vizinhan&ccedil;a, como no papel solid&aacute;rio de variadas institui&ccedil;&otilde;es sociais e empresas.<\/p>\n<p>O bispo do Porto deixa contudo um alerta: &ldquo;temos muito a recuperar e a desenvolver, no que aos sentimentos b&aacute;sicos respeita, para nos levarmos mais a s&eacute;rio como humanidade feliz e solid&aacute;ria&rdquo;.<\/p>\n<p>Segundo D. Jos&eacute; Policarpo, trata-se sobretudo de acompanhar a transforma&ccedil;&atilde;o que a incarna&ccedil;&atilde;o de Deus trouxe para a conviv&ecirc;ncia entre os homens.<\/p>\n<p>&ldquo;Em Cristo, podemos ser, uns para os outros, caminhos de Deus&rdquo; aponta o Cardeal-Patriarca de Lisboa na sua <a href=\"file:\/\/\/C:\/Documents and Settings\/user1\/Os meus documentos\/noticia.pl?tpl=&amp;id=83452\" target=\"_blank\">homilia<\/a> do dia de Natal, convidando os fi&eacute;is a acolherem no seu &iacute;ntimo o nascimento de Jesus.<\/p>\n<p>&ldquo;Abramo-nos, nesta festa t&atilde;o bela, a esta simplicidade do cora&ccedil;&atilde;o que nos levar&aacute;, com cora&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;a, a tocar Deus em tudo o que &eacute; verdadeiramente humano&rdquo; conclui.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Bispos portugueses esperam que o esp\u00edrito de Natal se prolongue muito para l\u00e1 das luzes e das 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